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03/06 - Usuários encontram erro no Android que trava smartphone com papel de parede
Análise indica que problema está na compatibilidade com as cores definidas na imagem. Imagem que causa travamentos em alguns aparelhos Android. Esta versão da imagem foi convertida e deve ser inofensiva, mas não é recomendado configurá-la no aparelho. Reprodução O que é a pior coisa que pode acontecer configurando um papel de parede no celular? Graças a um "bug" no Android, alguns usuários que decidiram experimentar um "papel de parede bomba" estão precisando redefinir seus smartphones para a configuração de fábrica. A imagem, quando configurada na tela inicial do celular, deixa o aparelho reiniciando constantemente, inviabilizando o uso. Em geral, o problema pode ser resolvido redefinindo o telefone – um procedimento simples e rápido, mas que apaga os dados armazenados no aparelho. As fotos utilizadas pelo blog neste texto foram todas convertidas a partir da original e não devem apresentar risco, mas não é recomendado testá-las. Caso o aparelho apresente o defeito e não seja possível trocar o papel de parede, é preciso consultar o manual para realizar uma restauração forçada. Não devem ocorrer danos permanentes ao smartphone, mas a redefinição apaga arquivos não sincronizados com a nuvem. O caso ganhou popularidade quando um usuário do Twitter conhecido como "Ice Universe" divulgou a imagem, recomendado que ninguém configurasse a foto como papel de parede. Muitos usuários decidiram arriscar – e acabaram com aparelhos travados, que reiniciam continuamente. Vídeos e fotos foram publicados por usuários em resposta ao tuíte, demonstrando o problema na prática. "Ice Universe" é conhecido na rede social por divulgar detalhes antecipados sobre lançamentos da Samsung. Mas o problema também foi confirmado em outros aparelhos com Android 9 e 10. O Android 11 – que ainda não foi oficialmente lançado – não parece ter o defeito. Como a tela inicial é muitas vezes personalizada pelos fabricantes, também é possível que smartphones de determinadas marcas não tenham o bug. Initial plugin text Segundo uma análise do "Ice Universe", o problema pode ter relação com o formato de cores utilizado pelo arquivo. Para representar as cores em arquivos e na tela, computadores e celulares utilizam tabelas de cores padronizadas de "espaços de cores". Por alguma razão, a tela inicial do Android estaria processando as cores de forma indevida, causando um travamento. A "imagem bomba" está no formato de cores RGB, que é capaz de representar mais cores que o sRGB – o formato mais comum. Mesmo que o aparelho não seja compatível com essas cores, ele deve convertê-lo para o formato adequado. Em muitos arquivos, as cores são definidas de forma incorreta, o que também deve ser identificado para evitar erros de processamento. O Android é plenamente capaz de realizar essa conversão. Ver a imagem na web não causa problemas, por exemplo. Mas, por algum motivo, a tela inicial processa a imagem de um jeito diferente. O programador Davide Bianco, que trabalha em uma versão personalizada do Android, já enviou uma sugestão de código para o Android base, que é usado como ponto de partida para as derivações dos fabricantes. Se o problema realmente for esse e a sugestão for acatada, o código pode chegar aos telefones dos usuários em uma futura atualização e eliminar o "bug". Em comunicado citado pela "BBC", a Samsung prometeu uma atualização no dia 11 de julho. Usuário 'Ice Universe' enviou imagem original (esq.) para rede social chinesa e percebeu mudança nas cores, o que indicou a possibilidade de um problema no espaço de cores usado no arquivo. Reprodução/Twitter/Ice Universe Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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03/06 - Snapchat remove conta de Trump de seção voltada a mostrar novos conteúdos
Executivo da rede social afirmou que a seção, chamada de Discover, é uma 'plataforma com curadoria, onde nós decidimos o que promovemos'. Painel com o logo do Snapchat, exibido na Times Square, em Nova York. Lucas Jackson/Reuters O aplicativo Snapchat afirmou que não vai mais promover a conta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na seção Discover, voltada à exploração de novos conteúdos pelos usuários. Comentários inflamados, feitos pelo presidente na semana passada tornaram a conta incompatível com o recurso. "Não vamos amplificar vozes que incitem violência racial e injustiça dando a elas promoção gratuita na seção Discover", afirmou a Snap, empresa dona do popular aplicativo Snapchat. "Violência racial e injustiça não têm lugar em nossa sociedade e estamos juntos de todos aqueles que buscam paz, amor, igualdade e justiça nos Estados Unidos." Com comícios paralisados e tuítes verificados, campanha de Trump recorre a aplicativo próprio A conta de Trump no Snapchat — que consiste em sua maioria de conteúdo de campanha política e não possui a retórica informal que ele usa regularmente no Twitter — continuará pública e acessível para as pessoas acompanharem, afirmou a Snap. O presidente-executivo da Snap, Evan Spiegel, afirmou a funcionários no domingo que a seção Discover é uma "plataforma com curadoria, onde nós decidimos o que promovemos". As tensões entre Trump e plataformas de redes sociais aumentaram na semana passada, depois que o Twitter começou a sinalizar alguns de seus tuítes com um alerta de verificação de fatos. Trump respondeu com um decreto que ameaça reduzir algumas proteções legais usufruídas pelas empresas de mídia social. Depois, o Twitter marcou uma mensagem de Trump sobre os protestos de Minneapolis por considerar que "enaltece a violência".
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03/06 - Bolsas dos EUA fecham em forte alta com dados econômicos acima do esperado
O Dow Jones fechou em alta de 2,05%, a 26.269,89 pontos, o S&P 500 avançou 1,36%, a 3.122,87 pontos, e o Nasdaq subiu 0,78%, a 9.682,91 pontos Os índices acionários de Nova York fecharam em alta significativa nesta quarta-feira (3), impulsionados por uma série de dados melhores do que o esperado e pela expectativa de mais estímulos fiscais nas principais economias do globo. O Dow Jones fechou em alta de 2,05%, a 26.269,89 pontos, o S&P 500 avançou 1,36%, a 3.122,87 pontos, e o Nasdaq subiu 0,78%, a 9.682,91 pontos. Wall Street Lucas Jackson/Reuters Os dados americanos continuam descrevendo um cenário de contração econômica global, mas os números não foram tão negativos quanto o esperado pelos investidores. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços americano subiu a 45,4 pontos em maio, de acordo com o Instituto para Gestão da Oferta (ISM). O dado abaixo da marca dos 50 pontos ainda indica contração da atividade, mas surpreendeu positivamente ao superar a expectativa de consenso, de 44 pontos. A série de dados positivos não se limitou apenas aos EUA: na Europa, tanto o índice de atividade PMI do setor de serviços quanto a taxa de desemprego da zona do euro surpreenderam positivamente, embora ainda indiquem deterioração das condições econômicas. A taxa de desemprego, em especial, subiu apenas 0,2 ponto percentual e ficou em 7,3% em abril, abaixo da expectativa, de 8,0%. Na China, o PMI de serviços traçou um cenário ainda mais positivo, subindo a 55,0 pontos em maio, de 44,4 da leitura anterior, e saindo do território de contração. O setor industrial fechou em alta de 3,91%, na ponta positiva do S&P 500, deixando mais uma vez para trás setores como o de tecnologia (+0,82%), que tem sido o principal motor de crescimento de Wall Street nos últimos anos. Além do setor industrial, as ações do setor financeiro (+3,83%) também tiveram uma forte alta hoje, em meio a perspectivas crescentes de novos estímulos fiscais. De acordo com fontes a par do assunto, o presidente americano, Donald Trump, planeja se encontrar com alguns de seus principais assessores ainda nesta semana para avaliar as suas opções para o próximo pacote, enquanto a administração se prepara para as negociações com o Legislativo dos EUA. Mais cedo, o Banco Popular da China (PBoC, o BC chinês) também disse nesta quarta que o impacto da pandemia de covid-19 na economia chinesa é maior que o esperado e que mais medidas de estímulo monetário serão implementadas para apoiar o crescimento e os mercados de trabalho. Além das perspectivas positivas para a economia, os protestos contra o racismo e a violência policial nos EUA parecem ter se acalmado um pouco. Embora protestos ainda estejam sendo realizados em várias cidades — muitos deles desafiando os toques de recolher implementados em vários lugares —, a violência vista nos dias anteriores parece ter diminuído.
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03/06 - Em um dia, 600 mil franceses baixam aplicativo para rastrear novo coronavírus
Iniciativa teve apoio do governo da França. Especialistas estimam que 60% das pessoas no país precisariam ter acesso ao dispositivo para que ela seja eficaz. Ministro encarregado de assuntos sobre tecnologia, Cédric O, mostra aplicativo de rastreamento de casos de novo coronavírus em foto de 2 de junho Ludovic Marin/AFP Cerca de 600 mil franceses baixaram em menos de 24 horas o aplicativo de celular criado na França para rastrear possíveis contágios com o novo coronavírus, afirmou nesta quarta-feira (3) o ministro encarregado de assuntos digitais, Cédric O. "É um bom começo", disse O ao canal France 2. A empresa de análise de aplicativos AppAnnie disse que StopCovid está no topo da lista de downloads na França para celulares Android da Apple e Google. Os aplicativos de rastreamento do coronavírus são considerados uma ferramenta vital para frear a propagação da Covid-19, que matou quase 29 mil pessoas na França. França, Itália e Reino Unido aceleram passo para reativar economias Os governos de todo o mundo desenvolveram aplicativos, por conta própria ou com a ajuda de empresas privadas como Apple e Google, que se uniram para fornecer programas de rastreamento compatíveis entre seus telefones. Muitos utilizam a tecnologia bluetooth que permite aos celulares "ver" se uma pessoa entrou em contato próximo com alguém que testou positivo para o vírus, assumindo que a pessoa infectada introduziu o diagnóstico no aplicativo. A França se negou a trabalhar com a Apple e Google para seu aplicativo, devido a preocupações de privacidade de dados. O uso do aplicativo StopCovid é voluntário e os funcionários garantem que não se pode revelar dados pessoais para outros usuários. Adesão 12 de maio: dois idosos esperam ônibus em Crépy-en-Valois, a nordeste de Paris, na França. François Nascimbeni / AFP Os especialistas em saúde afirmam que pelo menos 60% da população precisa usar a tecnologia para que seja efetiva. No entanto, vários países não alcançaram esse objetivo, inclusive países asiáticos que estiveram entre os primeiros a implementar aplicativos de rastreamento. Cédric O disse que esperava que "vários milhões de franceses" baixassem o aplicativo, que é útil principalmente em áreas muito frequentadas "como bares e restaurantes, transporte público e comércios". Initial plugin text
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03/06 - Após pandemia, algodão deverá perder espaço para soja e milho na próxima safra
Redução de área seria um revés para o setor do Brasil, que vem apresentando seguidas safras recordes. Lavoura de Algodão em Vilhena (RO) Eliete Marques/G1 Uma das culturas mais prejudicadas pelos efeitos do novo coronavírus, o algodão registra quedas significativas no consumo, desaceleração nas vendas e recuo nos preços, que devem desencadear uma retração de 10% a 20% na área plantada na próxima safra, de 2020/21, segundo representantes do setor. A tendência é que parte das lavouras cultivadas com algodão em Mato Grosso, maior produtor do país, dê lugar ao milho safrinha, enquanto cotonicultores da Bahia, segundo estado no ranking, migrarão para a soja. A redução de área seria um revés para o setor do Brasil, que vem apresentando seguidas safras recordes, o que permitiu ao país superar a Índia como segundo exportador global, atrás dos Estados Unidos. "Nossa grande preocupação é o preço da safra nova... uma redução de área haverá sim, e algo entre 10% e 20% já está sacramentado, o que é uma pena porque a atividade do algodão tem maior valor agregado, emprega mais pessoas", disse o diretor executivo da Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Décio Tocantins. Segundo ele, atualmente, o milho tem trazido boa rentabilidade para o produtor rural e o algodão "trabalha no limite" – no Estado, o cereal pode tomar área da pluma na segunda safra. Os preços da pluma estão próximos de 60 centavos de dólar por libra-peso na bolsa de Nova York, após terem se recuperado de mínimas abaixo de 50 centavos registradas no início de abril, mas ainda acumulam queda de mais de 10% no acumulado do ano. Para o dirigente, que lidera a associação do estado que responde por cerca de 70% da produção brasileira, os preços atualmente estão próximos do "breakeven", "mas há situações em que ficam abaixo dos custos de produção". Na Bahia, onde a colheita da safra 2019/20 começa neste mês, o presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Júlio Cézar Busato, disse que o custo é de 60 centavos de dólar e os produtores têm conseguido comercializar o produto somente a 57 centavos. "Estamos no vermelho. Ano passado nós estávamos vendendo a 78 centavo de dólar por libra-peso. Vínhamos de anos consecutivos em que o consumo estava se superando", afirmou Busato. "O preço caiu porque o consumo esfriou." De acordo com o Indicador do Algodão em pluma Cepea/Esalq (base São Paulo), o produto saiu de 73 centavos de dólar por libra-peso em 3 de junho de 2019 para 52 centavos no fechamento de terça-feira, uma queda de 28,7%. Na temporada passada, além dos preços estarem em patamares melhores para o algodão, a guerra comercial entre Estados Unidos e China contribuiu para que os chineses, principais consumidores deste mercado, deixassem de adquirir a pluma norte-americana e intensificassem as importações do Brasil. Em 2019, o Brasil exportou 1,61 milhão de toneladas da pluma, volume 65% superior ao do ano anterior e um recorde, conforme dados do governo federal. O faturamento subiu 56%, para 2,64 bilhões. Busato conta que, após o surto da Covid-19 no mundo, compradores solicitaram atraso nas entregas e a comercialização arrefeceu. "Felizmente o algodão é um produto que podemos guardar... (mas) esse atraso vai gerar um problema meio sério para o fluxo de caixa nesse momento". Na Bahia, ele estimou que 70% do algodão 2019/20 está comercializado e os 30% restantes, embora sejam a minoria, representam um volume significativo para o caixa dos produtores. Para a safra 2020/21, as vendas antecipadas da pluma baiana não chegaram a 20%. Nesta época do ano passado, a média de comercialização estava entre 40% e 45%. Em Mato Grosso, o executivo da Ampa afirmou que o cenário é similar. O Estado vendeu 70% a 75% da safra atual e a comercialização antecipada de 2020/21 está em 30%, também com atraso em relação à temporada anterior. Neste cenário, o analista da consultoria Safras & Mercado Elcio Bento disse que a única saída para a cultura, que evitaria a queda de 10% a 20% na área plantada da próxima safra, seria a retomada do consumo após a pandemia e um aquecimento nas exportações. No entanto, há incerteza sobre qual será o comportamento do mercado depois do surto da doença. Em maio, por exemplo, dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam queda de 16% nos embarques de algodão em relação ao mesmo período do ano passado, para 69,5 mil toneladas. O preço baixou 12%. "Com este recuo na demanda, entramos no ano comercial de 2020/21, iniciado em junho, com 703 mil toneladas em estoque. A média dos últimos 10 anos para o período era de estoques em torno de 300 mil toneladas", disse Bento, o que dificulta a recuperação das cotações. Colheita A produção da pluma no Brasil está estimada em 2,88 milhões de toneladas na safra 2019/20 pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), alta de 3,6% ante a temporada passada. A área cresceu 3,3%, para 1,67 milhão de hectares, e a produtividade média deve ficar quase estável, com leve aumento de 0,3%. Na Bahia, a safra ocupa uma área total de 313.566 hectares e a perspectiva é de atingir a produtividade média de 300 arrobas por hectare, segundo Busato. "Tivemos um recuo na área, mas o clima e a tecnologia nos ajudaram a manter o nível de produtividade", disse. A produção da pluma está estimada em 563 mil toneladas, queda de 5,7%, segundo a Conab. "O recuo na área baiana já é de produtores que migraram para a soja, porque a demanda da China para esse produto realmente tem se mostrado impressionante." Em Mato Grosso, o executivo da Ampa acredita que o Estado terá uma boa produtividade aliada à boa qualidade da pluma. Os primeiros trabalho de colheita começam em junho, mas o "grosso" acontece entre julho e agosto. A produção deve alcançar 2 milhões de toneladas, alta de 7,4% na variação anual.
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03/06 - Petróleo fecha em alta após acordo entre Rússia e Arábia Saudita
Os dois países concordaram em estender os cortes na produção por mais um mês. Os contratos futuros de petróleo terminaram a quarta-feira (3) em leve alta, após terem encerrado a sessão da véspera nos maiores níveis em três meses. Notícias de que Arábia Saudita e Rússia concordaram em estender os cortes atuais de petróleo por mais um mês e um relatório semanal de estoques dos Estados Unidos melhor que o esperado por analistas ajudaram a sustentar os preços da commodity hoje. Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os preços futuros do West Texas Intermediate (WTI) para julho encerraram o dia com ganhos de 1,30%, aos US$ 37,29 o barril. Na ICE, em Londres, os contratos do Brent para agosto subiram 0,55%, aos US$ 39,79 o barril. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França Christian Hartmann/Reuters Arábia Saudita e Rússia concordaram em estender cortes recordes na produção de petróleo até julho, disseram delegados da Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep) nesta quarta. Além disso, muitos dos maiores produtores de petróleo do mundo estão confiantes de que a demanda por petróleo retornará rapidamente, à medida que as restrições de bloqueio de coronavírus diminuírem em todo o mundo. Embora os dois países estejam de acordo sobre como suprir um mercado global de petróleo devastado por uma pandemia de redução da demanda, eles ainda estão concluindo um acordo entre uma coalizão de 23 países conhecida como Opep+. O pacto ainda pode ser comprometido se os membros da aliança, incluindo o Iraque e a Nigéria, não estiverem dispostos a compensar a falta de conformidade com as recentes restrições, disseram delegados. Como outro fator positivo para os mercados, os dados semanais de estoques de petróleo nos Estados Unidos vieram melhores do que os analistas esperavam. Estoques dos EUA Os estoques americanos de petróleo diminuíram em 2,077 milhões de barris na semana passada, de acordo com dados divulgados nesta terça pelo Departamento de Energia dos EUA (DoE, na sigla em inglês). O aumento contrariou a expectativa dos analistas consultados pelo "Wall Street Journal", de alta de 2,8 milhões de barris no período. Os barris de gasolina em estoque aumentaram em 2,795 milhões, também contrariando a expectativa, de queda de 200 mil unidades. Já os estoques em Cushing, Oklahoma, centro de distribuição do petróleo negociado na Nymex, caíram em 1,739 milhão de barris, totalizando 51,723 milhões de unidades. A utilização das refinarias caiu a 71,8% na semana, de 72,1% da leitura anterior, enquanto a demanda por gasolina subiu em 296 mil barris diários, a 7,549 milhões. "Os preços do petróleo continuarão sendo apoiados neste momento de reabertura, mas a batalha por participação de mercado deve manter os preços em uma faixa estreita por algum tempo. A indústria de xisto dos Estados Unidos está pronta para perfurar mais poços se o petróleo bruto do WTI permanecer acima do nível de US$ 30, por isso parece improvável que sauditas e russos facilitem a recuperação nos preços", disse Edward Moya, analista sênior de mercados da Oanda, em nota enviada a clientes.
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03/06 - Zoom registra alta de usuários e de faturamento com maior demanda durante a pandemia de coronavírus
Empresa diz que fornece serviço de videoconferência para aproximadamente 265.400 empresas com mais de 10 empregados, número 354% maior do que há um ano. Plataforma Zoom teve aumento de demanda durante a quarentena. Albert Gea/Reuters A empresa de videochamadas Zoom anunciou que teve aumento do faturamento e do número de usuários em sua plataforma no primeiro trimestre deste ano. De acordo com a empresa, as vendas cresceram 169% na comparação atual, para US$ 328,2 milhões. Já o número de clientes pagando mais de US$ 100 mil por ano cresceu 90% em relação ao mesmo período de 2019. O Zoom agora fornece serviço de videoconferência para aproximadamente 265.400 empresas com mais de 10 empregados, alta de 354% em relação ao ano passado. Bilionário criador do Zoom que viu sua fortuna se multiplicar durante pandemia O período fiscal abrange os três meses entre o final de janeiro e o final de abril, medindo justamente um período de grande impacto da pandemia do coronavírus, quando muitas empresas passaram a permitir que seus funcionários trabalhassem de casa. A Zoom ampliou ainda a expectativa para este ano, prevendo uma receita total entre US$ 1,77 bilhão e US$ 1,8 bilhão. "Essa previsão de faturamento leva em consideração a demanda de negócios por soluções de trabalho remoto", disse a empresa em relatório divulgado na terça-feira (2). O serviço da Zoom foi um dos que mais cresceu durante a pandemia de coronavírus, com diversas pessoas procurando ferramentas para se comunicar, estudar e fazer reuniões de trabalho. Mas o aumento levantou preocupações de privacidade e segurança. Especialistas apontaram uma série de vulnerabilidades na ferramenta, como falhas de programação e deficiências na criptografia que protege a comunicação entre os usuários. Por que o Zoom é alvo de desconfiança Recentemente, a Zoom anunciou a aquisição da Keybase, uma companhia especializada em criptografia e identidade digital e afirmou que iria expandir a segurança dentro da plataforma. Outras companhias, como Google e Facebook, anunciaram a novidades em seus serviços de conferência por vídeo e até liberaram ferramentas pagas durante a pandemia.
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03/06 - Vietnã habilita 4 plantas de aves e 1 de suínos para exportação de carne do Brasil, diz ministério
País importou 12,1 mil toneladas de carne de frango brasileiro no primeiro quadrimestre deste ano, 73% a mais em relação ao mesmo período de 2019. Frigorífico de carne de frango localizado no Paraná Reprodução/RPC Quatro unidades frigoríficas de aves e uma de suínos foram habilitadas nesta terça-feira (2) para exportar carnes do Brasil ao Vietnã, disse o Ministério da Agricultura à Reuters. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, comentou em webinar nesta terça-feira que o país asiático havia ampliado as habilitações para carnes do Brasil, mas sem informar o número de plantas com precisão. "Isso mostra que o mundo olha o Brasil como grande fornecedor de alimentos", disse. O Vietnã importou 12,1 mil toneladas de carne de frango brasileiro no primeiro quadrimestre deste ano, 73% a mais em relação ao mesmo período de 2019, conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em suínos, o país importou 5,9 mil toneladas de janeiro a abril, avanço de 68% no comparativo anual e, segundo a ABPA, é o oitavo maior comprador da proteína do Brasil. No ano passado, as aquisições do Vietnã já haviam crescido 42% em frango e 86,2% em carne suína, em relação a 2018.
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03/06 - Safra cheia e dólar ajudam agropecuária para ano recorde em 2020, diz CNA
Safra boa e dólar elevado devem ajudar setor a registrar produção, em valor de produto de R$ 728 bilhões este ano. Safra boa e dólar alto podem fazer com que agronegócio quebre recordes em 2020 O setor agropecuário deve ter um ano de produção e faturamento recordes, apesar da queda em outras áreas da economia por causa da pandemia do novo coronavírus. A Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA) prevê que a agropecuária aumente sua participação na soma de bens e produtos produzidos no país. O 'cardápio' para o crescimento da agropecuária em 2020 A safra boa e o dólar alto devem ajudar o setor a registrar a maior produção, em valor bruto, dos últimos anos: R$ 728 bilhões. A expectativa é que 25% da economia brasileira venha do campo em 2020. Se o valor for atingido, vai representar uma alta de 11,8% em relação à produção do ano passado, mesmo com queda na demanda interna, provocada pela pandemia de coronavírus. Exportações aumentaram O Brasil tem exportado mais produtos agropecuários, especialmente proteínas. O setor foi o único a ter alta do lado da oferta na divulgação do PIB. Países da Ásia e Europa, que começam a retomada de suas economias, estão comprando mais para report estoques. Com esse cenário, a CNA estima que 60% das exportações brasileiras venham da agropecuária este ano. A desvalorização do real ante o dólar ajuda nesse sentido, favorecendo as empresas exportadoras, que ganham competitividade.
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03/06 - Bolsas da Europa sobem com dados econômicos globais acima das expectativas
O índice Stoxx 600 Europe fechou o dia com ganhos de 2,54%, em Londres, o FTSE 100 subiu 2,61% e o DAX, de Frankfurt, teve alta de 3,88% Os índices europeus tiveram uma sessão de forte alta nesta quarta-feira (3), com os investidores recebendo positivamente alguns indicadores que apontam que o pior da pandemia de covid-19, para o crescimento global, pode ter ficado para trás. O índice Stoxx 600 Europe fechou o dia com ganhos de 2,54%, aos 368,92 pontos. Em Londres, o FTSE 100 subiu 2,61%, a 6.382,41 pontos, enquanto o DAX, de Frankfurt, teve alta de 3,88%, a 12.487,36 pontos. Em Paris, o CAC 40 avançou 3,36%, aos 5.022,38 pontos e, em Milão, o FTSE MIB subiu 3,54% e fechou o dia aos 19.641,81 pontos. Homem usa máscara de proteção na frente da bolsa de valores de Londres Toby Melville/Reuters O otimismo no mercado de renda variável europeu foi observado desde o início da sessão, refletindo a forte recuperação no índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços da China. O indicador subiu para 55,0 pontos em maio, de 44,4 da leitura anterior, e passou a indicar novamente uma expansão da atividade, ainda que apenas em relação aos níveis mais baixos após a crise gerada pela pandemia. "Esse dado positivo pareceu contagiar o humor na Europa, à medida que os mercados extrapolam as melhorias observadas nos dados mais recentes da China para o resto do mundo", disse Michael Hewson, analista de mercado da CMC Markets, em nota aos clientes. Na Europa, o índice de atividade PMI do setor de serviços da zona do euro subiu para 30,5 pontos em maio, bem acima da mínima recorde de 12,0 em abril, segundo a IHS Markit. O dado superou a expectativa de consenso, de 28,7 pontos, ajudando a dar fôlego às ações, mas ainda ficou bem abaixo dos 50 pontos, indicando ainda forte contração da atividade. Taxas de desemprego A taxa de desemprego na zona do euro também subiu bem menos do que o esperado, avançando apenas 0,2 ponto percentual e ficando em 7,3% em abril. A taxa ficou abaixo da expectativa, de 8,0%, e tem crescido a um ritmo muito mais lento do que nos Estados Unidos. Já, nos EUA, o setor privado cortou 2,76 milhões de vagas de trabalho em maio, informaram na manhã desta terça a ADP e a Moody's. O corte de vagas foi bem menor do que a expectativa dos economistas consultados pelo "Wall Street Journal", que era de perda de 8,75 milhões de vagas. Os sinais de que a economia global já encontrou o fundo do poço e agora caminha para uma recuperação se aliam à perspectiva de mais estímulos monetários para ajudar na retomada do crescimento. Amanhã, o Banco Central Europeu (BCE) divulga sua decisão de política monetária. Os investidores esperam que a autoridade monetária expanda, em 500 bilhões de euros, as capacidades do seu Programa de Compra de Emergência da Pandemia (PEPP), atualmente de 750 bilhões de euros. Empresas do setor automotivo, bancos e companhias de viagens e lazer se destacaram dentro do Stoxx 600 hoje, com avanços setoriais de 4,38%, 4,16% e 3,85%, respectivamente. As ações da Renault subiram 10,49%, após a montadora francesa ter concluído um contrato de crédito com garantia do governo de até 5 bilhões de euros. As ações da Lufthansa subiram 7,73%, mesmo após a companhia aérea alemã ter afirmado que seu prejuízo líquido no primeiro trimestre aumentou devido a restrições globais de viagens relacionadas à pandemia de covid-19. A Wizz Air subiu 6,78%, após a companhia reportar que o lucro antes dos impostos para o ano fiscal de 2020 aumentou, bem como a receita — no entanto, a empresa disse que não poderia oferecer uma perspectiva para 2021 devido à pandemia. Já a TUI subiu 8,52%, após ter concordado com um pacote de compensação e um novo acordo de entrega com a Boeing para as aeronaves 737 MAX, o que reduzirá significativamente os requisitos de capital e financiamento para o grupo de viagens.
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03/06 - MPT entra com ação contra frigorífico em SC por demissão de indígenas
Cerca de 40 trabalhadores Kaingang, incluindo uma grávida, foram dispensados em maio da Seara Alimentos/JBS. MPT ajuíza ação contra agroindústria de Seara por demitir indígenas O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação contra o frigorífico de aves e suínos da Seara Alimentos/JBS em Seara, no Oeste catarinense, por causa da demissão, em maio, de cerca de 40 trabalhadores indígenas Kaingang, incluindo uma grávida. Para a Procuradoria, a dispensa ocorreu de forma discriminatória. Ainda não há decisão judicial sobre o caso. Os empregados em questão moram na Terra Indígena (TI) Serrinha, no Rio Grande do Sul (RS), onde havia dois casos confirmados de coronavírus. Na ação, o MPT afirma que o frigorífico sabia desses pacientes infectados na TI e que, em vez de obedecer o protocolo 'Ações de Prevenção e Proteção ao Covid-19' da própria unidade de Seara -- que diz que é preciso afastar e monitorar por no mínimo 14 dias os funcionários com a doença ou que tiveram contato com alguém infectado --, a empresa optou pela demissão. Os termos de rescisão começaram a ser emitidos para o celular do cacique da TI no dia 14 de maio, dois dias depois da publicação da Portaria 312 da Secretaria da Saúde de Santa Catarina, que determina o afastamento remunerado de trabalhadores indígenas dos frigoríficos por considerá-los parte do grupo de risco do novo coronavírus. Em nota, a JBS disse que as demissões foram pela descontinuidade, em razão da pandemia, da linha de ônibus que fazia o transporte deles até a unidade, percurso de cerca de 600 km, ida e volta. Falou também que as demissões foram sem justa causa, com pagamento integral de todas as verbas indenizatórias , e que ainda não foi notificada da ação. Ônibus que leva trabalhadores indígenas a frigorífico em Seara, SC MPT/SC Ação A Procuradoria entendeu que as dispensas contrariam a Constituição Federal, normas internacionais de direitos humanos e a Portaria 312 de 12 de maio de 2020 do governo catarinense. "A ré viola seu dever de adotar medidas especiais de proteção em favor de trabalhadores vulneráveis, quando opta por dispensá-los durante uma grave pandemia ao invés de empregar medidas menos gravosas, capazes de proteger o direito dos trabalhadores indígenas a terem um projeto de vida. Tal postura confirma o caráter abusivo das dispensas realizadas", diz a ação. O MPT pede que a Seara contrate novamente os indígenas demitidos, com ressarcimento das verbas salariais do período de afastamento, pague indenização a cada um no valor de R$ 50 mil e que, após a reintegração, os trabalhadores sejam afastados até o final da pandemia. Solicita também que a Seara não faça novas dispensas de indígenas e gestantes, especialmente durante esse período. A Procuradoria pede ainda que Seara pague indenização por dano moral coletivo de R$ 8 milhões e uma indenização adicional de R$ 2 milhões por dumping social -- para o MPT, a dispensa em massa de trabalhadores vulneráveis dá vantagem à Seara em relação a outras empresa. Frigorífico da Seara Alimentos/JBS em Seara, no Oeste catarinense Reprodução/NSC TV A unidade de Seara tem 3.700 trabalhadores, sendo que cerca de 200 deles são membros de comunidades indígenas e estão afastados preventivamente, disse a JSB. Ipumirim Nesta semana, a Justiça do Trabalho liberou a reabertura do frigorífico de abate de aves da Seara Alimentos/JBS em Ipumirim, também no Oeste catarinense. A unidade estava interditada desde 18 de maio, após a Superintendência Regional do Trabalho ter constatado falhas na prevenção ao novo coronavírus. Entre outros fatores para a autorização, a juíza substituta Paula Naves dos Santos considerou a importância econômica da atividade para o município. Veja mais notícias do estado no G1 SC
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03/06 - Financiamentos de veículos crescem 24% em maio, mas caem em relação a 2019
Comparado ao mesmo período do ano passado, o número caiu 48,4%. Carros usados de 9 a 11 anos passaram os novos em número de negociações. Loja de veículos Reprodução/TV TEM Os financiamentos de veículos no Brasil caíram 48,4% em maio, representando a maior queda histórica como efeito da pandemia do coronavírus, que obrigou a paralisação das atividades de fábricas e lojas. Os números foram divulgados pela B3 nesta quarta-feira (3). Emplacamentos de veículos crescem 12% em maio, diz Fenabrave Considerando veículos novos e usados, foram financiados 268.057 veículos, motos e pesados (caminhões e ônibus), contra 519.159 em maio de 2019. A maior queda ficou para os novos, de 63,6%. Os usados tiveram os financiamentos reduzidos em 38,9%. Entretanto, os números representaram um crescimento de 23,9% em relação a abril, quando 216.310 veículos foram financiados. A movimentação segue, naturalmente, a dos emplacamentos divulgados pela Fenabrave, com queda na comparação com 2019, mas recuperação ante o mês anterior. Usados são maioria Apesar de seguir a tendência de maior volume de financiamentos entre os usados, em maio essa participação cresceu para 72,9%. Entre todas as 268.057 unidades, 195.535 são de usados. Em abril, a fatia era de 66,7%. Os números só se invertem nas motos, que têm em sua maioria o financiamento entre as zero quilômetro: 63,9%. Ou seja, 22.792 motos entre 35.646. Marcas de carro apostam em lojas nas redes sociais para vender na pandemia Entre os automóveis, foram 215.042 unidades no mês, sendo 173.110 usados (80,5%). Nos pesados os números são mais equilibrados. Dos 16.612 exemplares, 9.007 são usados, ou seja, 54,2%. Ainda nos carros, os "usados maduros" (de 9 a 11 anos de uso) cresceram e passarem a ficar em segundo lugar entre os mais financiados, atrás apenas dos "usados jovens" (de 4 a 8 anos de uso). Os "velhinhos" (mais de 12 anos) continuam sendo os menos procurados. Modalidades e prazo médio Segundo os resultados da B3, a modalidade de leasing despencou em maio, também na comparação com o mesmo período de 2019. O número de financiamentos deste tipo caiu 88,8%, de 2.943 para apenas 331, ficando com uma participação de 0,1%. Em relação a abril, houve crescimento de 28,8%. As modalidades de CDC e consórcio também tiveram quedas naturais, como efeito da queda do mercado, mas só os consórcios registraram baixa também quando comparado a abril. O prazo médio dos financiamentos cresceu contra 2019, de 42,7 meses para 44,5 meses. Assim como no ano passado, o maior prazo foi observado entre os automóveis seminovos (de até 3 anos de uso), com 46,6 meses.
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03/06 - Vendas na capital paulista recuam 67% em maio, diz ACSP
Segundo o levantamento, as vendas a prazo diminuíram 57,5% na comparação anual, enquanto as comercializações à vista recuaram 76,4%. Shoppings e comércio se preparam para reabrir a partir de segunda-feira Com a quarentena na capital paulista, as vendas no varejo da cidade caíram 67% em maio, na comparação com igual mês de 2019. A medição, feita a partir de dados da Boa Vista Serviços, foi divulgada nesta quarta-feira (3) pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Segundo o levantamento, as vendas a prazo diminuíram 57,5% na comparação anual, enquanto as comercializações à vista recuaram 76,4%. Quase 70% das franquias tiveram perda de faturamento na segunda quinzena de março, diz estudo “Se por um lado a boa notícia é que as medidas restritivas de isolamento social contribuíram para diminuir os níveis de contágio pelo novo coronavírus, de outro elas também ajudaram a derrubar as vendas do varejo não essencial”, afirmou a ACSP. Em relação a abril, o movimento nas lojas de São Paulo avançou 5%, na comparação sem ajuste sazonal. De acordo com a entidade, a alta é comum no período, devido ao Dia das Mães. Mas o tombo ante maio do ano passado foi “brutal”, disse Marcel Solimeo, economista da associação. Com pandemia, produção industrial tem tombo recorde de 18,8% em abril, diz IBGE “E agora, com o início da flexibilização, as lojas estão tentando pôr a cabeça para fora para faturar um pouco no Dia dos Namorados. Mas no ritmo que está, com o aumento do desemprego e a queda na renda, talvez nem isso”, comentou.
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03/06 - Índice de atividade no Brasil melhora em maio, mas ainda aponta retração, diz consultoria
O PMI, calculado pela IHS Markit, mostra que o mês teve outra queda considerável da atividade do setor privado, especialmente no setor de serviços. Funcionários de empresa têxtil que é uma fornecedora da indústria automotiva, em Osnabrueck, na Alemanha, fazem máscaras para serem usadas em meio à pandemia de Covid-19 Friso Gentsch / AFP O Índice Consolidado de Dados de Produção (PMI) brasileiro em maio foi de 28,1 pontos, de acordo com a consultoria IHS Markit. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (3) e registrou o primeiro crescimento do indicador em quatro meses. O índice foi apenas ligeiramente superior ao recorde de baixa de 26,5 registrado em abril. A marca de 50 pontos separa crescimento de retração. O resultado indica outra queda considerável da atividade do setor privado. O volume de produção continuou a se contrair acentuadamente, tanto na economia do setor industrial quanto na de serviços, diz a consultoria. Com pandemia, produção industrial tem tombo recorde de 18,8% em abril, diz IBGE “Os volumes de novos negócios recebidos foram novamente bastante mais baixos, caindo a uma taxa quase inalterada em relação ao recorde para as séries observado em abril", diz o relatório. "As restrições relacionadas ao surto da Covid-19 continuaram a pressionar a demanda, tanto para produtos manufaturados quanto para serviços.” Já o PMI do setor de serviços brasileiro sazonalmente ajustado foi indicativo de outra “contração substancial” na atividade do segmento em maio, ao registrar 27,6 pontos, em comparação com o valor de 27,4 em abril. “Os dados do PMI de maio indicaram que a pandemia de coronavírus de 2019 continuou a ter um impacto severo no desempenho da economia do setor brasileiro de serviços", diz a IHS Markit. "A atividade caiu a uma taxa próxima ao recorde para a pesquisa registrado em abril, ao passo que o volume de novos negócios se contraiu a um ritmo sem precedentes”, afirma a consultoria. “O corte de empregos também se intensificou e foi o segundo mais acentuado em mais de 13 anos de coleta de dados, com o grau de otimismo no futuro se mantendo negativo no geral." Produção industrial cai 18,8% em abril e tem pior resultado em 18 anos
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03/06 - Aviação retoma índice pré-pandemia só em 2023, diz presidente da Latam
‘Pessoas estão descobrindo que não precisam viajar a trabalho’, comenta Ana Flor O impacto da pandemia no setor de aviação no Brasil está sendo tão intenso que o mercado deve recuperar o índice de passageiros pré-coronavírus apenas em três anos, avalia o presidente da Latam Brasil, Jerome Cadier. “O nível de passageiros pré-covid deve ser recuperado apenas em 2023”, disse ele ao blog. A maior empresa de aviação da América Latina entrou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos como consequência dos impactos da pandemia do coronavírus. Além dos EUA, a reorganização financeira é reconhecida no Chile, Peru e Colômbia, mas não é no Brasil, Argentina e Paraguai. No Brasil, onde é a maior empresa em número de passageiros, a Latam estima ainda ter uma queda de 20% a 40% no número de voos até o final de 2020. Isto significa que, mesmo após o fim do período de isolamento social, as pessoas seguirão viajando menos a trabalho e turismo. Em abril e maio, empresas aéreas chegaram a reduzir em 95% a oferta de voos, por causa da pandemia. Em junho, a Latam pretende retornar a oferecer 10% dos voos de antes da pandemia e, em julho, 20%. Os dois meses são em geral importantes para o mercado de aviação, por causa do período de férias. E os voos corporativos, que chegam a representar 50% do faturamento de empresas aéreas, podem recuar de forma permanente, por causa da adaptação das empresas às reuniões virtuais. Enquanto analistas do mercado aéreo questionam se o Brasil pós-pandemia comporta três empresas aéreas, Cadier afirma que o país tem uma demanda que pode crescer muito, com meia viagem ao ano por habitante – nos EUA, este índice chega a duas e meia viagens por habitante/ano. “Mas as empresas terão que ser ainda mais enxutas e eficientes”, diz. As empresas aéreas discutem dois temas neste momento. Um é a ajuda do BNDES para o setor, um pacote que inclui recursos de bancos privados e fundos de investimento. A ajuda teria um total de R$ 6 bilhões, em que o BNDES entraria com dois terços do valor a ser pago ao longo de cinco anos e que pode, ao final do prazo, ser transformado em participação acionária nas empresas. O pacote deve sair até o mês de julho. Outro tema que deve se estender pelas próximas semanas é a discussão com sindicatos para manutenção de empregos e o enxugamento do quadro de funcionários. Desde março, com a pandemia, as empresas aéreas já negociaram licenças, antecipação de férias e redução de salários. Agora, a ideia é ajustar o quadro para os próximos meses. As empresas discutem com órgãos reguladores mudanças temporárias ou permanentes de regras. Também pretendem levar ao Congresso propostas para melhorar regras do setor, que aproximem do que é praticado em outros países. Um exemplo dado por Cadier é a rota São Paulo-Tel Aviv, que precisava ser feita por tripulação chilena porque há um limite de horas de voo de 14 horas para tripulantes brasileiros – a rota tem 15,5 horas. “Maior flexibilidade ao setor irá ajudar as empresas a se recuperarem mais rápido”, diz ele.
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03/06 - Distância de 1,5 metro, máscaras e higienização dos carros: como concessionárias de veículos estão voltando a abrir
55% das lojas do país estão funcionando, a associação das concessionárias, a Fenabrave. Entidade fez cartilha para prevenção da Covid-19. Higienização nos carros tem que ser constante, diz Fenabrave Reprodução/Bom dia Rio Com a flexibilização do isolamento social em estados em municípios, 55% das lojas de veículos novos do país estão em funcionamento completo, informa a associação das concessionárias de veículos, a Fenabrave, neste começo de junho. Montadoras usam de álcool gel acionado pelo pé a divisória no refeitório para retomar produção Além da reabertura gradual, o setor automotivo segue apostando em outras maneiras de vender o carro, com o "test-drive delivery" e lojas nas redes sociais. Entre as indicações de segurança feitas pela Fenabrave para a prevenção do coronavírus estão a disponibilidade de álcool gel nas lojas, manter distância de 1,5 metro e higienização constante dos carros de test-drive. O país conta com 7.500 concessionárias de veículos, ou seja, cerca de 4,1 mil pontos estão na ativa. "Estamos obedecendo a Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde e demais autoridades sanitárias nos estados e municípios", disse Alarico Assumpção Jr., presidente da Fenabrave. "Nunca houve, e muito menos agora, aglomerações físicas em concessionárias" Em maio, cerca de 45% das concessionárias estavam abertas pelo país, e ainda funcionando em regime reduzido por causa da pandemia de coronavírus. Do mês passado para junho houve aumento de 10 pontos percentuais no número de lojas abertas. Os pontos de venda que estão voltando a funcionar devem seguir uma cartilha de regras proposta pela entidade que os representa. 55% das concessionárias estão abertas em junho Reprodução / RBS Veja algumas medidas de segurança para as concessionárias: álcool gel e lenços descartáveis disponíveis em todas as mesas; uso obrigatório de máscaras de proteção para colaboradores e clientes; manter os ambientes ventilados; fixar cartazes com os procedimentos de segurança e saúde sanitárias adotados pela empresa; não cumprimentar pessoas com aperto de mãos, abraços e beijos; cliente deve estacionar seu próprio veículo; evitar filas; manter distância de 1,5 metro; limpeza constante na oficina pisos, equipamentos em geral; desinfecção sistemática de teclados, telefones, corrimãos, torneiras e maçanetas de portas, em frequência compatível com o uso; evitar o uso de elevadores com outras pessoas e apertar andar protegendo os dedos com papeis descartáveis ou luvas; orientar todos os funcionários a lavar as mãos, com água e sabão, ao chegar ao trabalho, repetindo a lavagem, ao menos, mais 4 vezes ao longo do dia, além do uso regular do álcool em gel. Concessionárias se reinventam para atrair clientes durante a quarentena Mudança no test-drive Como andar no veículo continua como um dos passos mais importantes da compra, as concessionárias estão, inclusive, até levando o veículo para o cliente por meio de agendamento. Além disso, alguns cuidados específicos são recomendados nos carros: cobrir áreas de manuseio público, como volante, câmbio, alavanca de sinalização, com película protetora descartável e/ou realizar a higienização a cada uso; usar película protetora nos bancos/assentos e/ou higienizá-los a cada uso; higienizar vidros e maçanetas. Alterando os métodos de trabalho Além dos cuidados para a não infecção de clientes com a Covid-19, as concessionárias estão alterando as rotinas de seus trabalhadores. Além de aderir a MP 936, para reduzir as jornadas de trabalho e afastar pessoas acima de 60 anos ou de grupo de risco, estão realizando as seguintes mudanças de rotina: modulação do uso do refeitório em grupos, para manter sempre distância mínima de 1,5 metro; flexibilização de horários para quem usa transporte público; liberação de funcionários que tiverem sintomas da Covid-19. Initial plugin text
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03/06 - Diretor do BC diz que não vê Selic em 2,25% ao ano como nível que não possa ser cruzado
Declaração de Fabio Kanczuk, diretor de Política Monetária, contraria indicação do BC de que um novo corte nos juros não reduziria Selic para um patamar abaixo de 2,25% ao ano. O diretor de Política Monetária do Banco Central, Fabio Kanczuk, afirmou nesta quarta-feira (3) que não vê o plano divulgado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em sua última reunião, como algo "escrito na pedra, algo fixo, que não podemos cruzar". Em seu último encontro, o Copom baixou a taxa Selic para 3% ao ano, novo piso histórico, e informou que em sua próxima reunião, marcada para meados de junho, considerava um último corte "não maior do que o atual [0,75 ponto percentual], para complementar o grau de estímulo necessário como reação às consequências econômicas da pandemia da Covid-19". Esse novo corte, se confirmado, levaria a Selic para 2,25% ao ano. "Eu não vi esse plano de voo como algo escrito na pedra, algo fixo, que não podemos cruzar. Vimos diferentes membros do comitê fazendo cálculos diferentes. Alguns estão usando o cupom cambial. Alguns estão indo em direção a diferentes ativos, outros olhando a parte baixa da curva, e tirando o prêmio. Outros olhando para o cenário de evolução da dívida/PIB. As pessoas não tem um número claro, discordam, é um número dinâmico [para o piso]", declarou ele. Selic cai de 3,75% para 3% ao ano e dólar chega a R$ 5,70 O diretor deu as declarações durante videoconferência promovida pela Câmara Americana de Comércio. Segundo ele, ao indicar um piso de 2,25% ao ano para a taxa Selic, o BC estava expressando preocupação com o possível impacto na taxa de câmbio, ou seja, com uma disparada ainda maior do dólar - eventual resultado de juros mais baixos no país. "Então, a questão aqui que o BC está preocupado tem mais a ver não com a inflação, mas sim com a estabilidade financeira e como depreciações do real podem prejudicar o crescimento, em especial em companhias que não tenham um 'hedge' [proteção contra perdas] perfeito. Então, é uma questão mais de um efeito no balanço patrimonial das empresas e como a depreciação pode prejudicar essas firmas", explicou ele. Deste modo, segundo o diretor do BC, a principal preocupação da autoridade monetária divulgada em março, para não baixar a taxa Selic além dos 2,25% ao ano, era com o aumento do endividamento das empresas brasileiras, com passivos em dólar, por conta da disparada do câmbio, e não com o atingimento das metas de inflação propriamente dito. Melhora nos mercados e reservas internacionais Fabio Kanczuk observou que os mercados ficaram mais calmos nos últimos dias, o que gerou uma queda do dólar no Brasil e alta da Bolsa de Valores. Porém, ele também afirmou que não está óbvio que essa melhora dos mercados foi maior do que o Banco Central projetava anteriormente. "Houve uma grande mudança nos preços dos ativos desde a última reunião do Copom. Os mercados estão vendo que as coisas não são tão ruins, mas ainda temos que ver os efeitos mais amplos. Houve uma queda forte de demanda e aumento no risco fiscal [alta de gastos para combater a pandemia, com consequente piora do rombo das contas públicas]. Você tem o mesmo arcabouço [de decisão] e tem que ver o impacto na taxa Selic", acrescentou. Questionado sobre o atual patamar das reservas internacionais brasileiras, de US$ 345 bilhões, o diretor do Banco Central afirmou que considera esse patamar "ok". "Não precisa vender, porque estão agindo como 'portfolio' [investimento]. Estão se valorizando [com a alta do dólar] e reduzindo a dívida. Não há meta de diminuir ou aumentar as reservas. Se o mercado estiver estressado, vendemos um pouco. No futuro, se estiver otimista, compramos um pouco de reservas", declarou Kanczuk.
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03/06 - Posto do trabalhador de Santa Bárbara d'Oeste oferece 65 vagas de emprego
Há postos para diferentes níveis de formação; atendimento segue via telefone e WhatsApp. Desenvolve Santa Bárbara fica em shopping na Rua do Ósmio Comunicação/Prefeitura de Santa Bárbara d'Oeste O posto de atendimento ao trabalhador de Santa Bárbara d'Oeste (SP), Desenvolve S. Bárbara, oferece 65 vagas de emprego com carteira assinada nesta quarta-feira (2). São oportunidades para alfabetizados, trabalhadores com ensino fundamental, médio e graduação e cursos específicos, podendo ser encerradas sem aviso prévio. O atendimento, durante a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), está sendo realizado apenas por telefone/WhatsApp (19) 3499-1015 e por e-mail empregos@santabarbara.sp.gov.br, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30. O interessado deve informar dados do RG, CPF e Carteira de Trabalho. Vagas para alfabetizados: Armador Carpinteiro Caseiro Gesseiro Marceneiro Operador (a) de corte e solda (plásticos) Pedreiro Vagas para ensino fundamental (1º grau): Contramestre Costureira (o) de embalagens Cortador Vagas para ensino médio (2º grau): Encarregado de montagem de estruturas metálicas Operador de manufatura (fundição) Operador de trefila Operador de trefila Projetista mecânico Vendedora interna/externa Vagas que exigem cursos: Auxiliar de contabilidade: curso técnico em contabilidade Desenhista Jr. e/ou Auxiliar de engenharia: curso de Solidworks Fresador: curso na área Operador de centro de usinagem: curso na área Programador e operador de centro de usinagem: curso de usinagem Técnico em mecatrônica: curso técnico na área ou engenharia mecatrônica Técnico mecânico/ Mecânico CNC: curso de técnico em mecânica ou mecatrônica Vagas para graduação: Estagiário (a) de direito, Vendedor (a). Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
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03/06 - Quase 70% das franquias tiveram perda de faturamento na segunda quinzena de março, diz estudo
A maior parcela perdeu mais da metade dos proventos no início das políticas de isolamento social por conta da pandemia do novo coronavírus. Franquias devem fechar mais empresas do que abrir, diz ABF Segundo estudo da Associação Brasileira de Franchising (ABF), quase 70% das franquias brasileiras perderam faturamento na segunda quinzena de março em relação ao mesmo período de 2019. Os resultados fazem parte da Pesquisa de Desempenho Setorial, divulgada nesta semana. O derretimento corresponde ao período de início das políticas de isolamento social em meio à pandemia do novo coronavírus. Empréstimos, demissões, contas atrasadas, financiamento coletivo: negócios tentam sobreviver enquanto crise do coronavírus se arrasta A maior parcela das franquias perdeu mais de 50% do seu faturamento no período, somando 28,1% dos entrevistados. Outros 21,6% tiveram redução de 25% a 50% dos ganhos. Cerca de 8% afirma que o faturamento continuou estável e 24% tiveram algum ganho. Faturamento das franquias no 1º trimestre de 2020 G1 Economia Mesmo com o baque no fim da medição, as franquias registraram leve alta no comparativo entre trimestres: 0,2%. Em números, passou de R$ 41,464 bilhões em 2019 para R$ 41,537 bilhões em 2020. Ainda no trimestre, o número de unidades no setor de franquias foi 2,5% maior que o mesmo período de 2019, com 161.141 unidades em operação. Em relação ao trimestre anterior, o aumento foi de 1%. “Nossa pesquisa mostra que o setor estava com um bom desempenho em janeiro e fevereiro, mas em março o declínio devido à pandemia ocorreu de forma muita rápida”, afirma André Friedheim, presidente da ABF, em nota. "Notamos também que algumas empresas deixaram o sistema ou suspenderam planos de expansão por meio do franchising, o que acabou se refletindo nestes números", diz. "Por isso a importância dos programas governamentais de estímulo, especialmente as linhas de crédito destinadas aos pequenos e médios empresários.” Adaptação rápida Dos segmentos que foram bem no trimestre, os melhores desempenhos foram de setores essenciais durante a crise. Serviços Automotivos teve crescimento no faturamento de 7,4%, já que a tendência é de depreciação da frota. Comunicação, Informática e Eletrônicos subiu 6,9%, com as pessoas em casa por mais tempo. Limpeza e Conservação teve alta de 5,6%, Casa e Construção, de 3,6%, e Serviços Educacionais, 3,5%. Para a ABF, parte do impacto no faturamento geral com o início da pandemia foi absorvido pela adaptação rápida das franquias a medidas como adoção de delivery e desenvolvimento de plataformas de vendas pela internet. Dos entrevistados, 89% afirmam ter implementado serviços de entrega online, 86% têm franqueados operando apenas com entregas, e 78% adotaram o e-commerce. Além da inovação, 47% dizem que pretendem manter planos de expansão, mesmo com uma crise em curso.
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03/06 - Em um dia, meio milhão de italianos baixa aplicativo para rastrear contatos doentes
Programa no celular, que começará a operar na segunda-feira (8), avisa usuário que tiver tido contato com pessoa contaminada pela Covid-19. Dois homens passam por uma faixa da Galeria Uffizi em Florença, na Itália, durante sua reabertura na terça-feira (2) com novas regras sociais de distanciamento e higiene após meses de fechamento devido ao surto de Covid-19 Jennifer Lorenzini/Reuters Meio milhão de usuários baixou em um dia o aplicativo para telefones celulares que permite o rastreamento de contatos infectados com coronavírus, informou o jornal Il Corriere della Sera. "Mais de 500.000 downloads em 24 horas, ocupa o primeiro lugar na lista dos aplicativos mais baixados na Itália", diz o jornal. "Foi elogiado por sua simplicidade e os cidadãos entenderam sua utilidade", disse a ministra da Inovação, Paola Pisano, citada pelo jornal. O resultado é surpreendente, já que o aplicativo estará operacional a partir de segunda-feira, 8 de junho, em apenas quatro regiões, enquanto entrará em operação nas outras 16 uma semana depois. Com o nome 'Immuni', o aplicativo foi produzido pela empresa Bending Spoons em Milão, contou com o apoio de uma equipe de médicos e especialistas e respeita os padrões estabelecidos pela União Europeia. Reprodução mostra a tela para download do aplicativo 'Immuni' disponibilizado pelo Ministério da Saúde da Itália na loja do Google Reprodução/Google Play O sistema é baseado na tecnologia bluetooth e não na geolocalização e possui um código de rastreamento para todos os celulares que também será anônimo e temporário. O projeto italiano faz parte do plano Pan-European Privacy Preserving Proximity Tracing (PEPP-PT). Os usuários podem baixá-lo gratuitamente e os dados pessoais são protegidos, pois não saem do telefone. O princípio é que, se uma pessoa que usa o aplicativo descobre que é positiva para COVID-19, deve enviar seus dados para um servidor, para que o sistema volte no tempo e mapeie seus contatos via bluetooth para avisar aqueles com quem teve contato próximo. A empresa Bending Spoons concedeu livremente ao governo todos os direitos de uso do aplicativo, assim como de suas atualizações. A Itália é um dos países mais afetados no mundo pela pandemia, que matou mais de 33.500 pessoas e infectou 233.599 em toda a península.
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03/06 - Google encara processo bilionário nos EUA por monitorar navegação de usuários na internet
Ação coletiva busca reparação por gigante coletar informações de usuários mesmo que estejam navegando no modo anônimo. Empresa enfrenta processo coletivo por coletar informações de navegação no modo anônimo. Arnd Wiegmann/Reuters O Google foi processado nesta terça-feira (2) em uma ação que acusa a companhia de invadir a privacidade de milhões de usuários ao monitorar o uso que fazem do modo privativo do navegador de internet Chrome. O processo coletivo pede ao menos US$ 5 bilhões em reparações e acusa a Alphabet, companhia mãe do Google, de ilegalmente coletar informações sobre o que as pessoas estão vendo on-line e onde estão navegando, independentemente de os usuários estarem utilizando o modo de navegação anônima. A ação busca reparação de US$ 5 mil por usuário, pelas violações de leis de privacidade na Califórnia. O Google te escuta para vender publicidade? É provável que a empresa nem precise De acordo com o processo, que está em uma corte federal em San José, na Califórinia, a empresa coleta dados por meio de vários aplicativos e plugins, incluindo Google Analytics e Google Ad Manager, além de aplicativos de smartphones. Isso ajuda o Google a ter informações sobre os usuários, seus amigos, atividades, comidas favoritas, hábiots de compra e até o que buscam on-line. O Google "não pode continuar a coletar dados sem autorização de virtualmente todo americano com um computador ou telefone", afirma o processo. "Bilhões de vezes por dia, o Google faz computadores ao redor do mundo informarem em tempo real as comunicações de centenas de milhões de pessoas à empresa". Representantes do Google não comentaram o assunto com a agência Reuters.
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03/06 - Falhas em linhas de crédito impedem retomada das pequenas empresas
Bancos até agora só distribuíram 5% dos R$ 40 bilhões da linha de crédito para ajudar no pagamento da folha de pequenas e médias empresas. A maior parte das pequenas e médias empresas brasileiras, que respondem por metade dos empregos e 30% do PIB do país, não estão tendo acesso ao dinheiro prometido pelo governo federal para ajudá-las a atravessar a crise do coronavírus, colocando em risco a retomada econômica. Os bancos até agora só distribuíram 5% dos R$ 40 bilhões da linha de crédito para ajudar no pagamento da folha de pequenas e médias empresas, fortemente afetadas pelas quarentenas. Em crise, pequenas empresas têm dificuldade de acessar linhas de crédito Coronavírus e pequenos negócios: veja o que foi autorizado pelo governo e alternativas para enfrentar a crise José Eutimio Brandão Jr. dispensou 50 dos 170 funcionários que trabalhavam em seus empreendimentos: um bar, restaurante, padaria e uma boate em Alagoas. Brandão tentou tomar um crédito para ajudar a pagar os funcionários que sobraram, mas diz que seu banco rejeitou o pedido porque o faturamento geral do seu grupo supera os R$ 10 milhões de limite máximo. "A taxa de juros é baixa, próxima à Selic, os bancos não querem emprestar porque não vão ganhar dinheiro", disse Brandão à Reuters. Conheça histórias de empresários que batalham para obter crédito e sobreviver: Danny Braz: 'Faz 15 dias que aguardo por uma resposta', diz dono de indústria que busca crédito em banco de fomento Humberto Gonçalves: Dono de fábrica de parafusos relata dificuldade para conseguir crédito: 'bancos estão travando' Marcos Galvão: 'Sem empréstimo, não consigo sobreviver’, diz pequeno empresário do Rio 86% não conseguem Uma pesquisa do Sebrae com mais de 10 mil empresas mostra que 86% das pequenas empresas que pediram crédito nos bancos não conseguiram. Desse total, 28% ainda estão esperando uma resposta e o restante foi rejeitado. Pedidos de empréstimo feitos por pequenas empresas Economia G1 Enquanto isso, o BNDES continua negociando potenciais linhas de crédito para as empresas aéreas listadas em bolsa Azul e Gol, para a fabricante de aviões Embraer e até para as subsidiárias locais de multinacionais como Volkswagen e General Motors. E, enquanto alguns pacotes de resgate de grandes empresas enfrentam obstáculos, as grandes limitações do programa de ajuda a pequenas empresas reforçaram a percepção de desigualdade no acesso ao crédito na América Latina. Segundo dados do Banco Central sobre toda a carteira de crédito do país, os bancos concederam R$ 442 bilhões em novos créditos nos últimos dois meses, mas 60% foram para grandes empresas. O Ministério da Economia disse em um comunicado à Reuters que está trabalhando para lançar programas alternativos de crédito e que já está subsidiando a linha de crédito para a folha de pagamento. Otimismo excessivo Muitos donos de pequenas empresas, que não conseguem prever sua receita futura e têm medo de tomar mais dívida que talvez não consigam pagar, preferem simplesmente não pedir os créditos públicos. Ao contrário do programa de financiamento à folha de pagamento nos Estados Unidos, o US Paycheck Protection Program, que perdoa o empréstimo se ele for usado para pagamento de salários, os financiamentos no Brasil precisam ser pagos e são adicionados à dívida mesmo que a empresa vá à falência. Então muitos optam por demitir ou cortar salários. Luiz Soares, dono de salões de cabeleireiro e um restaurante, todos dentro de shoppings, viu sua receita desaparecer com as ordens de quarentena na cidade de São Paulo. Ele não tomou o crédito da folha de pagamento e demitiu 10 dos 25 funcionários que tinha contratado formalmente. Soares, de 68 anos, tem outras 100 pessoas que trabalham como parceiros de seus estabelecimentos e agora está renegociando os empréstimos bancários existentes. Mas continua preocupado se haverá demanda no seu restaurante e quantas pessoas poderão ficar ao mesmo tempo dentro dos seus salões de beleza. "Não posso tomar mais empréstimos, não faço ideia de quando poderemos reabrir e qual será meu faturamento", disse Soares. Muitos pequenos empresários estão tomando a mesma atitude. Segundo a pesquisa do Sebrae, só 40% das empresas procuraram empréstimo, embora 90% das empresas tenham perdido faturamento. Mas, mesmo os que tentam também não conseguem devido às complexas exigências do programa, que incluem que a folha de pagamento seja gerenciada por um banco e que a empresa passe na análise de risco dos maiores bancos responsáveis pelo desembolso dos recursos: Itaú Unibanco, Bradesco e Santander Brasil. Esses bancos desembolsam 15% de cada crédito, o que, segundo os críticos do programa, tornou os critérios de aprovação excessivamente restritivos, já que as instituições financeiras estão arriscando seu próprio capital e não apenas repassando dinheiro do Tesouro. "As estimativas sobre o alcance da linha de crédito para folha de pagamento foram excessivamente otimistas, a maior parte das empresas não consegue cumprir os critérios necessários para a concessão", diz Cassio Schmidt, diretor de empréstimos de varejo do Santander Brasil. Schmidt disse à Reuters que o banco tem sido menos rigoroso nas linhas de folha de pagamento, mas que considera riscos muito óbvios, como empresas que estão há mais de 30 dias em atraso com outros empréstimos. Itaú e Bradesco preferiram não comentar o assunto. Batalha longa Mas muitos empresários dizem que os bancos estão simplesmente evitando o programa de crédito, que vêem como arriscado demais, e que praticamente não gera lucro. "Os bancos não querem correr o risco, eles sabem que os restaurantes ficarão em dificuldades por muito tempo," diz Paulo Solmucci, presidente da associação Brasileira de Restaurantes, que representa 6 mil estabelecimentos. A maior parte deles não conseguiu empréstimos, diz Solmucci. Outros empresários disseram que a linha de folha de pagamento não resolve seus problemas, porque as empresas precisam pagar também aluguéis e contas de consumo. Uma das exigências é que as empresas processem suas folhas de pagamento nos maiores bancos, o que dificulta o acesso por empresas pequenas que pagam seus funcionários por transferência bancária direta, por exemplo. Para aumentar o alcance do programa, o governo está considerando mudanças como autorizar empresas a tomar o crédito ainda que demitam 50% de seus funcionários, e elevar o limite máximo de receita para R$ 50 milhões, disse esta semana o presidente do Banco Central, Roberto Campos. Em resposta às reclamações dos empresários que a linha de folha de pagamento não os ajuda em outros custos, haverá uma nova linha de crédito para todas as finalidades empresariais, chamada Pronampe. Mas quem tomar o crédito via Pronampe, que ainda não está operacional, precisa começar a pagar o empréstimo no mês seguinte à concessão, o que é difícil para companhias que não têm idéia de quando poderão reabrir, segundo três pequenos empresários disseram à Reuters. E ainda que o governo tenha prometido arcar com 85% de perdas potenciais com o programa, os bancos são responsáveis pelo valor total dos desembolsos, o que os torna ainda mais cautelosos, disse um executivo à Reuters. O time econômico do governo divulgou um novo programa no fim de maio também para empresas médias, usando recursos de um fundo do BNDES. A medida, publicada na véspera, cria o Programa Emergencial de Acesso a Crédito a pequenas e médias empresas e vai garantir parte dos empréstimos feitos por bancos mediante aporte de até 20 bilhões de reais do Tesouro num fundo garantidor. Carlos Chiaroni, dono de uma loja na Galeria do Rock, em São Paulo, acha que o governo deveria fazer mais. "Se eu tivesse todas as garantias que os bancos me pedem, eu nem precisaria de empréstimo agora. Isso mostra que, se o governo não der o crédito, ninguém mais vai dar." Governo publica MP para destravar crédito que não está chegando até empresas
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03/06 - PAT de Valinhos suspende atividades até sexta-feira para mudança de prédio
Sede será instalada na Casa do Empreendedor, localizada na Rua Tomás Antônio Gonzaga, 58, na Vila Papelão. PAT de Valinhos fará mudança de sede Claudio Barbisan Os serviços do Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Valinhos (SP) estão suspensos para realizar a mudança da sede para a Casa do Empreendedor. O posto vai retomar as atividades nesta sexta-feira (5). Pedido de seguro-desemprego, emissão de carteira de trabalho e inserção de vagas de emprego podem ser feitos apenas depois da mudança para a Rua Tomás Antônio Gonzaga, 58, na Vila Papelão. No mesmo local, estão instalados o Sebrae do município, Banco do Povo, Casa da Agricultura e os departamentos de turismo e convênios da prefeitura, além do Via Rápida Empresa. Os serviços prestados pela Casa do Empreendedor atende pequenas, médias e grandes empresa; informais; autônomos; e agricultores da cidade. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3869-7064. Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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03/06 - Home office pode chegar a 22,7% das ocupações nacionais, aponta estudo do Ipea
Isso colocaria o país na 45ª posição mundial e no 2º lugar no ranking de trabalho remoto na América Latina. Empresas veem vantagens em vagas de home office Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que a migração do trabalho presencial para o home office ou teletrabalho poderá ser adotada em 22,7% das ocupações nacionais, alcançando mais de 20 milhões de pessoas. Isso colocaria o país na 45ª posição mundial e no 2º lugar no ranking de trabalho remoto na América Latina. O home office foi uma das medidas adotadas pelas empresas diante da adoção do distanciamento social para conter a pandemia de Covid-19. Segundo o Ipea, o modelo, que agora ganha visibilidade, não é novo e tem grande potencial de crescimento em muitos países. Estressado e trabalhando mais no home office? Veja motivos e como tentar reverter GUIA: home office em tempo de coronavírus A análise por estados do país revela desigualdades regionais. O maior potencial de teletrabalho foi identificado no Distrito Federal, onde 31,6% dos empregos podem ser executados de forma remota (em torno de 450 mil pessoas). Na sequência vêm os estados de São Paulo (27,7% dos empregos, aproximadamente 6,1 millhões de pessoas) e Rio de Janeiro (26,7%, ou pouco mais de 2 milhões de trabalhadores). O Piauí é o que apresenta o menor potencial de teletrabalho (15,6% das atividades, ou cerca de 192 mil pessoas). Ranking dos estados em percentual de teletrabalho potencial: Distrito Federal: 31,5% São Paulo: 27,7% Rio de Janeiro: 26,7% Santa Catarina: 23,8% Paraná: 23,3% Rio Grande do Sul: 23,1% Brasil: 22,7% Espírito Santo: 21,8% Roraima: 21,0% Tocantins: 21,0% Rio Grande do Norte: 20,9% Goiás: 20,4% Minas Gerais: 20,4% Mato Grosso do Sul: 20,3% Paraíba: 19,8% Sergipe: 19,4% Amapá: 19,1% Acre: 19,0% Ceará: 18,8% Pernambuco: 18,8% Bahia: 18,6% Mato Grosso: 18,5% Alagoas: 18,2% Amazonas: 17,7% Maranhão: 17,5% Rondônia: 16,7% Pará: 16,0% Piauí: 15,6% A pesquisa analisou 434 ocupações e indica que um quarto das atividades poderiam ser realizadas remotamente. Os grupos com maiores probabilidades de teletrabalho são os de profissionais de ciências e intelectuais, diretores e gerentes e técnicos e profissionais de nível médio. Por outro lado, trabalhadores da agropecuária, da caça e da pesca e militares possuem os menores potenciais de teletrabalho. “Se a ocupação envolve trabalho fora de um local fixo e operação de máquinas e veículos ela é considerada como não passível de teletrabalho”, explica o pesquisador do Ipea Felipe Martins. Veja abaixo: Diretores e gerentes: 61% Profissionais das ciências e intelectuais: 65% Técnicos e profissionais de nível médio: 30% Trabalhadores de apoio administrativo: 41% Trabalhadores dos serviços, vendedores dos comércios e mercados: 12% Trabalhadores qualificados, operários e artesãos da construção, das artes mecânicas e outros ofícios: 8% Trabalhadores qualificados da agropecuária, florestais, da caça e da pesca: 0% Operadores de instalações e máquinas e montadores: 0% Ocupações elementares: 0% Membros das Forças Armadas, policiais e bombeiros militares: 0% Na análise internacional, Luxemburgo tem a maior proporção de teletrabalho entre os 86 países avaliados (53,4% dos empregos). No final do ranking aparece Moçambique (5,24%). Dentre os 9 países da América Latina que constam no estudo (Brasil, Bolívia, Chile, El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, México e Panamá), o Chile apresenta a maior participação de teletrabalho (25,74%). Nessa relação de países, o Brasil ocupou a 45ª posição, com 25,65% de teletrabalho. O gráfico abaixo mostra os 10 maiores países em participação de teletrabalho: 10 maiores países em participação de teletrabalho Divulgação/Ipea
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03/06 - Setor privado dos EUA cortou 2,76 milhões de empregos em maio
Corte foi bem menor do que o projetado por economistas, de 8,75 milhões. O setor privado dos Estados Unidos cortou 2,76 milhões de vagas de trabalho em maio, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (3) pela Automatic Data Processing (ADP) e pela Moody's. O corte de vagas foi menor do que a expectativa dos economistas consultados pelo 'The Wall Street Journal', de redução de 8,75 milhões. "O impacto da crise gerada pela Covid-19 continua pesando sobre as empresas de todos os tamanhos", disse Ahu Yildirmaz, vice-presidente da ADP. EUA têm 40 milhões de pedidos de seguro desemprego em dez semanas Apesar da perda de vagas, Yildirmaz disse que, "embora o mercado de trabalho ainda esteja sofrendo os efeitos da pandemia, a perda de vagas de trabalho provavelmente atingiu o pico em abril, já que muitos estados começaram a reabertura gradual dos negócios". O relatório de criação de empregos no setor privado da ADP é considerado uma prévia dos dados do documento conhecido como "payroll", que serão divulgados pelo Departamento do Trabalho dos EUA na sexta-feira. EUA atingem a marca de cem mil mortes por coronavírus
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03/06 - Bovespa fecha acima dos 2%, em alta pelo quarto pregão seguido
Nesta quarta-feira, Ibovespa subiu 2,15%, e encerrou pregão a 93.002 pontos. Ibovespa é o principal índice da B3, a bolsa brasileira Amanda Perobelli/Reuters O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em alta de 2,15% a 93.002 pontos nesta quarta-feira (3). Veja mais cotações. Em seu quarto dia seguido de valorização, o Ibovespa continua se beneficiando do otimismo de mercado com a abertura comercial, após meses de paralisação em razão do Covid-19. Com boas notícias de medicações e avanços das pesquisas em busca de uma vacina, investidores renovaram o apetite a risco em um ambiente de elevada liquidez global. Na terça-feira, a bolsa fechou em alta de 2,74%, a 91.046 pontos. Desde o dia 11 de março, o índice vinha operando abaixo dos 90 mil pontos. No mês, a bolsa acumula alta de 6,41%, mas no ano ainda tem queda de 19,58%. O mercado mais otimista também derrubou o dólar, que encerrou o dia em queda de 2,29% e cotado a R$ 5,0925. Nesta terça-feira (2), a moeda registrou a maior queda diária em quase dois anos. Cenário local e externo No exterior, a reação aos efeitos do novo coronavírus ofuscam a preocupação com a agitação social e protestos generalizados contra o racismo nos Estados Unidos e em outros países. Wall Street teve ganhos em todos os índices. Dados sobre o mercado de trabalho nos EUA nesta manhã mostraram que o setor privado norte-americano fechou 2,76 milhões de postos de trabalho em maio, um corte relevante, mas menor do estimado por analistas, que davam conta de uma redução de 9 milhões de vagas. Mais cedo, a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do Caixin/Markit mostrou que o setor de serviços da China voltou a crescer no mês passado pela primeira vez desde janeiro. Brasil supera a marca de 30 mil mortos por Covid-19 "O ambiente de ampla liquidez, resultado das injeções de recursos sem precedentes feitas pelos bancos centrais, têm sustentado ativos de risco junto à crescente expectativa de que a primeira fase da recuperação econômica será em 'V'", observou a equipe da Guide Investimentos, em nota a clientes. "A combinação destes fatores tem levado índices de mercado a testarem novas máximas desde o início da crise, ofuscando um cenário desafiador do ponto de vista econômico e de grandes incertezas no quadro da geopolítica", acrescentou. No cenário local, os investidores seguem de olho no noticiário político e no afrouxamento das regras de isolamento social nos estados. Crise escancara desigualdade, e Brasil terá retomada lenta, dizem economistas Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia Initial plugin text Busque pelo título do caso
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03/06 - Auxílio Emergencial: Dataprev prevê finalizar novo lote de pedidos processados até o final da semana
Na terça-feira (2), presidente da Caixa afirmou que pagamentos serão liberados a partir de 48 horas após o recebimento dos dados. 11 milhões de pedidos feitos por app e site ainda aguardam análise. A Caixa Econômica Federal (CEF) pode começar a pagar a partir da próxima semana a primeira parcela do Auxílio Emergencial para um novo lote de aprovados. Isso porque a Dataprev - empresa é responsável por processar cadastros e identificar quem tem direito a receber o benefício - trabalha para finalizar até o final desta semana o processamento dos pedidos feitos durante o mês de maio, segundo esclarecimento enviado ao G1. E na terça-feira, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou que o banco fará os pagamentos para os novos aprovados a partir de 48 horas após o recebimento dos dados processados pela Dataprev. Veja calendário da 2ª parcela SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL A Dataprev não envia à Caixa novos lotes de pedidos processados desde 15 de maio. Os aprovados deste lote receberam a primeira parcela do benefício entre os dias 19 e 29 de maio - mas ainda não têm data para receber a segunda e terceira parcelas. 11 milhões ainda aguardam resposta Até a última terça-feira (2), 11 milhões de trabalhadores que se inscreveram através do aplicativo ou do site do programa ainda aguardavam análise para receber o Auxílio Emergencial de R$ 600, de acordo com dados da Caixa. Segundo a Dataprev, por conta da Lei 13.998, publicada em 15 de maio, "foi necessário revisar as regras e aperfeiçoar os sistemas de concessão do benefício", o que poderia estar levando a uma demora maior no processamento dos pedidos. A empresa afirma que, entre os dias 1º e 28 de maio, recebeu 9,2 milhões de requerimentos da Caixa, dos quais pouco mais de 3,7 milhões são de trabalhadores que tiveram seus pedidos considerados inconclusivos em abril. Dos requerimentos apresentados naquele mês, 1,5 milhão estão em fase final de homologação. Balanço Até esta terça-feira (2), a Caixa Econômica Federal (CEF) havia pagado R$ 76,6 bilhões em Auxílio Emergencial, para 58,6 milhões de beneficiários. Ao todo, foram 108,5 milhões de pagamentos, uma vez que muitos beneficiários já começaram a receber a segunda parcela de R$ 600. Ainda segundo a Caixa, foram processados pela Dataprev 101,2 milhões de cadastros, dos quais 59 milhões foram considerados elegíveis - destes, 19,2 milhões de beneficiários do Bolsa Família, 10,5 milhões do Cadastro Único e 29,3 milhões de trabalhadores que se inscreveram por meio do site e do aplicativo do programa. Outros 5,3 milhões de cadastros feitos pelo app e site estão em reanálise, e 5,7 milhões ainda passam pela primeira análise. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Beneficiário relata problemas no pagamento do auxílio emergencial Initial plugin text
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03/06 - Tesouro Nacional anuncia que emitirá títulos no mercado externo
Medida ocorre em meio a crise causada pela pandemia do novo coronavírus. Objetivo é dar referência ao setor privado sobre taxas de juros cobradas em operações. A Secretaria do Tesouro Nacional informou nesta quarta-feira (3) que concedeu mandato para a emissão de títulos da dívida externa com vencimento em 2025 e 2030, ou seja, com prazo de cinco e dez anos. O resultado da operação será divulgado no final desta tarde. A captação de recursos no mercado externo acontece em meio à crise causada pela pandemia do novo coronavírus, mas também em um momento de trégua nas tensões financeiras. O dólar opera em queda nesta quarta, dando continuidade ao movimento da véspera, quando registrou a maior queda diária em quase 2 anos. A desvalorização do dólar ocorre devido ao otimismo em relação a uma recuperação econômica global, embora tensões políticas locais e internacionais sigam no radar dos mercados. Já a Bolsa de Valores brasileira vem registrando seguidas altas nos últimos dias. Na terça, a alta foi de 2,74%. Mercados financeiros sobem, apesar da crise mundial; Carlos Alberto Sardenberg explica "O objetivo da operação é dar continuidade à estratégia do Tesouro Nacional de promover a liquidez da curva de juros soberana em dólar no mercado externo, provendo referência para o setor corporativo, e antecipar financiamento de vencimentos em moeda estrangeira", informou o Tesouro Nacional. A estratégia do Tesouro Nacional, porém, foi de lançar títulos com prazo mais curto. Essa será a primeira emissão de títulos da dívida externa com vencimento em cinco anos desde junho de 2004. Esse prazo, para captações no exterior, é considerado curto. Quando o mercado está tenso, os prazos das emissões, tanto no mercado interno quanto externo, ficam menores - de modo a facilitar a operação. Ao mesmo tempo, a instituição também está emitindo um título de dez anos de vencimento como alternativa para os investidores. Em ambos os casos, as emissões servirão de referência para o setor privado realizar operações semelhantes, pois servirão de referência em termos de taxas de juros. Captações externas Os investidores que compram esses papéis da dívida pública pagam em dólar ou outras moedas, como euro, e até em reais. Na data do chamado resgate, eles recebem de volta o valor pago ao governo brasileiro. Além disso, o Brasil paga juros a esses investidores, a cada seis meses ou um ano, dependendo do contrato. O lançamento de bônus no mercado externo funciona como um leilão: os investidores fazem suas propostas de taxa de juros e quantidade de títulos que desejam receber, e o Tesouro aceita ou não. As ofertas são feitas aos bancos contratados pelo Tesouro Nacional para liderar a operação. Busca de recursos no exterior Os recursos buscados no exterior também poderão ajudar o Tesouro Nacional a pagar os gastos com as políticas de combate ao novo coronavírus. Recentemente, a instituição informou que está buscando empréstimos junto a organismos multilaterais no exterior para pagar o auxílio emergencial de R$ 600; o programa de manutenção do emprego e renda; o seguro-desemprego e o Bolsa Família. Beneficiário relata problemas no pagamento do auxílio emergencial O objetivo em buscar esses empréstimos com instituições internacionais, informou o órgão na semana passada, seria economizar, visto que essas operações teriam juros mais baixos do que os cobrados por instituições financeiras, fundos de investimento e de previdência na compra de títulos no mercado interno. As emissões de títulos da dívida externa, por sua vez, também costumam ser mais baratas do que as emissões de papeis no mercado interno. Em abril, o custo médio da dívida interna foi de 6,28% ao ano. Já na última emissão de títulos da dívida externa, com prazo de dez anos, os juros pagos aos investidores somaram 3,8% ao ano. Essa operação aconteceu em novembro do ano passado.
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03/06 - Dólar dá continuidade a sequência de queda e fecha a R$ 5,09
Nesta quarta-feira, a moeda norte-americana caiu 2,29%, a R$ 5,0925. Notas de dólar e real em casa de câmbio no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira *4) REUTERS/Bruno Domingos O dólar fechou em queda nesta quarta-feira (3), dando continuidade ao movimento da véspera, quando registrou a maior queda diária em quase 2 anos, diante do otimismo em relação a uma recuperação econômica global, embora tensões políticas locais e internacionais sigam no radar dos mercados. A moeda norte-americana caiu 2,29%, a R$ 5,0925. Veja mais cotações. É o menor patamar de fechamento desde 26 de março (R$ 4,9988). Na mínima da sessão, o dólar chegou a R$ 5,0171. Já o Ibovespa subiu mais de 2%, acima dos 93 mil pontos. Na terça-feira, o dólar fechou em queda de 3,25%, a R$ 5,2116. Foi a mais forte desvalorização percentual diária desde 8 de junho de 2018 (-5,59%), segundo a agência Reuters. Na parcial da semana, o dólar acumula queda de 4,57%. Em 2020, a moeda ainda tem alta de 27%. Até onde vai o dólar? Cenário externo e interno No exterior, os investidores continuaram otimistas com uma recuperação econômica ante a queda provocada pelo coronavírus. Dados econômicos da China desta quarta-feira mostraram uma recuperação no setor de serviços em maio, enquanto números da zona do euro indicaram que o pior da crise na União Europeia ficou para trás, o que fortalecia as apostas numa retomada econômica nas principais potências mundiais. Além disso, nos Estados Unidos, o setor privado fechou bem menos vagas de trabalho do que o esperado em maio, com os empregadores demitindo outros 2,76 milhões de trabalhadores, contra expectativa de 9 milhões de perdas de emprego. No cenário local, os investidores seguiram de olho no noticiário político e no afrouxamento das regras de isolamento social nos estados. Apesar da queda expressiva do dólar -- que já perdeu muito terreno desde que ficou a poucos centavos de superar o patamar de R$ 6 no mês passado --, analistas não descartam a possibilidade de volatilidade daqui para frente diante das tensões políticas locais, entre o Executivo e o Judiciário, e nos EUA, em meio a protestos contra o racismo e a violência policial. Protestos contra o racismo continuam nos EUA mesmo com toque de recolher O dólar ainda acumula alta de mais de 25% contra o real no ano de 2020, impulsionado por um cenário de juros baixos e incertezas políticas e econômicas. Há algumas semanas, nesse contexto, a expectativa de boa parte dos mercados era de que a divisa iria superar os 6 reais. Agora, entre os analistas, uma recuperação definitiva do real ainda é incerta diante de riscos negativos como a possibilidade de uma segunda onda de contaminações por Covid-19. Os economistas do mercado financeiro reduziram novamente a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, conforme boletim "Focus" do Banco Central divulgado na véspera. A projeção passou de queda de 5,89% para um tombo de 6,25% em 2020. Já projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 ficou estável em R$ 5,40. Para o fechamento de 2021, subiu de R$ 5,03 por dólar para R$ 5,08 por dólar. Crise escancara desigualdade, e Brasil terá retomada lenta, dizem economistas Variação do dólar em 2020 Economia G1
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03/06 - Com pandemia, produção industrial tem tombo recorde de 18,8% em abril, diz IBGE
Foi a queda mais intensa já registrada desde o início da série histórica, em 2002. Entre os grupos, só produtos alimentícios, farmacêuticos e de higiene e limpeza tiveram alta. Produção de caixões e bicicletas ergométricas cresceu. Produção industrial cai 18,8% em abril e tem pior resultado em 18 anos A produção industrial brasileira desabou 18,8% em abril, na comparação com março e atingiu o nível mais baixo já registrado no país, conforme divulgou nesta quarta-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O tombo recorde evidencia a dimensão do impacto da pandemia de coronavírus e das medidas de isolamento social na atividade econômica. "É a queda mais intensa da indústria desde o início da série histórica, em 2002, e o segundo resultado negativo seguido, com perda acumulada de 26,1% no período", informou o IBGE. Em março, a produção já havia recuado 9% frente ao mês anterior — variação que foi revisada pelo IBGE ante queda de 9,1% anteriormente divulgada. Com o tombo de abril, o patamar da produção industrial no país ficou 38,3% abaixo de pico histórico, registrado em maio de 2011. "É o patamar mais baixo da série histórica na pesquisa. Estamos no piso da produção industrial", afirmou o gerente da pesquisa, André Macedo. Produção industrial mensal Economia G1 Na comparação com abril do ano passado, a queda foi ainda maior, de 27,2%, o sexto resultado negativo seguido nessa comparação e também recorde negativo da série histórica da pesquisa. Apesar da forte queda, o resultado de abril veio menos ruim que o esperado. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de queda de 29,2% na variação mensal e de 33,1% na base anual. No ano, de janeiro a abril, a produção industrial encolheu 8,2%, e nos últimos 12 meses, passou a acumular retração de 2,9%. “O resultado de abril decorre, claramente, do número maior de paralisações das várias unidades produtivas, em diversos segmentos industriais, por conta da pandemia. Março já tinha apresentado resultado negativo. Agora, em abril, vemos um espalhamento, com quedas de magnitudes históricas, de dois dígitos, em todas as categorias econômicas”, destacou Macedo. 22 dos 26 segmentos tiveram queda A queda da produção foi generalizada, alcançando todas as grandes categorias econômicas e 22 dos 26 ramos pesquisados, sendo que 15 registraram queda recorde. Segundo o IBGE, a maior influência em abril veio da paralisação quase que completa da indústria automobilística. A produção de veículos automotores, reboques e carrocerias desabou 88,5%, na comparação com março e 92,1% na comparação anual, pressionada, em grande medida, pelas paralisações e interrupções na maioria das fábricas do país. Foi a queda mais intensa desde o início da série histórica. Considerando apenas a produção de automóveis, o recuou chegou a 99,9% na comparação com abril do ano passado. Como as montadoras estão retomando a produção depois de quase 2 meses paradas Volkswagen retoma produção em Taubaté após dois meses de paralisação A interrupção da produção de veículos impactou outros segmentos industriais, como metalurgia (-28,8%), produtos de borracha e de material plástico (-25,8%) e máquinas e equipamentos (-30,8%). Outros recuos relevantes no mês foram observados nas atividades de couro, artigos para viagem e calçados (-48,8%), bebidas (-37,6%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-37,5%), máquinas e equipamentos (-30,8%) e produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-18,4%). A produção só cresceu nas nas atividades relacionadas a itens essenciais e a mudanças de hábitos de consumo em meio à pandemia. Produtos alimentícios (3,3%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (6,6%) voltaram a crescer após recuarem em março (-1,0% e -11%, respectivamente). O ramo de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal também teve alta (1,3%), enquanto o setor extrativo ficou estável. Destaques da produção industrial em abril Economia G1 Alta na produção de caixões e bicicletas ergométricas O gerente da pesquisa destacou que, embora tenha apresentado queda de 30,6%, a atividade de produtos diversos registrou alta na produção de itens que estão relacionados com o consumo durante a pandemia. Entre eles, estão os caixões. "Por questões de confidencialidade da pesquisa, não podemos informar a taxa de crescimento da produção dos itens individuais. Mas destaco que outros itens tiveram crescimento ainda maior que o de caixões, como as bicicletas ergométricas, o que pode estar associado à maior demanda por atividade física dentro de casa", ponderou. Resultado por grandes categorias Entre as grandes categorias econômicas, as quedas mais acentuadas em abril foram entre os bens de consumo duráveis, em grande parte, pela menor fabricação de automóveis. O tombo de quase 80% foi o maior desde o início da série histórica e marcou o terceiro mês seguido de queda. bens de consumo duráveis: -79,6% bens de capital: -41,5% bens de consumo semi e não-duráveis: -12,4% bens intermediários: -14,8% Segundo Macedo, bens intermediários e de bens de consumo semi não duráveis tiveram quedas menos acentuadas por conta do crescimento na produção de alimentos, na indústria farmacêutica e no segmento de perfumaria, sabão e produtos de limpeza. “São essas três atividades que vêm na contramão da indústria geral”, destacou. Perspectivas No 1º trimestre, a produção industrial registrou queda de 2,6%, na comparação com o 4º trimestre, refletindo apenas os primeiros reflexos da pandemia no país e no comércio exterior. Já o PIB (Produto Interno Bruto) do setor industrial caiu 1,4% nos 3 primeiros meses do ano, na primeira retração desde o 4º trimestre de 2018. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou que o nível de utilização da capacidade de produção da indústria brasileira caiu para 49% em abril. Ou seja, a indústria brasileira operou com metade de sua capacidade de produção. Os primeiros indicadores de maio apontam que a atividade do setor se manteve em nível crítico. O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 3,2 pontos em maio, para 61,4 pontos, mas mesmo assim registrou o o segundo menor valor da série histórica da pesquisa, só ficando atrás da marca de abril (58,2 pontos). Questionado sobre as perspectivas para o resultado da produção industrial em maio, o pesquisador do IBGE disse não ser possível fazer previsão, mas ponderou que a perda de fôlego do setor é evidente. “Temos uma grande quantidade de empresas que mantiveram paralisações. A forma como isso vai se refletir no mês de maio, a gente precisa aguardar. Mas é claro que o setor industrial está em um movimento importante de perda de ritmo. Isso fica muito traduzido pelo resultado de abril”, avaliou. Com a economia à beira de uma nova recessão, os economistas do mercado financeiro reduziram novamente a previsão para o PIB neste ano, conforme boletim "Focus" do Banco Central divulgado na segunda-feira. A projeção passou de queda de 5,89% para um tombo de 6,25% em 2020. Caso a expectativa se confirme, será o pior desempenho anual desde 1901, pelo menos. Já projeção do mercado para a produção industrial em 2020 é de uma retração de 3,59%. Já patinando antes da pandemia, indústria e investimento terão mais dificuldades de recuperação Indústria leva tombo no primeiro trimestre após 2019 devagar
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03/06 - Bolsonaro diz que pode liberar mais parcelas do auxílio emergencial
Sancionado em 1º de abril, benefício tinha duração inicial prevista de três meses. Bolsonaro não informou se o valor continuaria em R$ 600, caso ajuda seja estendida. O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite desta terça-feira (2) que pode liberar mais três parcelas do auxílio emergencial, criado em razão da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. Bolsonaro também disse que espera que governadores adotem medidas que permitam que a população volte a trabalhar. "Temos mais uma parcela de R$ 600, depois mais duas acertadas com o Paulo Guedes. Falta definir aí o montante. E vamos esperar que até lá os outros governadores entendam o que seja melhor para o seu estado e adotem medidas para voltar aí o povo a trabalhar", disse Bolsonaro ao falar com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada. Desde o início da pandemia, Bolsonaro tem dado declarações contra o isolamento horizontal. Ele defende a abertura de comércios e que apenas pessoas do grupo de risco e idosos fiquem em quarentena. "Os problemas estão se avolumando. O pessoal informal, eu já falei pra vocês, 38 mi de pessoas, eles perderam quase tudo. Ninguém vende mais biscoito Globo na praia do Rio. Nem vende mate na arquibancada do estádio de futebol e nem no churrasquinho de gato na praça. Isso é atividade de cada um. Essas pessoas estão em casa graças ao auxílio, que é de todo mundo, é dinheiro de todo povo. R$ 600 para eles senão o desespero teria batido neles e problemas outros poderiam ter tido", disse Bolsonaro. 2,4 milhões podem sacar 2ª parcela do auxílio emergencial Pouco antes destas declarações, entretanto, mas na mesma conversa com apoiadores, o presidente havia dito que os valores das próximas parcelas podem ser menores. Bolsonaro não deu detalhes de como isso aconteceria. "Você pode ver, nós gastamos... Nós não, o Brasil já gastou quase R$ 700 mi com a pandemia. Muita coisa foi feita. Esse próprio auxílio emergencial de 600 que tá quase certo a quarta e a quinta parcela, de valores menores um pouco, que tá sendo ajustado pelo ministério da Economia, ajudou a evitar problemas sociais", afirmou Bolsonaro. O benefício do auxílio emergencial foi sancionado pelo presidente no dia 1º de abril. Na época, Bolsonaro afirmou que o montante de R$ 600,00 seria pago por três meses em razão da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. O governo definiu que o benefício duraria três meses ou até o fim da emergência do coronavírus no país. A validade do auxílio pode ser prorrogada de acordo com a necessidade. Têm direito ao benefício trabalhadores informais; desempregados; MEIs e contribuintes individuais do INSS; maiores de idade; e que cumpram requisitos de renda média. A mulher que for mãe e chefe de família pode receber R$ 1,2 mil por mês.
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03/06 - Ajuda a estados e municípios atrasa mais uma vez
Aprovada em 6 de maio e sancionada no último dia 28, a ajuda emergencial da União para estados e municípios não deve chegar ao destino antes da próxima semana. Até a manhã desta terça-feira (2), nenhum dos 26 estados e o Distrito Federal havia enviado ao governo federal a declaração em que abrem mão de ações na Justiça contra a União. Apenas 792 dos 5.570 municípios havia encaminhado a documentação. Segundo fontes do Tesouro Nacional, não é possível pagar fracionado, apenas a quem enviar a documentação. Todos precisarão enviar a declaração antes de a primeira parcela ser liberada. O governo também não enviou ao Congresso o texto da medida provisória que libera crédito extraordinário de R$ 60 bilhões para a ajuda. A ajuda de R$ 60 bilhões foi aprovada para compensar perdas de arrecadação e gastos extras de estados e municípios em decorrência da pandemia do coronavírus. Em 30 de maio, o Tesouro Nacional enviou a todos os entes um comunicado avisando quais tipos de ações judiciais precisariam ser renunciadas para permitir o recebimento do auxílio emergencial aprovado no Congresso. Segundo a lei que criou o auxílio, não recebe o repasse o estado ou município que tenha ajuizado ação que pede outras compensações financeiras por perdas relacionadas ao coronavírus. O Tesouro fez até mesmo um manual para a declaração, de forma a ajudar estados e municípios a enviarem a documentação mais rapidamente. Projeto que prevê ajuda a estados e municípios é sancionado com vetos Initial plugin text
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03/06 - Prejuízo da Lufthansa aumenta mais de seis vezes no primeiro trimestre
Companhia aérea alemã Lufthansa, que está recebendo apoio do Estado para evitar a falência, registrou prejuízo de 2,1 bilhões de euros. Lufthansa anuncia prejuízo de 2,1 bilhões de euros no 1º trimestre Divulgação A companhia aérea alemã Lufthansa, que está recebendo apoio do Estado para evitar a falência, registrou prejuízo de 2,1 bilhões de euros (o equivalente a US$ 2,35 bilhões) no primeiro trimestre e anunciou uma "profunda reestruturação" em todos os setores do grupo. No primeiro trimestre de 2019, a empresa registrou um prejuízo de 342 milhões de euros. A pandemia do novo coronavírus "influencia de forma inédita o nosso resultado e a demanda será reativada muito lentamente, o que teremos que equilibrar com uma profunda reestruturação", afirmou o presidente da empresa, Carsten Spohr, em um comunicado. A Lufthansa deve, a princípio, receber 9 bilhões de euros de ajuda pública e créditos garantidos pelo Estado, que entrará no capital da empresa. Em abril, a Lufthansa anunciou uma perda operacional de 1,2 bilhão de euros e uma queda de 18% do faturamento. "A Lufthansa pretende reduzir os custos de forma líquida em comparação com o nível anterior à crise", informou a empresa, que em abril anunciou a redução em 100 unidades de sua frota e cogita o fechamento da filial Germanwings. Em maio, Spohr afirmou que Lufthansa tinha um excedente de 10.000 funcionários e que a empresa negociaria com os sindicatos para tentar manter o máximo de postos de trabalho. A filial Brussels Airlines anunciou em 12 de maio que vai cortar 1.000 postos de trabalho, 25% de seus funcionários. Outra filial, Austrian Airlines, vai reduzir em 20% os custos com funcionários e diminuir 20% da frota.
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03/06 - Bolsas da China devolvem ganhos e terminam estáveis
Investidores seguem cautelosos, dadas as tensões entre China e Estados Unidos sobre questões como o surto de coronavírus e a legislação de Pequim para Hong Kong. As ações da China devolveram seus ganhos anteriores para terminar praticamente estáveis nesta quarta-feira (3), em meio a preocupações sobre as tensões entre Pequim e os Estados Unidos O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com estabilidade, enquanto o índice de Xangai teve leve alta de 0,1%. Ambos os índices atingiram uma máxima de quase três meses no início do pregão, após uma pesquisa privada apontar para a recuperação do setor de serviços do país. O setor de serviços da China voltou a crescer no mês passado pela primeira vez desde janeiro, à medida que a economia se recupera de medidas estritas de contenção induzidas pelo coronavírus, embora o emprego e a demanda no exterior tenham permanecido fracos. Entretanto, alguns participantes do mercado estavam cautelosos, dadas as tensões entre China e Estados Unidos sobre questões como o surto de coronavírus e a legislação de Pequim para Hong Kong. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,29%, a 22.613 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 1,37%, a 24.325 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,07%, a 2.923 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, ficou estável, a 3.983 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 2,87%, a 2.147 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 1,73%, a 11.320 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 3,40%, a 2.700 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,83%, a 5.941 pontos. Reino Unido se manifesta sobre embate entre China e EUA por causa de Hong Kong
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03/06 - Contração da atividade da zona do euro diminui em maio, mas crescimento está longe, mostra PMI
Pesquisa indica que o pior já passou, mas que economia ainda vai levar meses para voltar a crescer. A atividade empresarial da zona do euro sofreu outra contração devastadora em maio e, embora existam sinais de que o pior acabou, pode levar meses para que haja um retorno ao crescimento, mostrou nesta quarta-feira a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do IHS Markit. O PMI Composto final da zona do euro indicou um cenário sombrio. Embora o índice tenha saltado a 31,9 de 13,6 em abril, que foi de longe a leitura mais baixa desde que a pesquisa começou em meados de 1998, está longe da marca de 50 que separa crescimento de contração. A preliminar foi de 30,5. "A escala e profundidade da contração da zona do euro foi destacada pelos dados do PMI que mostram que todos os países enfrentam outro mês de forte queda da atividade empresarial", disse Chris Williamson, economista-chefe do IHS Markit. "O PIB da zona do euro consequentemente deverá cair a uma taxa sem precedentes no segundo trimestre, acompanhado da maior alta no desemprego visto na história da zona do euro." O subíndice de emprego mostrou que as empresas estavam cortando vagas a um ritmo quase recorde, registrando 37,8 contra mínima recorde de 33,4 em abril. O PMI do setor de serviços se recuperou em maio a 30,5 ante a mínima recorde em abril de 12,0 e preliminar de 28,7. Europa segue gradualmente em direção à normalidade
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03/06 - Voepass anuncia retomada gradual de voos após 3 meses de suspensão total devido à Covid-19
Companhia aérea com base em Ribeirão Preto (SP) volta a operar 13 dos 47 destinos em julho, com adoção de protocolos sanitários para recomeço. 'Estamos cautelosos, mas é preciso ter arrojo nesse ciclo de retomada', diz presidente. A Voepass, antiga Passaredo, anunciou a retomada dos voos a partir de 3 de julho. A companhia aérea com sede em Ribeirão Preto (SP) está com as atividades suspensas em 10 estados desde 23 de março, devido ao avanço do novo coronavírus. De acordo com o presidente da empresa José Luiz Felício Filho, o retorno será gradual, iniciando com 13 dos 47 destinos operados até meados de março, antes da pandemia chegar ao Brasil. Felício Filho, que foi contaminado com a Covid-19 e passou 21 dias hospitalizado e 16 entubado por causa da doença, diz que está recuperado e que chegou o momento de também "desentubar" a companhia. "Eu dormi em um mundo e acordei em outro. Dentro do nosso setor, da indústria da aviação, a gente a chegou no fundo do poço. Agora estamos começando a nos reerguer, mas é algo novo para todo mundo. Estamos cautelosos, mas é preciso ter um pouco de arrojo nesse ciclo de retomada. Nossa estimativa é retomar com algo perto de 10% daquilo que nós éramos", diz. José Luiz Felício Filho, presidente da Voepass, empresa aérea de Ribeirão Preto (SP) Divulgação/Voepass Segundo o presidente, a comercialização de passagens na primeira quinzena de março chegou próximo de zero e houve um crescimento substancial no número de cancelamentos. A companhia aérea precisou recorrer a acordos salariais, jornadas reduzidas e férias coletivas para manter os empregados. "Estou na companhia desde o início, há 25 anos, e nunca vi algo nem parecido na história nossa da aviação, mas sabemos que isso vai passar, aí temos que ter um pouco de fé, um pouco de otimismo e voltar a trabalhar". Para a retomada das atividades, Felício Filho explica que linhas de apoio estão sendo discutidas junto ao governo federal e ao BNDES, que caso sejam concretizadas, permitirão retorno de forma integral. Protocolos sanitários Para a retomada dos voos, o presidente da companhia aérea explica que uma série de protocolos sanitários foram adotados junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), como medidas especiais de limpeza e sanitização das aeronaves, com desinfetantes de padrão hospitalar para cabine dos pilotos, poltronas, banheiros, saídas de ar condicionado e botões de acionamento de luzes. Voepass, em Ribeirão Preto (SP), anuncia retomada dos voos após três meses de paralisação Divulgação/Voepass "A gente aumentou nosso tempo de solo para podermos adotar em cada pouso e decolagem esses protocolos de esterilização. No período da noite, a gente passa a ter uma limpeza mais profunda", explica. Além das medidas de desinfecção, os funcionários e passageiros serão obrigados a usar máscara desde a chegada ao aeroporto e durante os voos. O serviço de bordo também foi temporariamente suspenso durante as viagens. Ainda de acordo com Felício Filho, a empresa adotará o embarque e desembarque setorial, para evitar a aglomeração de pessoas no corredor. "Estamos voltando dentro de um processo em que ainda existe uma pandemia. Com esses protocolos de biossegurança, a gente consegue ter a certeza de que toda essa questão da Covid-19 está sendo bem cuidada", diz. Com o retorno das operações, a empresa também anunciou um aplicativo gratuito para facilitar os procedimentos de embarque dos clientes, onde é será possível fazer o check-in e gerar um cartão de embarque eletrônico. Rotas Segundo o presidente da companhia aérea, as rotas previstas para retomada a partir de 3 de julho foram pensadas levando em consideração a dificuldade de deslocamento e tem como intenção conectar interior aos grandes centros. Os 13 destinos estão localizados na região Sudeste e Norte do Brasil. No Sudeste, a Voepass volta a operar as rotas Ribeirão Preto, São Paulo (Aeroporto de Guarulhos) e Rio de Janeiro (Aeroporto Santos Dumont). Pista do Aeroporto Leite Lopes em Ribeirão Preto, SP Reprodução/EPTV Ainda de acordo com Felício Filho, a empresa voltará a operar 10 trechos no norte do país, ligando Manaus a Parintins, São Gabriel da Cachoeira, Eirunepé, Carauari, Coari e Lábrea, no estado do Amazonas, além de Itaituba, Belém e Altamira, no estado do Pará. "É uma região que tem uma complicação de transporte, ou é avião ou barco. De fato, a região norte está isolada, ainda mais com a baixa das águas tem viagens que chegam a demorar duas semanas de barco. Nosso papel como regional é poder fazer essa capilaridade". "Isso tudo vai intensificar nosso turismo nacional. As pessoas vão voltar a viajar, a voar para ver seus familiares, fazer negócio, tudo é uma questão de tempo. O que nós precisamos fazer agora é dar essa tranquilidade para os funcionários e clientes para poderem voltarem a voar", explica. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca
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03/06 - Varas do Trabalho registram 1.457 ações trabalhistas envolvendo a Covid-19; setores da indústria, transporte e comércio lideram
Processos de trabalhadores pedindo verbas rescisórias como aviso prévio e multa de 40% do FGTS estão relacionados à doença causada pelo coronavírus. Pandemia de Covid-19 causa mudança nas relações de trabalho Levantamento divulgado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) mostra que, até o mês de abril, o país registrou 1.457 ações trabalhistas nas Varas do Trabalho com o assunto Covid-19. Isso significa que processos de trabalhadores pedindo verbas rescisórias, como aviso prévio e multa de 40% do FGTS, estão relacionados à doença causada pelo coronavírus. O TST ressalta que os dados são parciais, já que, até o dia 27 de maio, última atualização do levantamento, somente 15 dos 24 Tribunais Regionais do Trabalho haviam enviado os dados estatísticos. Os dados revelam que em janeiro já havia ações nas Varas de Trabalho relacionadas à pandemia, no total de 55. Mas o salto se deu em abril, com 1.117 processos. As Regiões Judiciárias com maior número de ações no total são Minas Gerais, Rio de Janeiro e Campinas (SP). Devo ou não colocar no currículo que perdi meu emprego por causa da pandemia? OIT publica orientações para o retorno ao trabalho durante a pandemia Veja abaixo os números de casos novos com o assunto Covid19 de janeiro a abril de 2020: Casos novos com o assunto Covid19 de janeiro a abril de 2020, segundo o TST Divulgação/TST De acordo com o levantamento, os setores da indústria, transporte e comércio registraram o maior número de reclamações trabalhistas, respondendo a 42,6% do total. Veja os casos novos nas Varas de Trabalho com o assunto Covid-19 por categoria econômica do empregador de janeiro a abril de 2020: Indústria: 224 Transporte: 200 Comércio: 197 Serviços Diversos: 128 Turismo, Hospitalidade e Alimentação: 105 Administração Pública: 88 Seguridade Social: 61 Comunicações: 59 Sistema Financeiro: 47 Educação, Cultura e Lazer: 34 Empresas de Processamento de Dados: 15 Serviços Domésticos: 11 Serviços Urbanos: 11 Agropecuária, Extração Vegetal e Pesca: 6 Outros: 271 Dados do Caged mostram que o país fechou 860 mil vagas em abril No ranking das 10 Varas do Trabalho com maior número de ações, a capital Manaus lidera, seguida de Santa Luzia, em Minas Gerais. Já Rondonópolis, em Mato Grosso, tem três Varas no ranking, totalizando 68 processos. De acordo com a Fiocruz, Manaus foi a capital mais atingida pela Covid-19 no Brasil. Veja as 10 Varas do Trabalho do país com maior número de casos novos distribuídos com o assunto Covid-19 de janeiro a abril de 2020: Manaus, AM - 12ª VT (TRT 11): 52 Santa Luzia, MG (TRT 3): 38 Rondonópolis, MT - 2ª VT (TRT 23): 26 Rondonópolis, MT - 3ª VT (TRT 23): 22 São João da Boa Vista, SP (TRT 15): 21 Rondonópolis, MT - 1ª VT (TRT 23): 20 João Pessoa, PB - 13ª VT (TRT 13): 19 Registro, SP - (TRT 15): 16 Passos, MG - 1ª VT (TRT 3): 16 Rio de Janeiro, RJ - 72ª VT (TRT 1): 15 Entre os assuntos mais frequentes nas reclamações trabalhistas, aviso prévio, liberação do FGTS e a multa de 40% do Fundo de Garantia lideram o ranking. Veja os 10 assuntos mais frequentes nos casos novos nas Varas do Trabalho que possuem o assunto Covid-19 de janeiro a abril de 2020: Aviso Prévio: 270 processos (18,53% do total) FGTS (levantamento e liberação): 217 processos (14,89% do total) Multa de 40% do FGTS: 209 processos (14,34% do total) Multa do Artigo 477 da CLT: 207 processos (14,21% do total) 13º Salário Proporcional: 180 processos (12,35% do total) Multa do Artigo 467 da CLT: 172 processos (11,81% do total) Seguro-Desemprego/Liberação /Entrega das Guias: 168 processos (11,53% do total) Rescisão Indireta: 148 processos (10,16% do total) Saldo de Salário: 145 processos (9,95% do total) Férias Proporcionais: 132 processos (9,06% do total) Cai número geral de processos e julgamentos De acordo com último levantamento do TST, as Varas do Trabalho receberam o total de 500.520 novos processos e julgaram 476.751 no período de janeiro a abril. Esse levantamento inclui todos os 24 Tribunais Regionais do Trabalho do país. Houve redução de 14,4% no recebimento de novos processos em comparação ao mesmo período do ano anterior (584.795 processos) e queda no julgamento de 32,5% (em 2019 foram julgadas 705.881 ações). Isso resultou em um aumento de 4% nos processos pendentes de solução, que totalizaram 932.173 em 30 de abril. Processos recebidos, julgados e pendentes nas Varas de Trabalho no período de janeiro a abril de 2019 e 2020 Editoria de Economia/G1 Na fase de execução dos processos (depois de serem julgados), foram iniciadas 226.797 execuções, uma redução de 14,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram 265.376. E foram encerradas 269.333 execuções, aumento de 13% em relação aos primeiros meses de 2019, quando foram 238.277. Estavam pendentes, em 30 de abril, 2.867.417 execuções, aumento de 0,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior. O TST divulgou ainda o ranking dos assuntos mais recorrentes nas Varas do Trabalho nos casos novos até abril. O aviso prévio continua liderando a lista de reclamações dos trabalhadores. Veja abaixo: Aviso Prévio: 127.551 processos Multa de 40% do FGTS: 106.220 processos Multa do Artigo Nº 477 da CLT: 97.671 processos Férias Proporcionais: 80.908 processos 13º Salário Proporcional: 77.174 processos Multa do Artigo Nº 467 da CLT: 74.465 processos Horas Extras/Adicional de Horas Extras: 69.270 processos Saldo de Salário: 55.370 processos Adicional de Insalubridade: 53.125 processos Intervalo Intrajornada/Adicional de Hora Extra: 50.987 processos Initial plugin text
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03/06 - Barreiras comerciais contra produtos brasileiros chegam a 70, diz CNI
Levantamento mais recente da entidade encontrou 17 novas barreiras, sendo 10 impostas pelo governo da China. As demais foram criadas por Argentina, México, Índia, Arábia Saudita e União Europeia. CNI identificou novas barreiras contra produtos brasileiros Reuters/Aly Song As barreiras comerciais praticadas contra os produtos brasileiros no comércio internacional já chegam a 70, segundo um novo levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O mapeamento da entidade sobre as barreiras comerciais começou a ser realizado em maio de 2018 e é atualizado de forma periódica pela CNI em parceria com associações e federações industriais. Nessa última atualização, a CNI encontrou 17 novas barreiras, sendo 10 impostas pelo governo da China. As demais foram criadas por Argentina, México, Índia, Arábia Saudita e União Europeia. "Esse instrumento tem de ser usado no momento das negociações bilaterais para colocar os problemas que o Brasil está enfrentando no comércio internacional", afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi. A maior parte das novas barreiras envolve a adoção de subsídios pelo governo chinês, mas também foram identificados adoção de impostos de importação e barreiras fitossanitárias por outros países. Veja as novas novas barreiras identificadas pela CNI: País: China - Tipo de barreiras: 10 tipos de subsídios diferentes - Produtos afetados: Borracha, materiais elétricos, metais não ferrosos e produtos metalúrgicos País: México - Tipo de barreira: Imposto de importação - Produto afetado: Carne de frango País: Argentina - Tipo de barreiras: Barreira técnica e outras - Produtos afetados: Veículos automotores e plásticos País: Índia - Tipo de barreira: Imposto de importação e medidas sanitárias e fitosanitarias. - Produtos afetados: Carne de frango e couro País: Arábia Saudita - Tipo de barreira: Licenciamento de importação - Produto afetado: Carne de frango Bloco: União Europeia - Tipo de barreira: barreira no comércio de serviços - Produtos afetados: Serviços de TI, telecomunicações, difusão e fornecimento de informações Segundo a CNI, desde que as barreiras começaram a ser identificadas, o governo brasileiro conseguiu resolver apenas sete das 70 já contabilizadas. O aumento das barreiras contra o comércio brasileiro se dá num momento de expectativa pela escalada do protecionismo global em função da crise provocada pelo coronavírus e perda de força da Organização Mundial do Comércio (OMC), que poderia solucionar as disputas entre os países. No mês passado, o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo, anunciou que deixará o seu cargo na organização no próximo dia 31 de agosto. Em dezembro do ano passado, o Conselho de Apelação do órgão foi paralisado por uma decisão dos EUA. "Como toda grande organização, a OMC sofreu o um desgaste pelo próprio tempo", afirma Abijaodi. Diretor-geral da OMC, brasileiro Roberto Azevedo, anuncia que vai deixar o cargo em agosto
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03/06 - Brazil at Silicon Valley discute o futuro da saúde nesta quarta; G1 transmite
Presidente da Baxter Pharmaceuticals, Sumant Ramachandra, e especialistas da Universidade de Stanford debatem como a tecnologia e a inovação vão impulsionar o futuro da saúde no Brasil e no mundo. Evento começa às 20h. O Brazil at Silicon Valley discute nesta quarta-feira (3) como a tecnologia e a inovação vão influenciar o futuro da saúde no Brasil e no mundo. O painel começa às 20h e terá transmissão do G1. A partir das 20h, o Google for Startups apresenta um relatório sobre o atual ecossistema de inovação no Brasil e as previsões para a indústria de tecnologia brasileira nos próximos anos. Em seguida, às 20h30, o presidente da Baxter Pharmaceuticals, Sumant Ramachandra, e os especialistas da Universidade de Stanford Carlos Bustamante e Anurag Mairal debatem o futuro da saúde e discutem as previsões sobre quando e como a crise do coronavírus deve terminar e os impactos da doença na população. Transmissão em português: O Brazil at Silicon Valley é uma conferência organizada por estudantes brasileiros das universidades de Stanford e Berkeley, na Califórnia. Por causa do coronavírus, a edição deste ano está sendo realizada de forma virtual. Transmissão em inglês: Este foi o quinto debate da edição deste ano do Brazil at Silicon Valley. Relembre os outros painéis: Unicórnios brasileiros contam como reagiram à crise gerada pela pandemia Educação online: como o coronavírus será catalisador para a conectividade no mundo Futuro dos investimentos e negócios na América Latina Transição econômica da China
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03/06 - Auxílio Emergencial: Caixa libera saques e transferências da 2ª parcela para nascidos em abril
Nesta quarta, poderão sacar 2,6 milhões de trabalhadores. Veja o calendário do Auxílio Emergencial. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera nesta quarta-feira (3) as transferências e os saques em dinheiro da segunda parcela do Auxílio Emergencial depositada em poupanças sociais digitais do banco para os 2,6 milhões de beneficiários nascidos em abril. As liberações começaram no sábado e seguem um cronograma ligado ao mês de nascimento do trabalhador. Até a data de liberação, os recursos já depositados nas poupanças podem ser usados apenas para pagamento de contas, de boletos e compras por meio do cartão de débito virtual. Para os trabalhadores que receberam a primeira parcela do benefício em outra conta, os recursos depositados na poupança digital serão transferidos automaticamente também na data de liberação dos saques e transferências. Com isso, esses beneficiários terão que procurar os bancos em que têm conta caso queiram sacar o dinheiro. Veja o calendário para liberação de saques e transferências da poupança social digital: Auxílio Emergencial segunda parcela - saque e transferência da poupança social Economia G1 Pagamentos A Caixa concluiu na semana passada os pagamentos da segunda parcela do Auxílio Emergencial para os beneficiários que receberam a primeira até 30 de abril. O calendário da terceira parcela, que estava prevista para maio, continua sem definição. Um segundo grupo de aprovados recebeu a primeira parcela também na última semana semana - para estes, a data de pagamento da segunda não está confirmada mas, segundo o presidente da Caixa, o benefício deve ser liberado em um mês. Até terça-feira (2), ainda havia 11 milhões de pedidos de Auxílio Emergencial aguardando análise, segundo a Caixa. Não há previsão de quando essas pessoas irão receber o benefício. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Veja calendário da 2ª parcela SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Balanço Até esta terça-feira (2), a Caixa Econômica Federal (CEF) havia pagado R$ 76,6 bilhões em Auxílio Emergencial, para 58,6 milhões de beneficiários. Ao todo, foram 108,5 milhões de pagamentos, uma vez que muitos beneficiários já começaram a receber a segunda parcela de R$ 600. Ainda segundo a Caixa, foram processados pela Dataprev 101,2 milhões de cadastros, dos quais 59 milhões foram considerados elegíveis - destes, 19,2 milhões de beneficiários do Bolsa Família, 10,5 milhões do Cadastro Único e 29,3 milhões de trabalhadores que se inscreveram por meio do site e do aplicativo do programa. Outros 5,3 milhões de cadastros feitos pelo app e site estão em reanálise, e 5,7 milhões ainda passam pela primeira análise. Beneficiário relata problemas no pagamento do auxílio emergencial Initial plugin text
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