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28/10 - 'Brigando sozinho', BC terá dificuldade para controlar a inflação; entenda
Na leitura dos analistas, o combate à inflação ficou mais difícil porque o BC tem feito todo o trabalho sozinho. O que falta, dizem, é uma sinalização do comprometimento do governo Jair Bolsonaro com a responsabilidade fiscal. O Banco Central está 'brigando sozinho' contra a inflação – e vai ter dificuldade para controlar a alta generalizada de preços, mesmo com o forte aumento da taxa básica de juros e da sinalização de novas altas da Selic mais adiante, segundo analistas ouvidos pelo g1 e pela GloboNews. A avaliação é que o combate à inflação ficou mais difícil porque o BC não tem tido companhia nessa briga. O que falta, dizem, é uma sinalização do comprometimento do governo Jair Bolsonaro com a responsabilidade fiscal. Isso porque o controle das contas públicas gera um efeito em cascata: melhora a credibilidade do país, atraindo mais investidores estrangeiros; isso se reflete no câmbio, o que ajuda a manter a inflação sob controle. "A estratégia de combate à inflação não deve ficar exclusivamente nos ombros do Banco Central. É tarefa do governo como um todo", afirma José Júlio Senna, chefe do Centro de Estudos Monetários do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). Na quarta-feira (27), o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a Selic em 1,5 ponto, para 7,75% ao ano, e indicou que vai seguir com o aperto monetário. Mesmo com a escalada dos juros, no entanto, os analistas já projetam que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerre este ano com uma alta próxima a 10%. Para 2022, o quadro também é complicado: as previsões têm piorado semanalmente e, algumas, já estão acima do teto da meta, que é de 5%. LEIA TAMBÉM: Selic em alta: qual o impacto da taxa de juros na economia? Prévia da inflação fica em 1,20% em outubro e atinge 10,34% em 12 meses Brasil volta a liderar ranking mundial de juros reais Por que o Brasil sofre mais com a inflação? A inflação se tornou um problema em todo o mundo, mas tem afetado o Brasil de forma mais intensa. Inflação do Brasil em 2021 será maior que a de 83% dos países Com a retomada gradual da economia global, depois de superada a fase mais aguda da pandemia, o preço das commodities subiu e se somou ao desarranjo nas cadeias de produção – a crise sanitária paralisou ou reduziu a produção em muitos setores industriais. Essa interrupção provocou uma escassez de produtos, pressionando os custos em todo o mundo. A maior parte dos países também enfrenta uma crise na área energética, com a disparada dos preços da conta de luz – o que também vem afetando o Brasil. Mas, por aqui, o cenário inflacionário é bem mais desafiador por causa das incertezas política e fiscal. "A gente tem uma percepção elevada dos riscos político e fiscal. E essa percepção bate na taxa de câmbio", afirma Senna, que também foi diretor do Banco Central. "O processo inflacionário está representando uma ameaça bastante significativa." De fato, o quadro piorou na semana passada com as manobras do governo Bolsonaro para furar o teto de gastos. A regra é considerada a principal âncora fiscal do país. Ela foi criada na gestão Michel Temer, para tentar resolver um problema crônico das contas públicas, ao limitar o crescimento das despesas – o Brasil tem um endividamento já bastante elevado para os padrões de uma economia emergente. Guedes reafirma flexibilização do teto de gastos e cobra do Senado aprovação de reformas Guedes reafirma flexibilização do teto de gastos e cobra do Senado aprovação de reformas Agora, sem a credibilidade fiscal, o país vive um ciclo perverso: os investidores tiram seus dólares daqui, o câmbio se desvaloriza, pressiona a inflação, o que leva o BC a ter de endurecer a política monetária. "O que importa é a sinalização que o país está sem uma âncora. Isso desencadeou uma piora muito grande no prêmio de risco do Brasil", afirma Solange Srour, economista-chefe do Credit Suisse. O banco suíço passou a projetar uma inflação de 9,8% para este ano e de 5,8% para 2022. Qual o papel do teto de gastos na inflação e nos juros? Na semana passada, o governo Bolsonaro, sob a justificativa de aumentar o valor do Bolsa Família – que será rebatizado como Auxílio Brasil – formalizou a proposta de mudança no teto de gastos. Auxílio Brasil derruba a bolsa e faz dólar subir; entenda por que mercados reagem mal ao plano do governo Veja o que se sabe sobre o programa que deve substituir o Bolsa Família A alteração contou com o apoio do chamado 'Centrão' e da ala política do governo e foi inserida na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios – texto que altera a forma de pagamento das dívidas judiciais da União. A manobra fiscal prevê que o teto passe a ser corrigido pelo (IPCA acumulado de janeiro a dezembro. Hoje, a correção se dá pelo índice apurado entre julho de um ano e junho de outro. Isso vai fazer com que a regra seja recalculada desde 2017, abrindo um espaço de R$ 47,5 bilhões para gastos extras em 2022, segundo cálculos da Instituição Fiscal Independente (IFI). Esse artifício se soma à principal mudança proposta pela PEC, que é a criação de um teto para o pagamento dos precatórios. Esse novo limite que, que vem sendo classificado como calote pelos especialistas em contas públicas, abriria mais R$ 47,4 bilhões no teto do ano que vem. Ou seja, o governo teria R$ 94,9 bilhões livres para gastos extras em 2022, ano eleitoral. Montante bem superior aos R$ 47 bilhões necessários para bancar a criação do novo benefício social. Ou seja, haveria uma folga bilionária no Orçamento que poderia ser distribuída em emendas parlamentares e obras de cunho eleitoral. "Temos pouca expectativa de que a gente volte aos trilhos, ou seja, de que a âncora fiscal seja retomada – o que, no final das contas, seria a Câmara e o Senado não aprovarem a PEC dos Precatórios da forma como foi encaminhada”, diz Solange. “A gente acha que isso não vai acontecer, que a âncora fiscal não vai ser fortificada como deveria. Com isso, o Banco Central acaba tendo um trabalho isolado." Entenda a mudança na PEC dos Precatórios e o impacto no teto de gastos Qual o efeito sobre o crescimento? Na tentativa de evitar uma piora ainda mais acentuada da inflação, a alta de juros vai ter um efeito colateral nas taxas de crescimento do país. Juros em alta deixam mais caro os investimentos realizados pelas empresas e encarecem o consumo das famílias. Na prática, uma Selic maior esfria a atividade econômica. 5 motivos que devem piorar o PIB de 2022 O Credit Suisse, por exemplo, avalia que a taxa básica de juros deve subir até o patamar de 11,5% no ano que vem. "Essa subida dos juros vai levar a uma deterioração do crescimento no ano que vem. A gente já revisou o PIB de 2022 de alta de 1,1% para um crescimento de apenas 0,6%", afirma Solange. "E eu acho que o risco é de ser mais baixo do que isso. Não descarto uma recessão." Mais pessimista, o Itaú também alterou a sua previsão para o PIB de 2022 nesta semana. O banco espera uma retração de 0,5%. "Nós estamos falando de um crescimento econômico muito baixo no ano que vem, provavelmente entre 0% e 1%", afirma Senna, do Ibre. Dominância fiscal A alta de juros, sozinha, sem a ajuda das contas públicas, para o controle da inflação, ainda abre um debate perigoso: se a economia brasileira pode enfrentar um processo de dominância fiscal. Nesse ciclo perverso, o aumento da Selic não tem o efeito esperado sobre o controle da inflação. Em vez disso, ele eleva o endividamento do país e afugenta os investidores, diante do medo de insolvência – o que provoca a desvalorização do real e, consequentemente, contribui para o aumento dos preços, num efeito oposto ao desejado. O ciclo da dominância fiscal Elcio Horiuchi/Arte G1 Por ora, os economistas dizem que o Brasil não vive um quadro de dominância fiscal, mas alertam que o debate deve ganhar força em 2022. "O Banco Central está fazendo seu dever de casa, está tentando colocar a expectativa de inflação de 2022 mais próxima da meta (que é de 3,5%). Mas, quando o BC faz o seu trabalho sozinho, ele pode ser visto pelo mercado como contraproducente", afirma Solange.
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28/10 - O Assunto #568: Combustíveis nas alturas - os efeitos
Desde o início do ano, a gasolina subiu mais de 73%, e o diesel, 65%. A arrancada dos preços bate mais duro em categorias como motoristas de aplicativo e caminhoneiros, mas já modifica hábitos até de quem simplesmente tinha no carro particular seu principal meio de locomoção. E a perspectiva é de que o patamar continue elevado. Você pode ouvir O Assunto no g1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio. Desde o início do ano, a gasolina subiu mais de 73%, e o diesel, 65%. A arrancada dos preços bate mais duro em categorias como motoristas de aplicativo e caminhoneiros, mas já modifica hábitos até de quem simplesmente tinha no carro particular seu principal meio de locomoção. E a perspectiva é de que o patamar “continue elevado” por um bom tempo, afirma a economista Julia Braga, da Universidade Federal Fluminense. Os motivos, que ela explica na conversa com Renata Lo Prete, devem ser buscados primeiro no mercado internacional, onde o valor do barril de petróleo vem batendo seguidos recordes. E dizem respeito tanto à demanda (turbinada pelos países em recuperação mais acelerada da pandemia) quanto à oferta (limitada pelos produtores reunidos na OPEP). Soma-se a isso um fator interno de grande peso: o câmbio. O real vem se desvalorizando mais do que a maioria das moedas, e a Petrobras, desde 2016, pratica preços que acompanham as flutuações externas - embora ainda com alguma defasagem. Julia analisa, do ponto de vista técnico, o embate entre o presidente Jair Bolsonaro e governadores em torno das alíquotas do ICMS, imposto estadual que incide sobre os combustíveis. Ela não descarta ajustes (“algum nível de política tributária ajuda”), mas crava: “O ICMS não é o responsável pelo aumento que estamos assistindo em 2021”. O que você precisa saber: Petrobras: gasolina e diesel ficam mais caros de novo Gasolina: até quando o preço do combustível vai subir? Impactos: alta da gasolina aumenta devolução de carros Alternativas: ‘troquei o carro pelo ônibus’ Salvador: motociclistas protestam contra aumento Como economizar: dicas de manutenção dos carros O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Arthur Stabile, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Giovanni Reginato. Neste episódio colaboraram também: Gabriel de Campos e Ana Flávia Paula. Apresentação: Renata Lo Prete. Comunicação/Globo
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28/10 - Auxílio Emergencial: Caixa paga última parcela a mais um grupo de trabalhadores; veja quem recebe
Recebem os nascidos em agosto fora do Bolsa, e os beneficiários do programa com NIS encerrado em 9. A Caixa Econômica Federal (Caixa) paga nesta quinta-feira (28) a sétima e última parcela do Auxílio Emergencial para mais um grupo de beneficiários. Desta vez, recebem os trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em agosto. Também recebem os beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 9. Auxílio Emergencial acaba este mês e não será prorrogado, diz ministro Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Saiba como contestar se você teve o beneficio negado SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL AUXÍLIO BRASIL: Quem vai receber? Qual o valor? Veja o que se sabe sobre o programa que deve substituir o Bolsa Família Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, os recursos serão depositados em poupança social digital da Caixa, e estarão disponíveis inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber a 7ª parcela nesta quinta serão liberados em 12 de novembro. Já quem é do Bolsa recebe os recursos da mesma forma que o benefício original. Auxílio emergencial 2021: regras da prorrogação Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ RECEBEM A SÉTIMA PARCELA NESTA QUINTA-FEIRA: beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 9 trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em agosto Calendários de pagamento BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Calendário atualizado de pagamentos do Auxílio Emergencial 2021 Economia G1
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28/10 - CVM abre processo sobre Petrobras após declarações envolvendo privatização da empresa
Registro no site da autarquia não menciona objetivo da investigação. Prédio da Petrobras no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu nesta quarta-feira (27) processo administrativo sobre a Petrobras, sem informar o motivo, após o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, terem feito declarações envolvendo a privatização da empresa. O registro no site da CVM não menciona o objetivo da investigação. Segundo um fonte com conhecimento do assunto, o processo foi aberto após a Petrobras ter publicado fato relevante na segunda-feira informando que questionou o governo sobre a eventual existência de estudos para privatização da companhia. Petrobras questiona governo sobre existência de estudos para privatização Bolsonaro afirmou que a privatização da Petrobras "entrou no radar" do governo. Depois, Guedes disse que bastou frase de Bolsonaro sobre privatização da Petrobras para as ações da estatal subirem.
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28/10 - Pacheco decide ir à COP26; parlamentares querem fazer contraponto à política do governo
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (esq.), ao lado do ex-ministro Gilberto Kassab, presidente do PSD, durante ato de filiação do senador ao partido Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, participará da Conferência do Clima, a COP26, que se inicia no próximo domingo (31), em Glasgow, na Escócia. Como presidente do Congresso Nacional, Pacheco será a principal autoridade brasileira no encontro, que terá presidentes de diversos países. A comitiva do governo federal terá à frente o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite. A agenda do presidente do Senado na Escócia ainda está sendo finalizada, mas pode incluir encontros com autoridades europeias e dos Estados Unidos. “É importante o parlamento mostrar que quer participar das discussões sobre mudanças climáticas e que o Brasil não vai fugir do seu papel nesse debate”, afirmou ao blog. O senador Jacques Wagner (PT-BA), presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, também confirmou presença. “O parlamento precisa mostrar que nem todos pensam igual no Brasil e fazer um contraponto à política ambiental do governo, que tem afetado a imagem brasileira no exterior”, afirmou Wagner. Nesta quarta-feira, Pacheco oficializou a filiação ao PSD, partido que pretende lançá-lo à Presidência da República (vídeo abaixo). Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, oficializa filiação ao PSD O anúncio pelo partido de uma possível candidatura em 2022 fez com que o presidente do Senado se tornasse alvo de ataques de bolsonaristas. Nos últimos dias, ele recebeu críticas também do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente da Câmara, Arthur Lira, aliado de Bolsonaro. Ambos criticaram o que consideram pouco empenho para a aprovação de projetos e reformas no Senado.
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27/10 - Telefônica Brasil lucra mais no 3º trimestre, com custos controlados e alta da base móvel
Empresa viu sua base de acessos móveis subir 7,2% em 12 meses, mas perdeu 0,6 ponto percentual do market share. Sede da Telefonica em Madrid REUTERS/Juan Medina A Telefônica Brasil teve lucro acima das expectativas do mercado no terceiro trimestre, uma vez que seguiu ampliando sua base de telefonia móvel e manteve os custos sob controle. A companhia de telecomunicações anunciou nesta quarta-feira (27) que teve lucro líquido de R$ 1,315 bilhão no período, alta de 8,5% ante mesma etapa de 2020 e acima da previsão média de analistas consultados pela Refinitiv, de R$ 1,16 bilhão. O resultado operacional medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda) recorrente somou R$ 4,41 bilhões de julho a setembro, alta de 2,1% ano a ano e quase em linha com a previsão dos analistas, de R$ 4,44 bilhões. A margem Ebitda recorrente ficou estável em 40%. Numa mão, a Telefônica Brasil viu sua base de acessos móveis subir 7,2% em 12 meses, para 82,25 milhões. Ainda assim, perdeu 0,6 ponto percentual do market share, a 33%. Além do crescimento da base, a empresa reajustou os planos controle e parte dos pós-pagos. Com isso, a receita líquida avançou 2,2%, para R$ 11 bilhões, mesmo com a base de acessos fixos caindo 10,8%, a 15,17 milhões. Na outra ponta, os custos recorrentes subiram apenas 2,3%, a R$ 6,62 bilhões, com a empresa afirmando que a maior digitalização neutralizou os efeitos da inflação no período. A companhia anunciou pouco antes um acordo não vinculante para formar uma joint-venture em partes iguais com o grupo educacional Ânima, com foco na criação de uma plataforma de cursos digitais.
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27/10 - França anuncia represálias pós-Brexit por pesca; Reino Unido considera medidas 'desproporcionais'
Governo francês pretende proibir o desembarque de produtos marinhos britânicos na França. Países disputam licenças e autorizações para pescadores. Pesqueiros franceses participam de protesto na ilha de Jersey, que pertence ao Reino Unido, em meio ao imbróglio sobre as regras para a pesca pós-Brexit; foto de maio de 2021 Sofia Bouderbala/AFP A França anunciou nesta quarta-feira (27) que entrará em vigor na próxima terça uma lista de sanções contra o Reino Unido caso as licenças para pescadores franceses continuem insuficientes, o que Londres considerou "desproporcional" (leia mais no fim da reportagem). LEIA TAMBÉM Falta de mão de obra provoca temor de desabastecimento no Reino Unido Britânicos correm o risco de ficar sem peru de Natal, alertam fazendeiros Depois do Conselho de Ministros de quarta-feira, o governo francês decidiu que, se não houver avanços até o início de novembro, várias medidas serão aplicadas. O governo francês pretende proibir o desembarque de produtos marinhos britânicos na França e instalar "controles aduaneiros e sanitários sistemáticos sobre os produtos britânicos desembarcados". Relembre no VÍDEO abaixo as regras do Brexit, que passaram a valer no início de 2021 Pós-Brexit no Reino Unido: as regras que passam a valer a partir de 1 de janeiro O porta-voz do governo francês, Gabriel Attal, referiu-se a uma resposta gradual, com uma possível "segunda série de medidas", com medidas "sobre o fornecimento de eletricidade para as ilhas anglo-normandas". Posteriormente, o governo britânico chamou as retaliações francesas de "decepcionantes" e "desproporcionais". Briga comercial após o Brexit Relógio com contagem regressiva para o Brexit, projetado na fachada da residência oficial do primeiro-ministro britânico, em 10 Downing Street, Londres, chega ao 00:00, na sexta-feira (31) Reuters/Toby Melville O anúncio surge no contexto do conflito entre os dois países sobre o número de licenças concedidas aos pescadores franceses após o Brexit nas ilhas anglo-normandas. A questão da pesca é uma das que mais geram atritos pós-Brexit entre a França e o Reino Unido, embora envolva um pequeno número de atores. "As ameaças da França são decepcionantes e desproporcionais e não correspondem ao que se poderia esperar de um aliado e parceiro próximo", disse um porta-voz do governo britânico, citado em um tuíte do secretário de Estado responsável pelo Brexit, David Frost. Frost denunciou a falta de "comunicação oficial do governo francês a esse respeito". Em reação a possíveis medidas francesas, o porta-voz do primeiro-ministro britânico Boris Johnson havia indicado anteriormente que não havia "nenhum contato formal" com o governo francês sobre esse ponto. "É importante destacar que 98% das licenças de pesca foram concedidas", acrescentou o premiê.
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27/10 - Brasil volta a liderar ranking mundial de juros reais
País vinha na segunda posição, mas 'recuperou' o topo com a alta da Selic para 7,75% nesta quarta-feira (27). Ranking leva em consideração os juros praticados em 40 países. O Brasil voltou a liderar um ranking nada lisonjeiro: é agora o país com a maior taxa mundial de juros reais, segundo ranking compilado pelo MoneYou e pela Infinity Asset Management. O país vinha na segunda posição da lista, mas passou a Rússia e assumiu a liderança após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, de elevar a taxa básica de juros do país a 7,75% nesta quarta-feira (27). Selic em alta: qual o impacto da taxa de juros na economia? Com a nova Selic, os juros reais, ou seja, descontada a inflação (leia mais abaixo), atingiram 5,96% ao ano. A taxa de juros real é calculada com abatimento da inflação prevista para os próximos 12 meses, sendo considerada uma medida melhor para comparação com outros países. VEJA O RANKING ABAIXO: Ranking dos juros reais g1 Juros nominais Considerando os juros nominais (sem descontar a inflação), a taxa brasileira subiu para a terceira posição e passou a Rússia. Veja abaixo: Argentina 38,00% Turquia 16,00% Brasil 7,75% Rússia 7,50% Índia 5,40% México 4,75% China 4,35% Indonésia 3,50% África do Sul 3,50% Chile 2,75%
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27/10 - Selic a 7,75%: veja como fica a rentabilidade da poupança e de outros investimentos
Caderneta de poupança passa a ter retorno de 0,44% ao mês e de 5,43% ao ano, mas continuará perdendo para a inflação. Veja os investimentos mais buscados em outubro e simulações de como fica a rentabilidade nas principais aplicações de renda fixa. Com a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) de elevar a taxa básica de juros (Selic) para 7,75% ao ano, aplicações financeiras como caderneta de poupança e investimentos em renda fixa passarão a ter um retorno maior, embora ainda continuem perdendo para a inflação. Brasil volta a liderar ranking mundial de juros reais A rentabilidade da poupança, por exemplo, passará a ser de 0,44% ao mês e de 5,43% ao ano, de acordo com a regras em vigor. Até então, com a Selic a 6,25% ao ano, o retorno da aplicação financeira mais popular do país estava em 0,36% ao mês e de 4,38% ao ano. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Nesta quarta-feira (27), o Banco Central decidiu acelerar a alta da Selic, que foi elevada em 1,50 ponto percentual. E a expectativa do mercado é de que a taxa Selic continue avançando nos próximos meses em meio às preocupações com a inflação acima dos dois dígitos em 12 meses e com a deterioração das expectativas após o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter proposto flexibilizar o teto de gastos, tido como principal mecanismo de controle fiscal do país. Selic em alta: qual o impacto da taxa de juros na economia? Prévia da inflação fica em 1,20% em outubro e atinge 10,34% em 12 meses Após Guedes admitir flexibilizar teto de gastos, mercado prevê maior alta dos juros QUIZ: Faça o quiz e veja qual investimento mais combina com você Estimativa da inflação sobe pela 29ª semana seguida Pela regra em vigor desde 2012, quando a Selic está em até 8,5% ao ano, a correção da caderneta de poupança é limitada a um percentual de 70% dos juros básicos mais a Taxa Referencial (TR, calculada pelo Banco Central e que está em zero desde 2017). A expectativa é de que a Selic supere o patamar de 8,5% ao final de 2021. Com isso, a poupança passaria a render 0,5% ao mês + TR, ou 6,17% ao ano. O mercado projeta atualmente uma Selic em 8,75% ao ano no fim de 2021, chegando a 9,5% ao término de 2022. Veja abaixo simulações de como fica a rentabilidade da caderneta de poupança e de outras aplicações de renda fixa. Simulação de aplicação de R$ 1 mil na poupança Veja como fica um rendimento de R$ 1 mil na poupança num prazo de 12 meses, considerando a manutenção da nova taxa de retorno, segundo simulações do diretor executivo da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira. Antes: rendimento era de R$ 43,80 (totalizando R$ 1043,80 ou 4,38% ao ano) Agora: rendimento será de R$ 54,30 (totalizando R$ 1054,30 ou 5,43% ao ano) Vale destacar, porém, que os depósitos feitos até abril de 2012, na chamada "poupança velha", continuam rendendo 0,50% ao mês e 6,17% ao ano (ou R$ 61,70 para cada R$ 1 mil aplicados). Poupança perde rentabilidade há 13 meses Em 2021, os saques nas cadernetas de poupança já superam os depósitos em mais de R$ 23 bilhões. O estoque dos valores depositados pelos brasileiros nesta modalidade de investimento, porém, ainda somava R$ 1,031 trilhão em setembro. Mesmo rendendo um pouco mais, a poupança continua perdendo para a inflação. Já são 13 meses seguidos que a modalidade amarga uma queda no poder de compra. Desde o final do ano passado, a poupança vem perdendo rentabilidade em termos reais. Em setembro, o retorno em 12 meses, descontada a inflação, foi de -7,46%, segundo levantamento da provedora de informações financeiras Economatica. Foi o pior rendimento real da poupança desde outubro de 1991, quando o poupador que deixou o dinheiro nesta modalidade perdeu -9,72% no acumulado em 1 ano. Veja gráfico abaixo: Rentabilidade da poupança em 12 meses até setembro/21 Economia g1 Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 1,16% e a inflação oficial do país atingiu 10,25% em 12 meses. Em meio ao aumento do preço da energia e dos combustíveis, a expectativa é de nova aceleração da taxa de inflação em outubro. A expectativa do mercado financeiro para a inflação em 2021está atualmente em 8,96%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Para 2022, a projeção está em 4,40%. Como ficam os outros investimentos A elevação da Selic também irá melhorar a rentabilidade de investimentos em renda fixa como títulos públicos vendidos por meio do Tesouro Direto, CDBs (Certificado de Depósito Bancário), LCI (Letras de Crédito Imobiliário), LCA (Letras de Crédito do Agronegócio), CRI e CRA (Certificados de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio) e de debêntures incentivadas, que são títulos emitidos por empresas para financiar seus projetos e operações. Simulações do Yubb mostram que, com a Selic a 7,75%, o retorno líquido dos principais investimentos em renda fixa também continuará perdendo para a inflação, mas que em diversas modalidades a rentabilidade é melhor que a oferecida pela poupança. Veja quadro abaixo: Projeções de rentabilidade da renda fixa O levantamento do Yubb projeta as rentabilidades anualizadas (12 meses), considerando Selic a 7,75% ao ano, projeção de inflação de 8,96% em 2021e alíquota de 20% de imposto de renda a prazos de vencimento entre 181 e 360 dias. Embora a poupança siga perdendo para outras aplicações, a Anefac lembra que a modalidade mais popular do país continuará se destacando frente aos fundos de renda fixa, principalmente sobre aqueles cujas taxas de administração sejam superiores a 1% ao ano. Por serem isentos do pagamento de imposto de renda, os rendimentos da poupança podem superar também os de CDBs de grandes bancos, como mostra as simulações do Yubb. Mesmo num cenário de Selic acima de 8,50% ao ano, a poupança continuará "a perder de investimentos conservadores tão ou mais seguros como o Tesouro Selic", segundo destacou a XP, em relatório recente, acrescentando que o formato de “escadinha” da rentabilidade da poupança é outra desvantagem. "A rentabilidade ocorre apenas uma vez ao mês (aniversário da aplicação), ao passo em que os investimentos em Tesouro Selic e CDB possuem rentabilidade diária", explicam os analistas. Onde colocar o dinheiro? Em meio à alta da Selic e piora das projeções para a economia brasileira, tem aumentado a procura por investimentos em renda fixa em detrimento à renda variável e ativos negociados na bolsa. Levantamento do Yubb mostra que os investimentos mais buscados neste mês, até o dia 27, foram pela ordem: CDBs, LC/RDB, LCI/LCA e Tesouro Direto. Investimentos mais buscados em outubro: CDBs LC/RDB LCI/LCA Tesouro Direto Criptoativos Fundos multimercado Fundos de ações Ações livres Fundos de índice (ETFs) Fundos imobiliários (FIIs) "Com o cenário de alta dos juros brasileiros e deterioração econômica, a bolsa de valores tende a sofrer descontos e, em certa medida, perda de interesse por parte dos investidores. Com isso, o capital dos grandes investidores migra para títulos de renda fixa públicos e privados", afirma Bernardo Pascowitch, CEO e fundador do Yubb. O especialista recomenda, entretanto, cautela com relação a investimentos com taxas de rentabilidade prefixadas. "Embora prefixados possam chamar atenção em virtude da sua alta rentabilidade, não se sabe ainda qual será o teto do atual movimento de alta dos juros brasileiros. Portanto, tem-se como mais seguro optar por títulos de renda fixa pós-fixados ao invés dos prefixados -- porque os pós-fixados acompanharão o ciclo de juros e protegerão o pequeno investidor da alta da inflação", explica. Importante lembrar que maiores rentabilidades costumam estar associadas a uma maior disposição ao risco e também a aplicações financeiras com prazos de vencimento maiores ou sem necessidade de resgate no curto prazo. Além disso, a diversificação continua sendo fundamental para maximizar os retornos dos investimentos no longo prazo. Num cenário de dólar alto, analistas sugerem investir parte da carteira em aplicações que permitem proteger o patrimônio contra depreciações da moeda brasileira, como ETFs (fundos de índice) de ações estrangeiras, BDRs (recibos de ativos estrangeiros negociados na B3) e fundos de investimento ou de ações estrangeiras.
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27/10 - Banco Central aumenta taxa de juros para 7,75% ao ano, maior patamar desde 2017
Decisão do governo de flexibilizar o teto de gastos gerou reação negativa e deve motivar aceleração do ritmo de alta dos juros. Analistas já vislumbram estagflação no próximo ano. Taxa básica de juros sobe para 7,75% ao ano O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (27) elevar a taxa básica de juros da economia de 6,25% para 7,75% ao ano. Foi a sexta alta consecutiva, e a mais ampla desse ciclo. Com o anúncio, a taxa Selic atinge o maior patamar em quatro anos — em outubro de 2017, a taxa foi reduzida de 8,25% para 7,5% (veja no gráfico abaixo). A elevação de 1,5 ponto percentual de uma só vez é a maior desde dezembro de 2002, quando a Selic subiu 3 pontos percentuais. No comunicado divulgado após a reunião desta quarta, o Copom: diz ver sinais de uma inflação persistente no país, além dos componentes "voláteis"; sinaliza que pode voltar a elevar a Selic em 1,5 ponto em dezembro, e aponta que a tentativa de furar o teto de gastos pode gerar movimentos inflacionários ainda maiores. O novo índice supera a estimativa que já tinha sido divulgada pelo mercado financeiro, coletada em pesquisa realizada pelo BC na semana passada. A previsão foi revisada para cima após o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitir a possibilidade de flexibilizar o teto de gastos. Até a semana anterior, a maior parte dos especialistas ouvidos pelo BC apostava em aumento de 1,25 ponto percentual - o que levaria a Selic para 7,5%. Com a divulgação da prévia da inflação de outubro, que indicou aceleração da alta de preços, economistas já tinham revisado a projeção para os 7,75% confirmados pelo Copom. Risco fiscal se materializou, e BC deve aumentar ainda mais a taxa de juros, diz economista LEIA TAMBÉM ENTENDA como a alta da taxa de juros impacta na economia Mercado prevê maior alta dos juros em 2021 e 2022, após Guedes admitir flexibilizar teto de gastos A decisão do Copom No comunicado, o comitê disse avaliar que a disparada da inflação não foi impulsionada somente por componentes "voláteis", mas também pela chamada "inflação subjacente", mais duradoura. Nesse sentido, segundo o Copom, as elevadas projeções de inflação do Copom justificam a elevação da taxa Selic. O comitê trabalha com um cenário de aumento da Selic para 8,75% em 2021 e para 9,75% durante 2022, terminando o ano em 9,50%. A redução na taxa ocorreria só em 2023, para 7% ao ano. No comunicado, o Copom diz antever que na próxima reunião, em dezembro, fará outra elevação de 1,5 ponto percentual na taxa Selic. Ainda no comunicado, o comitê chama atenção para "recentes questionamentos" do teto de gastos, que provocaram uma "deterioração" no balanço de riscos e um aumento na incerteza da economia. "Isso implica maior probabilidade de trajetórias para a inflação acima do projetado", afirma o comitê. "O cenário básico e o balanço de riscos do Copom indicam ser apropriado que o ciclo de aperto monetário avance ainda mais no território contracionista." Ritmo acelerado Nos dois últimos encontros do Copom, em agosto e setembro, o elevação dos juros foi de um ponto percentual. Para este mês, havia uma indicação do BC de que esse ritmo de alta seria mantido. Porém, o mercado passou a prever uma elevação maior após o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter admitido na semana passada "furar" o teto de gastos (mecanismo que limita o aumento da maior parte das despesas à inflação do ano anterior). Guedes tem dito que as mudanças no teto de gastos têm por objetivo ampliar a proteção social, por meio do Auxílio Brasil, programa social sucessor do Bolsa Família. Mas analistas têm indicado que seria possível incrementar o programa sem estourar o limite para despesas, utilizando, por exemplo, recursos destinados às emendas parlamentares. De acordo com relatório assinado pelo economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita, as notícias sobre a alta dos gastos aumentaram as dúvidas sobre o futuro do teto de gastos no Brasil. "Sem uma âncora fiscal crível, a tarefa do Banco Central de manter a inflação na meta se torna mais difícil", avaliou. Na última semana, o mercado passou a prever juros mais altos também no futuro. Para o fim de 2021, a expectativa dos analistas passou de 8,25% para 8,75% ao ano e, para o fechamento de 2022, os economistas do mercado financeiro subiram a expectativa para a taxa Selic de 8,75% para 9,5% ao ano. Como a taxa Selic é definida O principal instrumento do Banco Central para conter a propagação da alta de preços é a taxa básica de juros, que é definida com base no sistema de metas de inflação. Normalmente, quando a inflação está alta, o BC eleva a Selic, e a reduz quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas predeterminadas. Para 2021, a meta central de inflação é de 3,75%. Pelo sistema vigente no país, será considerada cumprida se ficar entre 2,25% e 5,25%. Neste momento, o BC já está olhando para a meta de inflação de 2022 para definir os juros. No próximo ano, a meta central de inflação é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%. IPCA-15: Prévia da inflação em outubro tem maior alta para o mês desde 1995 Inflação Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, ficou em 1,16%. Esta foi a maior taxa para um mês de agosto desde o início do plano real, em 1994. Em 12 meses, a inflação atingiu o patamar de dois dígitos: 10,25%, a mais alta desde fevereiro de 2016. De acordo com levantamento do Instituto Superior de Administração e Economia da Fundação Getúlio Vargas (ISAE/FGV), mais da metade da inflação, neste ano, é resultado da disparada dos combustíveis, energia e carne. Esses estão entre os itens que mais têm pesado no bolso do brasileiro e na inflação. O mercado financeiro estima que a inflação medida pelo IPCA somará 8,96% neste ano, mais do que o dobro da meta central (7,5%) e acima do teto de 5,25% do sistema de metas. Para 2022, a previsão de inflação do mercado está em 4,40%, acima da meta central mas ainda dentro do intervalo de tolerância. Estagflação Com o aumento do chamado "risco fiscal" — as incertezas sobre as contas públicas no futuro — e o reflexo disso na economia (alta do dólar, da inflação e, consequentemente, das taxas de juros bancárias), analistas vislumbram a possibilidade de estagflação na economia brasileira no próximo ano. Esse fenômeno se caracteriza por estagnação na economia, ou seja, sem crescimento do nível de atividade, ou até mesmo retração, associada ao aumento do desemprego e da inflação. "Aumentou a possibilidade de ter estagflação ano que vem, mas não é ainda uma certeza", avaliou Luis Otavio de Souza Leal, economista-chefe do banco Alfa. Segundo ele, a confirmação desse cenário vai depender do quanto o BC terá de elevar os juros e do desempenho da economia no quatro trimestre deste ano (que gera um efeito estatístico para 2022). Leal estimou uma alta de 4,5% para a inflação no próximo ano. Em relatório, o Itaú estimou que o Copom terá de elevar os juros para até 11,25% ao ano nos primeiros meses de 2022, o que levará a atividade econômica para um "recuo moderado" — um tombo de 0,5% para o PIB em 2022. "Um real mais fraco [dólar a R$ 5,50 no fim de 2021 e 2022] aumentará as pressões inflacionárias, mas o controle de danos do BCB deve limitar um contágio maior, com a inflação recuando para 4,3% em 2022, de 9% em 2021", acrescentou, no documento. Consequências da alta dos juros De acordo com economistas, o aumento do juro básico da economia, tem vários reflexos na economia. Veja abaixo os principais: A elevação da taxa de juros, o aumento do juro básico da economia, já está resultando em taxas bancárias mais elevadas e a tendência é de que novos aumentos também sejam repassados aos clientes. Em setembro, a taxa média dos bancos foi a maior desde abril de 2020. Além do juro básico, o aumento do IOF anunciado pelo governo também impacta o custo final dos empréstimos. O aumento da taxa de juros também influencia negativamente o consumo da população e os investimentos produtivos, impactando, assim, o Produto Interno Bruto (PIB), o emprego e a renda. Economistas estão baixando há semanas a previsão de crescimento da atividade econômica em 2022. O aumento da taxa básica da economia gera uma despesa adicional com juros da dívida pública. Gabriel Leal de Barros, da RPS Capital, calculou que o ciclo de alta da Selic de 2% ao ano, em março de 2021, para 7,5% ao ano, se confirmada, geraria uma despesa adicional de quase de R$ 180 bilhões com juros da dívida (se mantida em 12 meses). Aplicações financeiras em renda fixa, como a caderneta de poupança, tendem a render um pouco mais. Com o juro básico em 7,5% ao ano mais taxa referencial (TR), por exemplo, a poupança passará a render 5,25% ao ano, contra 4,375% ao ano, mais TR (com taxa Selic em 6,25% ao ano). Mesmo assim, o rendimento da poupança segue perdendo da inflação.
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27/10 - Sem renda, brasileiros têm que pagar a própria perícia em ações contra o INSS após lei que definia custeio expirar
Só em 2020, mais de 902 mil ações abertas contra o INSS demandavam perícia. Em setembro, lei que garantia esse custeio expirou e, agora, o autor do processo tem que arcar com os custos. Segurados têm que pagar custos com perícia em ações contra o INSS Pessoas que não estão recebendo nenhum tipo de renda estão tendo que pagar suas próprias perícias médicas caso ingressem com uma ação judicial contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Isso porque a Lei 13.846/2019, que garantia que o Poder Executivo arcasse com esses custos por dois anos, expirou em setembro deste ano. Desde então, não há lei no país que indique quem deve ficar responsável por desembolsar o valor dos honorários periciais. Algumas decisões judiciais estão dando a opção do autor da ação arcar com essa despesa, que custa a partir de R$ 200. Os autores dessas ações são pessoas que estão, na via judicial, tentando receber auxílio do INSS por uma incapacidade temporária — o antigo auxílio-doença — ou aposentadoria por invalidez, por exemplo. Ou seja, são pessoas que estão incapacitadas para trabalhar e sem receber auxílio. Caso essa pessoa não consiga pagar o valor, a ação fica suspensa por 90 dias — prazo em que se espera a aprovação do Projeto de Lei 3.914/2020, que regulamentaria essa situação. Só no ano 2020, foram mais de 902 mil ações abertas contra o INSS que demandavam perícia. Gerente executiva do INSS tira dúvidas sobre a perícia médica Sem saída O autônomo Cidronilio Corrêa, de 58 anos, é curador da Rosália, irmã dele que tem deficiência mental. Há quase dois anos, ele fez o requerimento, em nome dela, do Benefício de Prestação Continuada (BPC) — concedido a pessoas com deficiência. Sem uma decisão do INSS até o momento, a advogada que o atende levou o caso para a via judicial na tentativa de acelerar o processo. Entretanto, com o fim do custeio das perícias, a Justiça determinou que ele deve pagar os R$ 200 dos honorários periciais para dar sequência à ação. “Ele está desempregado, tem que passar o dia cuidando da irmã e não consegue sair para trabalhar. É uma situação de miserabilidade extrema, a pessoa está passando necessidade”, afirma a advogada previdenciarista que atende o caso no Espírito Santo, Fabíola Silva. Para a presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Adriane Bramante, não é viável que essas pessoas paguem a própria perícia, especialmente no cenário atual, com os reflexos da pandemia. "As pessoas não têm dinheiro para comer, para comprar remédio. São pessoas em vulnerabilidade, já estão doentes, já estão incapazes de trabalhar e sem receber o benefício, sem proteção. Ter que dispor de R$ 200 de perícia é uma exigência absurda nesse momento", afirma. Em pouco mais de um mês sem lei para regulamentar a situação, a advogada previdenciarista Catarine Mulinari, que atua na capital capixaba, foi procurada por diversos clientes que já enfrentam o problema. "Uma das pessoas que atendo tem 60 anos e atua como pedreiro. Ele torceu o tornozelo dentro do local de trabalho. O despacho foi que a perícia fosse paga por ele", conta a advogada. O escritório em que ela trabalha optou por arcar com os custos das perícias desses clientes para que o processo não fique parado. "Nossa maior preocupação são os segurados que não têm acesso a um advogado que possa custear as perícias", afirma Mulinari. A presidente do IBDP afirma que, no momento, ficam privilegiados apenas os autores que conseguem contar com a ajuda financeira dos advogados. "São só os grandes escritórios. Dez, 12, 20 escritórios podem pagar perícia para o cliente. Mas a advocacia não tem a obrigação de pagar esse valor de perícia", diz Bramante. PL propõe que custos voltem a ser subsidiados pela Justiça Historicamente, o poder Judiciário sempre arcou com os custos dos honorários periciais. Entretanto, com o apagão de perícias que ocorreu entre os anos de 2018 e 2019 após alegação de falta de verba para pagar o pagamento do serviço, a Lei 13.876/2019 transferiu, provisoriamente, essas despesas ao Executivo. Como o prazo expirou no final do mês passado, o Projeto de Lei 3.914/202, de autoria do deputado Hiran Gonçalves (PP/RR), foi criado para transferir novamente esses custos para o Judiciário. Mas, a pedido do Ministério da Economia, o projeto recebeu uma emenda que torna obrigatório o pagamento da perícia pelo próprio autor da ação, exceto em casos em que for requerida justiça gratuita e que a pessoa seja de comprovada baixa renda — com renda de 1/2 salário mínimo per capita familiar e de renda familiar mensal de até três salários mínimos. A presidente do IBDP afirma que, desta forma, o PL não contempla pessoas que estão no chamado limbo jurídico. “Por exemplo, uma pessoa que recebe R$ 4 mil. A pessoa tem renda superior a três salários mínimos, mas naquele momento ela está sem renda. Para o empregador, ele está incapacitado e não pode trabalhar. Para o INSS, ele está capacitado e não vai receber licença. Ou seja, em tese a renda dele é de R$ 4 mil, mas essa pessoa não tem renda nenhuma no momento", explica Bramante. Esse é o caso de Hilda da Silva, de 56 anos, que trabalhava como auxiliar de produção de uma fábrica. Ela foi diagnosticada com um problema na coluna, não consegue mais exercer a profissão e solicitou o auxílio por incapacidade temporária. “Minha firma não me deixa trabalhar porque o médico do trabalho diz que eu não tenho condições. Dei entrada no INSS, mas o perito disse que eu posso trabalhar”, conta ela. “Agora eu tenho que pagar R$ 200 reais para fazer a perícia. Eu não tenho como pagar, não estou trabalhando, não tenho de onde arrancar esse dinheiro. Estou com quatro contas de luz sem pagar”, desabafa Hilda, que também já descarregando caminhões, plantando arroz e como caseira. “Nunca fugi do trabalho, na vida tudo eu estava topando. Agora eu estou precisando do INSS e eles não estão me atendendo.” Segundo a advogada, se aprovada do jeito que está, a lei deixará de atender esse contingente de pessoas que também precisam de ajuda com os custos periciais. Bramante acredita que o texto do PL deve ter critérios mais objetivos de gratuidade das perícias, deixando a critério do juízo que está julgando a ação como a pessoa pode comprovar sua situação de vulnerabilidade financeira. O texto do Projeto de Lei já foi enviado para apreciação do Senado Federal, mas ainda não há data definida para a votação. Em nota, o Conselho Nacional de Justiça afirmou que acompanha com atenção o desenrolar do assunto, mas que é o Conselho da Justiça Federal que está fazendo as tratativas, uma vez que a medida pode gerar impacto no orçamento da Justiça Federal. Já o Conselho Federal de Justiça disse que entende que o prazo para que o Executivo efetuasse os pagamentos de honorários periciais expirou em 23 de setembro de 2021. Segundo o CFJ, após essa data os pagamentos só poderão ocorrer com uma lei autorizando a continuidade do pagamento, tal como previsto no Projeto de Lei 3914/2020, em tramitação no Senado Federal. O Ministério da Economia disse que não vai comentar o caso.
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27/10 - Pacheco diz que, se passar na Câmara, PEC dos Precatórios pode ir direto a plenário no Senado
Texto é principal aposta do governo para viabilizar o Auxílio Brasil. Câmara tenta articular acordo para votação do texto ainda nesta quarta. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta quarta-feira (27) que, caso a Câmara aprove a proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, avaliará a possibilidade de levar o texto para votação diretamente no plenário, sem passar por comissões. A PEC é uma das apostas do governo federal para viabilizar o Auxílio Brasil, programa social que deve substituir o Bolsa Família. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), tenta colocar o texto em votação ainda nesta quarta, mas há resistências. No Senado, propostas que mudam as regras constitucionais costumam ser analisadas, primeiramente, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Mas, em razão da necessidade de se viabilizar um reforço no programa de assistência social, Pacheco declarou que o texto será analisado com "ligeireza". "Talvez nós possamos invocar o normativo que existe hoje no Senado, em razão das sessões semipresenciais, a possibilidade de se ir direto para o plenário do Senado. Essa possibilidade vamos avaliar", afirmou Pacheco. A PEC estabelece um teto para o valor a ser pago pelo governo federal, a cada ano, na quitação de precatórios – dívidas da União já reconhecidas pela Justiça. Se for promulgada, a medida abre espaço no Orçamento de 2022 para o governo pagar o Auxílio Brasil. Entenda no vídeo abaixo: Entenda a mudança na PEC dos Precatórios e o impacto no teto de gastos "Tão logo a Câmara dos Deputados aprecie e aprove essa PEC, eu vou cuidar para que o Senado faça o mesmo, com o tempo necessário, obviamente, de reflexão, mas com a ligeireza também necessária para poder se dar solução definitiva a esse problema, que, de certo modo, tem atormentado o Brasil, que é essa indefinição quanto ao pagamento de precatórios, responsabilidade fiscal e o Auxílio Brasil", acrescentou o presidente do Senado. Rodrigo Pacheco disse ainda que há "compromisso" para uma solução para o pagamento do Auxílio Brasil, que a sociedade "clama" pelo programa, mas que a assistência tem de ser feita com responsabilidade fiscal. O parlamentar por Minas Gerais também disse não ver a proposta como algo "oportunista', "demagógico" ou "eleitoreiro". "É um problema que temos que resolver", afirmou.
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27/10 - Após receber propostas, Anatel prevê que leilão do 5G deve durar dois dias
De acordo com a agência, número elevado de proponentes (15) e de lotes deve fazer com que leilão, marcado para 4 de novembro, termine apenas no dia 5. O presidente da comissão especial de licitação do 5G e superintendente de competição da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Abraão Balbino e Silva, afirmou nesta quarta-feira (27) que o leilão do 5G deve durar dois dias. Com isso, o leilão, marcado para começar em 4 de novembro, deve ser concluído apenas no dia 5. A previsão se deve ao número alto de propostas recebidas pela agência nesta quarta de empresas interessadas em participar do leilão. Foram 15 propostas no total, número máximo previsto pela Anatel. O edital do leilão já prevê a possibilidade de extensão da sessão em caso de necessidade. De acordo com Balbino e Silva, "certamente" o leilão vai se estender até 5 de novembro. Anatel recebe 15 propostas para o leilão do 5G Das 15 propostas apresentadas, cinco são de operadoras que já atual no Brasil, entre elas TIM, Claro e Vivo. Outras dez são de empresas que podem se tornar novas empresas de telefonia no país. Entretanto, ainda não há garantia de que todas as 15 empresas participação do leilão. Isso porque a Anatel ainda analisará a documentação e as garantias entregues por esses grupos, que podem ser desclassificados em caso de descumprimento das exigências previstas no edital. As empresas vão disputar lotes nacionais e regionais do leilão, que oferecerá quatro faixas de frequência: 700 MHz; 2,3 GHz; 3,5 GHz; e 26 GHz. Essas faixas funcionam como "avenidas" no ar para transmissão de dados. É por meio das faixas que o serviço de internet de quinta geração será prestado. Além de as faixas de frequência terem sido divididas em lotes nacionais e regionais, alguns lotes preveem uma segunda rodada de ofertas, caso a primeira rodada não receba propostas. Esse é mais um fator que deve contribuir para alongar a sessão. É esperado, ainda, discursos políticos no primeiro dia do leilão, incluindo do ministro das Comunicações, Fábio Faria. O leilão começa às 10h do dia 4 de novembro, quando serão abertas as propostas apresentadas pelas empresas nesta quarta. VÍDEOS: notícias de economia
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27/10 - Dívida pública recua 0,68% em setembro, para R$ 5,44 trilhões
De acordo com o Tesouro Nacional, queda se deve ao resgate líquido (acima das emissões) de R$ 90,27 bilhões em títulos públicos. Despesas com juros somaram R$ 52,92 bilhões em setembro. A dívida pública federal em títulos – que inclui os débitos do governo no Brasil e no exterior – registrou queda de 0,68% em setembro e atingiu R$ 5,443 trilhões, informou a Secretaria do Tesouro Nacional nesta quarta-feira (27). Em agosto, a dívida somava R$ 5,480 trilhões. A dívida pública é a emitida pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal. Ou seja, são empréstimos feitos para pagar despesas que ficam acima da arrecadação com impostos e tributos. De acordo com o Tesouro Nacional, a dívida recuou em setembro porque os resgates de títulos superaram as emissões de novos papéis em R$ 90,27 bilhões. Esse valor superou as despesas com juros, que somaram R$ 52,92 bilhões (atuando para elevar o endividamento). Segundo a instituição, a curva de juros subiu no Brasil no mês passado "refletindo a maior aversão ao risco no exterior e no cenário interno, embora a discussão entre poderes para pagamento dos precatórios dentro do limite do teto de gastos tenha contribuído para estabilizar o mercado de juros". A expectativa do Tesouro Nacional é de que a dívida pública continue a crescer nos próximos meses, e que termine 2021 entre R$ 5,6 trilhões e R$ 5,9 trilhões. Risco fiscal se materializou e BC deve aumentar ainda mais a taxa de juros, diz economista Detentores e custo médio Os números do Tesouro Nacional também revelam que os investidores estrangeiros compraram títulos públicos no mês passado. Por isso, a participação desse grupo na dívida pública interna avançou. Em agosto, os não residentes no país detinham 9,76% da dívida total, o equivalente a R$ 510 bilhões, valor que subiu para R$ 521 bilhões, ou 10,05% do total, em setembro. Com isso, os estrangeiros seguem na quarta colocação de principais detentores da dívida pública interna, atrás de: instituições financeiras (R$ 1,624 trilhão, ou 31,33% do total). fundos de investimento (R$ 1,2 trilhão, ou 23,15% do total); fundos de previdência (R$ 1,128 trilhão ou 21,76% do total); Já o custo médio das emissões de títulos públicos no mercado interno, segundo o Tesouro Nacional, passou 7,96% ao ano, em doze meses agosto, para 8,10% ao ano, em setembro. O aumento do custo médio está relacionado com o aumento dos juros básicos da economia pelo Banco Central para combater a inflação. Início de outubro Na parcial do mês de outubro, ainda segundo o Tesouro Nacional, houve novo aumento nos juros futuros, com impacto as taxas dos leilões de venda de títulos públicos. "A parte curta da curva [de juros] subiu, em grande medida, devido à percepção de risco fiscal. As partes intermediárias e longas da curva também tiveram alta, reflexo das preocupações com questões fiscais e da pressão ocasionada pela alta das 'treasuries' [títulos] no mercado dos EUA", informou. Acrescentou que, nesse cenário, o risco Brasil (acima da curva de juros dos Estados Unidos) de cinco anos apresentou alta de 10,8%, alcançando o valor de 228 pontos no dia 26 de outubro. "Ao longo do mês de outubro, o Tesouro Nacional voltou a ajustar as suas emissões em função das condições de mercado, optando por reduzir os lotes em momentos de maior volatilidade", concluiu.
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27/10 - Emprego e estágio: confira as vagas disponíveis em Alagoas
Por meio do Sine, são disponibilizadas 38 vagas de emprego em Maceió e 40 em Arapiraca. Oportunidade de estágio é para áreas de engenharia e arquitetura. Sine Alagoas disponibiliza 38 vagas de emprego em Maceió Divulgação/ Secom Quem está procurando emprego em Maceió e em Arapiraca pode se candidatar a uma das vagas disponíveis nesta quarta-feira (27) por meio do Sine Jaraguá, na capital alagoana, e do Sine Arapiraca. Há ainda oportunidade para universitários em busca de estágio. São 38 vagas de emprego na capital para diversas áreas e níveis de escolaridade, desde o ensino fundamental completo até o ensino superior. Veja os cargos e a quantidade de vagas abaixo: Vagas de emprego em Maceió Mecânico linha leve - 1 vaga Preparador automotivo - 1 vaga Funileiro - 1 vaga Serigrafista - 1 vaga Técnico de refrigeração - 1 vaga Motorista Carreteiro - 1 vaga Vendedor Externo - 10 vagas Vendedor interno - 10 vagas Auxiliar de Confeitaria - 1 vaga Cabeleireira - 1 vaga Manicure - 1 vaga Barbeiro - 1 vaga Operador de Caixa - 5 vagas Auxiliar Administrativo - 3 vagas Para se candidatar para uma das vagas é preciso acessar o Facebook ou Instagram do Sine Alagoas e conferir o processo de candidatura individual da vaga que varia de acordo com o processo da empresa. Vagas de estágio em municípios do interior As vagas de estágio são para universitários que estão cursando o 6º período de engenharia civil ou arquitetura, para trabalhar nos seguintes municípios: Viçosa São Miguel dos Campos São Luís do Quitunde União dos Palmares Santana do Mundaú Matriz de Camaragibe Murici Chã Preta São Brás Maribondo Traipu Lagoa da Canoa Igaci Igreja Nova Cacimbinhas Penedo Piaçabuçu Não há informação sobre a quantidade de vagas de estágio. Os interessados devem enviar currículo para o email rh@consorcioinovar.com.br e colocar no campo "assunto" o nome da vaga e a cidade em que reside. Vagas de emprego em Arapiraca Confira as vagas de emprego em Arapiraca No município de Arapiraca, são 40 vagas oferecidas por meio da Casa Integrada do Trabalhador. As ofertas com maior número de vagas são auxiliar de fiscal de caixa, costureira e vendedor pracista. Confira a lista completa: Adesivador – 1 vaga Vendedor interno – 7 vagas Serigrafista - 1 vaga Agente de portaria ­-1 vaga Auxiliar de fiscal de caixa - 1 vaga Estoquista de Autopeças - 1 vaga Auxiliar de confeiteiro - 1 vaga Atendente de confeitaria – 1 vaga Costureira – 7 vagas Técnico em edificações - 1 vaga Aplicador de parabrisa – 1 vaga Padeiro - 2 vagas Pasteleiro – 2 vagas Social media – 1 vaga Mecânico de automóveis – 1 vaga Vendedor pracista – 3 vagas Instrutor de informática – 1 vagas Bombeiro Civil – 1 vaga Gerente comercial – 1 vaga Instrutor de inglês – 1 vaga Aplicador de película – 1 vaga Manicure - 1 vaga Cabeleireira – 1 vaga Corretor de imóveis - 1 vaga As vagas são preenchidas de acordo com a procura dos candidatos. Os interessados devem entregar o currículo na Casa Integrada do Trabalhador de Arapiraca, que fica na Rua Francisco, no Bairro de Ouro Preto e funciona das 8h às 14h. Veja os vídeos mais recentes do g1 AL Veja mais notícias da região no g1 AL
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27/10 - Nubank registra pedido para lançar ações
Plano da empresa é lançar ações nos Estados Unidos e, no Brasil, negociar BDRs – papéis vendidos por meio da B3 que representam aqui as ações lançadas no exterior. Logotipo do Nubank é fotografado na sede do banco, em São Paulo Paulo Whitaker/Reuters O Nubank comunicou nesta quarta-feira (27) que a Nu Holdings protocolou pedido para lançar ações no mercado. O plano da empresa é lançar ações nos Estados Unidos e, no Brasil, negociar BDRs – papéis vendidos por meio da B3 que representam aqui as ações lançadas no exterior. Assista no vídeo abaixo entrevista feita com David Vélez, presidente do Nubank, em 2018. Entrevista com presidente do Nubank O pedido para listar esses BDRs foi feito à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a reguladora do mercado financeiro brasileiro. Já nos Estados Unidos foi feito pedido de registro à Securities and Exchange Commission (SEC), que cumpre o mesmo papel lá fora. O documento não traz valores ou datas para o lançamento de ações. O pedido foi feito de forma reservada à CVM, e também confidencialmente à sua par norte-americana.
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27/10 - Leilão do 5G: do total de 15 propostas, 10 são de candidatas a novas operadoras, informa Anatel
Agência Nacional de Telecomunicações recebeu nesta quarta-feira (27) propostas de empresas interessadas em participar do leilão, marcado para 4 de novembro. Anatel recebe 15 propostas para o leilão do 5G O leilão do 5G — a nova geração de internet móvel — atraiu dez empresas candidatas a serem novas prestadoras de serviço de telefonia móvel no país, afirmou nesta quarta-feira (27) Abraão Balbino e Silva, presidente da comissão especial de licitação do 5G e superintendente de Competição da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). As empresas interessadas em participar do leilão, marcado para 4 de novembro, entregaram nesta quarta-feira (27) as propostas à Anatel. Os lances foram lacrados e serão conhecidos somente no dia do certame. Ao todo, foram credenciadas 15 proponentes, entre operadoras de grande e médio porte, além de provedores regionais e fundos de investimento que investem em telecomunicações. A simples entrega da proposta, porém, não credencia as empresas para participar do leilão. Elas podem ser desclassificadas, por exemplo, se não entregarem todos os documentos necessários e as garantias exigidas. O futuro da internet no Brasil: veja o que esperar do 5G A Claro, a TIM e a Telefônica (dona da marca Vivo) são as grandes operadoras de telefonia móvel em atuação no Brasil que apresentaram ofertas pelos lotes oferecidos no leilão. Além delas, a Algar Telecom e a Sercomtel, operadoras de médio porte já em atuação no país, também entraram na disputa. Segundo Abraão, as dez novas candidatas a entrarem no mercado de telefonia móvel, concorrendo com as cinco grandes e médias operadoras que já atuam no Brasil, são: Brasil Digital Telecomunicações LTDA. Brisanet Serviços de Telecomunicações S.A Cloud2U indústria e comércio de equipamentos eletrônicos LTDA Consórcio 5G Sul Fly Link LTDA Mega Net provedor de internet e comércio de informática LTDA Neko Serviços de Comunicações, Entretenimento e Educação LTDA NK 108 Empreendimentos e Participações S.A. VDF Tecnologia da Informação LTDA. Winity II telecom LTDA “Se nós consideramos que dessas 15, quatro delas já operam frequências em grande parte dos seus negócios, de quatro a cinco empresas, nós estamos falando aí de cerca de dez empresas que se candidatam a entrar no mercado como uma operadora de telefonia móvel”, afirmou Balbino e Silva em entrevista à TV Globo e ao g1. Concorrência As empresas vão disputar os lotes nacionais e regionais do leilão, que oferecerá quatro faixas de frequência: 700 MHz; 2,3 GHz; 3,5 GHz; e 26 GHz. Essas faixas funcionam como "avenidas" no ar para transmissão de dados. É por meio das faixas que o serviço de internet de quinta geração será prestado. Apesar de serem dez novas candidatas, o número de novas operadoras deve ser bem menor, pois é esperado que as empresas disputem entre elas os lotes de frequência. Segundo Balbino e Silva, “certamente temos uma grande chance de ter uma nova prestadora de telefonia celular no Brasil." “Podemos ter uma ou mais de uma, dependendo da área geográfica. Aumenta a concorrência, mais oferta para o consumidor, todos nós ganhamos”, completou. O superintendente da Anatel disse, ainda, que a lista de proponentes trouxe algumas surpresas, sem citar quais. Até então, tinham confirmado a intenção de participar do leilão: Claro, Vivo, TIM, Algar Telecom, Sercomtel, Brisanet e o Consórico 5G, que reúne mais de 100 provedores de pequeno porte. A Oi não participará do leilão, pois vendeu seu braço de telefonia móvel - a Oi Móvel - dentro do processo de recuperação judicial da companhia. A Oi Móvel foi comprada por uma aliança formada pela Claro, TIM e Telefônica, mas a venda ainda está em análise pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
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27/10 - Veja as vagas de emprego disponíveis em Arapiraca
Para se candidatar a uma das 40 vagas oferecidas por meio do Sine, é preciso entregar o currículo na Casa Integrada do Trabalhador no município. Confira as vagas de emprego em Arapiraca O Sine Arapiraca, por meio da Casa Integrada do Trabalhador, está ofertando 40 vagas de emprego. As vagas, que foram divulgadas nesta quarta-feira (27), são para diversas áreas e níveis de escolaridade, desde o ensino fundamental completo até o ensino superior. As ofertas com maior número de vagas são auxiliar de fiscal de caixa, costureira e vendedor pracista (veja a lista completa mais abaixo). Maceió também tem vagas de emprego disponíveis; veja a lista As vagas são preenchidas de acordo com a procura dos candidatos. Os interessados devem entregar o currículo na Casa Integrada do Trabalhador de Arapiraca, que fica na Rua Francisco, no Bairro de Ouro Preto e funciona das 8h às 14h. Confira as áreas de atuação e as vagas disponíveis: Adesivador – 1 vaga Vendedor interno – 7 vagas Serigrafista - 1 vaga Agente de portaria ­-1 vaga Auxiliar de fiscal de caixa - 1 vaga Estoquista de Autopeças - 1 vaga Auxiliar de confeiteiro - 1 vaga Atendente de confeitaria – 1 vaga Costureira – 7 vagas Técnico em edificações - 1 vaga Aplicador de parabrisa – 1 vaga Padeiro - 2 vagas Pasteleiro – 2 vagas Social media – 1 vaga Mecânico de automóveis – 1 vaga Vendedor pracista – 3 vagas Instrutor de informática – 1 vagas Bombeiro Civil – 1 vaga Gerente comercial – 1 vaga Instrutor de inglês – 1 vaga Aplicador de película – 1 vaga Manicure - 1 vaga Cabeleireira – 1 vaga Corretor de imóveis - 1 vaga Veja os vídeos mais recentes do g1 AL Veja mais notícias da região no g1 AL
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27/10 - Pastagem ocupa 75% do desmatamento em florestas públicas na Amazônia, aponta Ipam
Estudo também revela que 44% de todo o desmatamento dos dois últimos anos na Amazônia ocorreu em terras públicas. Vista aérea mostra gado pastando em área desmatada da Amazônia próxima a Porto Velho, no dia 14 de agosto. Ueslei Marcelino/Reuters Pastagens ocupam 75% das áreas desmatadas em terras públicas não destinadas na Amazônia, revelou um estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) publicado na terça-feira (26). Em pouco mais de duas décadas, entre 1997 e 2020, foram desmatados 8% das florestas públicas existentes da Amazônia Legal, um total de 21 milhões de hectares. A área devastada neste período é maior que o estado do Paraná. A emissão de gases estufa associada a essa destruição chega, no período analisado, a 10,2 gigatoneladas de CO2, correspondendo a cinco anos de emissões nacionais de gases estufa do Brasil. Veja o que mais revelou o estudo do Ipam: 44% de todo o desmatamento na Amazônia dos dois últimos anos (2019 e 2020) ocorreu em terras públicas; 67% do desmatamento registrado nas terras públicas em 2019 e 2020 aconteceu nas florestas não destinadas; 22% da área desmatada em terras públicas não destinadas na Amazônia é abandonada; Após 5 anos, essas terras apresentam algum grau de regeneração da vegetação; Conversão da floresta em pasto é "regra" em terras devolutas e florestas não destinadas na Amazônia De acordo com a nota técnica do estudo, o boi criado nessas áreas públicas desmatadas e griladas é vendido para outras fazendas, e, "mais cedo ou mais tarde, acaba invariavelmente em um frigorífico. Como as empresas não monitoram o cumprimento de regramentos sociais e ambientais de seus fornecedores indiretos, ele não é computado como carne de desmatamento ilegal". “A grilagem é um fator de risco para o equilíbrio climático do planeta, e ainda carrega para o setor da pecuária dois problemas: ilegalidade e mais emissões de gases do efeito estufa”, diz o pesquisador sênior do Ipam, Paulo Moutinho. Por que tem tanto gado na Amazônia? Amazônia perdeu mais de 4 mil campos de futebol por dia em setembro, o maior desmatamento registrado no mês em 10 anos ESPECIAL: 'Amazônia, e eu com isso?' mostra as feridas da maior floresta tropical do mundo e como a devastação afeta o futuro de todos nós MapBiomas: em 34 anos, Brasil perdeu 89 milhões de hectares de vegetação natural O problema não para por aí, segundo o Ipam: o desmatamento em terras públicas vem se intensificando nos últimos dez anos, período em que ocorreu 52% de todo o desmatamento registrado na área. Outro levantamento deste ano sobre conversão das terras em pastagens, do MapBiomas, mostrou que a agropecuária foi responsável por 90% da perda de vegetação natural do Brasil entre os anos 1985 e 2019. Ao todo, a Amazônia Legal tem 276,5 milhões de hectares de florestas públicas. Se fosse um país europeu, a área perderia em território apenas para a Rússia. Terras públicas Vaca em pasto plantado em área desmatada da Amazônia perto da rodovia Transamazônica em Humaitá, no Amazonas Bruno Kelly/Reuters Terras públicas são áreas sob o domínio e responsabilidade da União e dos Estados. Elas podem ser destinadas - é o caso das Terras indígenas e unidades de conservação - e não destinadas. Segundo o Ipam, o desmatamento e a conversão em pastagem ocorrido nas terras públicas nos últimos 20 anos se deram quase que exclusivamente nas não destinadas, já que Terras indígenas e unidades de conservação apresentaram apenas de 1% a 2% do desmatamento. O dado do Ipam vai de encontro com um levantamento do MapBiomas, publicado em agosto, que mostrou que os territórios indígenas são as áreas mais preservadas do Brasil nos últimos 35 anos.
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27/10 - Anatel recebe 15 propostas para o leilão do 5G, marcado para 4 de novembro
Propostas foram apresentadas por operadoras de grande e médio porte, além de provedores regionais em consórcio. Lances serão conhecidos no dia do leilão. Anatel recebe 15 propostas para o leilão do 5G A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recebeu nesta quarta-feira (27) as propostas das empresas interessadas em participar do leilão do 5G, a nova geração de internet móvel. As propostas serão abertas no dia 4 de novembro, quando será realizado o leilão, na sede da Anatel, em Brasília. A Anatel prevê que o leilão vai durar dois dias. Ao todo, foram protocoladas 15 propostas, apresentadas por operadoras de grande e médio porte, além de provedores regionais organizados em consórcio e fundos de investimento que investem em telecomunicações. Das 15, dez são de candidatas a novas operadoras. As empresas que apresentaram propostas são as seguintes: Algar Telecom S.A.; Brasil Digital Telecomunicações Ltda.; Brisanet Serviços de Telecomunicações S.A.; Claro S.A.; Cloud2U Indústria e Comércio de Equipamentos Eletrônicos Ltda.; Consórcio 5G Sul; Fly Link Ltda.; Mega Net Provedor de Internet e Comércio de Informática Ltda.; Neko Serviços de Comunicações, Entretenimento e Educação Ltda.; NK 108 Empreendimentos e Participações S.A.; Sercomtel Telecomunicações S.A.; Telefônica Brasil S.A.; TIM S.A.; VDF Tecnologia da Informação Ltda.; Winity II Telecom Ltda. O futuro da internet no Brasil: veja o que esperar do 5G A simples entrega da proposta, porém, não credencia as empresas para participar do leilão. Elas podem ser desclassificadas, por exemplo, se não entregarem todos os documentos necessários e as garantias exigidas. A Claro, a TIM e a Telefônica (dona da marca Vivo) são as grandes operadoras de telefonia móvel que apresentaram ofertas pelos lotes oferecidos no leilão. A Oi não participará do leilão, pois vendeu seu braço de telefonia móvel - a Oi Móvel - dentro do processo de recuperação judicial da companhia. A Oi Móvel foi comprada por uma aliança formada pela Claro, TIM e Telefônica, mas a venda ainda está em análise pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Se todos os lotes oferecidos forem arrematados, o leilão deve movimentar R$ 49,7 bilhões, de acordo com a Anatel. Desse total: R$ 3,06 bilhões para pagamento de outorgas, dinheiro que vai para o caixa do governo; R$ 7,57 bilhões para cumprir a exigência de levar internet para as escolas de educação básica (leia mais abaixo); R$ 39,1 bilhões para as demais obrigações de investimento do edital. A previsão é que o 5G comece a ser ofertado até julho de 2022, inicialmente nas capitais dos estados. O que diz o edital No leilão do 5G, serão oferecidas, em lotes nacionais e regionais, quatro faixas de frequência: 700 MHz; 2,3 GHz; 3,5 GHz; e 26 GHz. Essas faixas funcionam como "avenidas" no ar para transmissão de dados. É por meio das faixas que o serviço de internet de quinta geração será prestado. O prazo de outorga, isto é, o direito de exploração das faixas, será de até 20 anos. O edital prevê, para cada uma das quatro faixas, contrapartidas que terão que ser cumpridas pelas empresas vencedoras do leilão. As contrapartidas foram definidas pelo Ministério das Comunicações. Entre elas, estão: disponibilizar 5G nas capitais do país até julho de 2022; levar internet 4G para as rodovias do país; migrar o sinal da TV parabólica para liberar a faixa de 3,5GHz para o 5G; construir uma rede privativa de comunicação para a administração federal; instalar rede de fibra óptica, via fluvial, na região amazônica; e levar internet móvel de qualidade às escolas públicas de educação básica. Vantagens do 5G A expectativa é que o 5G alavanque a chamada Internet das Coisas (IoT, pela sigla em inglês), ou seja, a conexão entre dispositivos cotidianos (máquina a máquina). Setores como telemedicina, educação a distância e automação industrial e agrícola estão entre os que devem ser beneficiados com a tecnologia. Entre as principais vantagens do 5G em relação às atuais gerações de internet móvel, estão: Aumento da velocidade de transmissão de dados; Baixa latência (tempo mínimo entre o estímulo e a resposta da rede); Maior quantidade de dispositivos conectados em uma determinada área; Maior quantidade de dados transmitidos por faixa de espectro eletromagnético; e Maior eficiência energética. A Anatel afirma que os celulares com tecnologia 4G, 3G e 2G continuarão a funcionar. "No início da implantação do sistema 5G, não há expectativa de descontinuidade das tecnologias anteriores em curto prazo. O 5G agregará novas faixas de frequência à telefonia celular, sem contudo alterar as faixas já disponibilizadas para o uso do serviço", diz a agência.
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27/10 - Bovespa fecha em leve queda em dia de decisão de juros
Nesta quarta-feira, o Ibovespa recuou 0,05%, a 106.363 pontos O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em leve queda nesta quarta-feira (27), com o mercado no aguardo da decisão do Banco Central sobre a taxa de juros, esperada para o início da noite. O Ibovespa recuou 0,05%, a 106.363 pontos. Veja mais cotações. Na terça-feira, a bolsa fechou em queda de 2,11%, a 106.419 pontos. Em outubro, a bolsa acumula queda de 4,16%. No ano, o tombo é de 10,63%. LEIA TAMBÉM: 'Licença' para furar teto por Auxílio Brasil desagrada mercado; entenda Veja o que se sabe sobre o programa que deve substituir o Bolsa Família s Cenário Na agenda econômica do dia, o IBGE divulgou mais cedo que o desemprego recuou para 13,2% no trimestre encerrado em agosto, mas ainda atinge 13,7 milhões de brasileiros. A decisão do Copom sobre a nova taxa básica de juros será anunciada após as 18h. A expectativa da maior parte economistas, coletada em pesquisa do BC, é de que a taxa básica de juros seja elevada dos atuais 6,25% para 7,5% ao ano, ou seja, um aumento de 1,25 ponto percentual. Parte dos economistas, entretanto, aposta em uma elevação ainda maior: de 1,5 ponto percentual, para 7,75% ao ano. Selic em alta: qual o impacto da taxa de juros na economia? O mercado passou a prever uma elevação maior após o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter admitido na semana passada "furar" o teto de gastos (mecanismo que limite o aumento da maior parte das despesas à inflação do ano anterior), o que elevou as incertezas sobre o quadro fiscal do país, provocando também uma piora das projeções econômicas para 2022. Na cena política, a CPI da Covid aprovou o relatório final, encerrando os seis meses de trabalho pedindo o indiciamento de 78 pessoas e duas empresas. O presidente Jair Bolsonaro é acusado de 9 crimes; veja quais são e as penas previstas.
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27/10 - Twitter frustra previsões de crescimento de usuários
Por outro lado, a receita de publicidade foi de US$ 1,14 bilhão no terceiro trimestre de 2021, em linha com as estimativas do mercado. A receita de publicidade foi de US$ 1,14 bilhão no terceiro trimestre de 2021 REUTERS/Kacper Pempel O Twitter divulgou na última terça-feira (26) um crescimento de usuários abaixo das expectativas de Wall Street, em meio à concorrência de aplicativos rivais como o TikTok pelo tempo das pessoas, enquanto a receita trimestral ficou dentro do esperado. A plataforma tem trabalhado para adicionar recursos como salas de bate-papo de áudio para atrair usuários e também implementou melhorias em publicidade para atingir sua meta de dobrar a receita anual até 2023. LEIA TAMBÉM: Microsoft tem receita trimestral acima do esperado Alphabet, dona do Google, supera estimativas e tem lucro recorde com anúncios A receita de publicidade foi de US$ 1,14 bilhão no terceiro trimestre de 2021, em linha com as estimativas do mercado. O Twitter disse que possui 211 milhões de usuários ativos diários monetizáveis, seu termo para usuários que recebem anúncios. O número fica um pouco abaixo das estimativas dos analistas, de 212,6 milhões, de acordo com dados IBES da Refinitiv. A rede social aumentou seu número de usuários fora dos Estados Unidos em 5 milhões em relação ao trimestre anterior, mas sua base por lá ficou estável. A companhia teve prejuízo de US$ 537 milhões devido a um acordo amigável com acionistas. No fim de setembro, o Twitter anunciou o pagamento de US$ 809,5 milhões para saldar um litígio sobre a comunicação da empresa no começo de 2015, considerada enganosa por vários acionistas que levaram a empresa à Justiça. A empresa disse que viu um impacto "modesto" na receita de publicidade das mudanças de privacidade que a Apple implementou em dispositivos iOS, que impedem anunciantes de rastrear os usuários em seus dispositivos sem consentimento. A receita total, que também inclui o dinheiro que o Twitter ganha com o licenciamento de dados, foi de US$ 1,28 bilhão, também em linha com as projeções de Wall Street. O Twitter disse que os custos de contratação e investimento em um novo data center neste ano continuarão no ano que vem, resultando em aumento de 20% nos custos totais para 2022. A empresa prevê receita no quarto trimestre entre US$ 1,5 bilhão e US$ 1,6 bilhão.
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27/10 - Café de laboratório: pesquisadores criam método para cultivar pó da bebida
Cientistas da Finlândia criaram técnica que permite que uma das bebidas mais consumidas do planeta seja fabricada de forma mais sustentável – sem precisar sequer moer. Cultura de células de café (direita) e o café torrado produzido pelo método do Centro de Pesquisa Técnica da Finlândia (VTT) Divulgação/Centro de Pesquisa Técnica da Finlândia (VTT) Depois da carne, café de laboratório? Cientistas finlandeses finalizaram uma nova técnica que permite que uma das bebidas mais consumidas do planeta seja fabricada de forma mais sustentável. "É realmente café, porque não há nada além de matéria de café no produto", assegura à AFP o Dr. Heko Rischer. O novo produto não é moído. Na verdade, é o resultado de um aglomerado de células de uma planta de café, sob condições de temperatura, luz e oxigênio controlados em um biorreator. Depois de torrado, o pó é preparado exatamente da mesma forma que o café clássico. LEIA TAMBÉM: Conheça os tipos de cafeteira e como escolher a ideal para você Os brasileiros que dedicam a vida ao café e levam sabor e qualidade para o mundo Para a equipe de Rischer, do Centro de Pesquisa Técnica da Finlândia (VTT), esse método permite evitar os atuais problemas ambientais do café, cuja produção mundial está próxima a 10 milhões de toneladas o grão. "O café é claramente um produto problemático", diz o especialista, lembrando que as mudanças climáticas reduzem a produtividade das plantações e levam os agricultores a expandir suas terras adentrando a floresta tropical para suas lavouras. Biomassa de células secas de café. A partir do material original, o produto é seco e não precisa ser moído. Divulgação/Centro de Pesquisa Técnica da Finlândia (VTT) "Há também a questão do transporte, do uso de combustíveis fósseis (...), por isso é lógico buscar alternativas", insiste o cientista. O café que desenvolveram é baseado nos mesmos princípios da agricultura celular, cada vez mais usada para a carne produzida em laboratório, que não envolve matar animais. Este produto foi aceito para venda em 2020 pelas autoridades de Singapura. SEM PROTEÍNA ANIMAL: Brasil já faz hambúrguer, linguiça e até bolinho de 'siri' com plantas e grãos Carne wagyu, a mais cara do mundo, ganha versão artificial criada com impressora 3D A equipe finlandesa está agora desenvolvendo uma análise mais profunda da sustentabilidade de seu produto se for fabricado em grande escala. "Já sabemos que nosso consumo de água, por exemplo, é claramente menor do que o necessário para o crescimento no campo", explica Rischer. A técnica também exigiria menos mão de obra do que o café tradicional. Desconfiança O projeto tem particular importância na Finlândia, que, segundo analistas do data center Statista, está entre as nações com maior consumo de café no mundo, com média de dez quilos por pessoa ao ano. Processo de criação das culturas de células de café Reprodução/Centro de Pesquisa Técnica da Finlândia (VTT) Para os amantes do café, a chave do seu sucesso será o sabor. Até agora, apenas um painel especialmente treinado de "especialistas sensoriais" teve permissão para provar esta nova bebida devido ao seu status de "novo alimento". "Uma das diretrizes do comitê de ética é apenas provar e cuspir, não engolir", explica à AFP Heikki Aisala, que dirige os provadores. "Comparado ao café comum, o café celular é menos amargo", afirma Aisala, que defende a tese de um teor de cafeína um pouco menor. O sabor frutado também é menos pronunciado. "Dito isso, temos que admitir que não somos torrefadores profissionais e que grande parte da criação de sabores vem do processo de torra", explica Rischer. Depois de concluídos os testes e o refinamento do processo, a equipe espera encontrar um parceiro para aumentar a produção e poder comercializar seu café celular. Os pesquisadores estimam que levará pelo menos quatro anos para que o café de laboratório chegue às prateleiras dos supermercados. Existem outras iniciativas em andamento para encontrar uma alternativa mais sustentável ao café. A start-up Atomo de Seattle anunciou em setembro que havia levantado US $ 11,5 milhões para um "café molecular" com o mesmo sabor do café, mas obtido de matéria orgânica de outra planta. Mesmo assim, estudos realizados nos Estados Unidos e Canadá revelam uma desconfiança do público, principalmente dos idosos, em relação aos substitutos alimentares cultivados em laboratório. Deixando de lado os benefícios ambientais, alguns especialistas em política alimentar também alertaram que a subsistência dos produtores de café pode ser ameaçada se esses produtos se espalharem.
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27/10 - Dólar fecha em queda de 0,30% à espera de decisão do Copom
Nesta quarta-feira (27), a moeda dos EUA recuou 0,30% a R$ 5,5551. Notas de dólar REUTERS/Dado Ruvic O dólar fechou em queda de 0,30%, cotado a R$ 5,5551, nesta quarta-feira (27), com os mercados à espera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre a nova taxa básica de juros, em meio a expectativas de elevação mais agressiva da Selic. Com o resultado, a moeda norte-americana acumula avanço de 2,01% no mês contra o real. No ano, a alta é de 7,09%. Veja mais cotações. BC deve acelerar ritmo e elevar juros ao maior nível em quatro anos, prevê mercado Já o Ibovespa recuou 0,05%, a 106.363 pontos. Cenário Na agenda econômica do dia, o IBGE divulgou que a taxa de desemprego ficou em 13,2% no trimestre encerrado em agosto, mas ainda atinge 13,7 milhões de brasileiros. A decisão do Copom sobre a nova taxa básica de juros será anunciada após às 18h. A expectativa da maior parte economistas, coletada em pesquisa do BC, é de que a taxa básica de juros seja elevada dos atuais 6,25% para 7,5% ao ano, ou seja, um aumento de 1,25 ponto percentual. Parte dos economistas, entretanto, aposta em uma elevação ainda maior: de 1,5 ponto percentual, para 7,75% ao ano. O mercado passou a prever uma elevação maior após o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter admitido na semana passada "furar" o teto de gastos (mecanismo que limite o aumento da maior parte das despesas à inflação do ano anterior), o que elevou as incertezas sobre o quadro fiscal do país, provocando também uma piora das projeções econômicas para 2022. Na cena política, a CPI da Covid aprovou o relatório final, encerrando os seis meses de trabalho pedindo o indiciamento de 78 pessoas e duas empresas. O presidente Jair Bolsonaro é acusado de 9 crimes; veja quais são e as penas previstas. 5 motivos que devem piorar o PIB de 2022; 'furo' no teto de gastos e cenário externo emperram crescimento Senadores entregam relatório da CPI à PGR nesta quarta (27) Por que o dólar sobe? Assista no vídeo abaixo: Entenda a alta do dólar
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27/10 - Desemprego cai para 13,2% em agosto, mas ainda atinge 13,7 milhões, aponta IBGE
Ocupação cresce no país, mas renda do trabalho encolhe. Rendimento médio real cai 10,2% em 1 ano, a maior queda da série histórica, iniciada em 2012. Desemprego fica em 13,2% em agosto, mas ainda atinge 13,7 milhões, aponta IBGE A taxa de desemprego no Brasil caiu para 13,2% no trimestre encerrado em agosto, mas a falta de trabalho ainda atinge 13,7 milhões de brasileiros, informou nesta quarta-feira (27) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a taxa mais baixa desde o trimestre encerrado em maio de 2020 (12,9%). Apesar da queda do desemprego, a informalidade cresceu e o rendimento real dos brasileiros teve uma queda histórica. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). No levantamento anterior, referente ao trimestre encerrado em julho, a taxa de desemprego estava em 13,7%, atingindo 14,1 milhões de pessoas. Taxa de desemprego - agosto/21 Economia g1 Veja vagas de emprego pelo país Brasil criou 313 mil vagas formais em setembro, diz governo País cria vagas, mas salário de contratação 'encolhe' em tempos de inflação e desemprego O desemprego recuou mais do que o esperado. A previsão mediana de 25 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data era de uma taxa de desemprego de 13,5% no trimestre terminado em agosto. O intervalo das estimativas era de 13,2% a 14%. Evolução do número de desempregados - agosto/21 Economia g1 Ocupação cresce, mas rendimento médio tem queda histórica O número de pessoas ocupadas foi estimado em 90,2 milhões, o que representa um aumento de 4% em relação ao trimestre móvel anterior. Ou seja, um adicional de 3,4 milhões. "O nível de ocupação subiu 2 pontos percentuais para 50,9%, o que indica que mais da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país. Em um ano, o contingente de ocupados avançou em 8,5 milhões de pessoas", destacou o IBGE. O rendimento médio real do trabalhador foi de R$ 2.489 no trimestre encerrado em agosto – o que corresponde a uma redução de 4,3% em 3 meses e de 10,2% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Esse resultado sinaliza uma corrosão da renda proveniente no trabalho em um ambiente de inflação nas alturas. Segundo o IBGE, "foram as maiores quedas percentuais da série histórica", iniciada em 2012, em ambas as comparações. A massa de rendimento real, que é soma de todos os rendimentos dos trabalhadores, recuou 0,7% na comparação anual, atingindo R$ 219,2 bilhões, o que corresponde a R$1,5 bilhão a menos no bolso da população ocupada. “A queda no rendimento está mostrando que, embora haja um maior número de pessoas ocupadas, nas diversas formas de inserção no mercado e em diversas atividades, essa população ocupada está sendo remunerada com rendimentos menores. A ocupação cresce, mas com rendimento do trabalho em queda”, afirmou Adriana Beringuy. Segundo o IBGE, frente ao mesmo trimestre de 2020, as maiores reduções no rendimento médio ocorreram em ocupações na indústria (-13,8%, ou menos R$ 396), no segmento de alojamento e alimentação (11,6%, ou menos R$ 196), no comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (-9,6%, ou menos R$ 207) e na construção (-9,2%, ou menos R$ 187). Empobrecimento, arrocho salarial, juros mais altos: entenda os efeitos da inflação de dois dígitos na economia Rendimento médio real por categoria de ocupação Economia G1 Conta própria e trabalho doméstico atingem recordes O aumento da ocupação no país tem sido puxado pelo principalmente pela expansão do trabalho por conta própria e do emprego sem carteira assinada. O trabalho por conta própria atingiu novamente patamar recorde, somando 25,4 milhões de pessoas, com aumento 4,3% (mais 1 milhão de pessoas) em 3 meses. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, o contingente avançou 3,9 milhões, alta de 18,1%. O número de trabalhadores domésticos (faxineiras, passadeiras, jardineiros, etc.) aumentou 9,9% no trimestre, somando 5,5 milhões pessoas. Frente ao mesmo período do ano anterior, cresceu 21,2%, um adicional de 965 mil pessoas. As expansões trimestral e anual foram as maiores em toda em toda a série histórica da ocupação dos trabalhadores domésticos. O número de empregados sem carteira cresceu 10,1% na comparação com o trimestre móvel anterior e 23,3% na comparação anual, somando 10,8 milhões. Já o número de trabalhadores com carteira assinada aumentou em 1,1 milhão (4,2%) em 3 meses e em 1,9 milhão (6,8%) em 1 ano, totalizando 31 milhões de pessoas. Trabalho por conta própria - agosto/21 Economia g1 Número de informais segue abaixo do patamar pré-pandemia Com o avanço do trabalho por conta própria sem CNPJ e do emprego sem carteira assinada, a taxa de informalidade passou de 40% no trimestre encerrado em maio para 41,1%, no trimestre encerrado em agosto, totalizando 37 milhões de pessoas. O trabalho informal inclui trabalhadores sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores familiares auxiliares. "Em um ano a população ocupada total expandiu em 8,5 milhões de pessoas, sendo que desse contingente 6 milhões eram trabalhadores informais”, destacou a pesquisadora do IBGE, acrescentando, entretanto, que o número de trabalhadores informais ainda se encontra abaixo do nível pré-pandemia e do máximo registrado no trimestre fechado em outubro de 2019, quando chegou a 38,8 milhões. Subutilização recua, mas subocupação atinge recorde A mão de obra ‘desperdiçada’ no país encolheu. O contingente de pessoas subutilizadas, aquelas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial, somou 31,1 milhões, queda de 5,5% em relação ao trimestre anterior. A taxa composta de subutilização para 27,4%, ante 30,6% há 1 ano. Já os trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, aqueles que trabalham menos horas do que poderiam trabalhar, atingiu o número recorde de 7,7 milhões de pessoas, um aumento de 4,7% (mais 343 mil pessoas). Na comparação anual, o indicador subiu 29,2% (1,7 milhão). Os desalentados – pessoas que desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado – somaram 5,3 milhões, uma redução de 6,4% em relação ao trimestre encerrado em maio e de 8,7% em 1 ano. 6 das 10 atividades econômicas geram empregos O crescimento da ocupação no trimestre até agosto avançou em 6 dos 10 agrupamentos de atividades econômicas, com destaque para o aumento de 1,2 milhão de trabalhadores no segmento de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (7,8%), de 578 mil na indústria geral (5,3%) e de 620 mil pessoas na construção (10%). Moradores de comunidades enfrentam desafios para conseguir emprego Perspectivas Apesar do mercado de trabalho continuar estar em trajetória de recuperação, indicadores econômicos têm mostrado uma perda de fôlego da economia nos últimos meses. A expectativa atual do mercado financeiro para o PIB é de uma alta de 4,97% em 2021, após o tombo de 4,1% no ano passado. Para 2022, porém, as projeções têm piorado e parte dos analistas já prevê um quadro de estagflação e até de recessão. A piora das expectativas ocorre em meio ao aumento das incertezas fiscais após o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter proposto na semana passada "furar" o teto de gastos (mecanismo que limite o aumento da maior parte das despesas à inflação do ano anterior) para bancar o Auxílio Brasil em 2022, ano de eleição presidencial. O mercado financeiro também passou a projetar uma aceleração no ritmo de alta da taxa básica de juros. A expectativa é que a Selic termine 2021 em 8,75%, podendo chegar a dois dígitos em 2022. Juros em alta encarecem o investimento para as empresas e o consumo para as famílias, dificultando o crescimento econômico e a geração de um número maior de empregos. "A desaceleração (acentuada) da atividade econômica esperada para o decorrer de 2022 impedirá um recuo mais expressivo da taxa de desemprego", avaliou em nota a equipe e analistas da XP, que projeta que a taxa de desemprego encerrará 2021 a 12,6%, recuando para 12,2% no final de 2022. 5 motivos que devem piorar o PIB de 2022
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27/10 - Selic em alta: qual o impacto da taxa de juros na economia?
Com a escalada da inflação e a sinalização do Banco Central de mais aumentos da Selic, política monetária deixará de ter o papel de estimular a atividade econômica. Banco Central Reprodução/JN A economia brasileira vai perder um importante motor de ajuda ao seu crescimento. Com a escalada da inflação e a sinalização do Banco Central de que aumentos mais intensos da taxa básica de juros (Selic) devem ocorrer, a política monetária deixará de ter um papel no estímulo à atividade econômica. Para conter inflação, BC deve subir juros ao maior nível em quatro anos, prevê mercado No cenário dos economistas, uma das explicações para a redução no ritmo de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) deste para o próximo ano vem justamente do aumento da Selic. No relatório Focus, do Banco Central, que colhe a estimativa dos analistas semanalmente, os economistas consultados estimam que a taxa básica de juros deve encerrar este ano em 7,5%, acima dos atuais 6,25%, e vai chegar a 8,75% ao final de 2022. Já as projeções para o PIB estão em 4,97% e 1,4%, respectivamente. Portanto, trata-se de uma boa desaceleração de um ano para o outro. "O aumento da taxa de juros vai tendo um efeito gradual sobre a atividade econômica, principalmente no mercado de crédito", explica Cristiano Oliveira, economista-chefe do banco Fibra. Juros baixos contribuem para um crédito mais barato, favorecendo, por exemplo, a tomada de recursos para o investimento das empresas e para o consumo das famílias. Quando a inflação aumenta, como é o cenário atual, o BC utiliza a política monetária – sobe a Selic – para encarecer o custo do crédito e, assim, 'esfriar' a economia e, consequentemente, controlar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - no acumulado de 12 meses até setembro, a alta é de 10,25%. Taxa Selic: entenda o que é a taxa básica de juros da economia brasileira Fim do juro neutro A política monetária deixa de contribuir com a atividade econômica quando o país alcança o chamando juro neutro – aquele que não estimula nem contrai a economia. Esse número varia entre os cálculos dos analistas, mas há um consenso de que essa taxa está próxima do patamar de 6,5%. "Na nossa conta, se o Banco Central elevar a taxa de juros para 6,5%, ela vai para o patamar que a gente considera de taxa neutra. E o que isso significa? A política monetária não vai estimular nem contrair a atividade", explica Alessandra Ribeiro, economista e sócia da consultoria Tendências. Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a Selic subiu de 5,25% para 6,25%, e o BC indicou que esse ciclo de alta dos juros pode ser maior. O tom mais duro do Banco Central já tem a ver com a inflação do próximo ano. A preocupação é que as expectativas de 2022 desancorem – a previsão para o IPCA é de 4,4%, segundo o Focus. Para 2021, a inflação deve estourar, com folga, o teto da meta do governo. O IPCA, segundo projeção do Focus, deve encerrar este ano em 8,96% - o teto é de 5,25%.. Selic foi para a mínima recorde Com a súbita desaceleração da economia provocada pela pandemia do coronavírus no ano passado, bancos centrais de todo o mundo reduziram os juros na tentativa de trazer um fôlego adicional para a economia. No Brasil, a Selic ficou em apenas 2% ao ano entre agosto de 2020 e março de 2021, no menor nível da história. Mas, ao longo deste ano, a inflação surpreendeu e começou a se mostrar mais resiliente do que o previsto inicialmente, o que obrigou o BC a retomar a alta dos juros. Foram vários os fatores que contribuíram para a alta da inflação: A economia global se recuperou mais rápido do que o esperado, o que contribuiu para a alta dos preços das commodities; A pandemia desorganizou a cadeia global de produção e logística, e insumos e bens intermediários para a indústria também subiram de preço; No Brasil, além dos juros baixos, a incerteza com o rumo das contas públicas e a crise institucional pressionaram a taxa de câmbio, contribuindo para uma inflação mais alta. Riscos adiante Em 2022, alguns riscos no cenário podem obrigar o BC a ser ainda mais duro com a política monetária. O principal deles é tem a ver com o comportamento do Federal Reserve (Fed). Se o banco central dos Estados Unidos subir os juros para também controlar a inflação por lá, pode haver uma saída de recursos do Brasil para a economia norte-americana, o que provocaria uma nova desvalorização do cambial, com impactos na inflação, obrigando o BC a elevar ainda mais os juros. Hoje, a expectativa é que o Fed só suba os juros em 2023. "Se a gente acordar em 2023 e esse cenário tiver se materializado, não haverá grandes atribulações", afirma Marcelo Fonseca, economista-chefe do Opportunity Total. "Mas há uma ansiedade do mercado porque, quando a gente olha o cenário de atividade e inflação para os Estados Unidos, os ricos estão claramente para cima. É bastante factível que a economia norte-americana passe por um processo de sobreaquecimento" Um segundo risco vem da eleição presidencial do próximo ano. Os investidores vão olhar, sobretudo, quais serão as propostas dos candidatos para a área fiscal do país a partir de 2023. "Talvez, o Fed tenha de ser mais rápido no processo de ajuste da política monetária. Então, isso acabaria causando uma mudança nos preços de ativos. E os efeitos para o Brasil poderia mais fortes porque estaremos num período muito tenso, que é o período pré-eleitoral", diz Alessandra. Vídeos: Últimas notícias de economia
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27/10 - BPC: bloqueios e suspensões não serão feitos até dezembro
Portaria estende até 31 de dezembro, por conta dos efeitos da pandemia, prazo para revisar os pagamentos do Benefício de Prestação Continuada, pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda. Milhares de brasileiros que deram entrada no BPC enfrentam uma espera longa O governo federal prorrogou o prazo para a retomada do cronograma de bloqueio de pagamentos e de suspensão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) até o dia 31 de dezembro. A portaria, publicada no Diário Oficial da União de terça-feira (26), estende o período estabelecido anteriormente, que era 31 de outubro, devido aos efeitos da pandemia. O benefício concede ajuda de um salário mínimo paga a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda. Os procedimentos operacionais e de gestão do BPC envolvem perícias médicas e visitas domiciliares, e o chamamento da população para atendimento presencial pelos municípios pode resultar em aglomerações nos postos de serviço. Além disso, os beneficiários do BPC necessitam estar inscritos no Cadastro Único, o que poderia gerar fluxo intenso nos locais de atendimento. Por isso, o cadastramento também está sendo feito por telefone ou e-mail, já que se trata de um procedimento essencial para a assistência social. LEIA TAMBÉM: Saiba como se inscrever no Cadastro Único Sancionada lei que amplia BPC a idosos e pessoas com deficiência; veja o que muda Hoje, o benefício garante todo mês um salário mínimo (atualmente R$ 1.100) para idosos a partir de 65 anos e pessoas com deficiência de qualquer idade que comprovem não ter meios próprios de se sustentar nem auxílio da família. São 4,7 milhões de beneficiários contemplados. Atualmente, para ter direito ao BPC, a renda familiar por pessoa precisa ser inferior a um quarto de salário mínimo (R$ 275). A partir de janeiro de 2022, o rendimento pode ser igual a um quarto do salário mínimo. E a renda per capita máxima da família poderá chegar a até meio salário mínimo (R$ 550) para casos excepcionais.
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27/10 - Confiança da indústria tem terceira queda seguida em outubro
Inflação, desemprego elevado e instabilidades pressionaram confiança do setor. A confiança da indústria voltou a recuar em outubro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (27) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Foi a terceira queda seguida do indicador – que, no entanto, se mantém acima dos níveis pré-pandemia. O recuo foi puxado pela piora das expectativas do setor, diante da inflação, desemprego elevado e instabilidades econômica e institucional persistentes, ", tornando a conjuntura futura mais incerta e menos favorável a planos de expansão da produção", afirma em nota Claudia Perdigão, economista do FGV IBRE. Neste mês, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) cedeu 1,2 ponto, a 105,2 pontos, dando sequência à queda registrada a partir de agosto, depois de subir pelos quatro meses anteriores. Índice de confiança da indústria Economia g1 O Índice de Situação Atual (ISA), que mede o sentimento dos empresários sobre o momento presente do setor industrial, recuou 0,9 ponto em outubro, a 108,3 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE), indicador da percepção sobre os próximos meses, caiu 1,0 ponto, para 101,9. Dados do IBGE divulgados no início de setembro mostraram que a produção industrial brasileira registrou retração de 0,7% em agosto na comparação com o mês anterior, ficando 2,8% abaixo do patamar de fevereiro do ano passado, no cenário pré-pandemia.
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27/10 - Empresas abrem vagas de emprego, estágio e trainee; veja lista
Twitter Brasil, Vivo, Pitang Agile IT, PreparaVAGAS, Thoughtworks, Tópico, Vórtx, Cargill, Grupo Cataratas, Randstad, Henkel, Sofist, Mercado Eletrônico, Elfa, Edenred Soluções Pré-Pagas, além do Movimento Mulheres, são as empresas com seleções abertas. As empresas Twitter Brasil, Vivo, Pitang Agile IT, PreparaVAGAS, Thoughtworks, Tópico, Vórtx, Cargill, Grupo Cataratas, Randstad, Henkel, Sofist, Mercado Eletrônico, Elfa, Edenred Soluções Pré-Pagas, além do Movimento Mulheres, estão com vagas de emprego, estágio e trainee abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos. Twitter Brasil O Twitter abriu o programa de estágio 2022 com 8 vagas no escritório de São Paulo. Podem se inscrever estudantes de qualquer graduação. Não há obrigatoriedade de inglês para participar. Além da bolsa-auxílio, os estagiários receberão benefícios como plano de saúde e dental, vale-transporte, vale-refeição e auxílio bem-estar. As inscrições poderão ser feitas até o dia 12 de novembro no link https://www.ciadeestagios.com.br/vagas/twitter/. Vivo A Vivo abriu 800 vagas para 800 atendentes de experiência ao cliente. As oportunidades são para as cidades de Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e São Paulo (SP). A empresa busca atrair candidatos com pluralidade de perfis, como gênero, LGBTI+, raça, pessoas com Deficiência e acima de 50 anos. É necessário ter o ensino médio completo, domínio de informática e pacote office. Ter outras experiências profissionais e estar cursando ou ter completado o ensino superior serão diferenciais. Importante ter condições técnicas para trabalhar em formato home office, uma vez que os candidatos poderão trabalhar remotamente. Entre os benefícios estão vale refeição e transporte; plano de saúde e odontológico; seguro de vida; day off de aniversário; smartphone, desconto especial em linha fixa, banda larga, TV por assinatura e apps, mobility (home office) e licença parental. Para concorrer a uma das vagas, os interessados devem acessar o link. Mulheres Positivas O movimento Mulheres Positivas, iniciativa da operadora TIM, reúne 40 empresas que oferecem mais de 200 vagas em várias regiões do país para mais de 100 funções em variados níveis. As oportunidades incluem cargos como consultor de vendas em lojas, posições gerenciais, passando por áreas como Jurídico, Comercial, Recursos Humanos, Tecnologia da Informação e Saúde. Entre as empresas com vagas abertas no momento, além da TIM, estão Pirelli, Enel, Stellantis, Microsoft, Via, Generali, Oracle, Huawei e Nokia, entre outras. Para se inscrever, basta efetuar cadastro simples no aplicativo Mulheres Positivas. Ao clicar na vaga, a mulher é direcionada para a página da empresa responsável e seguirá o processo seletivo diretamente com a companhia. Mais informações no link https://home.mulherespositivas.com.br/ Pitang Agile IT A Pitang Agile IT abriu vagas para trainees. Podem se inscrever alunos a partir do 5º período e profissionais formados entre 11/2020 e 12/2021 nos cursos de Ciências da Computação, Engenharia da Computação e Sistemas de Informação. As vagas são para todo o Brasil, já que todas as oportunidades são para trabalho remoto. Os 70 mais bem colocados na seleção serão classificados para participar do treinamento, com duração de cerca de dois meses. Após a capacitação, os 20 com melhor desempenho serão contratados como trainees. As inscrições podem ser feitas até 30 de novembro no link https://programapitangtransforma.pitang.com. PreparaVAGAS A PreparaVAGAS, plataforma de empregabilidade que visa encaminhar ao mercado de trabalho jovens e adultos das classes C e D, está com 150 vagas abertas em áreas como vendas, recepção, marketing digital, assistente financeiro, entre outras funções. As vagas estão disponíveis nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Paraíba, Sergipe, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Pará, Roraima, Rondônia, Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Para concorrer às vagas, os candidatos devem acessar o site www.preparavagas.com.br Thoughtworks A Thoughtworks abriu 140 vagas nas áreas de Data, Customer Experience, User Experience, Dev, Quality Assurance, Business Analytics, entre outras. As vagas são na modalidade de trabalho remoto, permitindo que candidatos de todo o país possam se candidatar. Inscrições no link https://www.thoughtworks.com/pt/careers/jobs Tópico A Tópico está com 33 vagas abertas divididas pelos setores comercial, contabilidade, fiscal, fábrica, logística, montagem, SSMA e tecnologia da informação. Entre as vagas em destaque estão inspetor de qualidade, operador de máquina, serralheiro, auxiliar de eletricista, executivo comercial, ajudante de logística, analista de planejamento logístico, entre outras. Interessados devem conferir a lista completa de oportunidades e cadastrar o currículo no site https://jobs.kenoby.com/topico. Vórtx A Vórtx abriu programa de estágio, com 35 vagas. Os candidatos devem estar no penúltimo ano da faculdade no momento da contratação. Não há qualquer pré-requisito de cursos nem exigência de experiência. A empresa oferece bolsa mensal de R$ 4 mil, vale-refeição de R$ 34/dia, seguro de vida, assistência médica, assistência odontológica, vale-transporte e auxílio home office. As inscrições devem ser feitas até 15 de novembro pelo link https://preparovc.com/empresas/vortx. Cargill A Cargill abriu o Programa de Trainees 2022. A empresa busca recém-formados ou quem tem até dois anos de formação para atuar em São Paulo (SP), Campinas (SP) e Uberlândia (MG). Entre as áreas de atuação estão Engenharias, além de Administração, Matemática, Economia, Medicina Veterinária, Agronomia, Zootecnia e Física. Inscrições até 25 de novembro pelo link http://novostalentoscargill.com.br/site/ Grupo Cataratas O Grupo Cataratas está com inscrições abertas para o programa de estágio. As oportunidades são para estudantes dos cursos de Administração, Ciência Contábeis, Marketing, Biologia, Medicina Veterinária, Engenharia, Jornalismo, Engenharia Ambiental, Defesa e Gestão Estratégica Internacional, Desenho Industrial, Direito, entre outros cursos. Os estagiários selecionados poderão atuar tanto nas atrações cariocas — AquaRio, BioParque do Rio e Paineiras Corcovado (vans oficiais de acesso ao Cristo Redentor e Centro de Visitantes Paineiras) — como nas atrações que ficam em Foz do Iguaçu (Cataratas do Iguaçu e Marco das Três Fronteiras) e em Fernando de Noronha (PE). Os interessados podem acessar o link para a inscrição. O valor da bolsa auxílio varia entre R$ 800 e R$ 1.200, além de benefícios como auxílio academia, vales refeição e alimentação, auxílio cultura. Randstad A Randstad abriu vagas para tech recruiters, recrutadores especializados em selecionar e contratar profissionais de TI. Os requisitos são ter ensino superior completo, em áreas como psicologia, gestão de recursos humanos, administração ou correlatas; experiência em R&S de perfis de TI como Desenvolvedores, QA, Devops, Analistas de Dados, Engenharia de Software e Métodos Ágeis. Inscrições até 12 de novembro pelo site https://insights.randstad.com.br/tech.recruiter Henkel A Henkel abriu inscrições para o Programa de Estágio 2022, para suas três unidades no Brasil, localizadas em São Paulo, Jundiaí e Itapevi. São 25 vagas para estudantes que estejam cursando as áreas de Administração; Ciências Contábeis; Comércio Exterior; Direito; todas as Engenharias; Economia; Marketing e Comunicação; Psicologia; Química e Relações Internacionais. Para fortalecer a inclusão, os candidatos não precisam dominar o idioma inglês. A Henkel ajudará os estagiários oferecendo cursos de inglês e espanhol. O estudante aprovado receberá bolsa auxílio no valor de R$ 1.700, além dos seguintes benefícios: plano médico Bradesco; plano odontológico Odontoprev; fretado, vale-transporte ou estacionamento (a escolher); vale-refeição ou alimentação no local (a depender da localidade); bolsa-auxílio 13º; cartão benefício de Natal. As inscrições podem ser feitas até 14 de novembro através do link https://www.ciadeestagios.com.br/vagas/henkel/. Sofist A Sofist abriu um programa que tem o objetivo de contratar profissionais que gostem de tecnologia e queiram trabalhar com qualidade de software. O candidato deve ter mais de 18 anos e residir no Brasil. Não é necessário ter graduação ou experiência anterior na área de TI. As vagas são para trabalho remoto e abertas para pessoas com deficiência. Ao final do processo seletivo, serão selecionadas cerca de 10 pessoas para trabalhar no regime CLT. Entre os benefícios, a Sofist oferece plano de saúde e odontológico, vale alimentação, vale refeição, auxílio home office, auxílio creche, seguro de vida, participação nos lucros e resultados, horário flexível, licença maternidade e paternidade estendida, entre outros. As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de novembro no link https://vemprasofist.gupy.io/jobs/1263873. O candidato terá de escolher entre as áreas de testes automatizados, testes humanos (manuais) ou testes de carga & stress. Mercado Eletrônico O Mercado Eletrônico está com 6 vagas de emprego para áreas relacionadas a tecnologia e compras corporativas. As oportunidades são para Aprendiz, Assistente de Compras (exclusiva para profissionais com deficiência – PCD), Desenvolvedor Back-End Java, Líder UX, Motion Designer Pleno e Product Owner. O formato de trabalho é home office ou híbrido. Para se candidatar, basta enviar o currículo para os e-mails: selecao@me.com.br ou bruna.scagliante@me.com.br Elfa A Elfa lançou um programa de recolocação e desenvolvimento profissional para pessoas com 50 anos ou mais - o Talento Sênior. Os candidatos precisam ter mais de 50 anos e ensino superior ou técnico completo. As vagas são para atuação nas cidades de João Pessoa/PB, São Paulo/SP e Goiânia/GO. O programa terá duração de um ano e os profissionais poderão ser efetivados. As inscrições podem ser feitas pelo site até 17 de novembro. Edenred Soluções Pré-Pagas A Edenred Soluções Pré-Pagas, marca da Edenred Brasil, abriu novas oportunidades para as áreas de tecnologia e de produtos. Entre elas estão as vagas para Coordenador de TI, Gerente de TI, Analista Desenvolvedor Sênior e Analista de Produtos Pleno. Os interessados nas oportunidades devem se candidatar por meio dos links: COORDENADOR DE TI GERENTE DE TI ANALISTA DESENVOLVEDOR SR ANALISTA DE PRODUTOS PL Demais oportunidades
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27/10 - Magnata da água engarrafada é o homem mais rico da China; fundador do TikTok é o 2º em ranking
Fortuna de Zhong Shanshan é avaliada em US$ 60,5 bilhões, segundo a Hurun Rich List. Jack Ma, o mais rico do ano passado, caiu para o quinto lugar. Água engarrafada, carros elétricos e TikTok: quem são os mais ricos da China O magnata da água engarrafada, Zhong Shanshan, se tornou a pessoa mais rica da China, de acordo com um ranking divulgado nesta quarta-feira (27), depois que uma campanha governamental para controlar as grandes fortunas afetou os líderes tradicionais da classificação, como Jack Ma, cofundador do Alibaba. Zhong viu sua fortuna crescer após o início da cotação na Bolsa de suas empresas Nongfu Spring, de água mineral, e Wantai Biological Pharmacy Enterprise, favorecida pela grande demanda de testes de covid-19. A fortuna do empresário é avaliada em US$ 60,5 bilhões, segundo a Hurun Rich List. Quem é Zhong Shanshan, proprietário de uma empresa de água engarrafada Jeff Bezos é o homem mais rico do mundo; veja os primeiros do ranking global da Forbes Zhong foi o terceiro na lista do ano passado, mas subiu para a liderança após a campanha governamental de redistribuição da riqueza em nome da igualdade, que retirou alguns bilhões de de dólares das fortunas de outros magnatas. Magnata da água engarrafada, Zhong Shanshan, durante conferência de imprensa em Pequim, em imagem de maio de 2013. Jiang Xin/Imaginechina via AFP/Arquivo Jack Ma, o mais rico do ano passado, caiu para o quinto lugar depois que sua fortuna registrou queda de 36%, a US$ 39,6 bilhões. Ma e Alibaba perderam a simpatia de Pequim depois que o empresário criticou, em um discurso em 2020, as regulamentações financeiras do país. Após as declarações, as autoridades chinesas cancelaram uma oferta pública inicial do grupo financeiro Ant, do Alibaba, e adotaram uma série de medidas para controlar as empresas de tecnologia e os grandes empresários. Pony Ma, presidente do grupo de tecnologia Tencent, caiu duas posições e aparece em quarto lugar pelas restrições chinesas sobre os jogos eletrônicos, que provocaram uma perda de 19% em sua fortuna. No segundo lugar aparece o fundador do TikTok, Zhang Yiming. Zhang Yiming, fundador e CEO da ByteDance, dona do TikTok Shannon Stapleton/Reuters O Instituto de Pesquisa Hurun, que elabora a lista, afirmou que pela primeira vez nenhum empresário do setor imobiliário aparece entre os 10 primeiros lugares. Fundador da Evergrande cai para a 70ª posição O maior perdedor do setor foi Xu Jiayin, fundador do conturbado gigante imobiliário Evergrande. Xu liderou a lista em 2017 e no ano passado foi o quinto, mas em 2021 caiu para a 70ª posição. A Evergrande enfrenta uma crise de liquidez, o que dificulta o pagamento de uma dívida de 300 bilhões de dólares. A lista de cidadãos na China com fortuna superior a 2 bilhões de de yuanes (310 milhões de dólares) subiu este ano para 2.918 pessoas, segundo a lista do Instituto Hurun. O crescimento no mercado de carros elétricos, em particular, provocou o aumento da fortuna de vários empresários.
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27/10 - Santander tem lucro de R$ 4,27 bilhões no 3º trimestre, alta de 12%
Já em comparação ao segundo trimestre, lucro foi 4,1% maior. Banco aprovou a distribuição de R$ 3 bilhões em dividendos aos acionistas. Fachada de agência do Santander Divulgação O Santander Brasil registrou lucro líquido societário de R$ 4,272 bilhões no 3º trimestre, o que representa uma alta de 12,1% na comparação com o mesmo trimestre de 2020 (R$ 3,811 bilhões) e de 4,1% em relação ao segundo trimestre desde ano (R$ 4,103 bilhões). Já o lucro gerencial, que exclui fatores extraordinários, alcançou R$ 4,340 bilhões, alta de 12,5% em relação ao 3º trimestre do ano passado (R$ 3,859 bilhões) e de 4,1% em comparação com trimestre imediatamente anterior (R$ 4,171 bilhões). A rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROE) alcançou 22,4%, a maior da história do banco, contra 21% no 2º trimestre. Rentabilidade dos bancos retorna ao patamar pré-pandemia e lucro sobe, diz BC O banco também aprovou a distribuição de dividendos aos acionistas no montante de R$ 3 bilhões, que serão pagos a partir do dia 3 de dezembro. Carteira de crédito A carteira de crédito totalizou R$ 450,2 bilhões, com crescimento de 13,3% no ano. Já o resultado de provisão para créditos de liquidação duvidosa somou R$ 3,676 bilhões, com aumento de 26,1% no ano e de 10,6% no trimestre. O índice de inadimplência de 15 a 90 dias atingiu 3,4% em setembro, aumento de 0,31 ponto percentual no ano de de 0,04 ponto percentual no trimestre. O Santander informou também em seu balanço que atingiu um total de 51,8 milhões de clientes. No final do terceiro trimestre, o Santander Brasil tinha 2.029 agências, de 2.168 unidades um ano antes.
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27/10 - Emprego: confira as 503 vagas disponíveis através da Agência do Trabalho em 22 municípios de Pernambuco nesta quarta-feira
Vendedor, auxiliar de limpeza, assistente administrativo e estão entre oportunidades disponíveis. Interessados devem agendar atendimento pela internet. Oportunidades desta quarta-feira (27) foram ofertadas em 22 municípios do estado Julia Galvão Profissionais em busca de emprego têm 503 vagas disponíveis através das 29 unidades da Agência do Trabalho, da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq). As oportunidades desta quarta-feira (27) foram disponibilizadas em 22 municípios. Confira todos os concursos abertos Seleção em Sirinhaém reúne 353 vagas Recife faz seleção para contratar 500 professores Do total, 60 vagas são temporárias e outras 18 foram reservadas para pessoas com deficiência. Assistente de vendas, topógrafo, vendedor pracista, padeiro, marceneiro, chef de cozinha e estoquista estão entre os postos de trabalho ofertados nos municípios (confira lista completa mais abaixo). As vagas foram disponibilizadas no Recife (176) e em Araripina (15), Arcoverde (5), Belo Jardim (5), Bezerros (3), Cabo de Santo Agostinho (64), Camaragibe (3), Caruaru (22), Garanhuns (8), Goiana (10), Igarassu (6), Ipojuca (40), Nazaré da Mata (8), Paudalho (3), Paulista (7), Pesqueira (43), Petrolina (8), Salgueiro (13), Santa Cruz do Capibaribe (25), São Lourenço da Mata (1), Serra Talhada (10) e Vitória de Santo Antão (28). Os interessados devem realizar agendamento para as unidades da Agência do Trabalho através do site da Seteq-PE. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo): Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital VÍDEOS: Mais assistidos de PE nos últimos 7 dias
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27/10 - Prato colorido: como aprender a gostar de frutas, legumes e verduras
Especialistas entrevistadas pelo g1 sugeriram 4 passos para quem quer começar a mudança alimentar de forma gradual. Veja 4 dicas para inserir verduras, legumes e frutas na dieta Nadine Primeau/Unplash Tem dificuldade de incluir verduras, frutas e legumes na dieta? Todo mundo sabe que não tem fórmula mágica para isso, mas, para quem está disposto, dicas sempre podem ser bem-vindas. É por isso que especialistas entrevistadas pelo g1 sugeriram 4 passos para começar a mudança alimentar de forma gradual, sem radicalismos, respeitando seus limites. Confira a seguir: 1. Combine alimentos preferidos com os que você não gosta Ter prazer em comer é fundamental e, por isso, a dica de ouro da nutricionista Rachel Francischi é começar associando alimentos preferidos com os que você rejeita. "E quando eu digo associar, eu quero dizer que, nessa etapa nutricional, vale tudo. Molho que vai maionese ou creme de leite na salada, salpicar croutons, batata palha em cima ...Ou um paciente que gosta de pão, coloca uma geleia com morango junto", sugere Rachel. "É verdade que essas coisas não são saudáveis, mas, nessa etapa, o paciente já vem consumindo muito mais sal e açúcar. E se a gente consegue inserir junto alimentos mais saudáveis, com mais vitaminas, ele vai se acostumando aos poucos", acrescenta. Essa combinação de alimentos pode modificar o sabor da verdura ou da fruta que a pessoa não gosta, ajudando a diminuir a rejeição por elas. "O problema é que as pessoas querem fazer tudo perfeito. Comer só a salada com azeite...Mas começar assim pode gerar frustração e a pessoa pode desistir. Ninguém come o que não gosta", ressalta. Leia também: Ossos mais fortes: veja quais alimentos são boas fontes de cálcio Mulheres relatam experiência com criolipólise, que 'deformou' Linda Evangelista Faça o teste: Alimentos ultraprocessados; saiba se você conhece os riscos 2. Varie receitas e preparos Na linha da dica anterior, Rachel diz que é importante apostar em receitas novas e saborosas. Não é muito fã de espinafre, por exemplo? Por que então não apostar em uma quichê preparada com a verdura? "É bom pesquisar por receitas gostosas, como bolinhos, tortas, suflês, sanduíches, muffings", diz Rachel. Outro ponto é mudar o preparo. Se você não gosta de cenoura crua ralada na salada, pode tentar fazer o legume no vapor com temperos que agradem ao seu paladar, além de incluí-lo em sopas. Com frutas, sempre tem a opção dos sucos. 3. Não se obrigue a comer todas as cores de uma vez Contrariando a máxima do prato colorido, a médica nutróloga do Hospital Albert Sabin, Telma Sigolo Roberto, diz que não há necessidade de "comer todas as cores" todos os dias e de uma só vez. "Prato colorido é, de fato, saudável, mas por que você vai colocar tudo de uma vez só se o nosso organismo tem capacidade de armazenar vitaminas e minerais?", diz Telma. Além disso, a nutróloga alerta que querer colorir tudo de uma vez pode gerar ansiedade, aversão e enjoo. A dica dela, portanto, é variar na hora da feira ou do supermercado. "Em uma semana, eu posso comprar, por exemplo, cenoura, beterraba e kiwi, e, na outra, eu pego brócolis, tomate e laranja", exemplifica a nutróloga. Além de facilitar a logística do dia a dia, a prática acaba contribuindo para que a pessoa comece a incluir alimentos diversos na sua dieta, de forma periódica, dando mais tempo para descobrir novos gostos e sabores. 4. Conscientize-se dos benefícios a longo prazo No consultório de Telma, a conversa começa sempre com a conscientização dos benefícios de uma alimentação mais equilibrada no longo prazo. Isso pode ajudar quando se pensa em desistir. "É importante mostrar para as pessoas como o consumo de vitaminas e minerais previnem uma série de doenças, como organismo delas vai funcionar melhor com o consumo de fibras, frutas, verduras", diz a nutróloga. A nutricionista Rachel Francischi afirma, por sua vez, que o próprio paciente vai percebendo as mudanças em seu organismo, gradualmente, o que pode dar força para continuar. "Sempre sugiro começar por pequenas porções de frutas e verduras na dieta. Aí a pessoa volta e fala: 'olha, meu intestino está melhorando'. E, então, eu vou aumentando as quantidades e cada vez mais o paciente começa a perceber as mudanças", ressalta. VÍDEO: Pedra nos rins: abacaxi é remédio? 7 coisas que você precisa saber Pedra nos rins: abacaxi é remédio? Veja 7 coisas que você precisa saber VÍDEO: Compulsão por chocolate Compulsão por chocolate
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27/10 - Veja as vagas de emprego oferecidas em Petrolina, Araripina e Salgueiro nesta quarta-feira (27)
Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de trabalho, Goiás Divulgação/Prefeitura de Aparecida de Goiânia Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quarta-feira (27) em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE
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27/10 - Casal com dois filhos e renda mediana em SP só consegue comprar imóvel com mais de 40m² longe do Centro, mostra pesquisa
Estudo verificou que apartamentos com preço abaixo de R$ 190 mil estão concentrados no extremo da Zona Leste da cidade, em pontos da Zona Norte e no Capão Redondo, na Zona Sul. A pesquisa considerou que a renda mediana de um casal com dois filhos é de R$ 3.887 na cidade de São Paulo Cecília Bastos/USP Imagens a Uma pesquisa da plataforma de inteligência de mercado Urbit mostrou que a renda mediana de um casal com dois filhos na cidade de São Paulo não é suficiente para a compra de um imóvel em nenhum bairro do centro expandido. Com os preços altos nos bairros mais centrais, as famílias em busca da casa própria recorrem a regiões periféricas para financiar o primeiro apartamento. O estudo mostrou que a oferta de apartamentos com mais de 40m² e preço abaixo de R$ 190 mil está concentrada no extremo da Zona Leste da capital. Fora isso, há disponibilidade também em alguns pontos espaçados da Zona Norte e na região de Capão Redondo, na Zona Sul (veja os pontos no mapa abaixo). Apartamentos por menos de R$ 190 mil com 40m² ou mais na cidade de São Paulo Elcio Horiuchi/Arte G1 A pesquisa considerou que a renda mediana de um casal com dois filhos é de R$ 3.887 na capital, e que um imóvel adequado para este tipo de família deve ter mais de 40m². A renda é considerada suficiente para comprar um apartamento de até R$ 190 mil, segundo os cálculos da consultoria. Os preços levam em conta anúncios de venda de apartamentos usados em todas as regiões da cidade. LEIA TAMBÉM: Apartamento em SP com banheiro dentro da cozinha viraliza Inflação no Brasil deve ser maior que a de 83% dos países SP bate recorde histórico de venda de imóveis Um dos bairros com maior oferta de apartamentos abaixo de R$ 190 mil e acima de 40m² foi José Bonifácio, nos arredores de Itaquera, na Zona Leste. Nesta região, o valor médio de um apartamento de dois dormitórios foi R$ 170 mil, segundo o estudo. A poucos quilômetros dali, no entorno da estação Itaquera da Linha 3-Vermelha do Metrô, o preço médio verificado foi maior: cerca de R$ 247.950, em média, para um imóvel de dois quartos. A diferença mostra como a proximidade com transporte público encarece o preço médio até mesmo fora do centro. Fora do Centro Apartamento na Vila Guilherme, na Zona Norte de São Paulo, em outubro de 2021 Arquivo pessoal O alto custo dos imóveis no centro expandido da capital faz com que muitas famílias tenham que buscar alternativas longe do local de trabalho na hora de adquirir a casa própria. Foi o caso do coordenador Guilherme Ferreira, que estava em busca de um apartamento para comprar, em conjunto com a namorada, na Zona Sul da cidade. Após a busca, ele acabou optando por um imóvel na Vila Guilherme, na Zona Norte da capital, que fica distante do seu local de trabalho, no Morumbi, Zona Sul da capital. "A gente percebeu que conseguia achar opções de 60m² a 70m² acessíveis na Zona Norte, e não no Centro. O mesmo valor que a gente pagou na Vila Guilherme, daria para comprar só um estúdio na região central", disse Ferreira. Durante a sua pesquisa, Ferreira encontrou imóveis com preços acessíveis principalmente em bairros da Zona Norte, como Vila Gustavo, Tucuruvi e Vila Guilherme, e também na Zona Leste. Nos bairros próximos ao seu local de trabalho ou na região do centro expandido, apenas apartamentos com uma metragem inferior estavam dentro do seu orçamento. "Ou a gente morava perto do trabalho, mas em um apartamento bem mais modesto, que não atenderia às nossas necessidades, ou a gente poderia usar esse mesmo valor em uma zona não tão central, mas com um preço melhor", completou Ferreira. A distância da moradia até o Centro afeta diretamente a busca por um lugar no mercado de trabalho. Quem procura um emprego na região da Sé tem 290 vezes mais chances de ser contratado do que quem procura uma vaga em regiões como Anhanguera, na Zona Norte e Iguatemi, na Zona Leste da capital, segundo dados do Mapa da Desigualdade da Rede Nossa São Paulo divulgados nesta terça (26). Edifício residencial em construção na Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, no Jardim Íris, na Zona Norte de São Paulo Gustavo Honório/G1 Desigualdade de renda Segundo o economista Vinicius Oike, responsável pelo estudo da Urbit, o desequilíbrio entre a renda média da população e os preços de mercado fazem com que a oferta de imóveis mais acessíveis fique concentrada longe do centro. Mesmo assim, os valores praticados no mercado fazem com que mesmo os apartamentos na periferia sejam inacessíveis para boa parte da população. "O que a gente enxerga é que pra quem tem renda mediana é muito difícil conseguir acesso à habitação sem um programa muito ambicioso de estímulo, como o Minha Casa Minha Vida. O mercado por si só dificilmente vai conseguir dar habitação pra essas pessoas, porque ela tem uma renda muito baixa. A renda mediana, apesar de ser mediana, é baixa", explicou Oike. "É uma questão que transborda para outros aspectos da sociedade. Em partes, a desigualdade da renda reforça a desigualdade de habitação. A família de baixa renda só vai conseguir se fixar na periferia", completou o economista. Prédio em construção na Rua da Consolação, nos Jardins, na Zona Oeste de São Paulo, oferece lofts de até 202 m² Cíntia Acayaba/G1 O pesquisador explicou que, dentro do centro expandido, a grande maioria dos imóveis com custo abaixo de R$ 190 mil são flats, studios e quartos de hotel que tipicamente são considerados investimentos e não moradia. Por conta da metragem, menor que 40m², eles não costumam ser procurados por famílias. "São unidades muito pequenas, em prédios com várias facilidades, e costumam estar bem localizadas. Por vezes são usadas como moradias temporárias, ou para aluguel", disse Oike. A pesquisa destacou ainda que existem imóveis com custo abaixo de R$ 190 mil que não são englobadas pelo estudo porque são negociados no mercado informal, ou seja, não aparecem nos anúncios online. É o que ocorre, por exemplo, no extremo Sul da capital. No entanto, a maior parte dessas propriedades tem algum tipo de irregularidade, o que explica o preço abaixo da média e a ausência de anúncios digitais. "Tem muitos níveis de irregularidade. Alguns desses imóveis não têm alvará, outros não têm a documentação em dia, e alguns realmente estão localizados em terrenos ilegais, em áreas de proteção ambiental, por exemplo", disse Oike. Renda comprometida A pesquisa da consultoria mostrou que a renda de um casal com dois filhos precisaria ser 100% comprometida ao longo de 23 anos para a compra de um imóvel médio na capital. Se a família utilizar apenas 30% da renda mensal, seriam necessários 78 anos para comprar a casa própria. O tempo necessário para o pagamento da casa própria varia de acordo com a região da cidade. Para comprar na Bela Vista, no Centro, a mesma família precisaria economizar 100% do salário por 35 anos – ou 119 anos usando 30% da renda familiar mensal, percentual máximo de comprometimento da renda aceito pelas instituições bancárias em financiamentos imobiliários. Já na Casa Verde, na Zona Norte, o tempo necessário cai para 16 anos usando todo o salário, ou 55 anos utilizando pouco menos de um terço do rendimento familiar. Vista do amanhecer na região do Butantã, zona oeste de São Paulo (SP) RONALDO SILVA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO O estudo também calculou a acessibilidade à casa própria para quem mora sozinho, perfil que tem se tornado mais comum nos últimos anos. Neste caso, a renda mediana é de R$ 2.390 na capital, e o poder de compra é suficiente para um imóvel de até R$ 120 mil, segundo a consultoria. Com essa renda mensal, o tempo necessário para um solteiro comprar um apartamento é de 169 meses (14 anos), caso o salário seja 100% utilizado para o pagamento do imóvel. Com comprometimento de 30% da renda individual para o pagamento do imóvel, o prazo médio na capital sobe para 562 meses, ou pouco menos de 47 anos. VÍDEOS: Tudo sobre São Paulo e região metropolitana
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27/10 - BC deve acelerar ritmo e elevar juros nesta quarta ao maior nível em quatro anos, prevê mercado
Decisão do governo de flexibilizar o teto de gastos gerou reação negativa e deve motivar aceleração do ritmo de alta dos juros. Analistas já vislumbram estagflação no próximo ano. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deve acelerar o ritmo de alta dos juros nesta quarta-feira (27), segundo estimativa do mercado financeiro. A decisão será anunciada após as 18h. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Risco fiscal se materializou, e BC deve aumentar ainda mais a taxa de juros, diz economista A expectativa da maior parte dos economistas, coletada em pesquisa realizada pelo BC na semana passada, é de que a taxa básica seja elevada dos atuais 6,25% para 7,5% ao ano, ou seja, um aumento de 1,25 ponto percentual. Confirmada essa alta, a taxa Selic atingirá o maior patamar em quatro anos — em outubro de 2017, antes de cair para 7,5%, estava em 8,25% ao ano (veja no gráfico abaixo). Parte dos economistas, entretanto, já aposta em uma elevação ainda maior: de 1,5 ponto percentual, para 7,75% ao ano. Após a divulgação da prévia da inflação de outubro, que mostrou aceleração, alguns bancos passaram a estimar um aumento até maior do que 1,5 ponto no encontro do Copom desta semana. Com isso, o juro passará a ficar maior do que o registrado no início do governo Bolsonaro, em janeiro de 2019 (6,5% ao ano). LEIA TAMBÉM ENTENDA como a alta da taxa de juros impacta na economia Mercado prevê maior alta dos juros em 2021 e 2022, após Guedes admitir flexibilizar teto de gastos Nos dois últimos encontros do Copom, em agosto e setembro, o elevação dos juros foi de um ponto percentual. Para este mês, havia uma indicação do BC de que esse ritmo de alta seria mantido. Porém, o mercado passou a prever uma elevação maior após o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter admitido na semana passada "furar" o teto de gastos (mecanismo que limita o aumento da maior parte das despesas à inflação do ano anterior). Guedes tem dito que as mudanças no teto de gastos têm por objetivo ampliar a proteção social, por meio do Auxílio Brasil, programa social sucessor do Bolsa Família. Mas analistas têm indicado que seria possível incrementar o programa sem estourar o limite para despesas, utilizando, por exemplo, recursos destinados às emendas parlamentares. De acordo com relatório assinado pelo economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita, as notícias sobre a alta dos gastos aumentaram as dúvidas sobre o futuro do teto de gastos no Brasil. "Sem uma âncora fiscal crível, a tarefa do Banco Central de manter a inflação na meta se torna mais difícil", avaliou. Na última semana, o mercado passou a prever juros mais altos também no futuro. Para o fim de 2021, a expectativa dos analistas passou de 8,25% para 8,75% ao ano e, para o fechamento de 2022, os economistas do mercado financeiro subiram a expectativa para a taxa Selic de 8,75% para 9,5% ao ano. Como a taxa Selic é definida O principal instrumento do Banco Central para conter a propagação da alta de preços é a taxa básica de juros, que é definida com base no sistema de metas de inflação. Normalmente, quando a inflação está alta, o BC eleva a Selic, e a reduz quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas predeterminadas. Para 2021, a meta central de inflação é de 3,75%. Pelo sistema vigente no país, será considerada cumprida se ficar entre 2,25% e 5,25%. Neste momento, o BC já está olhando para a meta de inflação de 2022 para definir os juros. No próximo ano, a meta central de inflação é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%. IPCA-15: Prévia da inflação em outubro tem maior alta para o mês desde 1995 Inflação Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, ficou em 1,16%. Esta foi a maior taxa para um mês de agosto desde o início do plano real, em 1994. Em 12 meses, a inflação atingiu o patamar de dois dígitos: 10,25%, a mais alta desde fevereiro de 2016. De acordo com levantamento do Instituto Superior de Administração e Economia da Fundação Getúlio Vargas (ISAE/FGV), mais da metade da inflação, neste ano, é resultado da disparada dos combustíveis, energia e carne. Esses estão entre os itens que mais têm pesado no bolso do brasileiro e na inflação. O mercado financeiro estima que a inflação medida pelo IPCA somará 8,96% neste ano, mais do que o dobro da meta central (7,5%) e acima do teto de 5,25% do sistema de metas. Para 2022, a previsão de inflação do mercado está em 4,40%, acima da meta central mas ainda dentro do intervalo de tolerância. Estagflação Com o aumento do chamado "risco fiscal" — as incertezas sobre as contas públicas no futuro — e o reflexo disso na economia (alta do dólar, da inflação e, consequentemente, das taxas de juros bancárias), analistas vislumbram a possibilidade de estagflação na economia brasileira no próximo ano. Esse fenômeno se caracteriza por estagnação na economia, ou seja, sem crescimento do nível de atividade, ou até mesmo retração, associada ao aumento do desemprego e da inflação. "Aumentou a possibilidade de ter estagflação ano que vem, mas não é ainda uma certeza", avaliou Luis Otavio de Souza Leal, economista-chefe do banco Alfa. Segundo ele, a confirmação desse cenário vai depender do quanto o BC terá de elevar os juros e do desempenho da economia no quatro trimestre deste ano (que gera um efeito estatístico para 2022). Leal estimou uma alta de 4,5% para a inflação no próximo ano. Em relatório, o Itaú estimou que o Copom terá de elevar os juros para até 11,25% ao ano nos primeiros meses de 2022, o que levará a atividade econômica para um "recuo moderado" — um tombo de 0,5% para o PIB em 2022. "Um real mais fraco [dólar a R$ 5,50 no fim de 2021 e 2022] aumentará as pressões inflacionárias, mas o controle de danos do BCB deve limitar um contágio maior, com a inflação recuando para 4,3% em 2022, de 9% em 2021", acrescentou, no documento. Consequências da alta dos juros De acordo com economistas, o aumento do juro básico da economia, tem vários reflexos na economia. Veja abaixo os principais: A elevação da taxa de juros, o aumento do juro básico da economia, já está resultando em taxas bancárias mais elevadas e a tendência é de que novos aumentos também sejam repassados aos clientes. Em setembro, a taxa média dos bancos foi a maior desde abril de 2020. Além do juro básico, o aumento do IOF anunciado pelo governo também impacta o custo final dos empréstimos. O aumento da taxa de juros também influencia negativamente o consumo da população e os investimentos produtivos, impactando, assim, o Produto Interno Bruto (PIB), o emprego e a renda. Economistas estão baixando há semanas a previsão de crescimento da atividade econômica em 2022. O aumento da taxa básica da economia gera uma despesa adicional com juros da dívida pública. Gabriel Leal de Barros, da RPS Capital, calculou que o ciclo de alta da Selic de 2% ao ano, em março de 2021, para 7,5% ao ano, se confirmada, geraria uma despesa adicional de quase de R$ 180 bilhões com juros da dívida (se mantida em 12 meses). Aplicações financeiras em renda fixa, como a caderneta de poupança, tendem a render um pouco mais. Com o juro básico em 7,5% ao ano mais taxa referencial (TR), por exemplo, a poupança passará a render 5,25% ao ano, contra 4,375% ao ano, mais TR (com taxa Selic em 6,25% ao ano). Mesmo assim, o rendimento da poupança segue perdendo da inflação.
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27/10 - Auxílio Emergencial: Caixa paga última parcela a mais um grupo de trabalhadores; veja quem recebe
Recebem os nascidos em julho fora do Bolsa, e os beneficiários do programa com NIS encerrado em 8. A Caixa Econômica Federal (Caixa) paga nesta quarta-feira (27) a sétima e última parcela do Auxílio Emergencial para mais um grupo de beneficiários. Desta vez, recebem os trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em julho. Também recebem os beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 8. Auxílio Emergencial acaba este mês e não será prorrogado, diz ministro Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Saiba como contestar se você teve o beneficio negado SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL AUXÍLIO BRASIL: Quem vai receber? Qual o valor? Veja o que se sabe sobre o programa que deve substituir o Bolsa Família Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, os recursos serão depositados em poupança social digital da Caixa, e estarão disponíveis inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber a 7ª parcela nesta quarta serão liberados em 10 de novembro. Já quem é do Bolsa recebe os recursos da mesma forma que o benefício original. Auxílio emergencial 2021: regras da prorrogação Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ RECEBEM A SÉTIMA PARCELA NESTA QUARTA-FEIRA: beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 8 trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em julho Calendários de pagamento BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Calendário atualizado de pagamentos do Auxílio Emergencial 2021 Economia G1
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26/10 - Microsoft tem receita trimestral acima do esperado
Aumento da demanda por serviços baseados em computação em nuvem impulsionou resultados da companhia. Sede da Microsoft em Issy-les-Moulineaux, perto de Paris, na França, em 18 de abril de 2016 REUTERS/Charles Platiau A Microsoft superou as expectativas de Wall Street para receita trimestral, segundo dados divulgados nesta terça-feira (26), com o aumento da demanda por serviços baseados em computação em nuvem. A Microsoft disse que a receita do segmento "Intelligent Cloud" cresceu 31%, para US$ 17 bilhões. Analistas esperavam um valor de US$ 16,58 bilhões, de acordo com dados da Refinitiv. LEIA TAMBÉM: Fortuna de Elon Musk se aproxima dos US$ 300 bilhões e vale mais que a ExxonMobil Windows XP faz 20 anos: lembra desse monte verde? Alphabet, dona do Google, supera estimativas e tem lucro recorde com anúncios O crescimento da receita do Azure, o principal negócio de computação em nuvem da empresa, ficou em 48%, superando as estimativas dos analistas de 47,5%, de acordo com dados do Visible Alpha. A taxa de crescimento do Azure é a melhor medida direta da competição com rivais como AWS, da Amazon, e Google Cloud, da Alphabet, uma vez que a Microsoft não quebra a receita da unidade de computação em nuvem. "Entregamos um forte início de ano fiscal com nosso Microsoft Cloud gerando US$ 20,7 bilhões em receita no trimestre, um aumento de 36% ano a ano", disse Amy Hood, vice-presidente executiva e diretora financeira da Microsoft. No geral, a receita subiu para US$ 45,32 bilhões no primeiro trimestre fiscal encerrado em 30 de setembro, de US$ 37,15 bilhões um ano antes, superando as expectativas de cerca de US$ 43,97 bilhões. O lucro líquido subiu para US$ 20,51 bilhões, ou US$ 2,71 por ação, de US$ 13,89 bilhões, ou US$ 1,82 por papel, um ano antes. A empresa disse que seus resultados incluíram um benefício de imposto de renda líquido de US$ 3,3 bilhões.
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26/10 - Alphabet, dona do Google, supera estimativas e tem lucro recorde com anúncios
A receita de publicidade subiu 41%, a US$ 53,1 bilhões, no terceiro trimestre de 2021. Faturamento geral da empresa saltou para US$ 65,1 bilhões. Fachada do Google em Irvine, Califórnia Reuters/Mike Blake A dona do Google, Alphabet, revelou nesta terça-feira (26) resultados acima das expectativas para as receitas do terceiro trimestre, um sinal de que seu negócio de publicidade está superando novos limites no rastreamento de usuários móveis. Com o mecanismo de busca, o serviço de vídeo do YouTube e parcerias na web, o Google vende mais anúncios na internet do que qualquer outra empresa. A demanda por seus serviços aumentou no ano passado, impulsionada pelas medidas de isolamento social. LEIA TAMBÉM: Fortuna de Elon Musk se aproxima dos US$ 300 bilhões e vale mais que a ExxonMobil Windows XP faz 20 anos: lembra desse monte verde? A receita de publicidade do Google subiu 41%, a US$ 53,1 bilhões, no terceiro trimestre e o faturamento geral da Alphabet saltou para US$ 65,1 bilhões, acima da estimativa média de US$ 63,34 bilhões dos analistas ouvidos pela Refinitiv. O lucro trimestral foi de US$ 18,936 bilhões ou US$ 27,99 por ação, superando as expectativas de US$ 24,08 por papel, no terceiro trimestre seguido de lucro recorde. A mudança que deu mais controle aos usuários do iPhone sobre seus dados levou os anunciantes a recalibrarem gastos de uma forma que os rivais do Google, Snap e Facebook, disseram prejudicar suas receita no terceiro trimestre. O Google pode ter sido menos afetado porque seu mecanismo de busca coleta dados sobre os interesses do usuário que são valiosos para os anunciantes e incomparáveis ​​no setor. O Google Cloud, que está atrás da Amazon e da Microsoft em participação de mercado, elevou a receita em 45%, para US$ 4,99 bilhões, ligeiramente abaixo das estimativas de US$ 5,2 bilhões. Os custos totais da Alphabet aumentaram 26%, a US$ 44,1 bilhões no trimestre e a força de trabalho da empresa ultrapassou 150 mil funcionários. As ações da Alphabet superaram as de muitos rivais desde o final do ano passado, subindo cerca de 57%. A Microsoft subiu 39%, o Facebook 20% e a Amazon 2% no mesmo período.
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26/10 - Maceió abre 576 vagas em processo seletivo para educação; veja os cargos
Contratos serão de empregos temporários e edital deve ser lançado ainda nesta semana. Processo seletivo para a educação de Maceió foi anunciado pelo prefeito JHC durante lançamento do Programa Valoriza Educação Edvan Ferreira Um processo seletivo para contratação de 576 servidores temporários para a Secretaria Municipal de Educação de Maceió (Semed) foi anunciado nesta terça-feira (26), durante lançamento do Programa Valoriza Educação. No evento, o prefeito JHC (PSB) antecipou algumas informações, mas o edital com a descrição de salários e outros detalhes da seleção, ainda deve ser publicado. A previsão é para que isso aconteça até sexta (29). Processo seletivo para Educação de Maceió Além do processo seletivo, o prefeito também anunciou a nomeação de 20 professores aprovados no concurso de 2017 e pagamento de progressões aos servidores. Todas as ações fazem parte do Programa Valoriza Educação, que prevê benefícios para os servidores da Semed. Em sua fala, o gestor destacou que, agora, o servidor público é prioridade. Assista aos vídeos mais recentes do g1 AL Veja mais notícias da região no g1 AL
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