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05/03 - Diesel avança pela 6ª semana nos postos do Brasil; gasolina e etanol também sobem
No acumulado de 2021, o preço médio do diesel nos postos tem alta de 16,4%, segundo a ANP. Cotação média do diesel nas bombas atingiu R$ 4,23 nesta semana Reprodução/TV Integração O preço do diesel nos postos do Brasil subiu pela sexta semana consecutiva, enquanto gasolina e etanol também mantiveram tendência de alta, mostrou pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgada nesta sexta-feira (5), em momento em que o valor dos combustíveis tem sido alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro. Conforme o levantamento da agência reguladora, a cotação média do diesel nas bombas atingiu R$ 4,23 nesta semana, alta de 1,1% em relação à semana anterior. Os dados da pesquisa vêm dias após a entrada em vigor de uma suspensão temporária pelo governo da incidência do PIS/Cofins sobre o diesel, combustível mais consumido do Brasil, em tentativa de conter a alta dos preços. Além do corte de impostos, o presidente Jair Bolsonaro também decidiu no mês passado indicar um novo presidente para a Petrobras, em meio a constantes queixas sobre a política de preços dos combustíveis da estatal no mandato do CEO Roberto Castello Branco, que vai até 20 de março. Esta foi a sexta semana seguida de aumento no valor do diesel, que neste ano recuou em apenas uma ocasião, em meados de janeiro. No acumulado de 2021, o preço médio do diesel nos postos do Brasil tem alta de 16,4%, segundo a ANP. O viés de alta também continua sendo verificado na gasolina, que engatou a 11ª semana consecutiva de elevação, atingindo uma média de R$ 5,29 por litro nas bombas, para o consumidor final. O avanço na semana foi de 2,3%. Agora, a gasolina figura em patamar 17,1% superior ao registrado no início de 2021. Já o etanol, segundo a ANP, também subiu nesta semana — com ganho de 6,9%, o preço médio nos postos foi a R$ 3,898 por litro. Concorrente da gasolina, o biocombustível acumula alta de cerca de 22,5% em 2021. Na última terça-feira, a Petrobras elevou os preços da gasolina e do diesel em cerca de 5%, o que fez com que ambos os combustíveis renovassem os maiores níveis em um ano nas refinarias da estatal. A petroleira diz seguir uma política de preços de paridade de importação, que leva em conta fatores como as cotações do petróleo no mercado internacional e do dólar. O petróleo Brent, referência global, tem operado próximo de máximas de um ano, impulsionado especialmente por um acordo de restrição de oferta da Opep+. Já a moeda norte-americana registrou nesta sexta-feira a terceira semana seguida de ganhos frente ao real, atingindo o maior patamar desde novembro. Neste ano, os preços da gasolina nas refinarias da Petrobras já acumulam alta de 41,5%, enquanto o diesel soma ganho de 34%. Os valores nos postos, no entanto, não acompanham necessariamente os reajustes nas refinarias e dependem de uma série de questões, incluindo margem de distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de biocombustíveis. Vídeos: Últimas notícias de Economia
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05/03 - Exportação de carne bovina do Brasil recua 6% no 1º bimestre
Apesar da alta nas vendas para a China, embarques caíram para outros dois principais compradores: Chile (-33%) e Egito (-30%), segundo Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Maior compradora de carne bovina do Brasil, a China foi responsável por 61% do volume exportado no primeiro bimestre. Reprodução/TV TEM As exportações de carne bovina do Brasil recuaram 6% nos dois primeiros meses de 2021 ante igual período do ano passado, mesmo com a China --principal cliente do país-- ampliando suas aquisições, disse a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) nesta sexta-feira (5). Segundo dados do Ministério da Economia compilados pela entidade, os embarques do produto (in natura e processado) somaram 251.627 toneladas no acumulado de janeiro e fevereiro, contra 266.602 toneladas no mesmo período de 2020. A receita cambial obtida com as exportações apurou queda de 7% na mesma base de comparação, atingindo 1,1 bilhão de reais, acrescentou a Abrafrigo. Maior compradora de carne bovina do Brasil, a China foi responsável por 61% do volume exportado no primeiro bimestre, ante participação de 52,5% no ano passado. Considerando os embarques tanto para China Continental quanto para Hong Kong, foram 153.602 toneladas movimentadas ao país asiático, versus 139.916 toneladas no primeiro bimestre do ano passado. Por outro lado, as exportações para os outros dois maiores clientes da carne bovina brasileira apuraram quedas no período: o Chile, segundo colocado, adquiriu 10.623 toneladas (-33%), enquanto o Egito, terceiro, importou 8.241 toneladas (-30%). "No total, 50 países aumentaram suas importações, enquanto outros 74 diminuíram", disse a Abrafrigo em nota, destacando no front positivo um aumento de 156% nos embarques para os Estados Unidos, quarto maior cliente, que compraram 7.616 toneladas da proteína brasileira no período. Se considerado apenas o mês de fevereiro, as exportações de carne bovina do Brasil recuaram 5% no ano a ano, totalizando 124.488 toneladas. A queda no faturamento, porém, foi menor do que a registrada em volume, diante de preços mais firmes. "Na receita, onde há renegociações em curso e preços melhorando, a queda foi de apenas 1%, obtendo-se 552 milhões de dólares", afirmou a associação. Nesse sentido, a Abrafrigo também destacou que embora o volume exportado em fevereiro tenha sido menor que o de janeiro deste ano, quando foram embarcadas 127.139 toneladas, a receita melhorou na comparação mensal --no primeiro mês do ano, havia somado 549 milhões de dólares.
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05/03 - Excesso de chuvas no Brasil reduz qualidade da soja e gera perdas para a safra
Presidente da associação nacional dos produtores disse que projeção para colheita será revisada para baixo. Expectativa mais recente está entre 129 milhões e 130 milhões de toneladas. O amplo volume de chuvas em algumas das principais regiões produtoras de soja no Brasil tem reduzido a qualidade dos grãos e já acarreta perdas para a safra 2020/21, apesar de o país ainda caminhar para uma colheita recorde, segundo integrantes do setor e especialistas. O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Bartolomeu Braz Pereira, disse à Reuters que será feita uma revisão para baixo na projeção mais recente da entidade, que está entre 129 milhões e 130 milhões de toneladas para a oleaginosa. Chuvas alagam lavouras de soja e milho em Sorriso (MT) "O problema de chuva está geral... está grave e tem muito problema na qualidade dos grãos, grãos ardidos, o produtor está perdendo muito com isso", afirmou. Segundo ele, os agricultores perdem por grãos que não puderam ser colhidos e pela redução de peso do produto que passou pela colheita, mas tem umidade excessiva. Chuvas alagaram lavouras, atolam máquinas e prejudicam colheita da soja e plantio do milho em Sorriso (MT) Sindicato Rural de Sorriso (MT) O cenário tem ocorrido em regiões de "Mato Grosso, boa parte de Goiás, Piauí, Maranhão, Paraná, uma parte de Minas Gerais. (Em) Tocantins é demais", citou Pereira. Ele ainda disse que a revisão na projeção da Aprosoja só não foi realizada ainda porque o país, maior produtor e exportador global da oleaginosa, está no "epicentro" do problema. Desta forma, assim que as perdas forem mensuradas com mais clareza, o número da entidade --que já é inferior aos 133,8 milhões de toneladas projetados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)-- será revisto. Agropecuária foi o único setor que cresceu no PIB de 2020; entenda Mais cedo, nesta sexta-feira, a empresa de consultoria meteorológica Rural Clima reduziu suas estimativas para soja e milho segunda safra, indicando prejuízos causados pelas chuvas excessivas. O clima na América do Sul está no radar do mercado e motivou, inclusive, altas na bolsa de Chicago nesta semana. Além das chuvas no Brasil, episódios de seca na Argentina ligaram um alerta sobre a oferta global. Nesta sexta-feira, por exemplo, o contrato mais ativo da soja subiu 19,50 centavos de dólar, para 14,30 dólares por bushel. Colheita Após um plantio feito tardiamente e dificuldade de acesso às lavouras, em meio a muitas precipitações, o Brasil registra lentidão e atraso na colheita. De acordo com a consultoria Pátria AgroNegócios, há 34,19% da safra brasileira de soja colhida até esta sexta-feira, contra 52,26% no mesmo período de 2020 e uma média histórica de 52,60%. A consultoria calcula que entre 44 milhões e 44,5 milhões de toneladas da oleaginosa já foram retiradas dos campos. "A Pátria tem sido alertada por seus clientes no centro-norte do país que as chuvas incessantes continuam impedindo o deslanchar da colheita, ao mesmo tempo que os talhões colhidos no Sul do Brasil trazem número decepcionantes acarretados por semanas consecutivas de estiagens." O diretor da Pátria, Matheus Pereira, ressaltou que nos sete primeiros dias da soja pronta para ser colhida, o grão perde 1% de peso por dia no campo. Após os sete dias, as perdas aumentam para 2% por dia. Em Mato Grosso, maior Estado produtor da cultura, a colheita avançou para 67,20% da área, alta de 15 pontos em uma semana, informou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Os trabalhos, no entanto, estão 24,27 pontos atrás do registrado na mesma época de 2019/20 e têm atraso de 13,07 pontos ante a média histórica para esta época do ano, segundo o instituto. Sobre as chuvas, o gerente de inteligência de mercado do Imea, Cleiton Gauer, disse à Reuters que o órgão passou a ouvir relatos sobre problemas com maior intensidade nas últimas semanas, mas ainda não há uma avaliação sobre o impacto geral para o Estado. De acordo com dados da Refinitiv, as chuvas seguem nos próximos dias, com acumulados de cerca de 60 milímetros até o dia 10 em Mato Grosso. Algumas áreas do Paraná vão registrar cerca de 50 milímetros acumulados no mesmo período. VÍDEOS: saiba mais sobre o agronegócio
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05/03 - Guedes diz que governo vai antecipar 13º 'dos mais frágeis' e 'dos mais idosos'
Ministro da Economia deu declaração após reunião com relator da PEC Emergencial. Guedes não detalhou medida; segundo ele, antecipação acontecerá após aprovação do orçamento. Guedes diz que governo vai antecipar 13º 'dos mais frágeis' e 'dos mais idosos' O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (5), sem dar detalhes, que o governo vai antecipar o 13º "dos mais frágeis" e "dos mais idosos". Segundo ele, a medida será adotada após a aprovação do orçamento (veja no vídeo acima). Guedes deu a declaração na portaria do ministério, após ter se reunido com o deputado Daniel Freitas (PSL-SC), relator da proposta de emenda à Constituição conhecida como PEC Emergencial. O texto já foi aprovado pelo Senado e enviado para a Câmara. Em janeiro, o colunista do G1 e da GloboNews Valdo Cruz informou que o governo federal havia decidido antecipar o 13º de aposentados do INSS e o abono salarial. "O abono salarial já foi antecipado. Agora, assim que aprovar o orçamento, vai ser antecipado o 13º justamente dos mais frágeis, dos mais idosos, como fizemos da outra vez. O BEM, que é o programa de preservação de empregos, já estão sendo disparadas as novas bases. Então, tem mais coisa vindo por aí", declarou Guedes nesta sexta. O ministro já havia dito que iria retomar o programa de suspensão de contratos e redução de jornada, mas não deu detalhes sobre a duração ou sobre o início da nova rodada do programa. Paulo Guedes defende vacinação em massa: ‘Sem saúde não há economia’ Vacinação em massa Também na entrevista desta sexta-feira, Paulo Guedes voltou a defender a vacinação em massa contra a Covid-19. Nesta quinta, em um vídeo divulgado pela assessoria, o ministro já havia dito que a vacinação é necessária porque "sem saúde, não há economia" - veja no vídeo acima. "O grande desafio é a vacinação em massa. Na saúde, nós precisamos avançar rapidamente para não derrubar a economia brasileira de novo. Além da dimensão humana, das tragédias, das famílias, tem o perigo de derrubar a economia de novo e ai você agudiza todo o problema brasileiro.", afirmou o ministro nesta sexta. "Agora é saúde, vacinação em massa, não vamos falar de Bolsa Família agora", acrescentou. PEC emergencial passa no Senado e segue para votação na Câmara PEC Emergencial Após a reunião com Paulo Guedes, o relator da PEC Emergencial, deputado Daniel Freitas (PSL-SC), sinalizou que não deve alterar o texto aprovado no Senado. "O Brasil tem pressa, a urgência dessa matéria é evidente e precisamos dar celeridade no processo. Qualquer alteração nessa PEC faz o Brasil atrasar, portanto, vamos discutir e conversar e tentar acelerar o mais rápido possível a aprovação dessa PEC", disse. O texto viabiliza a retomada do auxílio emergencial. A proposta prevê também protocolos de contenção de despesas públicas e uma série de medidas que podem ser adotadas em caso de descumprimento do teto de gastos, regra que limita o aumento dos gastos da União à inflação do ano anterior. Freitas afirmou que deve apresentar na segunda-feira (8) uma minuta do relatório.
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05/03 - Twitter testa recurso 'desfazer publicação' para usuários pagantes
Rede social disse que o recurso está sendo testado como parte da exploração da empresa de como as assinaturas podem funcionar na plataforma. Ícone do Twitter, em smartphone Thomas White/Reuters O Twitter está testando uma função que cancelamento que dá aos usuários um curto espaço de tempo para retirar um tuíte do ar antes dele ser publicado, confirmou a empresa nesta sexta-feira (5). A pesquisadora de aplicativos Jane Manchun Wong, que descobre recursos de mídia social não anunciados observando o código dos sites, tuítou uma animação mostrando um post com um erro de grafia em que um botão "desfazer" estava disponível antes que o tempo acabasse. Twitter vai desativar conta que desrespeitar 5 vezes as regras de desinformação sobre Covid-19 Uma porta-voz do Twitter disse que o recurso está sendo testado como parte da exploração da empresa de como as assinaturas podem funcionar na plataforma. Ela disse que o Twitter testará possíveis recursos pagos ao longo do tempo. O Twitter disse que está trabalhando em modelos de assinatura paga, o que reduziria sua dependência da receita publicitária, incluindo um recurso de "super follow" para permitir que os usuários cobrem de seus seguidores o acesso a conteúdo exclusivo que será lançado este ano. O presidente-executivo do Twitter, Jack Dorsey, disse anteriormente que o site provavelmente nunca teria um "botão de edição", um recurso que os usuários procuram há muito tempo. Saiba como proteger seus dados na web
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05/03 - Receita chega a 2 milhões de declarações do Imposto de Renda recebidas até esta sexta-feira
Prazo para o envio vai até 30 de abril. Receita Federal espera receber 32,6 milhões de declarações. Receita Federal começa a receber a declaração do IR 2021 A Receita Federal informou que recebeu 2.020.909 declarações de Imposto de Renda até as 16 horas desta sexta-feira (5). Quem atrasar a entrega terá de pagar multa de 1% sobre o imposto devido ao mês, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto devido. Veja a página especial sobre o IR 2021 IR 2021: Prazo para declaração está próximo; aproveite para preparar os documentos Especialista tira dúvidas sobre o IR 2021; mande sua pergunta Receita libera programa do Imposto de Renda 2021; veja versões disponíveis e como baixar Selo home IR Arte G1 A Receita Federal espera receber 32,6 milhões de declarações este ano. Os contribuintes que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, receberão mais cedo as restituições do Imposto de Renda, se tiverem direito a ela. Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade. Quem deve declarar em 2021? quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2020. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado. contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; quem obteve, em qualquer mês de 2020, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; quem teve, em 2020, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; quem tinha, até 31 de dezembro de 2020, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2020; quem optou pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda.
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05/03 - Maioria no STF vota a favor de sigilo em dados do programa de repatriação de recursos
Ação do PSB defende transparência das informações. Ministro Luís Barroso, relator da ação, aponta que programa não se destina à lavagem de dinheiro e que divulgação é quebra de sigilo. A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou a favor da manutenção do sigilo de quem aderir ao Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT), conhecido como programa de repatriação de recursos. O programa foi criado em 2016, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, como medida para ajudar no reequilíbrio das contas públicas. Ele permitia a transferência para o Brasil e a regularização de recursos mantidos por brasileiros no exterior e que não haviam sido declarados à Receita Federal. Em contrapartida, o contribuinte tinha que pagar Imposto de Renda e multa sobre o valor, o que ajudou a elevar a arrecadação do governo. Assista abaixo a reportagem de fevereiro de 2017 sobre o programa de repatriação de recursos. Câmara aprova a chamada repatriação de recursos brasileiros no exterior Em julgamento no plenário virtual, os ministros entenderam que é constitucional a proibição para que sejam compartilhados dados de quem aderiu ao programa com estados e municípios. O Supremo fixou ainda que a divulgação dessas informações equivalem à quebra de sigilo fiscal. Os ministros julgam uma ação do PSB que questiona dispositivos da Lei 13.254/2016 (Lei da Repatriação). Esses trechos proíbem a divulgação ou a publicidade de informações prestadas por aqueles que repatriarem ativos de origem lícita, mantidos por brasileiros no exterior, que não tenham sido declarados ou que contenham incorreções na declaração. Transparência Ao STF, o PSB afirmou que trechos da lei contrariam os princípios da moralidade, transparência e eficiência da Administração Pública, impedindo o controle público, que é baseado no compartilhamento de informações entre os órgãos de fiscalização. Relator do caso, o ministro Luís Roberto Barroso afirmou que o regime especial foi adotado em momento de grave crise econômica e fiscal, com finalidade essencialmente arrecadatória, mas também de regularização da situação fiscal dos contribuintes residentes no Brasil. Barroso afirmou que não se pode confundir o real propósito da lei de repatriação, que não envolve produto de crime da corrupção, a partir do seu eventual mau uso por um ou outro criminoso. O ministro disse que não é correto dizer que o programa se destina à prática de lavagem de dinheiro ou de regularização de valores recebidos como proveito da corrupção. Segundo Barroso, os bens e direitos que são objeto da repatriação pertencem a um círculo fechado de infrações penais especificamente praticadas para o fim de remessa dos ativos ao exterior. “Não identifico que o programa de repatriação de ativos por adesão voluntária signifique diminuição da transparência em termos de combate à lavagem de dinheiro e à corrupção. O país que utiliza estes programas, ao atrair de volta valores de pessoas que expatriaram recursos de maneira irregular, acaba contribuindo para uma postura mais eficiente contra a evasão de divisas”, escreveu. O voto foi seguido pelos ministros Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Edson Fachin, Rosa Weber e Dias Toffoli. O ministro Ricardo Lewandowski divergiu em parte do relator e defendeu que, quando houver fundadas suspeitas de origem ilícita, as informações poderiam ser compartilhadas. “Dada a intensa circulação de capitais com origem ilícita no mundo contemporâneo, peço vênia ao relator para acrescentar à tese uma ressalva, que diz respeito ao compartilhamento de informações a respeito das quais pairem fundadas suspeitas de sua origem ilícita”, afirmou. VÍDEOS: assista a mais notícias sobre economia
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05/03 - Venda de veículos novos cai 16,7% em fevereiro no Brasil, com crise e falta de insumos
Segundo a Anfavea, estoque de automóveis novos no país só dá para 18 dias de vendas. Segundo a Anfavea, mercado de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus caiu 16,7% em fevereiro para 167,4 mil veículos ante mesmo mês de 2020. Divulgação A crise e falta de insumos na indústria tiveram reflexo negativo nas vendas internas de veículos em fevereiro. De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o mercado de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus caiu 16,7% em fevereiro para 167,4 mil veículos ante mesmo mês de 2020. No acumulado do ano, a retração foi de 14,2% no bimestre na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram licenciados 338,5 mil veículos em todo o país. Produção industrial cresce pelo 9º mês, mas desempenho é o pior desde abril Os estoques continuam baixos. Com 98 mil unidades, indústria e concessionárias têm volume de veículos suficiente para 18 dias de vendas. A indústria automobilística registrou, em fevereiro, queda de 3,5% na produção, com 197 mil veículos. No acumulado do ano, no entanto, houve ligeira melhora, com alta de 0,2% para 396,7 mil unidades. IBGE: produção industrial avança pelo 9º mês seguido Ao divulgar os dados de desempenho do setor no primeiro bimestre, o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, apontou a escassez de componentes que afeta o ritmo das linhas de montagem. Segundo ele, além dos semicondutores, um problema que afeta o setor em todo o mundo, as montadoras têm enfrentado escassez de outros insumos, como plásticos, borracha, pneus e aço. Moraes queixou-se, ainda, da pressão nos custos dos fretes, marítimo e aéreo, como consequência da “desorganização” logística mundial provocada pela pandemia. “Viveremos ainda momentos de muita emoção porque não vemos a solução desses problemas no curto prazo”, destacou. O nível de emprego continua em queda na indústria automobilística nas comparações anuais. As montadoras de veículos fecharam fevereiro com 104,6 mil funcionários, uma queda de 2,4% na comparação com um ano atrás. Mas, na comparação com janeiro, houve acréscimo de vagas, puxada principalmente pela indústria de caminhões. Houve um crescimento de 1,2% no quadro efetivo do setor na comparação com o mês anterior. Indústria se recupera e contrata Exportações Com 33,1 mil unidades, as exportações de veículos registraram, no mês passado, o menor volume embarcado no mês de fevereiro desde 2015. O volume representou uma queda de 12,2% na comparação com fevereiro de 2020. A receita, por outro lado, cresceu 10,4%, com US$ 607,9 milhões. O aumento do valor se deve, segundo a Anfavea, ao maior volume de exportações de caminhões. No acumulado do ano, a exportação somou 58,1 mil veículos, uma alta de 0,2% na comparação com o primeiro bimestre de 2020. Isso representou receita de US$ 1,06 bilhão, alta de 15,9% antes mesmo período do ano passado.
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05/03 - CVM abre investigação por uso de informação privilegiada com ações da Petrobras
Conhecida no jargão do mercado como "insider trading", operação busca a determinar se algum investidor valeu-se dessa condição para negociar e ter lucro no mercado. Troca de comando na Petrobras: a CVM já abriu seis processos para investigar diferentes assuntos ligados ao episódio. SUAMY BEYDOUN/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou nesta sexta-feira (5) que abriu processo para investigar uso de informação privilegiada nos negócios com ações da Petrobras, no episódio envolvendo anúncio de troca no comando da companhia. "O assunto objeto de seu questionamento está sendo analisado no processo administrativo CVM 19957.001646/2021-76", respondeu a autarquia em comunicado, acrescentando que não comenta casos específicos. Minoritários acusam operador de 'insider trading' com ações da Petrobras e acionam CVM Entre o fechamento da sessão do dia 18 de fevereiro – antes de o presidente Jair Bolsonaro indicar que nomearia um sucessor para o presidente-executivo da estatal, Roberto Castello Branco – e do dia 22, quando o governo já havia oficializado a indicação do sucessor, o general Joaquim Silva e Luna, a ação preferencial da companhia desabou 26,7%. Nos dias seguintes, o papel recuperou-se parcialmente. A investigação sobre uso de informação privilegiada, conhecida no jargão do mercado como "insider trading", busca a determinar se algum investidor valeu-se dessa condição para negociar e ter lucro no mercado. Natuza Nery analisa interferência na Petrobras: 'Arranhões sérios e graves para Paulo Guedes' A CVM já abriu seis processos para investigar diferentes assuntos ligados ao episódio, entre eles o motivo de a empresa não ter divulgado fato relevante previamente sobre o assunto, a reclamação de investidor de ingerência do acionista controlador e não submissão prévia da proposta do governo ao conselho de administração da empresa. Quatro conselheiros da Petrobras pedem para deixar o cargo após troca de comando da estatal A associação que representa investidores minoritários Abradin informou na quarta-feira apresentação à CVM de uma representação pedindo a investigação de um operador que teria feito movimentação suspeita com ações da Petrobras PETR4.SA no mercado de opções. A operação, segundo o presidente da Associação Brasileira de Investidores, teria ocorrido entre uma reunião em Brasília em que se teria definido a saída do presidente da Petrobras e a indicação do general Joaquim Silva e Luna para assumir o comando da companhia. CVM analisa anúncio de troca de comando na Petrobras
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05/03 - Reclamações contra companhias aéreas crescem 60% em site do governo
Após o mês de outubro, houve um crescimento substancial do número de registros sobre problemas com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) de companhias aéreas e falta de atendimento adequado, especialmente para a remarcação de voos. Passageiros usam máscaras de proteção após desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em viagem iniciada na China Fábio Tito/G1 A plataforma “consumidor.gov”, do governo federal, registrou aumento de mais de 60% de reclamações de pessoas com problemas para cancelar, remarcar ou conseguir um reembolso de passagens áreas em dezembro de 2020 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Naquele mês, em 2019, foram 4.207 reclamações. Em 2020, 6.746. De acordo com dados monitorados pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), após o mês de outubro, houve um crescimento substancial do número de registros sobre problemas com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) de companhias aéreas e falta de atendimento adequado, especialmente para a remarcação de voos. A explosão do número de reclamações fez a Senacon procurar a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e propor a criação de um grupo de trabalho para tentar encontrar soluções para o problema, que se acentuou com a pandemia. Relatório aponta as 20 companhias aéreas mais seguras de 2021; veja lista Uma primeira reunião foi realizada na quarta-feira. Ficou acertado que um novo encontro será realizado nas próximas semanas para a apresentação de ações e discussão de um plano de trabalho para o setor. Uma das propostas é que as companhias áreas melhorem seus sites e aplicativos para atender os passageiros. A Senacon aponta que o recrudescimento da pandemia, que tem levado a alguns Estados endurecerem as medidas de isolamento social e decretarem “lockdowns” parciais, faz com que seja necessário uma “atuação preventiva” do órgão, para evitar que isso afete ainda mais os consumidores. A secretária Nacional do Consumidor, Juliana Domingues, relata que, desde o início da pandemia, houve dificuldade para as empresas se adequarem ao número de reclamações, especialmente com o fechamento dos call centers e redução da malha aérea. Companhias aéreas já demitiram cerca de 3 mil funcionários Segundo ela, apesar de haver uma fase natural de adaptação, o número de reclamações voltou a subir, o que requer ajustes para garantir maior qualidade na prestação do serviço de atendimento ao consumidor. “Isso sem dúvida alguma reduzirá o movimento de judicialização, que é o que queremos evitar”, disse. A avaliação é compartilhada pela Anac. O presidente da agência, Juliano Noman, pondera que a pandemia trouxe impactos extremos para o setor, e que as empresas áreas adotaram medidas para continuar operando com segurança e para atender seus passageiros em meio à crise. Ele, no entanto, afirma que a própria Anac já havia identificado esse aumento no volume de reclamações e que desde janeiro tem conversado com as três maiores empresas da área para tentar resolver a questão.
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05/03 - Iguatemi rechaça ideia de mudar índice de reajuste de aluguel em shoppings
"Quando ele virava negativo [o índice de inflação dos contratos] ninguém reclamava. Quando está no positivo, todo mundo reclama", afirmou Cristina Betts, diretora financeira do grupo. Operários limpam letreiro na fachada do shopping JK Iguatemi, na zona oeste de São Paulo Joel Silva/Folhapress A Iguatemi Empresa de Shopping Centers estava reduzindo descontos a lojistas nos últimos meses, concedidos nas cobranças de aluguéis e condomínios, antes das novas restrições de circulação anunciadas por alguns estados neste mês. E a nova onda de maior isolamento social deve levar a empresa a analisar descontos “pontuais e cirúrgicos”, mas não serão concedidos no mesmo volume de um ano atrás, início da pandemia. Em teleconferência com analistas nesta sexta-feira (5), o comando da empresa afirmou que, além disso, a Iguatemi não dará isenção de aluguel a lojista mesmo com as mudanças nas regras de circulação em certas regiões, como São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. A isenção foi concedida no início da pandemia, em 2020. A empresa entende que a situação atual não é comparável a de um ano atrás. Sobre a hipótese de uma negociação para mudar os índices de reajuste de contratos, a Iguatemi rechaçou a ideia. IGP-M: inflação do aluguel tem alta de 2,53% em fevereiro, pressionada por combustíveis Os contratos de locação seguem o IGP-M, que superou os 20% em 2020. Segundo o Valor Pro, a ABF, associação das franquias, estuda abrir uma ação coletiva na Justiça contra os shoppings para pleitear troca na taxa, de IGP-M para IPCA. “Não há a menor chance de mudar índice de reajuste de contratos de aluguel. Quando ele virava negativo [o índice de inflação dos contratos] ninguém reclamava. Quando está no positivo, todo mundo reclama. Óbvio que vamos avaliar o IGP-M porque em alguns casos pode chegar a 30%, aí vamos avaliar caso a caso. Sabemos que cabe aqui apoio, mas não haverá troca de índice”, disse Cristina Betts, diretora financeira do grupo. Com as mudanças de regras na circulação em vários estados, os shopping Iguatemi São Paulo, JK Iguatemi, Pátio Higienópolis, Market Place, Iguatemi Alphaville, Iguatemi Campinas, Shopping Galleria, Iguatemi São José do Rio Preto, Iguatemi Ribeirão Preto, Iguatemi São Carlos e Iguatemi Esplanada permanecerão abertos ao público em horário reduzido, de 12h às 20h, somente para o funcionamento de farmácias, clínicas, bancos e supermercados. As demais lojas estarão fechadas para o público. Lojistas poderão continuar operando por meio do sistema de delivery e/ou drive thru. Vendas em shoppings caíram 12% no Natal de 2020 Para o presidente do grupo, Carlos Jereissati, falta isonomia nas análises de fechamentos de atividades nas novas regras divulgadas por estados. Ele ainda disse que esses fechamentos temporários não podem ser comparáveis àqueles do início da pandemia, em 2020. Naquele período, a empresa concedeu isenção de aluguel, condomínio e do fundo de promoção a lojistas por um período, e a companhia já disse hoje que não há discussão do retorno das isenções, apenas de descontos pontuais. Dados do quarto trimestre da companhia mostram inadimplência líquida de 9,3% na empresa, versus taxa negativa de 0,8% um ano antes. A taxa de ocupação caiu de 94% para 91% no mesmo período. “Não é um retorno ao passado, esse momento vai passar mais rápido. A grande dificuldade hoje é a falta de isonomia. Todos [os estabelecimentos] que geram circulação de pessoas deveriam estar fechados. Manter igrejas abertas beira a piada, como disse aquele secretário, as pessoas se quiserem podem rezar em casa”, disse ele. Entidades de varejo projetam queda nas vendas em março, em relação a março de 2020 em alguns setores e regiões, por causa dos fechamentos de atividades não essenciais em alguns estados por algumas semanas. A Iguatemi ainda informou que vai lançar o seu braço de “marketplace”, o Iguatemi 365, para o resto do país no primeiro semestre. A rede de shoppings Iguatemi registrou lucro líquido atribuído aos sócios controladores de R$ 81,8 milhões no quarto trimestre de 2020, queda de 26% em relação aos R$ 110,6 milhões reportados em igual período de 2019. No ano, os ganhos somaram R$ 202,2 milhões, queda de 34,8% em relação ao ano de 2019. Faturamento de shoppings centers tem queda de 33% em 2020, diz Abrasce A receita líquida caiu 12,7%, para R$ 184,4 milhões, no comparativo anual, e no acumulado entre janeiro e dezembro atingiu R$ 684,2 milhões, recuo de 9,3%. De acordo com a companhia, a manutenção da “linearização” dos descontos no aluguel para os varejistas levou a queda da receita. As vendas em mesmas lojas (em operação nos empreendimentos há mais de um ano) caíram no quarto trimestre 11,8% e as vendas em mesmas áreas recuaram 14,4%. Os aluguéis em mesmas lojas em colheram 3,3% e os aluguéis em mesmas áreas recuaram 10,1% no trimestre.
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05/03 - YouTube remove canais de militares em Mianmar
Plataforma disse que conteúdos violaram suas diretrizes. Facebook também restringiu distribuição do conteúdo dos responsáveis pelo golpe de Estado. Manifestante contra o golpe militar em Mianmar segura uma raquete de tênis em meio a fumaça de bombas de gás jogadas pela polícia durante protesto em Yangon em 4 de março de 2021 AP O YouTube removeu nesta sexta-feira (5) cinco canais que eram gerenciados por militares em Mianmar por violação de suas diretrizes. A plataforma afirmou que está monitorando conteúdos que possam desrespeitar suas regras. A decisão acontece quase um mês depois de o concorrente Facebook restringir publicações e páginas de militares do país. As medidas tinham como objetivo de diminuir o alcance de publicações dos responsáveis pelo golpe de Estado de 1º de fevereiro. Entenda o golpe militar em Mianmar Protestos contra o golpe militar têm ocorrido diariamente em muitas cidades e vilas. As forças de segurança intensificaram a repressão nesta semana com maior uso de força letal e prisões em massa. Pelo menos 18 manifestantes foram mortos a tiros no domingo (28) e 38 na quarta-feira (3), de acordo com o Escritório de Direitos Humanos da ONU. Mais de 1.000 pessoas foram presas, segundo a Associação Independente de Assistência aos Prisioneiros Políticos. O golpe militar VÍDEO: Militares tomam o poder em Mianmar e lideranças são presas Os militares tomaram o poder em 1º de fevereiro e prenderam o presidente do país, Win Myint, e a líder política do país, Aung San Suu Kyi, que ganhou o prêmio Nobel da Paz em 1991 e continua detida em um local secreto. Depois do golpe, Suu Kyi foi acusada pelo novo governo por quatro crimes, incluindo "incitação aos distúrbios públicos", e o ex-presidente, de violar a Constituição. Mianmar vivia uma fase democrática desde 2011, depois de quase 50 anos de regime militar. Desta vez, o exército tomou o poder por rejeitar o resultado da eleição de novembro, que foram vencidas por ampla maioria pelo partido da Nobel da Paz, e declarou estado de emergência e prometeu novas eleições, mas sem divulgar datas. VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
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05/03 - Pandemia aumenta incerteza sobre retomada econômica, que já mostra 'acomodação', diz BC
Avaliação foi divulgada nesta sexta-feira por meio do boletim regional. Segundo a instituição, efeitos da Covid-19 no Amazonas sinalizam 'possíveis impactos de um agravamento severo da epidemia em outras regiões'. A pouca previsibilidade sobre a evolução da pandemia e o ajuste dos gastos públicos a partir de 2021 aumenta a incerteza sobre o ritmo da retomada da economia, avaliou o Banco Central nesta sexta-feira (5) por meio do boletim regional. "Informações setoriais do início de 2021 confirmam maior acomodação da atividade [sem crescimento], refletida nos indicadores de mobilidade e nas vendas com cartão de débito, principalmente no Norte", acrescentou a instituição. Pouco mais de um ano depois de registrar o primeiro caso de Covid-19 em território nacional, o Brasil vive o pior momento da pandemia, com recordes negativos seguidos de mortes registradas em 24 horas. Nesta quinta-feira (4), o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu vacinação em massa contra a Covid-19 e "primeiro, a saúde" porque "sem saúde, não há economia". Também nesta quinta, o presidente Jair Bolsonaro xingou de "idiota" quem defende a compra de mais vacinas e acrescentou: "Só se for na casa da tua mãe". No ano passado, segundo análise do Banco Central, os impactos da pandemia "determinaram o comportamento da economia ao longo dos trimestres" e foram atenuados pelos programas governamentais de sustentação do emprego e renda, que permitiram reação mais rápida de alguns segmentos, inclusive o de bens duráveis. Em 2021, o governo ainda não anunciou medidas emergenciais de combate à pandemia, que tem registrado crescimento de casos e de mortes nas últimas semanas. O auxílio emergencial, principal medida de apoio à população carente, que também sustentou a atividade no ano passado, ainda não foi renovado. Nesta quinta, o Senado Federal aprovou em segundo turno a PEC Emergencial, que viabiliza a retomada do auxílio emergencial com controle de outros gastos. O texto ainda precisa passar pela Câmara dos Deputados para entrar em vigor. Bolsonaro comenta PIB de 2020 e diz que auxílio emergencial ajudou a movimentar economia Exemplo do Amazonas De acordo com o BC, os indicadores de alta frequência (mais recentes) sugerem que a contração econômica ocorrida em janeiro no Amazonas "tem magnitude similar à observada em abril de 2020", na primeira fase mais aguda da pandemia. Acrescentou ainda que sinais de acomodação em patamar ainda baixo aparecem a partir da segunda semana de fevereiro. "Dadas as dinâmicas distintas de evolução da Covid-19 nos estados brasileiros, o caso do Amazonas sinaliza os possíveis impactos de um agravamento severo da epidemia em outras regiões", concluiu o Banco Central. VÍDEOS: veja mais notícias de economia
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05/03 - Desemprego nos EUA fica em 6,2% em fevereiro
País criou 379 mil vagas de trabalho no mês passado, segundo dados oficiais. A economia dos Estados Unidos criou 379 mil vagas de trabalho em fevereiro, segundo dados do Departamento do Trabalho do país, divulgados nesta sexta-feira (5). A taxa de desemprego recuou 0,1 ponto percentual, e ficou em 6,2% no mês passado. Embora a taxa esteja bem abaixo da registrada no pico da crise, em abril - quando atingiu 14,7% - ela permanece muito acima do nível pré-pandemia, em fevereiro de 2020. Desemprego nos EUA Economia G1 De acordo com o departamento do Trabalho, o resultado do emprego continua a refletir o impacto da pandemia de coronavírus. No mês passado, a maior parte dos ganhos veio de lazer e hospitalidade, com altas menores em serviços auxiliares temporários, saúde, e assistência social, comércio varejista e indústria. Houve quedas em educação, construção e mineração. Expectativa de mais estímulos fiscais Com controle das duas casas legislativas, o presidente democrata Joe Biden espera conseguir aprovar um novo pacote de estímulo, de US$ 1,9 trilhão. O pacote já foi aprovado na Câmara, e aguarda a apreciação do Senado. O partido Republicado tenta atrasar a aprovação e, para isso, na noite de quinta-feira obrigou a leitura de todas as quase 700 páginas do projeto. Mais estímulos fiscais são esperados agora que os democratas ganharam o controle do Senado norte-americano, impulsionando as perspectivas para a agenda legislativa do presidente eleito Joe Biden. A economia dos EUA fechou 2020 com uma queda de 3,5%. Em dólares correntes, a queda no PIB foi de US$ 498,3 bilhões, para um nível de 20,93 trilhões. O gigantesco plano de estímulo de US$ 2,2 trilhões adotado em março permitiu que os americanos enchessem suas carteiras no início da crise. Mas o término das medidas de ajuda obrigou-os a usar essa economia para despesas básicas. A expectativa, agora, é que novo plano de estímulo volte a dar fôlego ao crescimento do país. Assista as últimas notícias de economia a
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05/03 - Amazon abre loja sem caixa em Londres, a 1ª fora dos EUA
Clientes precisam ler um QR Code na entrada com o celular. Depois, o carrinho de compras com tecnologia que detecta os produtos e faz cobrança no cartão de crédito, sem passar no caixa. Cliente saindo do supermercado Amazon Fresh, o primeiro do Reino Unido, em 4 de março de 2021. REUTERS/Henry Nicholls A Amazon inaugurou na última quinta-feira (4) um supermercado em Londres, no Reino Unido, que permite aos clientes fazer as compras sem passar pelo caixa. É a primeira loja do tipo fora dos Estados Unidos. Chamada de Amazon Fresh, a loja fica localizada no centro comercial Ealing Broadway da capital britânica. "É o primeiro estabelecimento comercial de proximidade no Reino Unido que permite fazer as compras e sair diretamente" sem passar pelo caixa, segundo um comunicado. "Também é a primeira loja física da Amazon fora dos Estados Unidos", completa a nota. Os clientes escaneiam um QR Code com o celular ao entrar, depois fazem suas compras e saem diretamente. Cada item que é retirado das prateleiras pelo cliente é automaticamente debitado de sua conta por meio do aplicativo. Os clientes precisam ler um QR Code na entrada do Amazon Fresh para fazer as compras sem passar pelo caixa. REUTERS/Henry Nicholls A loja oferece vários produtos com o selo 'by Amazon', que incluem carne, pescado, frutas e verduras, além de produtos de primeira necessidade. "Será similar às 20 lojas Amazon Go nos Estados Unidos, mas vai operar sob a marca Fresh que já é utilizada para a compra de comida on-line no Reino Unido", indicou a empresa. Saiba mais: Amazon inaugura novo conceito de supermercado sem caixas "Eu me senti como uma criminosa pegando os produtos e colocando-os diretamente na minha bolsa", disse à AFP Philippa Dolphin, uma das primeiras clientes do supermercado futurístico. "Eu esperava que não funcionasse para que eu pudesse sair com uma garrafa de vinho grátis", brinca esta britânica de 71 anos, rindo depois de sair da loja. Ameaça ao comércio tradicional Benjamin Rogers, de 31 anos, demorou entre 5 e 7 minutos para comprar os ingredientes de que precisava para fazer um bolo, metade do tempo que costuma demorar, pois costuma ficar "entre 5 e 15 minutos na fila". Para ele, a rapidez, a praticidade e o toque futurista podem ser bons atrativos, para além dos supermercados, de "lojas tradicionais que terão de encontrar novas formas de conquistar clientes" habituados a comprar de casa durante os longos e repetidos confinamentos devido à Covid-19. Saiba mais: Amazon testa pagamentos com a palma da mão nos EUA Mas reconhece que com a nova tecnologia, a Amazon pode ofuscar ainda mais os negócios tradicionais, cuja crise se agravou durante a pandemia, causando dezenas de milhares de demissões no Reino Unido. Dolphin, que afirma não comprar muito da empresa on-line, também acredita que a nova ofensiva comercial "levará outras empresas à falência, porque [a Amazon] é um gigante". Consumidores fazem compras no supermercado Amazon Fresh, em Londres, no Reino Unido, no dia 4 de março de 2021. REUTERS/Henry Nicholls A varejista americana do comércio on-line, já em ascensão no Reino Unido antes da pandemia, compete cada vez mais ferozmente com um setor de varejo em dificuldades, e viu sua posição fortalecida pelo coronavírus, que fez com que as lojas fechassem por meses. Erica Ely, de 57 anos, disse que "gostou da novidade". "Nada acontece em Ealing", um bairro popular do oeste de Londres, explica, garantindo que achou a operação "fácil" e apreciou a seção de confeitaria. Conheça o novo CEO da Amazon, substituto de Jeff Bezos: Quem é Andy Jassy, novo CEO da Amazon
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05/03 - Bovespa fecha acima dos 115 mil pontos e termina semana no positivo
Nesta sexta-feira (5), o principal índice da bolsa registrou avanço de 2,23%, a 115.202 pontos. Alta na semana é de 4,72%. A bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em alta de 2,23%, aos 115. 202 pontos, nesta sexta-feira (5), com as atenções voltadas para a volta do Auxílio Emergencial e os impactos de novas medidas restritivas para controlar o avanço da pandemia no país. Com o resultado, o Ibovespa terminou a semana com alta de 4,72%. As ações de bancos e da Petrobras estiveram entre as principais altas, com Bradesco subindo mais de 3%. Veja mais cotações. No ano, a queda acumulada é de 3,21%. Entenda o que é o Day Trade – e saiba se é possível enriquecer com essa modalidade Cenário No cenário local, a produção industrial do país registrou crescimento de 0,4% em janeiro na comparação com dezembro de 2020. Mas, em 12 meses o setor ainda acumula uma queda de 4,3%, segundo o IBGE. Na quinta-feira, o Senado aprovou em segundo turno a proposta de emenda à Constituição (PEC) Emergencial. Agora, o texto vai para a Câmara dos Deputados. A proposta prevê uma série de medidas que podem ser adotadas em caso de descumprimento do teto de gastos, regra que limita o aumento dos gastos da União à inflação do ano anterior. O texto também viabiliza a retomada do Auxílio Emergencial. Os economistas já trabalham com a expectativa de retração no 1º trimestre e parte do mercado não descarta o risco de uma queda do PIB também no 2º trimestre, o que configuraria uma nova recessão técnica. A avaliação é que o agravamento da crise sanitária no país e a necessidade de novas medidas restritivas não devem permitir uma melhora tão rápida no ritmo da retomada. A Prefeitura do Rio divulgou novas medidas restritivas com validade até o dia 11 de março. Entre elas, estão a proibição de funcionamento de quiosques, boates e feiras de artesanato. No estado de São Paulo, todas as cidades foram colocadas novamente na fase vermelha, a mais restritiva da quarentena que proíbe o funcionamento do comércio e restaurantes. A medida entra em vigor no sábado (6) e deve permanecer até 19 de março. País já recuperou 89% da perda do PIB provocada pela pandemia, mas retomada não deve ganhar ritmo Variação do Ibovespa em 2021 G1 00:00 / 26:57
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05/03 - 29 países restringiram conexão com a internet durante 2020, aponta relatório
Índia foi a campeã em bloqueios, com 109 restrições na Caxemira, segundo estudo do grupo Access Now. Conexão à internet foi interrompida 155 vezes ao redor do mundo, diz relatório. Altieres Rohr/G1 Vinte e nove países bloquearam ou diminuíram a velocidade da internet de forma intencional durante o ano de 2020, de acordo com um relatório do grupo defensor dos direitos digitais Access Now. No total, foram 155 restrições – um número 27% menor do que em 2019, quando houve 213 interrupções. O país campeão em restrições foi a Índia, que interrompeu a conexão 109 vezes durante o ano passado – 90% delas no território da Caxemira. De janeiro de 2020 a fevereiro de 2021, a internet na Caxemira ficou limitada à conexão 2G, que tem velocidade muito mais baixa do que a banda larga 4G. A maioria da população da Caxemira é muçulmana, a única região indiana em que os islâmicos são maioria, em vez dos hindus. Muitas pessoas que vivem ali não querem que o território seja governado pela Índia, preferindo a independência ou a adesão ao Paquistão. Interrupções de conexão também aconteceram na América Latina: Venezuela, Equador e Cuba restringiram o acesso à internet durante o ano passado. Na Europa, o bloqueio em Belarus durante o período de eleições e protestos foi destacado pelo relatório. Na ocasião, o governo restringiu o acesso às redes sociais, incluindo WhatsApp e Telegram, em uma tentativa de dificultar a articulação de manifestações. Os governos justificaram o bloqueio à internet citando notícias falsas, medidas de precaução, segurança pública e segurança nacional, entre outras razões. Sete países, incluindo Índia, Guiné, Belarus, Burundi, Quirguistão, Tanzânia e Togo, restringiram a conexão durante o período eleitoral em 2020. Veja a lista de países que bloquearam a internet: Índia - 109 vezes Iêmen - 6 vezes Etiópia - 4 vezes Jordânia - 3 vezes Togo - 2 vezes Sudão - 2 vezes Quênia - 2 vezes Guiné - 2 vezes Chade - 2 vezes Belarus - 2 vezes Venezuela - 2 vezes Paquistão - 2 vezes Azerbaijão - 1 vez Equador - 1 vez Cuba - 1 vez Vietnã - 1 vez Mianmar - 1 vez Quirguistão - 1 vez Bangladesh - 1 vez Turquia - 1 vez Síria - 1 vez Iraque - 1 vez Irã - 1 vez Egito - 1 vez Argélia - 1 vez Uganda - 1 vez Tanzânia - 1 vez Mali - 1 vez Burundi - 1 vez O relatório da Access Now é realizado por meio de uma coalizão que reúne 243 organizações de 105 países que monitoram e defendem a conexão da internet ao redor do mundo.
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05/03 - Dólar fecha em alta nesta sexta-feira, acompanhando exterior
Moeda norte-americana subiu 0,39%, cotada a R$ 5,6820. Na semana, avanço foi de 1,38%. Nota de US$ 5 dólares REUTERS/Thomas White O dólar fechou em alta nesta sexta-feira (5), depois que comentários da véspera do chair do Federal Reserve (BC dos EUA), Jerome Powell, elevaram a demanda global pela moeda norte-americana, e à espera de dados de emprego dos EUA. A moeda norte-americana subiu 0,39%, vendida a R$ 5,6820. Veja mais cotações. Na máxima, bateu R$ 5,7206. Na quinta-feira (4), o dólar recuou 0,10%, cotado a R$ 5,6602. É o maior patamar de fechamento desde 3 de novembro de 2020 (R$ 5,7612). Na semana, a moeda norte-americana acumulou alta de 1,38%. No ano, o avanço é de 9,54%. O Banco Central anunciou para esta sexta-feira leilão de swap tradicional para rolagem de até 16 mil contratos com vencimento em junho e dezembro de 2021. Cenário Os investidores elevaram os rendimentos dos títulos norte-americanos novamente na quinta-feira, aparentemente ressentidos com a relutância de Powell em prometer ainda mais apoio à economia afetada pela pandemia. Em um fórum do Wall Street Journal na véspera, o chair do banco central dos Estados Unidos também reiterou sua promessa de manter o crédito livre e fluindo até que os norte-americanos voltem ao trabalho. "Os mercados acionários seguem em queda e o dólar se fortalece ante a alta persistente dos juros longos dos títulos do Tesouro norte-americano", escreveram analistas do Bradesco. "No discurso de ontem, (...) Powell reforçou o tom acomodatício para a política monetária, mesmo com inflação mais pressionada, mas não sinalizou preocupação com o movimento altista dos juros de mercado." A taxa do Treasury de dez anos chegou a tocar 1,555% na quinta-feira, após a aparição do chair do Fed. Enquanto isso, no Brasil, a conclusão no Senado do segundo turno de votação da Proposta de Emenda à Constituição(PEC) Emergencial, na quinta-feira, forneceu algum alívio aos investidores ao final de uma semana marcada por incertezas políticas e fiscais domésticas. A PEC Emergencial será discutida na próxima terça-feira na Câmara, com possibilidade de ter sua admissibilidade analisada, para então ter o mérito votado em dois turnos no plenário da Casa na quarta, afirmou o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). "A aprovação da PEC (...) afastou uma crise de confiança na equipe do ministro da economia, Paulo Guedes, mas as principais medidas de controle das despesas que ficaram no texto, aprovado em dois turnos pelo Senado, viraram muito mais uma promessa de ajuste fiscal para o futuro", opinou Ricardo Gomes da Silva, superintendente da Correparti Corretora, em nota matinal. Ao mesmo tempo, vários investidores chamavam a atenção para comentários feitos na véspera pelo presidente Jair Bolsonaro. Em mais um ataque a medidas de restrição de circulação que estão sendo adotadas contra a Covid-19, o presidente disse que o país precisa parar com "frescura" e "mimimi". Bolsonaro volta a criticar medidas de restrição em dia de recorde de mortes Ele também demonstrou irritação com aqueles que cobram em redes sociais que o governo federal compre vacinas contra a Covid-19, chamando-os de idiotas e dizendo que só poderia comprar imunizantes "na casa da tua mãe". Variação do dólar em 2021 Economia G1
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05/03 - Produção industrial cresce pelo 9º mês, mas desempenho é o pior desde abril
Em 12 meses indústria ainda acumula 4,3% de queda. Produção na Zona Franca de Manaus (foto) foi prejudicada em janeiro pelo agravamento da pandemia, interrompendo uma sequência de 8 meses de alta na fabricação de bens duráveis. Divulgação/Secom A indústria brasileira voltou a perder fôlego nesta começo de ano – apontando para uma recuperação difícil da economia. Dados divulgados nesta sexta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em janeiro, a produção industrial do país cresceu 0,4% na comparação com dezembro de 2020 e de 2% em relação a janeiro de 2020. Foi a 9ª alta seguida na comparação mês contra mês imediatamente anterior – mas a menor taxa desde abril. Em 12 meses, o setor ainda acumula uma queda de 4,3%. Indústria registrou nona taxa seguida de alta em janeiro, mas ritmo de crescimento vem desacelerando a cada mês Economia/G1 O resultado vem depois da indústria registrar queda pelo segundo ano seguido. Diante dos efeitos da pandemia, o setor fechou 2020 com um tombo de 4,5%. Produção Industrial brasileira cai em 2020 pelo segundo ano seguido De acordo com o IBGE, com os nove meses seguidos de alta, a indústria acumulou crescimento de 42,3%, eliminando a perda de 27,1% registrada entre março e abril, que havia levado a produção ao nível mais baixo da série. "Mesmo com o comportamento positivo nos últimos meses, o setor industrial ainda se encontra 12,9% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011", destacou o IBGE. Setor desacelera a cada mês O ritmo da produção industrial brasileira vem desacelerando mês após mês. Janeiro teve a taxa positiva menos intensa deste período e, conforme enfatizou o IBGE, o crescimento foi menos disseminado entre as atividades. Duas das quatro das grandes categorias econômicas e 14 dos 26 ramos pesquisados registraram queda na produção, diferentemente dos meses anteriores, quando predominaram taxas positivas. "Chama atenção neste mês a quantidade de ramos que ficaram no campo negativo, que foram maioria, um comportamento que não foi observado nos meses anteriores dessa sequência de nove meses de crescimento”, apontou o gerente da pesquisa, André Macedo. Das quatro grandes atividades econômicas, bens de capital e bens de consumo semiduráveis e não duráveis tiveram alta de 4,5% e 2%, respectivamente. Já bens de consumo intermediários e bens de consumo duráveis tiveram queda respectiva de 1,3% e 0,7%. O gerente da pesquisa destacou que bens de capital acompanhou o resultado geral e teve sua nona taxa positiva seguida. Com essa sequência, o patamar de produção desta categoria ficou 21,8% acima do registrado em fevereiro, pré-pandemia, mas ainda se encontra 21,19% abaixo do seu ponto mais alto, alcançado em setembro de 2013. Já a queda de bens duráveis interrompeu uma sequência de oito taxas positivas seguidas. Esta categoria começou o ano 2,6% acima do patamar pré-pandemia, mas ainda 8,6% abaixo do ponto mais alto da produção, registrado e junho de 2013. O patamar de bens de consumo semiduráveis e não duráveis ficou 1,6% acima do de fevereiro e 21,6% abaixo de junho de 2013, quando atingiu o seu pico de produção. Já o de bens intermediários ficou 2,7% acima do período pré-pandemia e 13,7% abaixo do pico, alcançado em fevereiro de 2011. Fim do auxílio emergencial e avanço da pandemia A perda de ritmo da produção industrial em janeiro tem efeito direto do fim do auxílio emergencial e do agravamento da pandemia, apontou o gerente da pesquisa. "Como o que vinha sustentando o consumo, que era o auxilio emergencial, acabou em dezembro, isso também se refletiu nessa desaceleração da produção industrial em janeiro. Tem também efeitos importantes da intensificação da pandemia, especialmente no Amazonas", destacou Macedo. O pesquisador enfatizou, ainda, que a crise no mercado de trabalho "ainda longe de mostrar recuperação consistente" também pressiona negativamente a indústria, limitando o consumo. Já a influência do agravamento da pandemia, segundo Macedo, pode ser percebida no resultado da produção de bens duráveis, que teve a primeira queda após oito meses seguidos de alta. Esse recuo foi puxado, sobretudo, pela produção de eletrodomésticos da linha marrom e motocicletas, majoritariamente realizada na Zona Franca de Manaus, no Amazonas. "A pandemia e os efeitos dela dentro daquele estado ficam muito evidentes neste mês por conta dos bens de consumo duráveis", enfatizou. Indústria alimentícia segura a alta do setor De acordo com o IBGE, a principal influência positiva na indústria brasileira em janeiro foi a produção alimentícia, que avançou 3,1%, eliminando parte da redução de 11,0% acumulada nos três últimos meses de 2020. Outras contribuições positivas importantes sobre o total da indústria vieram de indústrias extrativas (1,5%), de produtos diversos (14,9%), de celulose, papel e produtos de papel (4,4%), de veículos automotores, reboques e carrocerias (1,0%) e de móveis (3,6%). Por outro lado, entre as 14 atividades em queda, o principal impacto negativo partiu da metalurgia (-13,9%) que interrompeu seis meses seguidos de taxas positivas. Também se destacam os resultados negativos na produção de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-10,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,4%), outros equipamentos de transporte (-16,0%), máquinas e equipamentos (-2,3%), produtos do fumo (-11,3%), manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-4,9%) e produtos têxteis (-2,5%). Avanço na comparação com janeiro de 2020 Na comparação com janeiro do ano passado, a indústria avançou 2,0% com resultados positivos em duas das quatro grandes categorias econômicas, 18 dos 26 ramos, 52 dos 79 grupos e 57,9% dos 805 produtos pesquisados. Vale citar que, em 2021, o mês de janeiro teve dois dias úteis (20 dias) a menos do que em 2020 (22). Entre as atividades, as principais influências positivas foram de máquinas e equipamentos (17,7%), produtos de metal (12,9%), veículos automotores, reboques e carrocerias (4,8%), produtos de minerais não-metálicos (11,5%) e produtos de borracha e de material plástico (9,5%). Outros impactos positivos importantes vieram de outros produtos químicos (5,4%), de produtos têxteis (21,7%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (9,3%), de metalurgia (3,6%), de celulose, papel e produtos de papel (4,9%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (6,7%) e de couro, artigos para viagem e calçados (6,4%). Por outro lado, ainda na comparação com janeiro de 2020, entre as oito atividades que apontaram redução na produção, produtos alimentícios (-5,5%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-4,5%) e outros equipamentos de transporte (-36,7%) exerceram as maiores influências negativas na formação da média da indústria. Perspectivas Pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostrou que a confiança da indústria registrou, em janeiro, a primeira queda desde abril do ano passado. Partiu da indústria o segundo maior impacto negativo sobre o Produto Interno Bruno (PIB), que despencou 4,1% em 2020. O setor teve queda de 3,5%, interrompendo dois anos seguidos de alta. Essa foi a queda mais intensa da indústria no PIB desde 2016, quando havia recuado 4,6%. Para 2021, os economistas do mercado financeiro estimam uma alta do PIB em 3,29%, conforme o último Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central na segunda-feira (1º). VÍDEOS: assista às últimas notícias de Economia:
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05/03 - Taxa de desemprego deve seguir sob pressão nos primeiros meses do ano, aponta FGV
Indicador antecedente de emprego cedeu em fevereiro, enquanto índice coincidente de desemprego avançou, sinal de cenário difícil para o mercado de trabalho. Desempregados deixam currículos em agências na busca por uma vaga de emprego Reprodução/ TV Diário O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), da Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,6 ponto em fevereiro, para 82,9 pontos. Em médias móveis trimestrais, o IAEmp cedeu em 0,5 ponto, para 84,0 pontos. “Depois de um período de recuperação do IAEmp, que durou até o final do ano passado, o início de 2021 mostra que esse não será um processo simples e que ainda existem muitos obstáculos. O cenário ainda é muito incerto e o recrudescimento da pandemia torna ainda mais difícil a retomada de setores-chaves para o emprego, como por exemplo o setor de serviços. Enquanto não for possível observar efeitos positivos da vacinação, é difícil pensar em resultados positivos para o mercado de trabalho”, afirma Rodolpho Tobler, economista do FGV IBRE. Já o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) subiu 0,5 ponto, para 99,3 pontos. O ICD é um indicador com sinal semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto maior o número, pior o resultado. “Nos últimos resultados, o ICD vem oscilando em patamar muito elevado. Esse cenário sugere que a taxa de desemprego deve continuar sendo pressionada nesses primeiros meses do ano, principalmente com a piora nos números da pandemia. Diante desse cenário, para os próximos meses ainda é difícil imaginar uma trajetória muito positiva”, de acordo com Tobler. Dos sete componentes do IAEmp, cinco registraram queda em fevereiro, com destaque para o indicador de expectativa para os próximos seis meses do setor de Serviços, que recuou 5,6 pontos no mês. No mesmo período, a alta do ICD foi influenciada por três das quatro classes de renda familiar. A maior contribuição para o resultado foi dada pela classe familiar com renda entre R$ 4.800.00 e R$ 9.600.00, cujo Emprego Local Atual (invertido) subiu 1,4 ponto na comparação com o mês anterior. Taxa de desemprego no Brasil bate novo recorde em 2020
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05/03 - Inflação dos mais pobres acelera alta para 0,40% em fevereiro, aponta FGV
IPC-C1 vinha de uma taxa de 0,15% em janeiro e agora acumula 6,27% em 12 meses. Combustíveis contribuíram para variação do IPC-C1 Helena Pontes/Agência IBGE Notícias O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) — que mede a variação de preços de produtos e serviços para famílias com renda entre um e 2,5 salários mínimos — apresentou inflação de 0,40% em fevereiro, vindo de 0,15% em janeiro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) em relatório. O IPC-Br, relativo à inflação para famílias com renda de um a 33 salários mínimos mensais, apontou alta de 0,54% no mês passado, vindo de 0,27%, também em aceleração. Com esse resultado, o IPC-C1 acumula alta de 6,27% em 12 meses, contra 5,42% do indicador geral no período. Na leitura anterior, a inflação dos menos favorecidos apontava para uma alta de preços acumulada de 5,87% contra 4,84% para todos os consumidores no mesmo intervalo de tempo. Nesta apuração, duas das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação: Habitação (-1,37% para 0,17%) e Transportes (0,64% para 2,18%). Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento da tarifa de eletricidade residencial (-6,78% para -0,78%) e da gasolina (2,48% para 6,98%). Em contrapartida, apresentaram recuo em suas taxas de variação os grupos Alimentação (1,19% para -0,04%), Educação, Leitura e Recreação (0,68% para 0,05%), Vestuário (0,52% para 0,09%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,22% para 0,09%), Despesas Diversas (0,38% para 0,26%) e Comunicação (-0,07% para -0,12%). Nessas classes de despesa, a FGV destaca hortaliças e legumes (7,16% para -2,05%), cursos formais (5,38% para 0,78%), roupas masculinas (0,71% para -0,35%), medicamentos em geral (0,04% para -0,18%), serviços bancários (0,32% para 0,17%) e mensalidade para internet (-0,23% para -0,87%). A principal diferença entre o IPC-C1 e o IPC-Br está na ponderação da cesta de produtos e serviços para chegar ao indicador final. Para famílias mais pobres, por exemplo, alimentação costuma ter maior relevância e educação particular, menor, dentro do total de despesas. A próxima divulgação do IPC-C1 acontecerá no dia 6 de abril.
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05/03 - Tira dúvidas do IR 2021: Auxílio Emergencial, rescisão, informe de rendimentos
Especialista em imposto de renda da consultoria EY, Antonio Gil, vai responder todas as semanas, durante todo o prazo de declaração, a 15 perguntas dos leitores. O prazo para fazer a declaração do Imposto de Renda 2021 já começou – e com ele as dúvidas dos contribuintes. Para ajudar nessa tarefa, a pedido do G1, o especialista em imposto de renda da consultoria EY, Antonio Gil, vai responder todas as semanas, durante todo o prazo de declaração, a 15 perguntas dos leitores. Serão 3 perguntas por dia, de segunda a sexta. Tem alguma dúvida? Mande sua pergunta e veja as já respondidas SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2021 1) Pergunta: Fiquei afastada do trabalho por causa da pandemia, sendo assim tive redução do salário e acabei recebendo o auxílio emergencial. Como eu vou declarar esse dinheiro recebido do governo? (Vanessa Oliveira) Resposta: Os valores recebidos a título de Auxílio Emergencial são considerados rendimentos tributáveis e devem ser declarados na ficha ‘Rendimentos Recebidos de Pessoa Jurídica’, assim como os rendimentos do seu emprego. Para saber quais valores você deve declarar, será necessário emitir seu informe de rendimentos, que está disponível no endereço: consultaauxilio.dataprev.gov.br/consulta. Vale lembrar que, caso você tenha recebido mais R$ 22.847,76 de rendimentos tributáveis de outras fontes, no ano passado, será necessário devolver os valores recebidos do Auxílio Emergencial. Se for esse o caso, o próprio programa da Receita Federal gerará uma guia para essa devolução, chamada DARF, quando você transmitir sua Declaração. 2) Pergunta: A empresa que meu filho trabalhou no ano passado fechou devido à pandemia, e ele não consegue contatar o RH ou qualquer outra pessoa para receber o Informe de Rendimentos. Como proceder? (Olga Esther Guisasola) Resposta: O primeiro passo é de fato tentar todos os canais de comunicação com a empresa que foi encerrada. Lembramos que o Informe de Rendimentos poderá ser enviado ao contribuinte por e-mail ou Correios, então é importante ficar atento. A partir desse ano existe a possibilidade de consultar a Declaração de IR pré-preenchida no portal da Receita Federal, o eCaC, sem que precise de certificado digital. Nesse caso, será possível visualizar os valores declarados pelas fontes pagadoras. Porém, sem certificado digital essa facilidade introduzida esse ano só estará disponível a partir de 25 de março, contudo, ainda a tempo de preparar e entregar sua declaração sem multa 3) Pergunta: Fui dispensada em 2020. Como declarar a rescisão, FGTS, etc? (Manoela Neves Carvalho da Silva) Resposta: Os valores pagos pela fonte pagadora no momento da rescisão estarão descritos no Informe de Rendimentos que a empresa irá emitir para você. Nesse Informe, os valores estarão divididos pela natureza dos rendimentos (tributáveis, isentos ou tributáveis exclusivamente na fonte). No momento do preenchimento da Declaração de IR (caso você se encaixe nos critérios de obrigatoriedade de entrega), você deverá preencher as devidas fichas com os valores informados. Os valores resgatados do FGTS não irão constar nesse Informe, sendo necessário consultar os valores no próprio site ou aplicativo do FGTS. O valor resgatado deverá ser informado na ficha ‘Rendimentos Isentos’, também no código 4- FGTS.
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05/03 - 'Não é bem assim': conheça os princípios da segurança digital que apps 'esquecem' em suas promessas de privacidade
Serviços confundem usuários quando equiparam ausência de recursos a funções de privacidade. Realidades técnicas da segurança digital diminuem efetividade de medidas adotadas por serviços e apps. Altieres Rohr/G1 Muita gente ficou surpresa quando conversas de áudio do Clubhouse foram gravadas e replicadas na internet, em um caso que chegou a ser considerado um "vazamento". Isso foi possível sem nenhuma violação do aplicativo, graças à existência de uma lacuna entre o que foi prometido e a segurança real que existe no serviço. A mesma coisa acontece em qualquer serviço – seja uma rede social, como o Facebook, serviços de mensagens como Telegram e WhatsApp, ou até o sistema que faz seu computador funcionar. Não é incomum algumas conveniências sejam confundidas com segurança (é o caso da senha de login no computador sem criptografia). Em outros casos, a mera ausência de funções também é confundida com a segurança – isso aconteceu no Clubhouse, onde usuários acharam não ser possível gravar as conversas só pela ausência de um botão com essa finalidade. Só que o Clubhouse não tinha mecanismos específicos para "bloquear" gravações. Ele não fornecia essa opção dentro do próprio app, claro, mas existe uma diferença entre "não permitir" e "bloquear" – assim como há uma diferença entre uma linha de giz e um muro de concreto. O que é Clubhouse? Saiba mais sobre a rede social Para evitar que você tenha alguma falsa expectativa sobre a segurança dos serviços que utiliza, o blog elencou algumas "regras máximas" (ou quase isso) da segurança digital. Essas regras não devem levar você a abandonar os aplicativos ou serviços. Inclusive, a maioria dos serviços hoje oferece uma segurança adequada. Mas essas regras ajudam a ligar os pontos entre as promessas dos apps e a realidade. Quem recebe pode copiar quantas vezes quiser Muitos apps promovem a capacidade de apagar dados nos dispositivos de quem já recebeu um conteúdo. Essa promessa está implícita nas mensagens ditas "temporárias" ou "autodestrutivas". Também está no WhatsApp, que oferece um recurso chamado "apagar para todos". Mas não é bem assim. Todos esses recursos são apenas uma "tentativa", ou "melhor esforço". Eles funcionam quando ninguém tem o interesse em gravar a conversa de antemão, mas não há nada para sustentar esse tipo de função contra alguém realmente interessado em subvertê-la. O mundo digital, dos "bits", funciona apenas com zeros e uns. Essa exatidão dos números nos permite copiar informações com precisão absoluta, sem as perdas ou imperfeições inerentes do mundo analógico. No mundo digital, onde tudo é zero ou um, é fácil criar cópias idênticas de uma informação. Gerd Altmann/Pixabay Qualquer conteúdo, uma vez recebido, pode ser copiado infinitas vezes. Não adianta apagar ou colocar um prazo em uma cópia específica da mensagem quando o destinatário pode simplesmente copiá-la outras vezes. O último recurso de quem tem interesse em copiar uma mensagem ou conteúdo é o "buraco analógico". Está vendo algo em seu celular que por algum motivo o app não quer deixar que você copie? Basta filmar a tela do seu celular com outro aparelho celular. É um áudio? Encoste um microfone no alto-falante e grave. ENTENDA: É possível 'grampear' uma chamada no WhatsApp? Como se trata de uma cópia analógica, a qualidade não terá mais a perfeição do digital. Mas é suficiente para guardar uma mensagem ou imagem. Se esse tipo de possibilidade for um problema, só existe um remédio: não envie a mensagem. A tecnologia não é capaz de fazer com que uma pessoa desleal se torne confiável. Se desentendimentos ocorrerem, o caso terá de ser resolvido na Justiça. Todos dividem a guarda de dados compartilhados Os numerosos ajustes de privacidade dos aplicativos e redes sociais podem dar a impressão de que é possível evitar qualquer perigo ao compartilhar dados. Afinal, você pode controlar quem vê sua informação. É verdade, mas só até certo ponto. Quando você compartilha dados com amigos, todos os seus amigos se tornam responsáveis pela guarda daquela informação. Se qualquer um deles tiver uma conta invadida por um hacker, é possível que seus dados sejam coletados e espalhados por aí. VÍDEO: Como acontece um vazamento de dados? Isso acontece quando um invasor obtém a conta de alguém que está em grupos de WhatsApp, por exemplo. Imediatamente, esse invasor terá números, nomes e as novas mensagens enviadas ao grupo. Da mesma forma, links e arquivos compartilhados em canais fechados podem ser compartilhados novamente – como já vimos, todos que recebem um conteúdo podem copiá-lo. Uma pequena publicação em um grupo fechado, depois de sucessivos compartilhamentos, pode aparecer até em mecanismos de pesquisa. Tenha sempre consciência de que dados compartilhados podem ser facilmente retransmitidos e que cada nova pessoa que recebe a informação é mais um ponto de risco para vazamentos. Foi essa regra, em conjunto com a primeira, que permitiu a retransmissão de dados no Clubhouse: um participante entrou nas conversas com o intuito de retransmiti-las. Como a privacidade da conversa depende de todos os participantes, o áudio deixou de ser restrito ao grupo. Sozinhos, apps não podem impedir que participantes de conversas gravem áudios ou vídeos e compartilhem. Reuters/Florence Lo Senha sem criptografia é 'faz de conta' Sabe aquela senha do Windows que você digita toda vez que liga seu computador? Por padrão, ela não é um recurso de segurança completo, mas sim de conveniência. Toda a informação que está armazenada no seu computador pode ser facilmente retirada dele a qualquer momento. Se alguém puder conectar um dispositivo USB preparado para isso e reiniciar seu computador, a senha de acesso pode ser burlada. Na verdade, basta preparar um dispositivo USB com Linux e ligar o computador. O Linux poderá abrir todos os arquivos armazenados no sistema, pois a senha é solicitada apenas pelo Windows. As redes sociais, e-mails e outros serviços que você deixa logado em seu computador também correm risco de acesso indevido por qualquer pessoa com acesso físico ao seu computador ou notebook – mesmo que não tenha a senha. A senha atua, no máximo, como um recurso de conveniência para inibir ataques de ocasião decorrentes de descuidos. Mas ela jamais será capaz de deter um invasor. Se você quer transformar a senha de acesso em um mecanismo de segurança real, é necessário usar a criptografia de dados. Através da criptografia, todos os seus arquivos são embaralhados com uma chave. Quando você digita sua senha, o sistema é capaz de desbloquear essa chave e utilizá-la para abrir seus arquivos. Se a senha não for digitada, a chave fica inacessível e não há como decifrar os dados. O que é a 'criptografia de dispositivo' de um computador com Windows 10? Computadores MacBook da Apple são criptografados de fábrica, assim como celulares. No Windows, o recurso só é universal na versão Pro do sistema, que utiliza o BitLocker. Com a versão Home, a criptografia só é possível em alguns dispositivos e, normalmente, os fabricantes não informam essa possibilidade nas especificações. Se você se importa com a segurança local do seu sistema e dispositivos, é aconselhado o uso da versão Pro do Windows ou outra solução de criptografia de disco. É bom saber: O uso da criptografia pode causar um pequeno impacto no desempenho do computador, mas é imperceptível em máquinas modernas. A criptografia também dificulta qualquer tentativa de recuperação de dados por falha de sistema. A realização de cópias de segurança para evitar perda de dados é ainda mais essencial quando o sistema está criptografado. É possível criptografar unidades de armazenamento portáteis, como pen drives e HDs externos. Chamado de "BitLocker To Go" no Windows, essa função exige o fornecimento de uma senha para abrir os dados armazenados. A unidade criptografada será incompatível com outros sistemas operacionais. Tela mostra ajustes de criptografia no Android e permite criptografar o cartão microSD. Reprodução Criptografia no cartão do celular: os celulares vêm criptografados de fábrica, mas o cartão de memória que você utiliza no seu aparelho pode ser usado sem criptografia. Se você não criptografar o cartão de memória, fotos e outros dados salvos no cartão poderão ser extraídos por alguém que consiga retirar o cartão do seu aparelho. Se você quer proteger os dados no cartão, lembre-se de criptografar o armazenamento externo. E, mais uma vez, lembre-se que você não poderá usar o cartão em outros dispositivos após criptografá-lo. A segurança atua no tempo É verdade que a criptografia impede o acesso a dados, mas essa limitação é dada em termos de "tempo". Ou seja, ela não impede o acesso aos dados para sempre. Ela só impede o acesso dentro de um intervalo de tempo – pois um invasor pode decifrar a criptografia testando combinações à exaustão (o que exigiria muito tempo). Felizmente, até a criptografia amplamente disponível para uso em sistemas domésticos é capaz de resistir por décadas ou séculos, por mais potente que seja o computador usado para quebrá-la. Como tempo é dinheiro, quanto mais um ataque puder ser desacelerado, mais caro ele se torna – até ser inviável. Essa questão do "tempo" atinge muitos outros recursos de segurança. Qualquer senha pode ser quebrada se um invasor realizar uma longa sequência de "tentativa e erro" contra a senha. Com paciência, a combinação pode ser descoberta. É por isso que é tão importante criar senhas longas. Quanto mais longa sua senha for, mais tentativas serão necessárias para descobri-la. Para diminuir a efetividade de táticas de tentativa e erro, adotam-se limites. Essa medida de segurança é a responsável por avisos de "excessos de tentativas" e "bloqueios temporários". VÍDEO: Como criar uma senha forte? O objetivo é estender o tempo do ataque para que o invasor desista ou até que o usuário acabe trocando a senha antes de ela ser descoberta. Mas existem cenários onde o "tempo" é um fator muito mais relevante do que parece. Nas redes sociais, uma informação pública pode muito bem chegar quase que imediatamente aos bancos de dados de criminosos. Tudo que você já compartilhou publicamente em uma rede social pode ser coletado por hackers. A lista de publicações que você curtiu e todos os comentários que você fez podem ser reunidos. Se você pensar bem, isso é óbvio: todos os dados são públicos. Essa prática permite vínculos de dados que não estão disponíveis nos sites das redes sociais. Por exemplo: quem são as pessoas de uma cidade específica que curtem uma página específica? Quais comentários você já fez, em todas as páginas e redes sociais, com nomes de pessoas específicas? Com os dados completos em mãos, basta fazer uma pesquisa para responder a essas perguntas. Coletar e armazenas os dados (a "raspagem de dados") é proibido pelas redes sociais. Mas a proibição é efetivada, claro, pelo tempo. A coleta começa a ser limitado quando muitas solicitações consecutivas são detectadas, impedindo a cópia de dados em série. Com paciência, um raspador de dados será capaz de obter muitas informações dessa forma: todas as fotos públicas do WhatsApp, todas as imagens de capa e perfil do Facebook e do Instagram, tags, comentários públicos e assim por diante. Foi assim que uma empresa chamada Clearview obteve fotos para construir uma base de dados capaz de encontrar os perfis de qualquer pessoa a partir de uma foto tirada com o celular. Eram 3 bilhões de registros – tudo com dados públicos. Quando você for configurar seu perfil em rede social, escolher uma senha ou decidir se deve ou não usar a verificação em duas etapas, lembre-se da regra do tempo: quanto menos você compartilhar uma informação, mais tempo ela permanecerá privada; quanto maior a senha for, mais longeva ela será. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Veja dicas para proteger os seus dados Veja 5 dicas para sua segurança digital: 5 dicas de segurança para sua vida digital Assista a mais vídeos para se manter seguro na internet:
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05/03 - 7 empresas abrem vagas de emprego e estágio; veja lista
Usiminas, Ubots, D4Sign, Heach Recursos Humanos, GetNinjas, Nimbi e Track.co são as empresas com seleções abertas. As empresas Usiminas, Ubots, D4Sign, Heach Recursos Humanos, GetNinjas, Nimbi e Track.co estão com vagas de emprego e estágio abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos: Veja mais vagas de emprego pelo país Usiminas Estudantes de 35 cursos superiores e técnicos podem se inscrever para concorrer a uma vaga de estágio na Usiminas. O programa Jovens Profissionais Estágio vai selecionar 124 novos estagiários para unidades em 11 cidades de quatro estados. A inscrição pode ser feita até o dia 21 de março no site. Os interessados devem estar cursando alguma das formações listadas abaixo e devem ter formatura prevista para dezembro de 2022 ou terem pendência de estágio, no caso do nível técnico. Superior: Administração, Engenharias, Engenharia Mecânica, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Comunicação Social (Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade), Designer, Direito, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Civil, Engenharia da Computação, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Materiais, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Metalúrgica, Engenharia Química, Engenharia de Produção, Pedagogia, Sistemas de Informação e Tecnologia da Informação. Técnico: Administração, Automação Industrial, Ciências Contábeis, Edificações, Eletrotécnica, Enfermagem, Informática, Mecânica, Metalurgia, Química e Segurança do Trabalho. Os selecionados terão bolsa, vale-transporte e vale-alimentação ou refeição na empresa. A entrada dos novos estagiários será no mês de maio nas seguintes cidades: Minas Gerais: Belo Horizonte, Ipatinga, Itatiaiuçu, Santa Luzia e Betim São Paulo: São Paulo, Cubatão, Guarulhos e Taubaté Espírito Santo: Vitória Rio Grande do Sul: Porto Alegre Ubots A Ubots está com 3 oportunidades, sendo 2 vagas de emprego em regime CLT e uma de estágio. A vaga de estágio é na área comercial em regime home office. As vagas em regime CLT são para SRE - DevOps Engineer e Chatbots Designer. Para participar do processo seletivo é necessário realizar cadastro pelo site: https://ubots.com.br/oportunidade/. D4Sign A D4Sign está em busca de um analista programador PHP para desenvolver novas funcionalidades e aperfeiçoamento do Front-end de aplicação SaaS. O candidato deve ter capacidade de assimilar necessidades de negócios e transformá-las em soluções práticas. A empresa oferece salário entre R$ 4 mil e R$ 5 mil, vale-refeição e vale-transporte. Para saber mais, acesse: https://bit.ly/2Ol39NJ. Há ainda oportunidade para analista de infraestrutura Cloud AWS, que vai atuar na manutenção de infraestrutura cloud AWS Criação e manutenção de estruturas de monitoramento. O salário e os benefícios serão combinados com a empresa. Para saber mais, acesse: https://bit.ly/3kO9b5Q. Heach Recursos Humanos A Heach Recursos Humanos está com 23 vagas abertas para profissionais de tecnologias. Uma das vagas é para analista desenvolvedor mobile sênior para atuar em São Paulo. O candidato deve ter graduação completa na área de TI, experiência a função e será responsável por interagir com os times de negócio e fazer o entendimento das demandas, além de garantir a qualidade das entregas do time. O salário é de R$ 7.800,00 mais benefícios. Para conferir essa e as outras oportunidades, acesse: heach.abler.com.br. GetNinjas A GetNinjas disponibiliza vagas remotas e presenciais para São Paulo para funções como Analista de Relacionamento, Atendimento ao Cliente, Desenvolvedor Back-end, Desenvolvedor Mobile, Product Manager, entre outras. Para se candidatar, clique no link. Nimbi A Nimbi está com 24 vagas abertas para Gerente de Implantação Logística, Analista de Implantação Pleno, Analista de Relacionamento Pleno, entre outras. Para conferir, acesse: https://trabalheconosco.vagas.com.br/nimbi/oportunidades Track.co Já a Track.co abriu vagas para Belo Horizonte (MG) em três áreas: Marketing (Analista de Inteligência de Mercado), Suporte (Técnico de Suporte) e Tecnologia (Desenvolvedor Back-end e Desenvolvedor Front-end). Veja mais sobre as opções neste link.
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05/03 - Agência do Trabalho oferece vagas de emprego oferecidas em Petrolina e Salgueiro nesta sexta-feira
Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco Amanda Perobelli/Reuters Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira (05) em Petrolina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE
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05/03 - Emprego: confira 257 vagas disponíveis em 15 municípios de Pernambuco nesta sexta
Através da Agência do Trabalho, há oportunidades para carpinteiro, cozinheiro, auxiliar de limpeza, garçom, eletricista, pintor de automóveis, entre outras ocupações. Do total, dez vagas foram reservadas para pessoas com deficiência Devanir Gino/EPTV O sistema público da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq-PE) reúne, nesta sexta-feira (5), 257 vagas de emprego em 15 municípios do estado. As oportunidades foram disponibilizadas através das unidades da Agência do Trabalho. Do total, oito vagas são para o cargo de pedreiro em Belo Jardim e outras dez são para o mesmo cargo em Caruaru. Há também oportunidades para farmacêutico, faxineiro, barman, eletricista, fiscal de obras, servente de obras, serralheiro, entre outros (confira lista completa mais abaixo). Há vagas no Recife (43), Arcoverde (5), Belo Jardim (16), Bezerros (4), Cabo de Santo Agostinho (18), Camaragibe (4), Caruaru (54), Garanhuns (10), Igarassu (15), Ipojuca (9), Petrolina (16), Salgueiro (9), Santa Cruz do Capibaribe (9), Serra Talhada (7) e Vitória de Santo Antão (38). Os interessados devem procurar uma das Agências do Trabalho do estado. O atendimento ocorre preferencialmente com agendamento, feito pelo site da secretaria ou pelo Portal Cidadão. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias VÍDEOS: Mais assistidos de Pernambuco nos últimos 7 dias
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05/03 - Crise leva trabalhador a parar de contribuir com o INSS; veja os efeitos e o que fazer
Especialistas alertam que períodos longos sem contribuir à Previdência Social fazem com que os trabalhadores percam o direito aos benefícios do INSS. O desemprego recorde e a crise econômica têm levado muitos segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a interromperem as contribuições mensais à Previdência Social. Especialistas alertam que períodos longos sem contribuir à Previdência Social fazem com que os trabalhadores percam o direito aos benefícios do INSS. Isso porque os segurados que não efetuam de forma contínua os recolhimentos mensais podem perder a qualidade de segurado - que é o que garante o direito aos benefícios - e também o tempo de carência para dar entrada em alguns benefícios previdenciários, como auxílios por incapacidade e a pensão por morte. “Para manter a qualidade de segurado, é necessário efetuar recolhimentos mensais para a Previdência. Mas ainda que você não esteja fazendo esses recolhimentos, é possível manter a qualidade de segurado durante o chamado período de graça”, explica Ruslan Stuchi, advogado especialista em Direito Previdenciário e sócio do escritório Stuchi Advogados. Em regra geral, os segurados podem ficar sem contribuir com a Previdência Social por até 12 meses sem perder a qualidade de segurado. Mas o prazo é de apenas seis meses para trabalhadores que efetuam a contribuição na categoria “facultativo”, opção comum entre segurados sem carteira assinada. Já no caso do licenciamento de cidadão incorporado às Forças Armadas para prestar serviço militar, o limite é de três meses. O direito aos benefícios ainda é prorrogado por mais 12 meses no caso de já terem sido efetuadas mais de 120 contribuições mensais sem a perda da qualidade de segurado. Também é possível mais uma prorrogação de 12 meses no caso de o segurado estar desempregado. Veja quanto os autônomos e MEIs vão pagar de contribuição ao INSS em 2021 Contribuição ao INSS muda em fevereiro: saiba quanto você vai pagar Tempo de carência dos benefícios Na regra geral, o tempo de carência varia conforme o benefício. São necessários 10 meses de contribuição para ter acesso ao salário-maternidade, 12 meses para o auxílio-doença e a aposentadoria por invalidez, 24 meses para o auxílio-reclusão e 180 meses para a aposentadoria por idade. No caso de o segurado perder o direito aos benefícios, é necessário retomar as contribuições e cumprir metade do tempo de carência exigido para contar novamente com a qualidade de segurado. Os especialistas afirmam que o período pandêmico desestimula os trabalhadores a contribuírem para o INSS e colocam em risco o acesso aos benefícios previdenciários. “Com a dificuldade de gerar renda, principalmente os profissionais autônomos e microempreendedores optam por cortar as contribuições como uma forma de reduzir gastos. Muitos desconhecem a problemática de ficar sem recolher, que não é só ter uma aposentadoria tardia. É não ter direito aos benefícios por incapacidade ou gerar pensão por morte”, pontua Thiago Luchin, advogado especialista em Direito Previdenciário e sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados. Ruslan Stuchi alerta que os segurados não devem confundir o tempo de carência com o chamado tempo de contribuição, um dos critérios utilizados para alcançar o direito à aposentadoria. “O tempo de contribuição é contado desde o início da contribuição até a data do requerimento ou desligamento de atividade abrangida pela Previdência Social, descontados os períodos em que houve suspensão do contrato de trabalho, interrupção de exercício e desligamento da atividade. Já o período de carência é o tempo correspondente ao número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício”, explica. Contribuição mensal paga ao INSS para o MEI subiu em 2021 STF: recebimento de benefícios entra na contagem Uma decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o recebimento do auxílio-doença ou da aposentadoria por invalidez entra na contagem do chamado “tempo de carência”, período mínimo de contribuições necessário para ter direito aos benefícios. O cenário até então era de que beneficiários do auxílio ou da aposentadoria tinham a contagem suspensa por estarem afastados do trabalho, o que motivava ações na Justiça para requerer a manutenção da contagem. O novo entendimento deve facilitar com que trabalhadores continuem com o direito à proteção social do INSS. A decisão do Supremo, entretanto, tem validade apenas para períodos intercalados. “É necessário ter tempos de contribuição antes e depois do período em que o segurado recebe o benefício por incapacidade. É o caso de um segurado que tinha 12 anos de contribuição e ficou outros três afastados recebendo aposentadoria por invalidez”, explica João Badari, advogado especialista em Direito Previdenciário e sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados. Já o advogado previdenciário Erick Magalhães, sócio do escritório Magalhães & Moreno Advogados, lembra que a decisão é positiva por conta do período da pandemia da Covid-19, no qual a tendência é o aumento de pedidos de auxílio-doença por parte das pessoas infectadas pelo vírus. “Com a decisão do STF, se este período de afastamento for intercalado com períodos de atividade laboral, será considerado como tempo de serviço, podendo ser usado na contagem não só para aposentadoria, mas para todos os demais benefícios que exigem carência e tempo de contribuição mínimos. Portanto, este período de doença não é mais tempo perdido”, diz.
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05/03 - Imposto de Renda 2021: o que mudou em relação a 2020?
Apesar de manutenção de regras, Receita criou especificação para declaração de criptomoedas e preenchimento automático de declaração, inseriu restituição em contas de pagamentos e estabeleceu regras para quem recebeu o Auxílio Emergencial. Contadora orienta sobre mudanças no Imposto de Renda A declaração do Imposto de Renda tem poucas mudanças em 2021. A principal é o retorno das datas de entrega da documentação para a Receita Federal, que havia sido adiada no ano passado por conta da pandemia do coronavírus. Saiba tudo sobre o Imposto de Renda Veja como preparar os documentos para a declaração Não houve atualização das faixas do IRPF, nem das regras gerais. São obrigados a declarar, portanto: quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2020. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado. contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; quem obteve, em qualquer mês de 2020, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; quem teve, em 2020, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; quem tinha, até 31 de dezembro de 2020, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2020; quem optou pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda; pessoas que receberam Auxílio Emergencial em 2020 e, além das parcelas, tiverem recebido R$ 22.847,76 ou mais em outros rendimentos tributáveis. Dentre as mudanças, a principal é a declaração de recebimento do Auxílio Emergencial. Há também novos espaços para declaração de criptomoedas e a adesão da declaração pré-preenchida. Veja a lista abaixo Prazos de declaração O prazo de apresentação da declaração do Imposto de Renda 2021, ano-base 2020, começou no dia 1º de março e vai até o dia 30 de abril. As restituições começam em maio. O formato continua o mesmo, e pode ser entregue pelas plataformas antigas. São elas: pelo computador, por meio do Programa Gerador da declaração (PGD) relativo ao exercício de 2020, disponível no sítio da Receita Federal; na página do próprio Fisco, pelo navegador de internet (com certificado digital); pelo serviço Meu Imposto de Renda, disponível para tablets e smartphones. Em 2020, houve uma prorrogação excepcional do prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda por 60 dias. Com isso, o prazo final foi expandido de 30 de abril para 30 de junho daquele ano. A Receita Federal afirma que, em 2021, não há qualquer previsão de novo adiamento, mesmo com a segunda onda da doença em crescimento. Auxílio Emergencial Especialista tira dúvidas sobre o Imposto de Renda 2021 O Auxílio Emergencial foi considerado tributável pela Receita Federal e deve ser declarado caso o contribuinte precise fazer o preenchimento do IRPF por qualquer uma das regras de exigência. Importante: para que o auxílio seja isento, os rendimentos tributáveis devem ter terminado o ano abaixo dos R$ 22.847,76. Para valores acima, o auxílio não só precisa ser declarado, como deverá ser devolvido ao fisco, por ele e seus dependentes. O valor do próprio auxílio não deve ser incluído no cálculo desse limite. "O valor que deverá ser devolvido para o Governo Federal engloba apenas as parcelas do Auxílio Emergencial (parcelas de R$ 600 ou R$ 1.200 - cota dupla, previstas na Lei 13.982/2020). Não é preciso devolver o valor da Extensão (Auxílio Emergencial Residual – parcelas de R$ 300 ou R$ 600 - cota dupla, previstas na MP 1.000/2020)", informa a Receita. Se o beneficiário precisar declarar o IR, ele deve lançar o valor na aba de "Rendimentos Recebidos de Pessoa Jurídica". Caso seja necessário devolver algum valor, o próprio software da Receita faz o cálculo e gera um DARF a ser paga pelo contribuinte. Declaração pré-preenchida Uma novidade importante é a tentativa da Receita Federal de facilitar a declaração pré-preenchida, que estará disponível a partir de 25 de março. “Com base no que as empresas enviaram à Receita Federal, o programa puxa os rendimentos tributáveis que vieram de fontes relacionadas a você, automaticamente”, explica Charles Gularte, VP de Operações da Contabilizei. Para isso, contudo, era necessário fazer a declaração via e-CAC e ter certificação digital. A ideia da Receita é retirar essa obrigatoriedade e ampliar o escopo de contribuintes que pode utilizar o método de declaração. A medida mostraria de imediato a discrepância entre o que o contribuinte e a empresa declaram, erros que geralmente resultam em revisão na malha fina. "Neste ano, a possibilidade ainda está na fase 'piloto', poderá ter acessos limitados, e será disponibilizada a partir do dia 25 de março", diz a Receita. Declaração de criptoativos Nas últimas semanas, o preço do bitcoin atingiu níveis históricos Getty Images Para sanar as dúvidas sobre declaração de criptoativos, a Receita Federal criou três categorias para designação de moedas e outros bens digitais. O investidor deve fazer a declaração de sua carteira na ficha “Bens e Direitos”. Lá, deve escolher entre “82 - Criptoativo Bitcoin”, “82 - Outros criptoativos, do tipo moeda digital” ou “89 - Demais criptoativos”. Conta de pagamentos A restituição do Imposto de Renda deixa de ser feita exclusivamente em contas corrente e poupança dos bancos tradicionais e poderá ser realizada a partir deste ano em contas de pagamentos, como fintechs e bancos digitais. O contribuinte deve ir ao menu de informações bancárias e, no item “Tipo de conta”, usar a nova opção “Conta pagamento”. Em seguida, basta informar dados básicos, como agência e conta para crédito e aguardar o momento de saldo. Vídeos: Últimas notícias de IR 2021
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04/03 - B2W tem lucro de R$ 15,6 milhões no quartro trimestre
Resultado operacional da companhia medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 385,7 milhões de outubro a dezembro. Submarino, empresa do grupo B2W Divulgação A empresa de comércio eletrônico B2W informou nesta quinta-feira (4) que teve lucro líquido de R$ 15,6 milhões no quarto trimestre, ante prejuízo de R$ 22,3 milhões em igual período de 2019. O resultado operacional da companhia medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 385,7 milhões de outubro a dezembro, crescimento de 51,7% ano a ano, em linha com a previsão média de analistas consultados pela Refinitiv, de R$ 386,2 milhões. Vídeo: Últimas notícias de Economia
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04/03 - Natura tem lucro de R$ 175,7 milhões no quartro trimestre
Companhia teve Ebitda de R$ 1,25 bilhão no período. Loja física da Natura Divulgação A Natura&Co divulgou nesta quinta-feira (4) lucro líquido consolidado de R$ 175,7 milhões para o quarto trimestre, revertendo resultado negativo de um ano antes. A companhia dona de marcas como Avon e The Body Shop teve resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 1,25 bilhão no período, salto de 21,3%. Analistas, em média, esperavam Ebitda da Natura&Co de R$ 1,29 bilhão, segundo dados da Refinitiv. Vídeos: Últimas notícias de Ecnomia
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04/03 - Petrobras reitera que diretoria executiva cumprirá seu atual mandato
Em comunicado enviado ao mercado, estatal reforçou que o mandato dos diretores termina em 20 de março. A Petrobras reiterou nesta quinta-feira (4) em comunicado que todos os membros da diretoria executiva estão comprometidos em cumprir seus mandatos, que se encerram em 20 de março. Petrobras perde o equivalente ao Banco BTG em valor de mercado desde fevereiro Quatro conselheiros da Petrobras pedem para deixar o cargo após troca de comando da estatal Quatro conselheiros da Petrobras pedem para deixar os cargos No comunicado, a petroleira diz ainda que não há, até o presente momento, decisão sobre saída da diretora Financeira e de Relacionamento com Investidores, Andrea Almeida, e do diretor Executivo de Comercialização e Logística, André Chiarini. O comunicado da companhia vem como resposta a "notícias veiculadas na mídia". Vídeos: Últimas notícias de economia
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04/03 - 'Sem saúde, não há economia', diz Guedes no dia em que Bolsonaro xinga de 'idiota' quem pede vacina
Ministro deu declaração em vídeo ao lado do relator da PEC Emergencial. Nesta quinta, Bolsonaro disse que 'tem idiota' que pede compra de vacinas e acrescentou: 'Só se for na casa da tua mãe.' 'Sem saúde, não há economia', diz Guedes O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu em vídeo divulgado nesta quinta-feira (4) vacinação em massa contra a Covid-19 e "primeiro, a saúde" porque "sem saúde, não há economia". Segundo a assessoria do ministro, a gravação foi feita nesta quinta, mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro xingou de "idiota" quem defende a compra de mais vacinas e acrescentou: "Só se for na casa da tua mãe" – veja mais abaixo. No vídeo, Guedes aparece ao lado do senador Márcio Bittar (MDB-AC), relator da proposta de emenda à Constituição conhecida como PEC Emergencial, aprovada pelo Senado nesta quinta. Na gravação, o ministro comemora a aprovação do texto. "Nós precisamos de saúde, emprego e renda. Primeiro, a saúde. Sem saúde, não há economia. E, da mesma forma, a vacinação em massa é o que vai nos permitir manter a economia em funcionamento", afirma Guedes no vídeo. "Essa é a nossa pauta e nós vamos enfrentar esse desafio terrível que nós estamos enfrentando com a mesma coragem, a mesma determinação e a mesma cooperação de sempre", acrescentou o ministro. Bolsonaro diz que 'tem idiota' que pede compra de vacina: 'Só se for na casa da tua mãe' Bolsonaro Mais cedo, nesta quinta, o presidente Jair Bolsonaro afirmou em Uberlândia (MG) que "tem idiota" que pede ao governo que compre mais vacinas contra a Covid-19. Em seguida, o presidente acrescentou: "Só se for na casa da tua mãe. Não tem [vacina] para vender no mundo." Bolsonaro volta a criticar o isolamento na pandemia: ‘Chega de mimimi’ Também nesta quinta, Bolsonaro afirmou em uma viagem a Goiás que é preciso "enfrentar os problemas". No discurso, também disse que "chega de frescura, de mimimi" e questionou: "Vão ficar chorando até quando?". Veja as falas de Bolsonaro sobre as vacinas contra a Covid-19 Governadores O colunista do G1 e da GloboNews Gerson Camarotti informou que, nesta quinta, governadores de 14 estados enviaram uma carta a Bolsonaro na qual pediram que o governo federal adote medidas e procure organismos internacionais a fim de adquirir mais doses de vacinas. Os governadores alegam no documento que estão no "limite" e que a vacinação em massa "é a alternativa que se afigura como a mais recomendável, e, provavelmente, a única capaz de deter a pandemia". "Neste momento, há novas, reais e importantes justificativas para que o Brasil obtenha, com celeridade, novas remessas de imunizantes, a principal delas é a chegada e a rápida disseminação, já no estágio de transmissão comunitária, da nova variante P1, que tem se revelado ainda mais letal, prejudicando os esforços para proteger a vida de nossas cidadãs e cidadãos, bem como de suas famílias", afirmam os governadores no documento. "O mundo acompanha com preocupação o rápido avanço do contágio por essa variante no Brasil, o que torna o bloqueio da disseminação desse tipo de vírus matéria de interesse de diversas nações, inclusive porque outras variantes podem dela advir", acrescentaram. Initial plugin text
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04/03 - Pandemia eleva pobreza na América Latina a níveis mais altos em 12 anos, diz Cepal
Total de pessoas pobres na região aumentou para 209 milhões no final de 2020, 22 milhões de pessoas a mais do que no ano anterior. A pobreza na América Latina aumentou em 2020 e atingiu os níveis mais altos dos últimos 12 anos, alcançando 33,7% da população total da região, devido à crise econômica causada pela covid-19, informou nesta quinta-feira (4) um relatório de um organismo subordinado à ONU. Apesar das medidas de proteção social adotadas pelos governos da região para conter o avanço do coronavírus, "a pobreza e a pobreza extrema na América Latina alcançaram níveis em 2020 que não eram observados nos últimos 12 e 20 anos, respectivamente", informa um relatório sobre o impacto social da pandemia, preparado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Segundo a Cepal, como consequência da aguda crise econômica derivada da pandemia de coronavírus, que causou uma queda de 7,7% no PIB em todo o ano de 2020 na América Latina, a pobreza atingiu 209 milhões de pessoas, 22 milhões a mais do que no ano anterior – 33,7% da população total da região, de 654 milhões de habitantes. Enquanto isso, a pobreza extrema afetou 78 milhões de pessoas. "A pandemia destacou e exacerbou as grandes lacunas estruturais da região e, atualmente, há um momento de grande incerteza em que ainda não se delineou a forma nem a velocidade de saída da crise", disse Alicia Bárcena, secretária-geral da Cepal, órgão técnico das Nações Unidas com sede em Santiago. Em 1 ano de pandemia, mais 745 mil pessoas passaram a viver na pobreza no RJ, aponta estudo da FGV Vacinação desigual Com mais de 20 milhões de casos e mais de 635.000 mortes ligadas à doença, a América Latina é a segunda região mais atingida pelo coronavírus no mundo, atrás da Europa. Segundo a Cepal, com 8,4% da população mundial, a América Latina registrou 27,8% das mortes pelo vírus. Os países latino-americanos enfrentaram a pandemia com sistemas de saúde fragmentados e desiguais, subfinanciados e com déficits de recursos humanos, tecnologia e infraestrutura. Apesar da chegada das vacinas na região, o órgão afirma que o processo é realizado sob "acesso lento e desigual". "A América Latina e o Caribe não alcançarão a imunidade de massa em 2021", estima a Cepal. O relatório observa um "forte acúmulo internacional" de vacinas, que gera desigualdades no acesso às doses, e aponta que a América Latina sofre com problemas de logística e disponibilidade de insumos essenciais, bem como de cobertura de saúde. Diante dessa situação, a Cepal afirma que o papel da atenção primária à saúde é essencial e que a solidariedade internacional e regional deve ser assegurada. Mulheres: as mais afetadas Além de baixo crescimento e aumento da pobreza, agravaram-se as brechas sociais, principalmente "a injusta divisão sexual do trabalho e a organização social do cuidado, o que compromete o pleno exercício dos direitos e da autonomia das mulheres", afirma a Cepal. "As mulheres são as mais afetadas, a saída delas do mercado de trabalho tem sido muito contundente", disse Bárcena. Para o órgão, que prevê queda de até 10 anos na participação laboral das mulheres em decorrência da pandemia, é fundamental garantir vínculos contra a fome e para as mulheres, além de uma renda básica universal, priorizando as famílias com crianças e adolescentes. A crise também revelou crescentes tensões sociais, desigualdades estruturais nas sociedades latino-americanas e altos níveis de informalidade e vulnerabilidade social. A Cepal insta a garantir a proteção social universal para garantir o bem-estar da população, implementar ou dar continuidade aos auxílios emergenciais e promover novos pactos sociais e fiscais em tempos de pandemia.
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04/03 - Chuvas garantem 'safra cheia' de soja do Brasil e milho será recorde, diz Datagro
A produção de soja e a de milho do Brasil devem atingir 135,68 e 109,62 milhões de toneladas respectivamente. Apesar dos recordes, números apresentam ajustes negativo em relação às estimativas de fevereiro. A produção de soja do Brasil deve atingir 135,68 milhões de toneladas na safra 2020/21. Divulgação/Agropecuária A produção de soja do Brasil deve atingir 135,68 milhões de toneladas na safra 2020/21, estimou a consultoria Datagro nesta quinta-feira (4), diante do excesso de chuvas na colheita que também está garantindo uma safra cheia em boa parte do país. Apesar do recorde, a quantidade apresenta um ajuste negativo em relação aos 135,87 milhões vistos em fevereiro. "Com as chuvas abundantes previstas para março, cerca de 95% da safra estaria garantida. Portanto, já podemos afirmar que teremos uma safra cheia e recorde", disse o coordenador de grãos da Datagro, Flávio Roberto de França Junior, em nota. As mesmas chuvas que favorecem na produtividade dificultam a colheita daquelas áreas já maduras. "A preocupação vai limitando-se agora às dificuldades impostas pelo excesso de umidade para a colheita. E, neste caso, algumas perdas regionais estão acontecendo. Mas ainda nada que transforme radicalmente esse cenário de grande produção.", explica França. Ainda assim, se confirmado, o volume projetado para a soja nesta safra será 7% superior ao recorde registrado na temporada 2019/20, conforme dados da Datagro. Exportações de soja do Brasil caem 40% em fevereiro com atraso na colheita De acordo com a consultoria, o país também passa de uma área plantada de 37,39 milhões de hectares em 2019/20 para 38,76 milhões no ciclo atual. "Desse total, o Brasil colheu, até o dia 26 de fevereiro, 28,0% da área estimada, ante 15,1% na semana anterior; no mesmo período de 2020, os sojicultores brasileiros haviam colhido 44,4%; na média dos últimos 5 anos, 36,9%", informou a Datagro, destacando o atraso nos trabalhos comparado a anos anteriores. A colheita foi postergada devido ao plantio tardio da oleaginosa, em função de uma seca no ano passado, e chuvas ocorridas desde janeiro que limitaram o processo de retirada do grão das lavouras. Milho recorde A estimativa de produção total do milho caiu para 109,62 milhões de toneladas, ante 110,06 milhões da projeção anterior. Apesar do corte, o volume ainda é 3% superior ao recorde de 2019/20. Estimativa de produção total do milho na safra 2020/21 é de 109,62 milhões de toneladas. O volume ainda é 3% superior ao recorde de 2019/20. TV Sergipe No total das duas safras do cereal, o Brasil tem previsão de área para 2020/21 de 19,60 milhões de hectares, alta de outros 3% no ano a ano. Para a safra de inverno, que é a principal da temporada, o país deve semear 15,31 milhões de hectares, 5% a mais no comparativo anual. Do total, 13,13 milhões de hectares estariam no centro-sul, prevê a consultoria. Agropecuária foi o único setor que cresceu no PIB de 2020; entenda "E esse plantio deve ocorrer, mesmo que em boa parte fora das janelas ideais de semeadura", ressaltou a Datagro sobre a segunda safra, cujo potencial produtivo é de 85,58 milhões de toneladas, alta de 7% ante o ciclo anterior. Até o dia 26 de fevereiro, a região centro-sul havia plantado 40,6% da área estimada para o milho de inverno, ante 22,2% na semana anterior. Devido ao atraso, o índice era de 67,1% na mesma época do ano passado e, na média dos últimos 5 anos, 59,5%. VÍDEOS: tudo sobre agronegócios
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04/03 - Procon-SP notifica Serasa por estudo que solicitou senha bancária; empresa nega risco a usuários
Companhia alegou que senha solicitada 'não é passível de ocorrer fraude' por meio da senha solicitada. Para Febraban, correntistas não devem informar senhas fora dos canais oficiais dos bancos. Campanha da Serasa solicita senha do internet banking para estudo para 'contribuir com análise de crédito'. Reprodução O Procon de São Paulo solicitou esclarecimentos à Serasa Experian por uma campanha promovida em seu portal de internet. A página pede a senha do internet banking para que os usuários participem de um "estudo" disponibilizado no mesmo portal onde é possível conferir dados referentes ao CPF do cidadão. O órgão quis saber a finalidade da campanha, público-alvo, as informações que foram colocadas e qual foi o tratamento desses dados, levando em conta a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A Serasa teve 24 horas para responder à notificação do Procon-SP, o que já ocorreu. O Procon-SP informou ao blog que agora está analisando a resposta fornecida. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), correntistas são aconselhados a não informar a senha bancária em canais que não sejam os dos próprios bancos. "A Febraban recomenda que as pessoas não compartilhem ou armazenem seus dados pessoais como senhas, tokens ou logins em sites ou aplicativos de terceiros. Essas informações devem ser inseridas apenas em ambientes digitais do próprio banco em que o cliente tem conta", afirmou a entidade. Questionada se o seu estudo era compatível com a orientação da Febraban, a Serasa disse acreditar que a recomendação se destina a prevenir fraudes, o que, segundo comunicado da empresa enviado ao blog, "não é passível de ocorrer mediante a utilização da senha compartilhada para a realização desse estudo de participação voluntária". Segundo o comunicado, a senha de internet banking solicitada "não permite a realização de qualquer transação bancária". Não foi informado a quais dados a senha concede acesso, mas a Serasa informou que o objetivo do estudo é "entender a relevância estatística das informações analisadas para contribuir com eventuais soluções para uma análise de risco de crédito mais assertiva". Embora tenha dito que o objetivo do estudo é "contribuir com análise de risco de crédito", a Serasa informou que a participação não tem impacto no score de crédito do consumidor. O score é uma pontuação que avalia a probabilidade de cada cidadão honrar com seus compromissos financeiros. O blog perguntou à Serasa Experian qual é a orientação da empresa a respeito das senhas utilizadas para acesso aos seus serviços e em quais circunstâncias elas podem ser solicitadas em sites de internet que não sejam dela própria, assim como ela está solicitando as senhas dos bancos. A empresa não respondeu a esse questionamento. Nesta quinta-feira (4), o blog não encontrou mais a campanha para o estudo no site da Serasa. A empresa informou que "o teste é disponibilizado por tempo limitado para alguns consumidores cadastrados". Guia de segurança digital 2021: comece o ano com as melhores medidas para se proteger de ameaças e hackers Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Como se proteger de vazamentos de dados: Veja 5 dicas para sua segurança digital: 5 dicas de segurança para sua vida digital Assista a mais vídeos para se manter seguro na internet:
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04/03 - Lira diz que Câmara conclui votação da PEC Emergencial na próxima quarta se houver acordo
Proposta foi aprovada pelo Senado nesta quinta e abre caminho para pagamento de novo auxílio emergencial. Texto inclui 'gatilhos' para forçar governo a cumprir regras fiscais. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quinta-feira (4) que a votação da proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial na Casa pode ser concluída na próxima quarta-feira (10) se houver acordo entre os parlamentares. O Senado aprovou nesta quinta o texto que estabelece mecanismos de contenção de despesas públicas e viabiliza o auxílio emergencial. Se for aprovado na Câmara sem mudanças, o texto vai à promulgação e entra em vigor como parte da Constituição. Para Lira, não é justo a Câmara ter de votar o projeto ainda nesta semana, sem que as bancadas discutam o mérito do texto. “O Senado levou um tempo maior. Os deputados e deputadas tendo conhecimento do texto, pelo menos, dá para as lideranças e os partidos se posicionarem com relação ao mérito a partir da terça-feira, que é o que eu penso sugerir aqui no colégio de líderes”, afirmou Lira. Senado aprova PEC Emergencial em 2º turno; texto vai à Câmara Lira voltou a dizer que a maioria dos líderes concorda com um rito abreviado para a votação da matéria, sem que ela precise ser discutida em comissões. Partidos de oposição são contra essa tramitação acelerada. “Todo o dia para discussão e talvez a votação da admissibilidade, (e do mérito em) primeiro e segundo turno na quarta-feira, numa possibilidade mínima de acordo do plenário”, disse o presidente da Câmara. Auxílio emergencial A proposta aprovada não detalha valores, duração ou condições para o novo auxílio emergencial. O texto flexibiliza regras fiscais para abrir espaço para a retomada do programa. Isso porque, pela PEC, a eventual retomada do auxílio não precisará ser submetida a limitações previstas no teto de gastos. A proposta concede autorização para descumprimento das limitações somente para a União, tentando evitar maior deterioração das contas de estados e municípios. VÍDEO: Bolsonaro prevê novo auxílio-emergencial 'a partir de março, por quatro meses' O texto determina ainda que as despesas com o novo programa serão previstas por meio de abertura de crédito extraordinário, a ser encaminhado pelo governo para análise do Congresso. Em uma complementação do texto nesta quarta, o relator da PEC no Senado, Márcio Bittar (MDB-AC), estipulou um limite para gastos fora do teto, no valor de R$ 44 bilhões, para custeio do novo auxílio. Essa trava não é uma estimativa de quanto custará o programa, mas um teto de recursos para bancá-lo. O limite foi definido após parlamentares tentarem estender ao Bolsa Família a possibilidade de extrapolar o teto, proposta que, segundo Arthur Lira, não será aprovada pelo Congresso. Comissões permanentes Por falta de acordo entre os líderes partidários, a definição do comando das 25 comissões temáticas permanentes da Câmara foi adiada para a próxima terça (9). A distribuição das comissões é proporcional ao tamanho das bancadas. Quanto mais deputados o partido tiver, mais comissões ele terá direito a presidir. A principal delas é a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que deverá ficar com o PSL. Responsável por analisar a constitucionalidade das propostas que tramitam na Câmara, o colegiado tem o poder de arquivar ou de dar continuidade aos projetos. A deputada Bia Kicis (PSL-DF) é cotada para assumir a presidência da comissão. Fiel defensora do presidente Jair Bolsonaro, a deputada é investigada no inquérito dos atos antidemocráticos, autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Líderes impõem resistência ao nome de Bia Kicis para a presidência da CCJ O inquérito apura a organização de manifestações de simpatizantes de Bolsonaro que reivindicaram pleitos inconstitucionais, como o fechamento do Congresso, do STF, e a instituição de um golpe militar. Enquanto a CCJ não tiver sido instalada, a PEC Emergencial poderá ter uma tramitação mais rápida e ser analisada diretamente no plenário, conforme intenção externada pelo presidente da Câmara. Isso porque, pelo rito tradicional, uma proposta de emenda à Constituição precisaria antes passar pelo crivo da CCJ, que analisa aspectos formais e alguma eventual ofensa a princípios constitucionais. Em seguida, a PEC teria que ser discutida em uma comissão especial criada para esse fim. Só depois de aprovada na comissão é que a matéria poderia ir ao plenário.
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04/03 - Déficit habitacional do Brasil cresceu e chegou a 5,876 milhões de moradias em 2019, diz estudo
Déficit engloba dados de domicílios precários, em coabitação e com elevado custo de aluguel. Indicador tinha caído em 2018, mas levantamento mostrou alta nos dados de 2019. O Brasil registrou em 2019 um déficit habitacional de 5,876 milhões de moradias, apontam dados apresentados nesta quinta-feira (4) pela Fundação João Pinheiro. O indicador inclui domicílios precários, em coabitação e domicílios com elevado custo de aluguel. Segundo a pesquisa, essas quase 6 milhões de moradias representam 8% dos domicílios do país. O alto valor do aluguel urbano responde por mais de metade do déficit habitacional total – um total de 3.035.739 de moradias. O índice chegou a cair entre 2017 e 2018, mas voltou a subir em 2019. Confira abaixo os dados dos últimos quatro anos de levantamento 2016: déficit de 5.657.249 domicílios 2017: 5.970.663 (+5,5%) 2018: 5.870.041 (-1,6%) 2019: 5.876.699 (+0,11%) Aluguel teve aumento acumulado de 4,64% em 2019 no país; veja dados O levantamento divulgado nesta quinta divide os 5,8 milhões de domicílios faltantes nas seguintes categorias: Habitação precária: 1.482.585 Coabitação: 1.358.374 Ônus excessivo com aluguel urbano: 3.035.739 Os estados com maiores déficits habitacionais, com relação ao número total de domicílios, estão nas regiões Norte e Nordeste do país: Amapá (17,8%), Roraima (15,2%), Maranhão (15,25%), Amazonas (14,82%) e Pará (13,55%). De acordo com a pesquisa, esse elevado déficit está relacionado, principalmente, a moradias precárias. Já o menor déficit habitacional do país é o do Rio Grande do Sul, com 5,06%. Os dados calculados pela Fundação João Pinheiro do déficit são adotados pelo governo federal desde 1995. Diálogos: em 2018, Ermínia Maricato analisou a crise de moradia no Brasil; reveja Custo do aluguel Segundo o coordenador da pesquisa, Frederico Poley Martins Ferreira, um dos destaques do levantamento foi o impacto do alto custo dos aluguéis urbanos. Essa categoria do déficit passou de 2,814 milhões em 2016 para 3,035 milhões em 2019, respondendo por 52% do total do indicador. Entram nessa conta as moradias cujo custo de aluguel responde por mais de 30% da renda familiar. Ferreira destaca que muitas dessas habitações são alugadas de modo informal. Por isso, os moradores não têm acesso ao Judiciário ou a alguma outra forma de controlar o custo.
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04/03 - Saques da poupança superam depósitos em R$ 5,8 bilhões em fevereiro
Números foram divulgados nesta quinta pelo Banco Central. Movimento coincide com fim do auxilio emergencial pago a trabalhadores que perderam renda na pandemia. Os saques das cadernetas de poupança superaram os depósitos em R$ 5,832 bilhões em fevereiro deste ano, informou nesta quinta-feira (4) o Banco Central. De acordo com a instituição, os saques da poupança somaram R$ 245,656 bilhões no mês passado, enquanto os depósitos totalizaram R$ 239,824 bilhões. A retirada de recursos da poupança aconteceu pelo segundo mês seguido, algo comum no começo de cada ano. O volume foi menor que o de janeiro, quando R$ 18 bilhões deixaram a modalidade de investimentos – a maior retirada da história. Considerando a série histórica dos meses de fevereiro, o Banco Central registrou a maior saída líquida de valores da caderneta de poupança em cinco anos. Em 2016, o saldo de resgate foi maior, de R$ 6,638 bilhões. A retirada de recursos da poupança coincide com os maiores gastos no início de cada ano, como material escolar. Há ainda o pagamento de impostos como o IPVA e o IPTU, em alguns municípios, e parcelas remanescentes das compras de Natal. Além disso, o auxílio emergencial do novo coronavírus deixou de ser pago em dezembro do ano passado. A interrupção do programa cessou o fluxo de recursos que vinha abastecendo a caderneta de poupança nos meses anteriores. Nesta quinta, o Senado Federal aprovou em segundo turno a PEC Emergencial, que viabiliza a retomada do auxílio emergencial com controle de outros gastos. O texto ainda precisa passar pela Câmara dos Deputados para entrar em vigor. PEC Emergencial: veja detalhes da proposta que pode viabilizar o retorno do auxílio Em uma transmissão pela internet na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro disse que o auxílio emergencial deverá ser retomado ainda no mês de março, com duração de quatro meses. Números oficiais mostram que a poupança atraiu um volume recorde de recursos em 2020, quando o auxílio emergencial foi pago em nove parcelas, entre abril e dezembro de 2020. As cinco primeiras parcelas foram de R$ 600, entre abril e agosto de 2020, e as quatro últimas de R$ 300. Volume total de recursos Com a saída de recursos da poupança no mês passado, o estoque dos valores depositados – ou seja, o volume total aplicado nessa modalidade – registrou queda. Em dezembro do ano passado, o saldo da poupança estava em R$ 1,035 trilhão, passando para R$ 1,019 trilhão em janeiro deste ano e para R$ 1,014 trilhão em fevereiro. Além dos depósitos e dos saques, os rendimentos creditados nas contas dos poupadores também são contabilizados no estoque da poupança. Em fevereiro deste ano, os rendimentos somaram R$ 1,540 bilhão. Rendimento da poupança Com o juro básico da economia na mínima histórica de 2% ao ano, a caderneta de poupança continua rendendo pouco, assim como outros investimentos em renda fixa – fundos de investimentos e CDB's, por exemplo. Pela norma em vigor, há corte no rendimento da poupança sempre que a taxa Selic estiver abaixo de 8,5% ao ano. Nessa situação, a correção anual das cadernetas fica limitada a 70% da Selic + Taxa Referencial, calculada pelo BC. Com a taxa Selic nos 2% anuais, a remuneração da poupança está hoje em 1,4% ao ano, mais Taxa Referencial. Em 2020, a poupança perdeu para a inflação e registrou a pior rentabilidade em 18 anos. Entre as opções para os investidores, está o Tesouro Direto, programa que permite a pessoas físicas comprar títulos públicos pela internet, via banco ou corretora, sem necessidade de aplicar em um fundo de investimentos. Uma alternativa para os investidores conseguirem uma remuneração mais alta é a renda variável, ou seja, a bolsa de valores. Nesse caso, porém, o risco assumido é maior, pois pode haver perda de recursos. Ouro, prata e outras moedas também têm atraído a atenção de investidores.
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04/03 - 'Não elevem seus impostos para pagar pela Covid', diz OCDE
Gigantescos déficits públicos surgiram quando os governos começaram a resgatar suas economias afetadas pela pandemia. Os países devem evitar aumento de impostos para enfrentar a crise da Covid-19, disse a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta quinta-feira (4), um dia depois de o Reino Unido anunciar planos de aumentar tributos sobre empresas. Os gigantescos déficits públicos que surgiram quando os governos começaram a resgatar suas economias afetadas pela pandemia estão aumentando a pressão – e, em alguns países, a ação – pela via de aumentos de impostos. "Não elevem seus impostos para pagar pela Covid", disse o chefe de política tributária da OCDE, Pascal Saint-Amans, em uma atualização online das atividades de seu departamento. "É preciso ter certeza de que o aumento da dívida é sustentável ao favorecer crescimento, investimento e ao ter sua política própria. Mas o imposto não é a resposta", acrescentou. Embora não tenha citado o Reino Unido, Saint-Amans fez os comentários um dia depois de Londres anunciar que aumentará um imposto sobre grandes empresas de 19% para 25% a partir de 2023, o primeiro acréscimo em quase meio século.
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04/03 - Governo adia bloqueio de pagamento e suspensão de benefícios como BPC e Bolsa Família
Ficam adiadas até o fim deste mês o reinício do bloqueio e suspensão dos benefícios sociais. Número de beneficiados pelo BPC cai 50% O Ministério da Cidadania publicou portaria no Diário Oficial da União desta quinta-feira (4) que prevê a suspensão da retomada do cronograma de bloqueio de pagamentos e de cancelamento de benefícios previstos no Cadastro Único como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC) até 31 de março. Assim, ficam adiadas até o fim deste mês o reinício do bloqueio e suspensão dos benefícios sociais. O motivo é o estado de emergência de saúde pública de importância nacional decorrente da Covid-19. É por meio do Cadastro Único que o governo identifica quem é apto a participar de programas sociais como Bolsa Família, Tarifa Social de Energia Elétrica e Programa Minha Casa Minha Vida, além da isenção de taxas como as cobradas em concursos públicos. Para se enquadrar nesse grupo, a renda média familiar tem de ser de até metade de um salário mínimo por mês, o que corresponde a R$ 522,50. Para se chegar a essa média, é preciso somar o salário de todas as pessoas da família e dividir pelo número de integrantes. Também se enquadram famílias cuja soma total dos salários seja de até R$ 3.135 (valor que corresponde a três salários mínimos) ou pessoas em situação de rua. Revisões cadastrais são adiadas Em janeiro, o Ministério da Cidadania prorrogou por mais 90 dias a suspensão de revisões cadastrais e de procedimentos operacionais do Bolsa Família e do Cadastro Único. De acordo com a portaria, a decisão levou em conta a "necessidade de evitar aglomerações e exposição à infecção pelo novo Coronavírus de integrantes de famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, de famílias do Cadastro Único ou de pessoas em busca de atendimento para cadastramento, e, ainda, de cidadãos que trabalham em unidades de cadastro". A portaria é uma prorrogação do prazo de suspensão estabelecido na portaria 443, de 20 de julho, que foi de 180 dias. Assim, continuam suspensos procedimentos como averiguação cadastral, revisão cadastral e a aplicação das ações de bloqueio, suspensão e cancelamento de benefícios financeiros, decorrentes do descumprimento das regras de gestão de benefícios do Bolsa Família. Também seguem suspensas as medidas de bloqueio de famílias sem informação de acompanhamento das condicionalidades do programa. O Ministério da Cidadania poderá realizar processo de verificação gradual das informações do Cadastro Único, a partir das bases de dados disponíveis.
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