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25/02 - Bob Iger deixa o cargo de CEO da Walt Disney Company
Ele será substituído no cargo por Bob Chapek, que foi presidente da Disney Parks, Experiences and Products. Segundo comunicado, Iger irá assumir o cargo de presidente executivo e dirigirá empreendimentos criativos da empresa. Bob Iger, que está deixando o cargo de CEO da Walt Disney Company, em foto de 25 de setembro de 2019 Nicholas Kamm/AFP Bob Iger deixou o cargo de CEO da Walt Disney Company (DIS), segundo um comunicado divulgado pela empresa nesta terça-feira (25). Ele foi CEO durante 15 anos e liderou a estratégia da Disney de adquirir a maior parte dos ativos de televisão e cinema da 21st Century Fox, de Rupert Murdoch, consolidando assim seu domínio no setor. Ainda de acordo com o comunicado, assinado pelo conselho de diretores, o novo CEO será Bob Chapek, que está há 27 anos na empresa. Até recentemente ele atuou como presidente da Disney Parks, Experiences and Products. Iger irá assumir o cargo de presidente executivo e dirigirá os empreendimentos criativos da empresa. Ele também permanece na liderança do Conselho diretorial até o final de seu contrato, em 31 de dezembro de 2021. O nome do substituto de Chapek na presidência do departamento de parques, experiências e produtos será anunciado futuramente.
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25/02 - Confiança do consumidor nos EUA se mantém em níveis altos apesar de coronavírus
Índice de confiança dos consumidores subiu para 130,7 neste mês, contra os 130,4 de janeiro, dado que foi revisado para baixo. A confiança dos consumidores norte-americanos subiu em fevereiro, sugerindo um ritmo estável de gastos dos consumidores que pode sustentar a economia, apesar dos crescentes temores em relação à rápida disseminação do coronavírus, que têm estressado os mercados financeiros. O Conference Board informou que o índice de confiança dos consumidores subiu para 130,7 neste mês, contra os 130,4 de janeiro, dado que foi revisado para baixo. Economistas consultados pela Reuters haviam previsto que ele subiria para 132,0 em fevereiro. A pesquisa não mencionou o coronavírus e os economistas não acreditam que a doença, que já matou mais de 2.000 pessoas, principalmente na China, e se espalhou para outros países, afetará a confiança dos consumidores. Eles observaram que a confiança dos consumidores continuou forte, mesmo quando as tensões comerciais entre Washington e Pequim pressionaram a confiança das empresas. "Com base em como permaneceu teimosamente alta ao longo da retórica da guerra comercial e outros choques, nem mesmo uma pandemia parece ter prejudicado a confiança dos consumidores", disse Robert Frick, economista corporativo da Navy Federal Credit Union em Vienna, Virginia. "A principal razão para estar em níveis tão altos é o alto nível de contratações e isso não vai desaparecer tão cedo". A pesquisa do Conference Board sobre a situação atual baseada na avaliação dos consumidores sobre as atuais condições dos negócios e mercado de trabalho caiu para 165,1 neste mês, versus 173,9 em janeiro. Mas o índice de expectativas aumentou para 107,8 este mês, contra 101,4 em janeiro.
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25/02 - Carnaval de SP 2020: apuração gera memes e piadas nas redes sociais
Memes, nota 10! Hashtag #ApuraçãoSP está entre as mais usadas no Twitter nesta terça (25). A apuração das notas das escolas de samba do grupo especial de São Paulo 2020 movimentou as redes sociais nesta terça-feira (25). A hashtag #ApuraçãoSP ficou entre as mais comentadas no Twitter no Brasil nesta tarde. FOTOS: veja os momentos da apuração G1 mostrou em tempo real a divulgação das notas e resultados; reveja A vitória ficou com a Águia de Ouro, campeã do carnaval de São Paulo pela primeira vez, enquanto X-9 e Pérola Negra caíram para o Grupo de Acesso. Confira os melhores memes e piadas: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Confira comemoração da Águia de Ouro: Águia de Ouro é campeã do carnaval de São Paulo pela primeira vez
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25/02 - Bolsas dos EUA têm 4º dia consecutivo de perdas com temor de efeitos do coronavírus
Dow Jones Industrial Average caiu 3,15% e S&P 500 recuou 3,03%. Europa também registrou queda. Wall Street tem mais um dia de perdas nesta terça-feira (25). Bolsas dos EUA abriram em alta, mas voltaram para o terreno negativo. Richard Drew/AP Os três principais índices acionários norte-americanos tiveram seu quarto dia de perdas nesta terça-feira (25). O Dow Jones Industrial Average caiu 3,15%, para 27.080 pontos. O S&P 500 recuou 3,03%, para 3.128 pontos, e o Nasdaq Composite perdeu 2,77%, para 8.965 pontos. As bolsas chegaram a abrir em alta nesta terça, mas voltaram rapidamente para o terreno negativo, na esteira do tombo da segunda, quando o S&P 500 e o Dow Industrials registraram a pior sessão em dois anos devido a preocupações com a disseminação mundial do coronavírus. Bolsas americanas tiveram novo dia de perdas G1 As perdas se ampliaram nesta terça após os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) alertarem que os norte-americanos devem começar se preparar para a disseminação do vírus. Os preços do petróleo continuaram a cair, enquanto o iene se fortaleceu contra o dólar, em sinal de que agentes financeiros estavam em busca de ativos relativamente mais seguros. O novo coronavírus já infectou mais de 80 mil pessoas, dez vezes mais do que a Sars. A Organização Mundial da Saúde (OMS), contudo, disse que a epidemia na China, onde começou em dezembro, atingiu o pico entre 23 de janeiro e 2 de fevereiro e começou a declinar desde então. "Finalmente estamos acordando para o fato de que esse problema pode continuar por um período e ter um impacto significativo no crescimento econômico chinês e global e potencialmente nos Estados Unidos", disse Randy Frederick, vice-presidente de negociação e derivativos para Charles Schwab em Austin, Texas. "Quando as pessoas reagem a isso porque não viajam, não vão a restaurantes ou fazem compras, isso terá um impacto imediato na economia. Depende de quanto tempo dura e quão amplo é o contágio", acrescentou ele, aconselhando que investidores aguardem pelo menos dois dias de alta antes de comprar ações novamente. Investidores temem os impactos do avanço do coronavírus no crescimento da economia global. Mais empresas alertaram nesta terça que o surto afetará suas finanças, incluindo United Airlines e Mastercard. Novo coronavírus se espalha e causa novas mortes, quarentena em hotel e suspensão de voos Na Europa, as principais bolsas tiveram mais um dia de queda. O índice FTSEurofirst 300 caiu 1,81%, a 1.576,17 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 1,76%, a 404 pontos. No Japão, o índice Nikkei fechou em queda de 3,34% na reabertura dos mercados após o feriado da véspera. Na China, o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,22%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,60%. Petróleo em queda O petróleo Brent caiu US$ 1,35 dólar, para US$ 54,95 por barril. Já o petróleo nos EUA caiu US$ 1,53 dólar, ou 3%, para US$ 49,90 por barril. Bolsas pelo mundo despencam com avanço do novo coronavírus; entenda o mercado
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25/02 - Economia da Alemanha fica estagnada no 4º trimestre
PIB da maior economia da zona do euro teve variação zero no 4º trimestre após avanço de 0,2% no 3º trimestre. O PIB (Produto Interno Bruto) da Alemanha, maior economia da zona do euro, ficou estagnado no 4º trimestre, na comparação com o 3º trimestre, segundo confirmou nesta terça-feira (25) o Escritório Federal de Estatísticas do país (Destatis). Na comparação com o 4º trimestre de 2018, houve alta de 0,3%. Os dados oficias mostraram que o consumo das famílias diminuíram acentuadamente nos 3 últimos meses do ano e ficaram estagnados no 4º trimestre. Já os gastos estatais perderam força e cresceram apenas 0,3%, elevando os temores de uma recessão, caracterizada por 2 trimestres seguidos de retração. No acumulado no ano de 2019, a economia registrou crescimento de 0,6%, confirmando a prévia divulgada em janeiro. As taxas trimestrais de variação do PIB da Alemanha em 2019, na comparação com o trimestre imediatamente anterior, foram as seguintes 1º trimestre: 0,5% 2º trimestre: -0,2% 3º trimestre: 0,2% 4º trimestre: zero Coronavírus: governos pelo mundo reforçam medidas pra evitar que surto se torne pandemia
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25/02 - Shoppings do Alto Tietê oferecem 30 oportunidades de emprego nesta terça-feira
As vagas são para as cidades de Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba e Suzano. Itaquá Garden Shopping em Itaquaquecetuba tem oito vagas de emprego abertas Thiago Campos/Cape Press Comunicação Nesta terça-feira (24), os shoppings do Alto Tietê têm 33 vagas de emprego abertas. As oportunidades são para trabalhar nas cidades de Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba e Suzano. Itaquaquecetuba Auxiliar de loja (PCD) - Kalunga: com experiência, disponibilidade de horário e ter residência próxima. Deixar currículo na loja; Auxiliar de limpeza - DiGaspi: com experiência, entre 28 e 38 anos, disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja; Vendedor (a) - Chilli Beans: acima de 18 anos, disponibilidade de horário e com experiência. Deixar currículo na loja; Vendedor(a) - VBeauty: com experiência, disponibilidade de horário e morar perto. Deixar currículo na loja; Vendedor (a) - Ótica Diniz: com experiência, acima dos 18 anos e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja; Vendedor(a) - Planet Girls: com experiência, disponibilidade de horário e morar perto. Deixar currículo na loja; Vendedor - Vivo: com experiência, acima dos 18 anos e com disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja; Vendedor - Top 20: com experiência, acima dos 18 anos e com disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja. Mogi das Cruzes Consultor comercial - FGV: acima de 18 anos, possuir graduação completa ou cursando e com experiência em vendas; Gerente de loja - Hering: com experiência no ramo de confecção, abertura e fechamento de loja e disponibilidade de horário; Manicure e pedicure - SemHora Unha: acima de 18 anos, com experiência e disponibilidade de horário; Operador de caixa - Polishop: acima de 21 anos, com experiência mínima de 6 meses e disponibilidade de horário; Vendedor(a) - Adji Man: acima de 23 anos, com experiência mínima de 1 ano e com disponibilidade de horário; Vendedor - Espaço Acessórios: com experiência no ramo de telefonia, operação de caixa e estoque, disponibilidade de horário; Vendedor - Quiosque Piticas: acima de 18 anos, com experiência em vendas; Vendedor(a) - Polishop: acima de 21 anos, com experiência mínima de 6 meses em vendas e disponibilidade de horário; Vendedora/Auxiliar de Caixa - Rivoli: Entre 18 e 40 anos; Vendedor(a) - Side Walk: acima de 25 anos, com disponibilidade de horário. Residir em Mogi das Cruzes e com experiência de no mínimo 1 ano em vendas. Os candidatos podem procurar o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) para deixar currículo. Para mais informações, ligue no telefone (11) 4798-8800. Suzano Assistente administrativo PCD - Claro: acima de 25 anos. Horário das 10h às 18h. Vaga exclusiva para PCD, com noções em serviços administrativos, com informática, pacote office. Falar com Lucia. E-mail: recrutamentoflexsuzano@gmail.com. Telefone:(11) 4742-3854; Chapeiro/ Churrasqueiro - O Campeiro: ter disponibilidade de horário e possuir experiência em chapa com mínimo de 12 meses em carteira. Falar com Lucas. E-mail: ocampeirochurrascariaexpress@gmail.com. Telefone: (11) 4742-9243; Consultor de vendas - TIM: com experiência em vendas ou atendimento ao público. Falar com Stephanie. E-mail: suzano@casadotelefonejf.com.br. Telefone: (11) 4380-9189; Gerente de loja - Polo Jack : escala 6x1. Falar com Jacqueline ou Vanessa. E-mail: curriculo@polojack.com.br. Telefone: (11) 3853-9804; Gerente - Touti: entre 25 e 45 anos. Falar com Ana Laura Marques. E-mail: toutirhsp@gmail.com. Telefone: (81) 99221-4107; Gerente - Touti: entre 25 e 45 anos. Falar com Marcia. E-mail: marcia.andrade@touticosmetics.com.br. Telefone: (11) 97112-0580; Gerente - VBEAUTY: entre 18 e 36 anos. Disponibilidade de horário. Falar com Renan. E-mail: Renan_araujo2015@hotmail.com. Telefone: (11) 97468-3321; Operador de Caixa - Pontal: entre 25 e 45 anos. Ter no mínimo 1 ano de experiência comprovada em carteira, com disponibilidade de horário e fácil acesso ao local de trabalho. Falar com os gerentes Raquel ou Pereira. E-mail: loja24@pontal.com.br. Telefone: (11) 3636-7044; Professor de ginástica - Smart Fit: entre 25 e 45 anos. Profissional com Cref ativo, credenciamento zumba, shbam, fitdance, bodybalance, bodycombat. Falar com Alan. E-mail: alan.carvalho@smartfit.com.br; Vendedor - Chilli Beans: entre 20 e 30 anos, com disponibilidade de horário. Experiência em vendas. Falar com Girlene. E-mail: suzano.quiosque@lojaschillibeans.com.br. Telefone: (11) 4746-3454; Vendedor (a) - Euphoria Modas: acima de 18 anos. Falar com André Vianna. E-mail: euphoria.suzano@gmail.com. Telefone: (11) 4742-4431; Vendedor - Polo Jack: escola 6x1. Falar com Jacqueline ou Vanessa. E-mail: curriculo@polojack.com.br. Telefone:(11) 3853-9804; Vendedor - Polo Wear: entre 20 e 27 anos, com experiência. Falar com Paloma, Vitor ou Breno. E-mail: vagaspolosuzano@gmail.com. Telefone: (11) 4743-5295; Vendedor - Pontal: entre 25 e 45 anos. Ter no mínimo um ano de experiência em vendas. Falar com as gerentes Raquel ou Pereira. E-mail: cinthia.santos@pontal.com.br. Telefone: (11) 3636-7044; Vendedor - Tribo do Surf: acima de 18 anos, com experiência e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja. Falar com o gerente Gustavo. E-mail: tribosuzanoshopping@hotmail.com. Telefone: (11) 4748-4023. Itaquá Garden Shopping Endereço: Estrada Governador Mario Covas Junior com Estrada do Mandi, 1205, Bairro Campo Limpo, Itaquaquecetuba. Mogi Shopping Endereço: Avenida Vereador Narciso Yague Guimarães, 1001, Jardim Armênia, Mogi das Cruzes. Suzano Shopping Endereço: Rua Sete de Setembro, 555, Jardim Iraí, Suzano.
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25/02 - Bolsas da Europa fecham novamente em queda com temores de avanço do coronavírus no continente
Principais índices fecharam em queda de quase 2%, após tombo de mais de 3% no dia anterior. As bolsas na Europa fecharam novamente em queda nesta terça-feira (25), após registarem na véspera a maior perda diária desde meados de 2016, em meio a persistentes preocupações sobre o avanço do surto de coronavírus no continente e possibilidade de danos ainda maiores ao crescimento econômico global. O índice FTSEurofirst 300 caiu 1,81%, a 1.576,17 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 1,76%, a 404 pontos. Itália confirma mais 4 mortes por Covid-19 Novo coronavírus se espalha e causa novas mortes, quarentena em hotel e suspensão de voos Fechamento das bolsas em queda nesta terça-feira (25) Economia G1 As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt fecharam em queda de quase 2%. Em Londres, o índice Financial Times recuou 1,94%, a 7.017 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 1,88%, a 12.790 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 1,94%, a 5.679 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,44%, a 23.090 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou baixa de 2,45%, a 9.250 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 desvalorizou-se 2,29%, a 5.078 pontos. A nova queda ocorre após fortes perdas na segunda-feira, que representaram uma queda de US$ 474 bilhões (quase R$ 2 trilhões) em valor de mercado das empresas listadas nas bolsas na Europa. Foi a maior queda percentual registrada durante uma sessão desde que o Reino Unido votou para sair da União Europeia em junho de 2016. O aumento de registros na Itália corroborou a pressão nos mercados, com a Espanha também relatando casos de infecção, endossando o movimento de venda de ações e busca por proteção, em um cenário que poderia ficar muito pior quando houver casos crescentes nos Estados Unidos. "Surtos significativas na Itália, Irã e Coreia do Sul podem sugerir que os surtos do COVID-19 agora são possíveis em muitos outros locais", disse Simon Powell, estrategista de ações na Jefferies. Nos EUA, as bolsas de Nova York abriram em leve alta, mas mudaram de rumo e recuavam mais de 1%. Croácia, Áustria e Suíça confirmam primeiros casos do novo coronavírus Japão e China No Japão, o índice Nikkei fechou em queda de 3,34% na reabertura dos mercados após o feriado da véspera. Na China, o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,22%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,60%. China registra 77,6 mil casos de pessoas infectadas; no mundo, nº passa de 2 mil Petróleo em queda Os preços do barril de petróleo eram negociados em queda nesta terça, após perdas de mais de 3% na véspera. Perto das 15h, o barril WTI tinha queda de 1,75%, a US$ 50,53. Já o Brent recuava 1,49%, negociado a US$ 55,46 o barril. Na segunda, feira, bolsas da Europa registraram pior queda diária desde meados de 2016 No Brasil, o mercado de ações e os bancos estão de folga devido ao carnaval e só reabrem na quarta-feira (26). Na sexta-feira, o dólar atingiu pela primeira vez R$ 4,40 e fechou a R$ 4,3926 na venda. Já o Ibovespa fechou em queda de recuou 0,79%, a 113.681 pontos, acumulando perda de 1,70% no ano. No dia anterior, o maior fundo de índice (ETF) brasileiro negociado em Wall Street, iShares MSCI Brazil, ou EWZ, caiu 4,99%. Já o Dow Jones Brazil Titans, que mede o desempenho dos 20 maiores recibos de ações de empresas brasileiras(ADRs), recuou 4,81%. Os ADRs da Petrobras vinculado à ação preferencial da Petrobras caiu 7,64%. Já os ADRs da Vale tiveram baixa de 7,62%.
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25/02 - Bolsa de Tóquio fecha em queda de 3,3%
Entre as empresas que registraram as maiores quedas estão o grupo publicitário Dentsu e a montadora Mazda Motor. A Bolsa de Tóquio, no Japão, fechou esta terça-feira (25) em baixa de mais de 3%, impactada pela epidemia do coronavírus, cujo número de contagiados aumenta no país e pelo mundo. O índice de referência Nikkei caiu 781,33 pontos, ou 3,34 %, situando-se em 22.605,41, enquanto o segundo indicador, Topix,, encerrou em queda de 3,33%. Entre as empresas que registraram as maiores quedas estão o grupo publicitário Dentsu e a montadora Mazda Motor.
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24/02 - Temor com coronavírus derruba ativos brasileiros em NY
Maior fundo de índice (ETF) brasileiro negociado em Wall Street caiu 4,99%; bolsa local permanece fechado pelo feriado de carnaval. Em dia de mercados fechados pelo feriado de carnaval, os principais ativos brasileiros negociados em Nova York fecharam em forte queda. O motivo está na aversão ao risco mundial, causada pelo aumento de casos da epidemia do coronavírus (Covid-19) para outros países além da China. O maior fundo de índice (ETF) brasileiro negociado em Wall Street, iShares MSCI Brazil, ou EWZ, caiu 4,99%. Já o Dow Jones Brazil Titans, que mede o desempenho dos 20 maiores recibos de ações (ADRs), recuou 4,81%, aos 21.134,44 pontos. Ativos brasileiros recuaram nesta segunda-feira em Wall Street Reuters O que assustou os investidores foi o temor que o Covid-19 vire uma pandemia e tenha efeitos econômicos mais graves do que o esperado, chegando agora na Europa. A Itália confirmou sete mortes. O Irã tem 43 casos e oito mortes, e a Coreia do Sul tem 763 casos e sete mortes. Os últimos dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam 79.339 casos em 30 países e 2.619 mortes. Todos os recibos de ações (ADRs) de empresas brasileiras negociados lá fora fecharam em queda. Entre os de maior liquidez, os da Petrobras tiveram baixa acentuada. O ADR vinculado à ação ordinária teve queda de 6,95% e o atrelado à preferencial caiu 7,64%. Os ADRs da Vale tiveram baixa de 7,62%. O coronavírus afetou diretamente os preços das commodities. Pela manhã, o minério de ferro recuou 0,41% no porto de Qingdao, para US$ 91,88 a tonelada. Já os contratos futuros do petróleo tiveram queda mais significativa. O Brent para abril fechou com recuo de 3,76%, a US$ 56,30 o barril, e o WTI para o mesmo mês caiu 3,65%, a US$ 51,43 o barril. Os ADRs de companhias aéreas brasileiras também fecharam em queda, sendo de 8,12% da Gol e de 4,60% da Azul.
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24/02 - Suprema Corte dos EUA rejeita recurso da Apple em disputa de patentes com VirnetX
Caso teve início em 2010, quando a VirnetX, com sede em Nevada, entrou com uma ação em um tribunal do Texas acusando a Apple de violar quatro patentes de redes seguras. A Suprema Corte dos Estados Unidos recusou nesta segunda-feira (24) um apelo da Apple para evitar pagar cerca US$ 440 milhões (cerca de R$ 1,936 trilhão) em danos por usar a tecnologia de segurança da internet da empresa de licenciamento de patentes VirnetX sem permissão em recursos como chamadas de vídeo do FaceTime. Vendas de iPhone caem e impactam faturamento da Apple. Empresa afirma que irá reduzir preços dos aparelhos fora dos Estados Unidos. Thomas Peter/Reuters Os juízes rejeitaram o apelo da Apple no longo processo em que um júri federal determinou em 2016 que a Apple violou as patentes da VirnetX e concedeu US$ 302 milhões. Um juiz posteriormente aumentou esse valor para US$ 439,7 milhões, incluindo juros e outros custos. O caso remonta a 2010, quando a VirnetX, com sede em Nevada, entrou com uma ação em um tribunal do Texas acusando a Apple de violar quatro patentes de redes seguras, conhecidas como redes privadas virtuais, e links de comunicações seguras. A VirnetX afirmou que a Apple violou seus recursos FaceTime e VPN on Demand em produtos como iPhone e iPad. A Corte de Apelações dos EUA para o Circuito Federal de Washington, especializado em disputas de patentes, confirmou o julgamento contra a Apple no ano passado. Durante o litígio, a Apple e outras empresas solicitaram que um tribunal do Escritório de Marcas e Patentes dos EUA revisasse a validade das patentes da VirnetX. O tribunal cancelou partes importantes das patentes em questão no caso.
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24/02 - Warren Buffett considera surto de coronavírus assustador, mas diz que não venderá ações
Presidente bilionário da Berkshire Hathaway disse que ações seguem como um bom investimento para o longo prazo. O presidente bilionário da Berkshire Hathaway, Warren Buffett, chamou o surto de coronavírus de "algo assustador" nesta segunda-feira (24), mas disse que as ações continuam sendo um bom investimento a longo prazo e que ele não venderá os papéis apesar da ameaça de uma pandemia. Em entrevista para a CNBC, Buffett disse que os investidores com um horizonte de 10 a 20 anos e focados no poder de ganhos das empresas se sairão bem em ações. "É algo assustador", afirmou Buffett, referindo-se ao surto. "Não acredito que isso deva afetar o que você faz nas ações". Warren Buffett, CEO do Berkshire Hathaway. Rick Wilking/Reuters Os mercados em todo o mundo caíram nesta segunda-feira com a preocupação de como o surto global de coronavírus, que começou na China e se expandiu para países como Itália, Coreia do Sul e Irã, poderia prejudicar a economia global. Buffett disse que os investidores não podem prever o desempenho de longo prazo do mercado observando as manchetes diárias. Ele declarou que a Berkshire "certamente estaria mais inclinada" a comprar ações após uma liquidação, em um momento em que a economia dos Estados Unidos estava "forte, mas um pouco mais flexível" do que há seis meses. "Se você olhar para a situação atual", disse ele, "obtém mais dinheiro em ações do que em títulos".
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24/02 - EUA não veem impacto do coronavírus em acordo comercial com China, por enquanto
Secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, destacou que só nas próximas semanas será possível ter uma melhor avaliação sobre a taxa de propagação do vírus. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse que não espera que o surto de coronavírus tenha um impacto material na Fase 1 do acordo comercial entre os EUA e a China, embora isso possa mudar à medida que mais dados estiverem disponíveis nas próximas semanas. Autoridades da área financeira das 20 maiores economias do mundo disseram no domingo que estavam acompanhando de perto o surto de rápida expansão, mas evitaram identificá-lo como um risco negativo para a economia global. Aumento do número de casos de coronavírus fora da China abala mercados globais Novo coronavírus: Itália confirma quarta morte e impõe quarentena a mais de 50 mil pessoas O medo de uma pandemia de coronavírus aumentou enquanto eles se reuniam na capital saudita de Riad, com crescimento acentuado em novos casos relatados no Irã, Itália e Coreia do Sul. Mnuchin, em entrevista à Reuters no final do domingo, alertou contra conclusões precipitadas sobre o impacto do que ele chamou de "tragédia humana" na economia global ou nas decisões sobre as cadeias de suprimentos das empresas, dizendo que é muito cedo para saber. A China está focada no vírus por enquanto, disse ele, mas Washington ainda espera que Pequim cumpra seus compromissos de comprar mais produtos e serviços dos EUA sob o acordo comercial. "Não espero que isso tenha implicações na Fase 1. Com base em tudo o que sabemos, e onde está o vírus agora, não espero que seja material", disse ele. "Obviamente, isso pode mudar à medida que a situação se desenvolve. Nas próximas semanas, todos teremos uma avaliação melhor, pois haverá mais dados sobre a taxa de propagação do vírus." Mnuchin se encontrou no domingo com o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, disse um funcionário do governo dos EUA, mas não deu detalhes sobre a reunião. China alivia ainda mais restrições de importação à carne bovina dos EUA A alfândega chinesa informou nesta segunda-feira que suspendeu condicionalmente a proibição à carne e a produtos bovinos dos Estados Unidos de vacas com mais de 30 meses de idade, após a promessa de Pequim de aumentar as compras Estados Unidos sob a Fase 1 do acordo comercial entre os dois países. Os requisitos de inspeção e quarentena desses produtos e da carne bovina dos EUA serão definidos e divulgados separadamente, disse um aviso no site da Administração Geral das Alfândegas, datado de 19 de fevereiro. A China disse na semana passada que concederá isenções de impostos de retaliação a 696 produtos dos EUA, incluindo produtos agrícolas importantes como soja e carnes bovina e suína. A medida também é anunciada no momento em que a China enfrenta uma grave escassez de carne depois que a peste suína africana reduziu o rebanho de porcos do país em mais de 40%, ao mesmo tempo em que as medidas para conter o surto de coronavírus afetam ainda mais a oferta de animais e aves no país mais populoso do mundo. A China suspendeu pela primeira vez uma proibição de 14 anos à carne bovina dos EUA em 2017, permitindo importações de carne desossada e carne de vacas americanas com menos de 30 meses de idade.
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24/02 - Educação Financeira #78: no carnaval, veja como fugir da ressaca financeira
Veja cuidados para aproveitar a folia sem estourar o orçamento. O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas - inclusive no G1, no GloboEsporte.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Logo podcast Educação Financeira Comunicação/Globo
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24/02 - Multinacional de tecnologia abre 10 vagas de estágio para estudantes de Campinas
Interessados devem se inscrever pelo site até 2 de março. Ao todo, são 24 vagas distribuídas nas cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. Área de tecnologia da informação tem oportunidades de estágio em Campinas. Reprodução/TV Globo Estudantes de graduação em cursos relacionados a tecnologia da informação (TI) de Campinas (SP) têm até 2 de março para participar do processo seletivo e concorrer a uma das dez vagas de estágio oferecidas por uma multinacional em tecnologia digital. Para participar do processo, interessados devem se cadastrar pelo site da empresa. Segundo a companhia, o processo seletivo será feito em duas etapas: a primeira consiste em testes de português, lógica e um vídeo para a apresentação dos candidatos, disponibilizados na etapa de cadastro; enquanto a segunda será uma dinâmica e apresentação de “case”, em que os candidatos serão divididos em grupos, e haverá uma discussão junto aos gestores. A empresa atua em diversos países e oferece, ao todo, 24 vagas nas cidades de Campinas (SP), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ). Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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24/02 - Aumento do número de casos de coronavírus fora da China derruba mercados globais nesta segunda
Na Europa, o mercado acionário registrou perdas de US$ 474 bilhões; nos EUA, bolsas recuaram mais de 3%. Ouro saltou para maior valor em 7 anos, e preços do petróleo tiveram forte queda. Mercado internacional tem forte queda O aumento no número de casos de coronavírus fora da China abalou as principais bolsas do mundo nesta segunda-feira (24), com os investidores temendo que a epidemia possa se alastrar e receios de um impacto maior no crescimento global. As organizações internacionais monitoram o aumento do número de novos casos especialmente na Coreia do Sul, Irã e Itália. OMS descarta 'pandemia', mas diz que surto ainda é emergência internacional Na Europa, o mercado acionário amargou perdas de US$ 474 bilhões (quase R$ 2 trilhões) e a maior queda percentual intradia desde que o Reino Unido votou para sair da União Europeia em junho de 2016. Nos Estados Unidos, os índices S&P 500 e Dow Jones registraram o pior desempenho diário em dois anos, segundo a Reuters. Nas principais bolsas do mundo, a maior queda foi registrada em Milão. O índice FTSE/MIB recuou 5,3%, após a Itália confirmar 7 mortes e informar que ao menos 190 pessoas foram diagnosticadas com o vírus, com parte do norte industrial do país praticamente em isolamento. Mercado tenso Arte/G1 Nos EUA, o índice Dow Jones recuou 3,56%, a 27.960,8 pontos, enquanto o S&P 500 teve queda de 3,35%, para 3.225,89 pontos, e o Nasdaq caiu 3,71%, para 9.221,28 pontos. O índice de volatilidade VIX do Cboe, apelidado de "índice do medo" de Wall Street, disparou nesta segunda-feira, subindo 46,55% na sessão e alcançando nova máxima desde a correção vista em dezembro de 2018, ao alcançar os 25,03 pontos. "Enquanto o número de casos relatados na China continental continua a cair (409 novos casos no domingo contra 648 no dia anterior), o aumento de infecções fora da China parece agora ser a nova força motriz das preocupações dos mercados", disseram em nota estrategistas do Royal Bank do Canadá. Na China, o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou em queda de 0,4%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,28%. Expansão do novo coronavírus derruba principais bolsas do mundo No Brasil, o mercado de ações e os bancos estão de folga devido ao carnaval e só reabrem na quarta-feira (26). Na sexta-feira, o dólar atingiu pela primeira vez R$ 4,40 e fechou a R$ 4,3926 na venda. Já o Ibovespa fechou em queda de recuou 0,79%, a 113.681 pontos, acumulando perda de 1,70% no ano. Em Nova York, os principais ativos brasileiros fecharam em forte queda. O maior fundo de índice (ETF) brasileiro de Wall Street, iShares MSCI Brazil, ou EWZ, caiu 4,99%. Já o Dow Jones Brazil Titans, que reúne ações de empresas brasileiras negociadas em Nova York, recuou 4,81%. O declínio das ações também ocorre após reunião de ministros das finanças e chefes de bancos centrais das 20 maiores economias industriais, no qual as autoridades advertiram que o surto que começou na China está ameaçando descarrilar o crescimento mundial. Crescimento global será modesto em 2020 e 2021, preveem líderes financeiros no G20 Petróleo cai e ouro avança A busca por ativos considerados mais seguros também fez saltar o preço do ouro em mais de 2%, para US$ 1.684,60 a onça (28,34 gramas), maior valor em 7 anos. Os preços do barril de petróleo recuaram nesta segunda-feira. O Brent teve queda de 3,8%, sendo negociado a US$ 56,30. Já o barril WTI perdeu 3,7%, a US$ 51,43. "Os relatos da disseminação do coronavírus estão aumentando o medo de destruição da demanda", disse o analista do Price Futures Group em Chicago, Phil Flynn. "Quando vimos a grande queda no mercado de ações, os comerciantes de petróleo estavam vendendo primeiro e fazendo perguntas depois." Avanço do coronavírus Uma alta de novos casos de infecção pelo Covid-19, o coronavírus, em países como a Itália, a Coreia do Sul e o Irã nesta segunda-feira aumentou o receio de que haja uma pandemia da doença. O vírus infectou cerca de 77 mil pessoas e já matou mais de 2.500 na China, onde ele se originou no ano passado. Na Itália, 7 mortes foram confirmadas, no Irã, 12, e na Coreia do Sul, 7. Entenda o impacto econômico da epidemia do novo coronavírus
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24/02 - China adia encontro anual do Parlamento devido ao coronavírus
O Congresso Nacional do Povo, formado por cerca de 3 mil delegados, se reúne anualmente para aprovar leis e anunciar metas econômicas para o ano. Policiais com máscaras caminham pela Praça Tiananmen, em frente ao edifício parlamentar de Pequim. China anunciou nesta segunda-feira(24) que adiou sua reunião política mais importante do ano. Andy Wong/AP A China decidiu adiar o encontro anual do Congresso Nacional do Povo, o Parlamento do país, em razão do surto do coronavírus, que interrompe a agenda política do Partido Comunista e provoca impactos na economia doméstica. Segundo a mídia estatal chinesa, o Comitê Permanente do Congresso votou nesta segunda-feira (24) pelo adiamento do encontro, que estava originalmente programado para começar no dia 5 de março. A televisão estatal disse que uma nova data ainda será definida, sem dar mais detalhes. Trata-se da reunião política mais importante do ano, indicando mais um esforço do governo chinês para demonstrar a intensificação dos esforços para conter o surto que já matou mais de 2.500 pessoas e j[a deixou mais de 77 mil infectados na China. O Congresso Nacional do Povo, formado por cerca de 3 mil delegados, se reúne anualmente em uma sessão que dura 10 dias em Pequim, para aprovar leis e anunciar metas econômicas para o ano. Meta de crescimento para 2020 Embora as grandes decisões submetidas à Assembleia Nacional Popular (ANP) já tenham sido tomadas pelo Partido Comunista Chinês (PCC), a sessão anual dá lugar a alguns anúncios tradicionais, como a meta de crescimento econômico para o ano. O primeiro-ministro, Li Keqiang, anunciou no ano passado um crescimento entre 6 e 6,5% do PIB para 2019. O valor final foi de 6,1%. Com a economia em pleno declínio há um mês por conta da epidemia, o índice de 2020 poderá ser consideravelmente menor. No sábado, a diretora gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou que as últimas estimativas da instituição previam uma taxa de crescimento de 5,6% para a China em 2020, 0,4 ponto a menos do que as estimativas de janeiro. Desde 1998, reunião começava sempre 5 de março Após os distúrbios da "Revolução Cultural" (1966-1976), a sessão plenária foi realizada todos os anos desde 1978. Desde 1985 começa sistematicamente em março e, mais especificamente, no dia 5 desse mês desde 1998, como um símbolo da estabilidade do governo, que completou no ano passado 70 anos, destaca a agência France Presse. O surto tem representado um dos maiores desafios políticos para o governo do presidente Xi Jinping, desde que ele assumiu o controle do Partido Comunista em 2012. Reunir 3.000 deputados no Palácio do Povo em Pequim se mostra atualmente um grande problema, pois há regiões inteiras em quarentena e muitos cidadãos estão trancados em suas casas por medo do contágio. Eles só podem pisar na rua se estiverem de máscara. A capital também decretou uma quarentena de 14 dias em casa ou hotel para quem já esteve em outra região do país. O adiamento é "necessário" caso se pretenda que "a atenção seja focada na prevenção e no controle da epidemia", afirmou na semana passada um alto funcionário do Parlamento, Zang Tiewei. Itália registra três mortes pelo novo coronavírus e 150 casos da doença Autoridades de saúde da China elevaram nesta segunda-feira a 2.595 o total de vítimas fatais pela epidemia em território chinês. No balanço mais recente, a Comissão Nacional de Saúde informa que 149 das 150 mortes novas mortes aconteceram na província de Hubei. Também confirmou 409 novos casos de contágio, quase todos na mesma província. O coronavírus afeta mais de 25 países e é motivo de alarme crescente por novos focos na Europa, Oriente Médio e Ásia.Destaques do Covid-19 nesta segunda: Destaques do Covid-19 nesta segunda: Na China, são 77.262 casos confirmados e 2.595 mortes; No mundo, são 2.101 pacientes infectados e 24 mortes; A Coréia do Sul confirmou mais 70 casos novos de coronavírus nesta segunda, levando o número para 833, de longe o maior de qualquer nação fora da China. Já Itália anunciou a quinta morte causada pelo novo coronavírus. O país adotou uma espécie de "toque de recolher" para evitar a propagação da doença. A cidade de Veneza, próxima às regiões afetadas, cancelou os dois últimos dias do tradicional Carnaval por causa da epidemia.
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24/02 - País tem ao menos 230 concursos públicos abertos com inscrições para mais de 23,8 mil vagas
Cargos são em todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 20.991,45 na Prefeitura de Marechal Cândido Rondon, no Paraná. Pelo menos 230 concursos públicos no país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (24) para mais de 23,8 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Só na Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco são oferecidas mais de 2,9 mil vagas, com salários de até R$ 2.932,96. Na Prefeitura de Marechal Cândido Rondon, no Paraná, os salários chegam a R$ 20.991,45. CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS E OPORTUNIDADES Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso. Entre os principais concursos federais abertos estão: Aeronáutica, que inscreve para 370 vagas em dois editais: um para 220 vagas e outro para 150; Exército Brasileiro, que oferta 1,1 mil vagas para formação de sargentos Marinha do Brasil, que oferece 960 vagas em três áreas distintas Dos concursos em aberto, oito deles abrem as inscrições nesta segunda-feira para mais de 420 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 13 mil em um deles. Veja abaixo os detalhes deles concursos: Prefeitura de Dores do Indaiá (MG) Inscrições: até 24 de março 49 vagas Salários de até R$ 13.000,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Delmiro Gouveia (AL) Inscrições: até 30 de março 200 vagas Salários de até R$ 3.880,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Cachoeira Dourada (GO) Inscrições: até 16 de março 66 vagas Salários de até R$ 2.587,65 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Crisólita (MG) Inscrições: até 24 de março 82 vagas Salários de até R$ 9.947,27 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Câmara Municipal de Nepomuceno (MG) Inscrições: até 25 de março 4 vagas Salários de até R$ 3.000,00 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de São Miguel do Guaporé (RO) Inscrições: até 6 de março 19 vagas Salários de até R$ 7.500,00 Cargos de nível técnico e superior Veja o edital Câmara de Itaúna do Sul (PR) Inscrições: até 24 de março 2 vagas Salários de até R$ 2.700,00 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Conselho Regional dos Técnicos Industriais da 4ª Região Inscrições: até 7 de abril 6 vagas Salários de até R$ 3.300,00 Cargos de nível médio e técnico Veja o edital
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23/02 - ‘Somos cada vez menos felizes e produtivos porque estamos viciados na tecnologia’
A jornalista espanhola Marta Peirano escreveu um livro sobre como as novas tecnologias nos viciam, 'sugam' outros prazeres da vida e, ao mesmo tempo, são uma poderosa arma de informação e controle para empresas e governos. Desde os anos 90, quando descobriu a cena dos hackers em Madri, a jornalista espanhola Marta Peirano estuda a tecnologia de forma crítica Álvaro Minguito/BBC "Há um usuário novo, uma notícia nova, um novo recurso. Alguém fez algo, publicou algo, enviou uma foto de algo, rotulou algo. Você tem cinco mensagens, vinte curtidas, doze comentários, oito retweets. (...) As pessoas que você segue seguem esta conta, estão falando sobre este tópico, lendo este livro, assistindo a este vídeo, usando este boné, comendo esta tigela de iogurte com mirtilos, bebendo este drinque, cantando esta música." O cotidiano digital descrito pela jornalista espanhola Marta Peirano, autora do livro El enemigo conoce el sistema (O inimigo conhece o sistema, em tradução livre), esconde na verdade algo nada trivial: um sequestro rotineiro de nossos cérebros, energia, horas de sono e até da possibilidade de amar no que ela chama de "economia da atenção", movida por tecnologias como o celular. Nesse ciclo, os poderosos do sistema enriquecem e contam com os melhores cérebros do mundo trabalhando para aumentar os lucros enquanto entregamos tudo a eles. "O preço de qualquer coisa é a quantidade de vida que você oferece em troca", diz a jornalista. Desde os anos 90, quando descobriu a cena dos hackers em Madri, até hoje, ela não parou de enxergar a tecnologia com um olhar crítico e reflexivo. Seu livro narra desde o início libertário da revolução digital até seu caminho para uma "ditadura em potencial", que para ela avança aos trancos e barrancos, sem que percebamos muito. Marta Peirano foi uma das participantes do evento Hay Festival Cartagena, um encontro de escritores e pensadores que aconteceu na cidade colombiana entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro. A seguir, leia a entrevista concedida à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC. BBC News Mundo - Você diz que a 'economia da atenção' nos rouba horas de sono, descanso e vida social. Por quê? Marta Peirano - A economia da atenção, ou o capitalismo de vigilância, ganha dinheiro chamando nossa atenção. É um modelo de negócios que depende que instalemos seus aplicativos, para que eles tenham um posto de vigilância de nossas vidas. Pode ser uma TV inteligente, um celular no bolso, uma caixinha de som de última geração, uma assinatura da Netflix ou da Apple. E eles querem que você os use pelo maior tempo possível, porque é assim que você gera dados que os fazem ganhar dinheiro. BBC News Mundo - Quais dados são gerados enquanto alguém assiste a uma série, por exemplo? Peirano - A Netflix tem muitos recursos para garantir que, em vez de assistir a um capítulo por semana, como fazíamos antes, você veja toda a temporada em uma maratona. Seu próprio sistema de vigilância sabe quanto tempo passamos assistindo, quando paramos para ir ao banheiro ou jantar, a quantos episódios somos capazes de assistir antes de adormecer. Isso os ajuda a refinar sua interface. Se chegarmos ao capítulo quatro e formos para a cama, eles sabem que esse é um ponto de desconexão. Então eles chamarão 50 gênios para resolver isso e, na próxima série, ficaremos até o capítulo sete. BBC News Mundo - Os maiores cérebros do mundo trabalham para sugar nossa vida? Peirano - Todos os aplicativos existentes são baseados no design mais viciante de que se tem notícia, uma espécie de caça-níquel que faz o sistema produzir o maior número possível de pequenos eventos inesperados no menor tempo possível. Na indústria de jogos, isso é chamado de frequência de eventos. Quanto maior a frequência, mais rápido você fica viciado, pois é uma sequência de dopamina. Toda vez que há um evento, você recebe uma injeção de dopamina — quanto mais eventos encaixados em uma hora, mais você fica viciado. BBC News Mundo - Todo tuíte que leio, todo post no Facebook que chama minha atenção, toda pessoa no Tinder de quem gosto é um 'evento'? Peirano - São eventos. E na psicologia do condicionamento, há o condicionamento de intervalo variável, no qual você não sabe o que vai acontecer. Você abre o Twitter e não sabe se vai retuitar algo ou se vai se tornar a rainha da sua galera pelos próximos 20 minutos. Não sabendo se receberá uma recompensa, uma punição ou nada, você fica viciado mais rapidamente. A lógica deste mecanismo faz com que você continue tentando, para entender o padrão. E quanto menos padrão houver, mais seu cérebro ficará preso e continuará, como os ratinhos na caixa de [B.F.] Skinner, que inventou o condicionamento de intervalo variável. O rato ativa a alavanca obsessivamente, a comida saindo ou não. 'Todos os aplicativos existentes são baseados no design mais viciante de que se tem notícia', diz Marta Peirano Getty Images/BBC BBC News Mundo - Os adultos podem entender isso, mas o que acontece com as crianças que apresentam sintomas de abstinência quando não estão conectadas ao Instagram, YouTube, Snapchat, Tik Tok por exemplo? Peirano - As redes sociais são como máquinas caça-níqueis, quantificadas na forma de curtidas, corações, quantas pessoas viram seu post. E isso gera um vício especial, porque trata-se do que a sua comunidade diz — se o aceita, se o valoriza. Quando essa aceitação, que é completamente ilusória, entra em sua vida, você fica viciado, porque somos condicionados a querer ser parte do grupo. Eles [as empresas] conseguiram quantificar essa avaliação e transformá-la em uma injeção de dopamina. As crianças ficam viciadas? Mais rápido do que qualquer um. E não é que elas não tenham força de vontade, é que elas nem entendem por que isso pode ser ruim. Não deixamos nossos filhos beberem Coca-Cola e comer balas porque sabemos que o açúcar é prejudicial; mas damos a eles telas para serem entretidos, porque dessa forma não precisamos interagir com eles. BBC News Mundo - E o que podemos fazer? Peirano - Interagir com elas. Uma criança que não tem uma tela fica entediada. E uma criança entediada pode ser irritante, se você não estiver disposto a interagir com ela, porque talvez você prefira estar fazendo outras coisas. BBC News Mundo - Olhando para sua própria tela, por exemplo? Peirano - Vemos famílias inteiras ligadas ao celular e o que está acontecendo é que cada um está administrando seu próprio vício. Todo mundo sabe que os jogos de azar são ruins, que a heroína é ruim, mas o Twitter, o Facebook, não — porque eles também se tornaram ferramentas de produtividade. Então, eu, que sou jornalista, quando entro no Twitter é porque preciso me informar; a cabeleireira no Instagram estará assistindo a um tutorial; há uma desculpa para todos. O vício é o mesmo, mas cada um o administra de maneira diferente. E dizemos a nós mesmos que não é um vício, mas que estamos ficando atualizados e mais produtivos. BBC News Mundo - Poderíamos nos caracterizar como viciados em tecnologia? Peirano - Não somos viciados em tecnologia, somos viciados em injeções de dopamina que certas tecnologias incluíram em suas plataformas. Isso não é por acaso, é deliberado. Há um homem ensinando em Stanford (universidade) àqueles que criam startups para gerar esse tipo de dependência. Existem consultores no mundo que vão às empresas para explicar como provocá-la. A economia da atenção usa o vício para otimizar o tempo que gastamos na frente das telas. Peirano diz que todos estamos viciados, mas cada um administra — e justifica — seu vício de uma maneira diferente Getty Images/BBC BBC News Mundo - Como você fala no livro, isso também acontece com a comida, certo? Somos manipulados por cheiros, ingredientes, e nos culpamos por falta de vontade e autocontrole (na dieta, por exemplo). Peirano - É quase um ciclo de abuso, porque a empresa contrata 150 gênios para criar um produto que gera dependência instantânea. Seu cérebro é manipulado para que a combinação exata de gordura, açúcar e sal gere uma sensação boa, mas como isso [a combinação] não nutre o corpo, a fome nunca passa, e você experimenta um tipo de curto-circuito: seu cérebro está pedindo mais, porque é gostoso, mas o resto do seu corpo diz que está com fome. Como no anúncio da Pringles, "Once you pop, you can't stop" [depois que você abre, não consegue parar, em tradução livre]. O que é absolutamente verdade, porque abro um pote e até que eu o coma inteiro, não consigo pensar em outra coisa. Então, dizem: 'bem, isso é porque você é um glutão'. O pecado da gula! Como você não sabe se controlar, vou vender um produto que você pode comer e comer e não fará você engordar, os iogurtes light, a Coca-Cola sem açúcar. E a culpa faz parte desse processo. No momento, no Vale do Silício, muitas pessoas estão fazendo aplicativos para que você gaste menos tempo nos aplicativos. Esse é o iogurte. BBC News Mundo - Essa conscientização, de entender como funciona, ajuda? É o primeiro passo? Peirano - Acho que sim. Também percebo que o vício não tem nada a ver com o conteúdo dos aplicativos. Você não é viciado em notícias, é viciado em Twitter; não é viciado em decoração de interiores, é viciado em Pinterest; não é viciado em seus amigos ou nos seus filhos maravilhosos cujas fotos são postadas, você é viciado em Instagram. O vício é gerado pelo aplicativo e, quando você o entende, começa a vê-lo de maneira diferente. Não é falta de vontade: eles são projetados para oferecer cargas de dopamina, que dão satisfação imediata e afastam de qualquer outra coisa que não dá isso na mesma medida, como brincar com seu filho, passar tempo com seu parceiro, ir para a natureza ou terminar um trabalho — tudo isso exige uma dedicação, já que há satisfação, só que não imediata. BBC News Mundo - De tudo o que você cita, manipulações, vigilância, vícios, o que mais a assusta? Peirano - O que mais me preocupa é a facilidade com que as pessoas estão convencidas a renunciar aos seus direitos mais fundamentais e a dizer: quem se importa com meus dados? Quem se importa com onde eu estive? Há 40 anos, pessoas morriam pelo direito de se encontrar com outras pessoas sem que o governo soubesse suas identidades; pelo direito de ter conversas privadas ou pelo direito de sua empresa não saber se há uma pessoa com câncer em sua família. Custou-nos muito sangue para obtê-los (os direitos) e agora estamos abandonando-os com um desprendimento que não é natural — é implantado e alimentado por um ecossistema que se beneficia dessa leveza. BBC News Mundo - Quando você envia um email, sabe que outros podem lê-lo, mas de fato pensamos: quem se importará com o que eu escrevo? Peirano - Ninguém realmente se importa, até o momento que se importe, porque todo esse material é armazenado e, se estiver disponível para o governo, ele terá ferramentas para contar qualquer história sobre você. E você não poderá refutá-lo. Se o governo quiser colocá-lo na cadeia porque você produz um material crítico, ele pode encontrar uma maneira de vinculá-lo a um terrorista. Bem, talvez seus filhos tenham estudado juntos por um tempo e possa ser mostrado que as placas dos seus carros coincidiram várias vezes na mesma estrada por três anos. Nesse sentido, seus dados são perigosos. O vício em aplicativos não tem a ver diretamente com o conteúdo deles, mas com seu design, que desperta injeções de dopaminas Getty Images/BBC BBC News Mundo - Você diz no livro que "2,5 quintilhões de dados são gerados todos os dias", incluindo milhões de e-mails, tuítes, horas de Netflix e pesquisas no Google. O que acontece com tudo isso? Peirano - Estamos obcecados com nossos dados pessoais, fotos, mensagens... Mas o valor de verdade é estatístico, porque suas mensagens, com as de outras bilhões de pessoas, informam a uma empresa ou a um governo quem somos coletivamente. Eles os usam primeiro para os anunciantes. E depois para criar previsões, porque este é um mercado de futuros. Eles sabem que quando, em um país com certas características, o preço da eletricidade sobe entre 12% e 15%, acontece X; mas, se sobe entre 17% e 30%, outra coisa Y acontece. As previsões são usadas para manipular e ajustar suas atividades — para saber, por exemplo, até onde você pode prejudicar a população com o preço das coisas antes ela se revolte contra você ou comece a se suicidar em massa. BBC News Mundo - Como o que aconteceu no Chile, com manifestações motivadas inicialmente pelo aumento no preço da passagem do metrô..? Peirano - Talvez o governo chileno não esteja processando dessa maneira, mas o Facebook está, o Google está — porque todas as pessoas na rua têm o celular no bolso. E elas o carregaram durante os últimos anos de sua vida. O Facebook sabe em que bairros aconteceu o que e por quê; como as pessoas se reúnem e como se dispersam; quantos policiais precisam chegar para que a manifestação se dissolva sem mortes. BBC News Mundo - Mas quem está disposto a ficar sem o celular, a internet? Qual é o caminho para o cidadão normal? Peirano - O problema não é o celular, não é a internet. Todas as tecnologias das quais dependemos são ferramentas da vida contemporânea, voluntariamente as colocamos em nossos celulares. Mas elas não precisam da vigilância para funcionar, nem precisam monitorar você para prestar um serviço. Eles não precisam disso, o que acontece é que a economia de dados é muito gulosa. BBC News Mundo - Os negócios são tão lucrativos que vão continuar a fazê-lo da mesma maneira ainda que tentemos impor limites? Peirano - É muito difícil para um governo enfrentar tecnologias que facilitam esse controle populacional, que é interessante. Mas a ideia é exigir que isso aconteça. Se, agora, você desativar todos os sistemas de geolocalização do seu celular, eles continuarão a geolocalizá-lo. Assim como no Facebook ou no Twitter, em que você pode bloquear o que posta para algumas pessoas ou para todos — somente você... e o Facebook veem. O que acontece nos centros de dados deles, acontece para você e para eles. Você não pode bloquear o Facebook, porque você está no Facebook. 'Se, agora, você desativar todos os sistemas de geolocalização do seu celular, eles continuarão a geolocalizá-lo', alerta jornalista espanhola Getty Images/BBC BBC News Mundo - Você está sugerindo que precisamos nos rebelar e exigir privacidade? Peirano - Mas não contra empresas. É natural que elas se beneficiem de uma fonte de financiamento tão barata e gloriosamente eficaz. O que não é natural é que um governo destinado a proteger os direitos de seus cidadãos o permita. E a questão é que cada vez mais governos chegam ao poder graças a essas ferramentas. Então, o que deve ser feito? Precisamos começar a transformar essa questão fundamental em um debate política nos níveis local e mais amplo, ou seja, em ação coletiva, ação política. BBC News Mundo - Esse debate está acontecendo em algum lugar do mundo? Peirano - Nas primárias democratas da campanha presidencial dos EUA deste ano, essa é uma das questões cruciais. Está em debate se essas empresas devem ser gerenciadas de outra maneira ou serem fragmentadas, porque além de tudo também são um monopólio. No entanto, na Europa e na América Latina, nos cansamos de falar sobre notícias falsas, seus efeitos, campanhas tóxicas... Na Espanha, houve três eleições gerais em três anos e nenhum político fala sobre isso. BBC News Mundo - O sistema é nosso inimigo, então? Peirano - Somos integrados a e dependemos de sistemas que não sabemos como funcionam ou o que querem de nós. Facebook, Google e outros dizem que querem que nossa vida seja mais fácil, que entremos em contato com nossos entes queridos, que sejamos mais eficientes e trabalhemos melhor, mas o objetivo deles não é esse, eles não foram projetados para isso, mas para sugar nossos dados, nos manipular e vender coisas. Eles nos exploram e, além disso, somos cada vez menos felizes e menos produtivos, porque somos viciados [na tecnologia].
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23/02 - Secretaria de Educação do ES abre processo seletivo para cargos temporários
As inscrições começam nesta quinta-feira (27), pela internet. O cargo oferecido é o de cuidador para atendimento a alunos com deficiência. A Secretaria Estadual de Educação (Sedu) abriu processo seletivo com vagas, em regime de designação temporária, para o cargo de cuidador para atendimento a alunos com deficiência. As inscrições começam nesta quinta-feira (27), pela internet. Confira o edital. Concursos e Emprego no Espírito Santo Os cuidadores atuam junto à equipe escolar, no apoio necessário aos estudantes com deficiência e/ou Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD) que, por causa de necessidades específicas, precisam de mediação nas atividades de alimentação, locomoção/mobilidade e higienização e necessidades correlatas. Cabe a eles acompanhar e auxiliar o (a) estudante com deficiência severamente comprometida no desenvolvimento das atividades rotineiras, cuidando para que ela tenha suas necessidades básicas (fisiológicas e afetivas) atendidas. A carga horária é de 30 horas semanais e a remuneração de R$ 1.039,00 para atuação nas escolas de tempo parcial. Também há opção de carga horária de 40 horas semanais e salário de 1.385,33 para atuação nas escolas de tempo integral. Inscrições As inscrições serão realizadas exclusivamente por meio eletrônico, pelo site www.selecao.es.gov.br, entre as 14h do dia 27/02/2020 e às 17h do dia 04/03/2020. Os candidatos que se inscreverem neste processo serão chamados de acordo com as necessidades da Sedu. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo
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23/02 - Crescimento global será modesto em 2020 e 2021, preveem líderes financeiros no G20
Documento final citou condições financeiras mais cômodas e sinais de redução das tensões comerciais, mas surto de coronavírus preocupa autoridades. Os líderes financeiros das 20 principais economias do mundo estimam um crescimento modesto neste ano e no próximo, devido à política monetária frouxa e à diminuição das tensões comerciais, e prometeram monitorar os efeitos do surto de coronavírus. Os ministros das Finanças e os chefes de bancos centrais do G20 assistiram a uma apresentação sóbria do Fundo Monetário Internacional (FMI), que previu que o coronavírus reduzirá 0,1 ponto percentual do crescimento global. "O crescimento global deverá crescer modestamente em 2020 e 2021. A recuperação é apoiada pela continuidade de condições financeiras mais cômodas e por alguns sinais de redução das tensões comerciais", afirmou o comunicado final dos líderes financeiros divulgado neste domingo (23). "Aprimoraremos o monitoramento global de riscos, incluindo o recente surto de Covid-19. Estamos prontos para tomar medidas adicionais para lidar com esses riscos", afirmou o documento. O presidente chinês, Xi Jinping, que não esteve presente à reunião das principais economias do mundo, passou a mensagem de que Pequim intensificará medidas para ajudar a amortecer as consequências do coronavírus na economia. "O surto por coronavírus terá inevitavelmente um impacto relativamente grande na economia e na sociedade", disse Xi, acrescentando que o impacto seria de curto prazo e controlável. A China esteve representada na reunião do G20 por seu embaixador na Arábia Saudita. "Discutimos o surto de coronavírus na China e em outros países e todos do G20 concordaram coletivamente em estar prontos para intervir com as políticas necessárias", disse o ministro das Finanças da Arábia Saudita, Mohammed al-Jadaan, em entrevista coletiva. O ministro das Finanças da Arábia Saudita, Mohammed al-Jadaan, em entrevista coletiva Ahmed Yosri/Reuters "No atual cenário, as políticas anunciadas serão implementadas e a economia da China retornará ao normal no segundo trimestre. Como resultado, o impacto na economia mundial seria relativamente menor e de curta duração", disse no sábado a diretora do FMI, Kristalina Georgieva. "Mas também estamos analisando cenários mais terríveis em que a disseminação do vírus continua por mais tempo e globalmente, e as conseqüências do crescimento são mais prolongadas", acrescentou. O número de casos de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, subiu para 77.048 na China, 656 a mais que o registrado no último levantamento. Foram registradas 2.445 mortes, 97 a mais que no último balanço. No mundo, são 1.712 pacientes em 29 países que estão com o novo coronavírus, 460 a mais que no último levantamento, e 22 pessoas já morreram. Taxação de gigantes digitais Os ministros e banqueiros centrais também endossaram o trabalho da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que está desenvolvendo regras globais para fazer as gigantes digitais como Google, Amazon e Facebook pagarem impostos onde fazem negócios, e não onde registram subsidiárias. A OCDE quer estabelecer um nível efetivo mínimo no qual essas empresas sejam tributadas e busca um acordo até o início de julho, com a aprovação do G20 até o final do ano. O objetivo é evitar a proliferação de diferentes regimes fiscais digitais em todo o mundo. Segundo a OCDE, isso pode aumentar as receitas fiscais nacionais em um total de US$ 100 bilhões por ano. A chave do acordo é a cooperação dos Estados Unidos, que vem impedindo o progresso, sem ter certeza do impacto político do acordo em um ano de eleições presidenciais. Os esforços da OCDE foram paralisados no final do ano passado pelas mudanças de última hora exigidas por Washington, que muitas autoridades do G20 consideram relutantes em lidar com um assunto politicamente complicado antes das eleições presidenciais. Vários países europeus, incluindo França, Espanha, Áustria, Itália, Grã-Bretanha e Hungria, já têm um plano para um imposto digital ou estão trabalhando em um, criando o risco de um sistema global altamente fragmentado. O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, disse em 14 de fevereiro que estaria pronto para pagar mais impostos na Europa e receberia com satisfação uma solução global da OCDE que tornaria as taxas uniformes.
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23/02 - O que explica a incrível ascensão e o vertiginoso declínio dos patinetes no Brasil
Os patinetes elétricos chegaram a várias cidades do país prometendo ser uma alternativa moderna e sustentável de transporte; mas, em pouco tempo, as principais empresas do mercado anunciaram que estavam indo embora ou reduzindo drasticamente sua operação. O que houve? Patinetes são promissores, mas falta de planejamento, falhas do poder público e modelo de negócios são desafios para serviço se consolidar Getty Images/BBC Eles chegaram com estardalhaço. Da noite para o dia, milhares de patinetes elétricos apareceram pelas ruas. Muita gente, empolgada com a novidade, aderiu por diversão ou como uma alternativa moderna de transporte. Coisa "de primeiro mundo". Era o futuro, agora. Mas logo vieram os problemas. Os patinetes ficavam amontoados nas calçadas. Circulavam sobre elas. Foram roubados e depredados. O zigue-zague no meio ao trânsito provocou acidentes. Houve até morte. O poder público correu atrás para arrumar a bagunça. Fez apreensões e criou regras. Parecia que ia melhorar. Então, em questão de meses, a Lime e a Grow, as duas principais empresas que ofereciam esse tipo de serviço em cidades brasileiras, anunciaram que estavam indo embora do país ou reduzindo drasticamente suas operações. Assim como surgiram, de uma hora para a outra, os patinetes praticamente sumiram em muitos lugares. Mas o que houve? Procuradas pela BBC News Brasil, a Lime e a Grow informaram que não dariam entrevistas sobre o assunto. Por sua vez, especialistas apontam como razão desse vertiginoso declínio o fato de o serviço ser elitizado e não ter conseguido se firmar como uma opção de transporte, além de falhas do poder público e problemas enfrentados por esse tipo de negócio. "O objetivo dessas empresas nunca foi oferecer uma solução de mobilidade. O patinete, como e onde é ofertado e por ser inseguro para o usuário, não cumpre a função de ser uma alternativa de deslocamento", diz Daniel Guth, pesquisador e consultor em políticas de mobilidade urbana e coordenador de projetos da Aliança Bike, associação que reúne empresas de bicicleta. O patinete fez sucesso por ser prático: o usuário só precisa de um celular para se registrar, achar um por perto, destravá-lo e sair pilotando. Ao terminar, basta encerrar a viagem e deixá-lo na rua para a próxima pessoa usar. Mas Guth destaca que eles só são encontrados nas regiões centrais e mais nobres das cidades e não são baratos: custam R$ 3 para serem desbloqueados e, depois, mais R$ 0,50 por cada minuto de uso. "Só para destravar, é quase o preço de uma passagem de ônibus. Isso afugenta os usuários de baixa renda. Acabam atendendo só pessoas de classe A e B que circulam onde eles estão disponíveis. É algo para poucos", afirma o pesquisador. Altos custos e prejuízo de milhões de dólares A esse público restrito se soma o alto investimento para manter os patinetes em circulação. As empresas precisam ter equipes para recarregar baterias e colocá-los de volta nas ruas. E também para coletá-los e redistribuí-los pela cidade e garantir que estejam disponíveis onde as pessoas mais precisam, o que é fundamental para aderirem ao serviço. As empresas também reclamam que os impostos aplicados no Brasil sobre os patinetes, importados em sua grande maioria da China, chegam a duplicar seu custo. Recarregar e redistribuir os patinetes pela cidade tornam a operação do serviço complexa Divulgação/BBC Além disso, elas usam modelos de patinetes criados originalmente para uso individual e que não foram pensados para resistir a dezenas ou mesmo centenas de viagens todos os dias. Por isso, eles precisam ser consertados ou substituídos em questão de semanas. A americana Lime deixou claro que a conta não fechava no Brasil quando anunciou o fim do seu serviço no Rio de Janeiro e em São Paulo, as duas cidades em que atuava no país, e também em outras sete cidades na América Latina. "A independência financeira é nossa meta para 2020, e estamos confiantes de que seremos a primeira empresa de mobilidade de próxima geração a alcançar lucratividade", afirmou a empresa em um comunicado na época. Os mercados da América Latina eram um obstáculo para a Lime atingir esse objetivo. A operação do sistema também se provou complexa para a Grow, resultado de uma fusão realizada em meados do ano passado entre a mexicana Grin e a brasileira Yellow no Brasil. Ambas lançaram seus serviços no Brasil no segundo semestre de 2018. Em janeiro, a Grow divulgou ter parado de atuar em 14 cidades brasileiras. Permanece agora apenas em São Paulo, Rio e Curitiba. A mudança é um ajuste operacional que faz parte de um processo de reestruturação da empresa para continuar prestando serviços de forma estável, eficiente e segura e consolidar sua atuação na América Latina, afirma a companhia. O que vem acontecendo por aqui não é uma exclusividade do Brasil. Empresas de aluguel de patinetes também saíram de cidades da Europa e dos Estados Unidos, diz Rachel Binder, da consultoria de negócios CB Insights, baseada em Nova York. "O lado operacional se provou um desafio para essas empresas. Elas ainda estão registrando prejuízo ao redor do mundo e perdendo milhões de dólares por ano. Agora, estão mais focadas em sua lucratividade do que em crescimento e se mantendo apenas nas cidades mais rentáveis", afirma Binder. Falta de planejamento e pró-atividade do poder público Esse tipo de serviço faz parte de uma tendência mundial conhecida como micromobilidade, baseada em veículos pequenos e leves, vinculados a novas tecnologias, que não usam combustíveis fósseis e são usados para percorrer pequenas distâncias. Por isso, os sistemas de aluguel de patinetes são úteis e promissores para as cidades, diz o consultor de mobilidade urbana Thiago Benicchio. Mas, para serem de fato uma boa alternativa ao carro ou ônibus, deveriam ter sido melhor planejados antes de serem lançados, opina ele. "O imposto de importação não apareceu agora. A depredação e o desgaste dos patinetes também não são imprevistos, porque há a experiência de outros mercados. Da forma como foi feita, parece que foi uma aposta às cegas e se gastou dinheiro para testar uma coisa", diz Benicchio. Reestruturação do serviço no Brasil está ocorrendo também em outros países, diz analista Getty Images/BBC Também é preciso incluir a micromobilidade em uma política pública mais ampla, o que não aconteceu com os patinetes no Brasil. Eles primeiro chegaram às ruas para somente depois as prefeituras elaboraram regras de oferta e uso. Benicchio afirma que faltou proatividade do poder público para estabelecer previamente para quem e onde os patinetes poderiam ser mais úteis e como eles se integrariam a outros meios de transporte, antes de colocar milhares nas ruas de uma vez só. "Uma operação experimental precisa ser feita em uma proporção mais adequada. Seria muito mais interessante ter ocorrido como em Londres ou Nova York, onde o poder público se adiantou e barrou a entrada das empresas até conseguir elaborar como tudo ia funcionar", afirma o consultor. "Se não há um debate antes, fica a impressão de que é um produto que, em vez de gerar um benefício coletivo, serve só para gerar lucro para as empresas, principalmente por meio da coleta de dados dos usuários, porque só a tarifa não cobre os custos da operação." Neste sentido, Guth dá como exemplo um estudo da própria Yellow, que apontou que 58% dos usuários trocaram viagens a pé pelo patinete. "Não é estratégico, do ponto de vista do interesse público, que cidades invistam em sistemas assim. Não queremos que as pessoas caminhem menos, queremos criar condições para que caminhem mais", afirma o pesquisador. "Os patinetes sempre foram um modismo e, como tal, a tendência é que seja passageiro", opina. 'Os patinetes vieram para ficar', diz pesquisador Mas ainda é cedo para decretar o fim dos patinetes. A Grow continua a atuar no país, e outra empresa, a Scoo, segue oferecendo o serviço em São Paulo, em menor escala e a um preço menor — paga-se R$ 4,40 pelos primeiros 15 minutos e R$ 0,45 por minuto a partir daí. A Uber também se prepara para lançar o serviço na capital paulista, depois de estrear em dezembro em Santos, onde o desbloqueio custa R$ 1,50 e o minuto de uso, R$ 0,75. "As empresas também estão buscando criar e fabricar seus próprios modelos para que os patinetes sejam mais duráveis e seguros e tenham maior autonomia, para reduzir seus custos", diz Rachel Binder. Outra opção que vem sendo cogitada, afirma a analista, é passar a usar estações, onde os patinetes ficariam estacionados à espera do cliente. "Embora seja menos conveniente para o usuário, essa infraestrutura é menos caótica e pode ajudar a resolver alguns problemas causados pela falta de estações", diz Binder. Uber lançou serviço de patinetes em Santos e se prepara para chegar a São Paulo Divulgação/BBC Os próprios sistemas de compartilhamento de bicicletas passaram por um processo semelhante, diz Victor Andrade, diretor do Laboratório de Mobilidade Sustentável da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Eles foram se transformando ao longo de algumas décadas, desde os primeiros testes na Holanda, nos anos 1960, até virarem uma realidade ao redor do mundo. "Os patinetes são uma alternativa importante de transporte nas cidades modernas. Mas são muito recentes, e tudo está mudando muito rápido. Ainda estamos no olho do furacão. Não dá para falar que deu errado ou que foi uma bolha." Após uma forte expansão das empresas de aluguel de patinetes, afirma Andrade, elas agora estão fazendo ajustes nos seus modelos de negócios. "Acredito que é um momento de reflexão e de reposicionamento e que, depois, as empresas vão voltar a crescer e se consolidar, de forma mais sustentável. O patinete veio para ficar."
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23/02 - Como pedir demissão quando a empresa é da família
Trabalhar no negócio da família pode ser difícil — sair dele, mais ainda. Trabalhar no negócio da família pode ser difícil — sair dele, mais ainda Getty Images Jordan Baker começou a trabalhar na empresa de tecnologia para logística 21st Century Transport aos 12 anos, varrendo o chão e atendendo telefonemas. Ele sempre quis fazer parte do negócio da família — e seu destino era assumir as operações quando o pai, Tony, se aposentasse. Em 2008, contudo, ele decidiu deixar a companhia, aos 20 anos. "É difícil quando seu pai não é apenas seu pai, mas também seu chefe", diz. "Eventuais decepções que ele tenha com você no âmbito pessoal podem ter repercussões no campo profissional e vice-versa. Pode virar uma dinâmica bem desconfortável." Família pode ser algo complicado — trabalhar com os parentes então, mais ainda. Não é difícil encontrar trajetórias bem-sucedidas de empresas familiares, com transições suaves entre as gerações e expansões que mantêm preservados os ideais dos fundadores. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o Hoshi Ryokan, tradicional hotel japonês que está sob o comando da mesma família há 46 gerações. A gigante do varejo Walmart pode ter seus problemas, mas metade do negócio ainda pertence aos descendentes do fundador, Sam Walton, e os atritos entre os parentes, se existem, raramente ganham as manchetes. Há, entretanto, uma grande variedade de exemplos no sentido oposto, envolvendo inclusive grandes empresas — do racha que deu origem a duas das maiores marcas de moda esportivas, Puma e Adidas, aos problemas de sucessão envolvendo a Samsung e à batalha legal que colocou a bilionária australiana da mineração Gina Rinehart contra seus familiares. Um briga entre irmãos deu origem a Adidas e Puma Alamy A decisão do príncipe Harry e de sua mulher, Meghan Markle, de se afastarem das obrigações da família real britânica, ainda que tenha suas particularidades, também significa, de certa forma, deixar o "negócio da família" para tentar seguir seu próprio caminho. Histórias como essas não são difíceis de encontrar, já que as empresas familiares respondem por cerca de dois terços do total de companhias em atividade no mundo. O que motiva as pessoas a tomarem decisões como essas, e qual a melhor maneira de se desligar? 'Tensões e rivalidade' Trabalhar com alguém que se conhece bem pode ser uma vantagem, pondera Jennifer Pendergast, professora de inovação e empreendedorismo da Universidade Northwestern, em Chicago. Mas também abre uma janela para situações únicas de estresse. "Em uma discussão, parte dos familiares na sala pode decidir tomar partido", ela exemplifica. "Imagine ir para casa e dar de cara com seu chefe na mesa de jantar." A convivência com parentes no ambiente de trabalho pode significar, ao mesmo tempo, níveis muito mais altos de confiança e compromisso, como destacou a consultoria PricewaterhouseCoopers em 2014 em uma pesquisa sobre negócios familiares. Só que também tem potencial para "desencadear tensões, ressentimentos e ser um incentivo a conflitos, à medida que os envolvidos tentam separar 'cabeça' e 'coração' e manter o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional". Em uma pesquisa recente, a consultoria KPMG verificou que, na Austrália, onde 70% dos negócios são familiares, as fontes mais recorrentes de conflitos são a maneira dos gestores de se comunicarem, visão de futuro e estratégia, e o equilíbrio entre as necessidades da família e as da empresa. A percepção das dificuldades variava de acordo com as gerações: 21,8% dos futuros líderes afirmaram que o estilo de comunicação era a principal razão dos atritos, contra 13,3% entre os líderes naquele momento. Conflitos intergeracionais também podem ser um problema dentro das empresas familiares Getty Images Conflitos intergeracionais podem ter ainda outros impactos, como a perpetuação de estereótipos familiares. "É difícil esquecer quem você era quando criança e é difícil superar erros que as pessoas não esquecerão... irmãos serão sempre comparados uns aos outros", afirma Pendergast. Jeremy Waud trabalhou por 20 anos na empresa fundada pelo bisavô Frederick Goodliffe, o grupo OCS, antes de fundar uma empresa rival. "Estava farto. Eu era o diretor-geral da divisão de gerenciamento de instalações quando foi anunciado que a área passaria por uma reestruturação. Não parecia que o campo do qual eu era responsável se enquadrava na visão de futuro da companhia, então decidi que era hora de ir embora", ele diz. O grande número de parentes envolvidos no negócio fazia com que sempre houvesse algum tipo de tensão, mesmo nos períodos de aparente calmaria. "Em determinado momento, havia 15 pessoas da família trabalhando na empresa. Tios, primos, irmãos... Sempre há algum tipo rivalidade entre diferentes grupos, além das questões políticas envolvendo a participação acionária de cada um na companhia e o exercício do poder", acrescenta Waud, que hoje tem 58 anos. Quando ele pediu demissão, no ano 2000, para criar a empresa de gerenciamento de instalações Incentive FM, parentes insatisfeitos, preocupados com a possibilidade de ele levar clientes da antiga companhia, o levaram à Justiça. "Familiares podem levar para o lado pessoal o fato de alguém deixar a empresa, podem interpretar a saída como um julgamento de valor em relação ao negócio da família", afirma Pendergast. Apesar da experiência prévia, a evolução da Waud nesse novo ciclo foi lenta, já que ele teve que partir do zero. "Pensei que começar de novo seria fácil, mas então percebi que os credores não estão tão dispostos a emprestar às empresas que praticamente não têm patrimônio. Tomamos um empréstimo pequeno do banco e demos início ao negócio em 2002." O valor da transparência Mauro Bruni precisou de anos para conseguir se desligar da empresa da família. O plano sempre tinha sido que ele assumiria a Bruni & Campisi, que faz instalação e manutenção de sistemas de aquecimento e presta serviços de encanamento em Bedford, Nova York. Ele trabalhou na área de marketing e design gráfico da companhia por 12 anos — mas tinha outra paixão, a patinação no gelo. Por muitos anos conciliou as duas atividades, chegando a trabalhar remotamente quando se apresentava em outros países com o espetáculo Holiday on Ice. Bruni cortou o cordão umbilical em 2019, depois de abrir uma empresa de eventos e patinação no gelo, a House of Mauro. "Meu pai sempre soube que minha paixão era a patinação. Ele me deu apoio quando pedi demissão e me ajudou a montar minha empresa", diz o empresário de 35 anos. Felizmente, o irmão aceitou assumir as funções deixadas pelo jovem na empresa da família. "Ele já vinha ganhando novas responsabilidades nos últimos anos, a ponto de já estar preparado inclusive para assumir o lugar do nosso pai", afirma Bruni. 'Poucas pessoas pensam na parte legal quando todo mundo está feliz. E então as coisas dão errado e não existe documento legal que prove o que foi acordado anteriormente', diz especialista Getty Images Muitas famílias, entretanto, não têm um planejamento sucessório e ficam perdidas com a saída repentina de um dos membros da família, pondera Kate Cooper, chefe de pesquisa do Institute of Leadership & Management, organização sem fins lucrativos que oferece treinamento na área de liderança. "As empresas precisam estar com o gerenciamento de risco em dia, precisam se planejar para o inesperado", ressalta. Questões legais podem ser outro problema dentro das empresas familiares. Karen Holden, presidente do escritório de advocacia A City, com sede em Londres, afirma que formalidades imprescindíveis podem ficar em segundo plano nessas companhias porque parte das relações se baseia na confiança. "Poucas pessoas pensam na parte legal quando todo mundo está feliz; muita coisa é na base do aperto de mão. E então as coisas dão errado e não existe qualquer documento com valor legal que prove o que foi acordado anteriormente." Para Jennifer Pendergast, a negociação é o melhor caminho para uma saída sem desgaste. "O melhor jeito de sair é sendo transparente sobre suas razões — mas isso precisa ser feito de forma cuidadosa e profissional." Também é recomendável agradecer pela oportunidade de ser parte do negócio da família, ela acrescenta. "Em qualquer situação, é bom sair sem fechar portas. Em uma empresa familiar isso é ainda mais importante, porque você provavelmente vai conviver com aquelas pessoas pelo resto da vida." Idas e vindas A maioria das decisões, apesar de difícil, não é irrevogável. Um exemplo recente nesse sentido deu-se entre os Murdoch, uma das famílias mais ricas do mundo. O filho de Rupert Murdoch, Lachlan, deixou o negócio da família em 2006. Mas o que era para ser definitivo não durou mais que uma década. Em 2014, ele voltou para o conglomerado de mídia. Jeremy Waud, entretanto, diz não se arrepender da decisão. "O sacrifício valeu a pena e os ressentimentos ficaram para trás", diz. Já Jordan Baker diz que o pai ficou inicialmente decepcionado com a notícia de que ele deixaria a empresa, mas eventualmente superou o episódio e passou a apoiar sua decisão. Ele hoje tem a própria agência de marketing em Londres e valoriza a independência conquistada nos últimos anos.
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23/02 - Por que é polêmico comparar as contas do governo com o orçamento doméstico?
Usada por políticos de diversas vertentes, a comparação das contas do governo com o orçamento de uma família pode ser didática, mas tem sérias limitações, segundo economistas ouvidos pela BBC News Brasil. Usada por políticos de diversas vertentes, a comparação das contas do governo com o orçamento de uma família pode ser didática, mas tem sérias limitações Getty Images Imagine uma pessoa cheia de dívidas, que já não sabe mais o que fazer para quitar os financiamentos. Agora pense se ela pudesse imprimir dinheiro para pagar esses débitos. Ou que tivesse o poder de determinar que os vizinhos fossem obrigados a depositar uma contribuição para ela por mês. Ou até que ela pudesse emitir uma espécie de nota promissória e vender aos vizinhos por R$ 100 com a promessa de que dali cinco anos vai devolver R$ 130. Parece impossível? Sim, isso tudo é impensável quando falamos do orçamento doméstico. Mas tudo isso se aplica quando o tema são as contas públicas. São formas de o governo se financiar — algumas são corriqueiras, como a venda de títulos da dívida pública, e outras são alternativas extremas, como a emissão de moeda para pagar a dívida. A BBC News Brasil entrevistou economistas para entender por que é preciso cuidado ao comparar as contas públicas com o orçamento de uma família. Quem nunca ouviu um político fazendo isso? Ex-ministro da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni comparou o contingenciamento de gastos com educação à dificuldade de uma família para comprar um vestido para festa de 15 anos. "É que nem o pai, que tem um salário e sabe que tem que comprar o vestido de 15 anos da filha lá em outubro, mas ele está em maio. Aí, ele vai vendo o que vai entrando, o que vai gastando, e diz: 'ih, pode ser quem não dê, então não vou sair para comprar churrasco, não vai ter cervejinha no final de semana, eu não vou comprar o tênis do João", disse. Mas fazer essa relação não é moda lançada pelo atual governo. Em 2016, o então presidente Michel Temer defendeu o ajuste das contas públicas citando uma fala da ex-primeira-ministra britânica Margareth Thatcher. "Ela até dizia uma coisa trivial: o Estado é como uma casa, sua casa, a casa da sua família, você não pode gastar mais do que aquilo que arrecada." Antes disso, a ex-presidente Dilma Rousseff também comparava as contas públicas com o orçamento de uma casa. "Nós precisamos também fazer ajustes. Eu faço ajuste no meu governo como uma mãe, uma dona de casa, fazem na casa delas. Nós precisamos agora dar condições de a gente retomar um novo ciclo de desenvolvimento econômico para gerar mais emprego, para assegurar mais renda e para fazer que o Brasil continue a crescer de forma acelerada", disse, enquanto era presidente. Os economistas dizem que a comparação pode ter a intenção de simplificar um tema complexo, mas apontam diversos problemas. "A metáfora é útil, mas tem severas limitações", afirma a economista Monica de Bolle, pesquisadora do Peterson Institute, em Washington. O economista Manoel Pires, que já foi secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, diz que a comparação normalmente é feita para "passar uma mensagem de que o governo, em determinadas situações, tem que economizar recursos ou justificar determinada necessidade de fazer um ajuste fiscal para equilibrar as contas". No entanto, Pires diz que "quando a gente vai levar essa comparação mais a sério, as diferenças são muito grandes". "As pessoas fazem essa analogia dizendo 'o governo é igual uma família e por isso tem que gastar o quanto arrecada'. Nem as famílias gastam o quanto elas arrecadam. Essa comparação já é limitada logo de cara, porque família também tem acesso a mercado de crédito, se endivida para comprar um casa, um carro. Muitas vezes a pessoa perde o emprego e, em situação mais difícil, entra no cheque especial." Em cinco pontos, entenda por que é polêmico comparar as contas do governo e o orçamento de uma família: 1. Criação ou aumento de imposto Uma trabalhadora ou um trabalhador podem buscar um aumento salarial ou tentar lucrar mais com o próprio negócio, mas não têm o poder de determinar qual será sua renda no fim do mês. "As famílias não definem a própria renda — mas o Estados sim, por meio do tributo, por exemplo", diz Grazielle David, doutoranda em desenvolvimento econômico na Unicamp e assessora da Rede Latinoamericana de Justiça Fiscal. O governo pode — embora possa desagradar setores específicos ou consumidores — criar novos tributos ou aumentar a alíquota de impostos que já existem para tentar reforçar a arrecadação dos cofres públicos. As receitas, no entanto, também dependem de outros fatores, como crescimento econômico e a aprovação de medidas no Congresso. Um exemplo recente foi a discussão em torno da criação de um tributo sobre transações financeiras similar à antiga CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), que enfrentou resistência de parlamentares e de parte da população. 2. Imprimir dinheiro Se a família não pode imprimir dinheiro para pagar a dívida, o Estado pode emitir moeda para pagar dívidas em moeda nacional. Essa medida, no entanto, é considerada mais drástica porque pode desestabilizar a economia. "O governo tem uma capacidade adicional, que obviamente famílias não têm: o poder e a responsabilidade única de criar e emitir essa moeda na qual as dívidas estão denominadas. Então, em última análise, quando acontece uma situação em que as dívidas estão excessivamente elevadas, o governo pode pagar a si próprio emitindo moeda", diz Monica de Bolle. "Essa possibilidade do governo de se autofinanciar por meio da emissão de moeda, evidentemente que num prazo maior pode gerar desequilíbrio muito severo. Pode gerar, por exemplo, situação de inflação em alta ou hiperinflação, como vimos em países latinoamericanos que faziam isso nos anos 1970 e 1980." 3. Taxas e prazos das dívidas Os governos têm a possibilidade de determinar como vão remunerar o endividamento — ou seja, determinar qual será o critério para pagar os juros a quem emprestou o dinheiro. Os títulos da dívida pública, que são uma forma de o governo se financiar, têm remunerações que dependem do prazo e podem estar baseadas, por exemplo, na taxa Selic ou na inflação. Outro ponto importante é a rolagem das dívidas — ou seja, a conversão de uma dívida antiga em uma nova dívida. "Países como Estados Unidos, Japão, diversos países europeus têm dívidas muito elevadas e carregam essas dívidas há anos, sem que isso seja um empecilho. Isso acontece porque governos, diferentemente de famílias, têm domínio sobre quem vai absorver suas próprias dívidas", diz Monica de Bolle. "Quando uma família pega um empréstimo no banco porque gastou mais do que recebeu, ela não tem poder de influência sobre o banco. O banco determinou um contrato de crédito com essa família em que estão estipuladas as condições para que pague de volta o empréstimo. No caso dos governos, eles exercem um poder sobre a economia de modo geral e, portanto, sobre os detentores finais da dívida pública." Por isso, segundo a economista, os países conseguem "carregar dívidas elevadas" e "sustentar uma situação de déficit grande". 4. Relação entre a receita e a despesa Os diferentes efeitos do corte de uma despesa são outro ponto frequentemente discutido. "Se eu sou uma residência e faço um corte de uma despesa minha, isso não necessariamente vai afetar a minha receita. Se eu deixar de ir ao cinema, por exemplo", diz Graziella David. "Mas essa lógica não é verdadeira para o Estado. Quando o Estado gera uma despesa pública, muitas vezes ele também gera uma receita para ele." Ela diz que gastos públicos com saúde e educação, por exemplo, podem gerar retornos também em termos de arrecadação de tributos e, no futuro, reforçar o caixa do governo. "Se eu diminuo gasto em saúde e educação, diminuo a capacidade arrecadatória, diminuo o crescimento econômico, diminuo a minha receita." Neste ponto, há uma discussão entre as diferentes correntes da economia sobre quais os estímulos adequados para uma economia em crise. Os keynesianos, por exemplo, defendem políticas anticíclicas para evitar um colapso econômico — ou seja, estímulos do governo em momento em crise, mesmo que isso signifique aumento da dívida — enquanto os liberais tendem a defender corte de gastos nessas situações. 5. Títulos da dívida como poupança Manoel Pires aponta que a dívida pública também tem um "papel macroeconômico importante", no sentido de que as pessoas que compram os títulos do governo usam isso como uma poupança — ou seja, para transportar seus recursos para o futuro. "O governo não tem que ter dívida zero, porque essa dívida serve para outros propósitos, como as pessoas usarem títulos para poupar e para financiar políticas ao longo do tempo. O problema surge quando você fica muito refém dessa forma de financiamento, que é o que acontece quando você tem uma crise fiscal", diz o economista. "Eu vejo essa comparação (do orçamento público com as contas de uma família) de uma maneira muito restrita para um determinado fim didático. Ela serve ao propósito de dizer que governo também se depara com restrições, que muitas vezes resultam em escolhas difíceis, como se fosse o chefe de família resolvendo como alocar recursos no orçamento. Mas até onde isso vai, é limitado."
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23/02 - Projeto no Paraná estimula a relação de crianças com a produção de leite
Clube de Bezerras faz com que filhos dos pecuaristas tenham contato com os animais desde cedo. Relembre. Projeto no Paraná estimula a relação de crianças com a produção de leite Neste domingo (23), o Globo Rural continua exibindo algumas das melhores reportagens de 2019. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Muitas famílias do campo se preocupam com um mesmo problema: saber quem vai cuidar da fazenda no futuro, na próxima geração. Pensando nisso, cooperativas do Paraná montaram um projeto de educação voltado para os filhos de produtores de leite. O objetivo é despertar, desde cedo, o gosto pelos animais e pela pecuária para assim estimular a juventude a ficar no campo. Dados do censo agropecuário reforçam a importância de programas como o Clube de Bezerras do Paraná. Pelo levantamento do IBGE, na última década, diminuiu a quantidade de jovens que vivem no campo e a população rural se tornou mais velha. Relembre a reportagem no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1
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23/02 - Redução no orçamento do programa de cisternas afeta agricultores do sertão
Produtores enfrentam dificuldades para armazenar a água da chuva. Ministério não quis se manifestar sobre o problema. Redução no orçamento do programa de cisternas afetam agricultores do sertão A chuva voltou em várias regiões do sertão brasileiro, mas muitos agricultores ainda têm dificuldade para armazenar água para o período seco. Isso porque o programa federal que destina recursos para a construção de cisternas foi reduzido drasticamente, e milhares de famílias ainda sofrem com a falta de água, seja para produção ou consumo em casa. Uma cisterna custa, em média, R$ 3.500, mas o custo pessoal, das famílias, é bem maior: são horas por dia, multiplicadas por todos os dias do ano, com prejuízo para saúde e para o trabalho nas lavouras e criações. O Ministério da Cidadania, responsável pelo programa de construção de cisternas, não quis se manifestar sobre o assunto.
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23/02 - Produtores de melão do Ceará estão otimistas com exportações para a China
Fruta é a mais vendida para o exterior no estado e, agora, espera conquistar o paladar dos chineses. Produtores de melão do Ceará estão otimistas com exportações para a China Produtores de melão do Ceará estão otimistas com a safra da fruta que é líder de exportações no estado. Segundo a Secretaria do Agronegócio, o comércio do alimento rendeu US$ 41 milhões no ano passado. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O tipo amarelo é o responsável por mais da metade do volume negociado. Os melões têm outras cinco espécies, todas também voltadas para exportação. O melão produzido no município de Icapuí é vendido nos principais mercados consumidores do mundo, e agora também será exportado para a China. Por isso, a expectativa dos produtores cearenses é boa. Além do melão, o Nordeste brasileiro também exporta uva, manga e várias outras frutas, cultivadas com irrigação. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1
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23/02 - Produtores de batata doce de Sergipe se unem para tornar a atividade mais rentável
Mais de 70 agricultores formaram uma cooperativa para beneficiar o alimento, garantindo que ele seja vendido pelo Nordeste do país. Produtores de batata doce de Sergipe se unem para tornar a atividade mais rentável No agreste de Sergipe, o município de Moita Bonita se destaca na produção de batata doce. Por lá, pequenos agricultores se uniram e transformaram a cultura em um negócio que vai do plantio ao beneficiamento. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O cultivo no município ocupa 1.500 hectares, são produzidas cerca de mil toneladas, que vão abastecer os mercados do Nordeste. Por causa da batata doce, os agricultores da cidade se uniram com o mesmo objetivo: tornar a cultura mais rentável. A força de trabalho fez surgir a primeira cooperativa de produtores de batata doce do agreste de Sergipe. São 77 produtores que beneficiam o produto para virar uma farinha que é vendida em todo estado. Ela fez sucesso e passou a fazer parte da merenda escolar da região. Cerca de 25% dos impostos arrecadados em moita bonita vêm da do cultivo da batata doce, e o sistema de irrigação na região foi implantado pela cooperativa de produtores. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1
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23/02 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 23/02/2020
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. 01. Microfranquia de bronzeamento artificial leva o processo para a casa do cliente COR DE PRAIA Rua Gonçalves Dias, 2175 – Lourdes Belo Horizonte / MG – CEP: 30140-092 Telefone: (31) 36584777 Site: www.cordepraia.com.br Facebook: Cor de Praia Instagram: @cordepraia 02. Donos de petshop compartilham fotos dos clientes de quatro patas no clima do carnaval HIGO BANHO E TOSA Rua Estreano Augusto Escalera, 90 - Jardim Raposo Tavares São Paulo / SP – CEP: 05551-250 Telefone: (11) 97255-4748 Facebook: https://www.facebook.com/higobanhoetosa/ Instagram: https://www.instagram.com/higobanhoetosa/ 03. Professora de português quer saber de possibilidades de trabalho HAROLDO MATSUMOTO - CONSULTOR DE NEGÓCIOS PROSPHERA EDUCAÇÃO CORPORATIVA Rua Coronel Marcílio Franco, 524 - Vila Guilherme São Paulo / SP - CEP: 02079-000 Telefone (11) 2306-4516 Site: www.prosphera.com.br Instagram: @prospherabr Email: contato@prosphera.com.br 04. Desenvolvedora de games se firma no mercado apostando em jogos retrôs QUByte Interactive Rua Américo Brasiliense, 2171, 1º Andar São Paulo/SP, 04715-005 E-mail: contact@qubyteinteractive.com Site: https://www.qubyteinteractive.com Facebook: https://www.facebook.com/qubyteinteractive Twitter: https://twitter.com/qubytegames LinkedIn: https://linkedin.com/company/qubyte-interactive 05. Empresário cria plataforma para o cliente achar o técnico de informática mais próximo NETSUPPORT Avenida Floriano Peixoto, 5505 - Bairro Granja Marileusa Uberlândia/MG - CEP 38405-373 Site: www.netsupport.com.br Email: comercial@netsupport.com.br LEVOO TECNOLOGIA E SERVICOS DE INFORMACAO DO BRASIL LTDA Alemeda Rio Negro, 1030 - sala 206 Alphaville - Barueri - SP Site: www.levoo.com.br Contato: euquero@levoo.com.br 06. Loja de produtos típicos em Aracaju conserva o toque artesanal dos produtos e embalagens Coisas Nossas Produtos da Terra Av. Augusto Maynard, 92 - Bairro São José Aracaju/SE - CEP: 49015-380 Telefone: (79) 3213-0562 E-mail: cnossasaju@gmail.com Facebook: facebook.com/coisasnossas.aju Instagram: @coisasnossas.aju 07. Pulseira ajuda quem está debaixo d’água a voltar à superfície KINGII Site: http://kingii.it/ 08. Cervejaria oferece passeio completo pela fábrica em Santo André, no ABC Paulista CERVEJARIA MADALENA Rua Araçatuba, 137 - Santa Maria Santo André / SP – CEP: 09071-310 Telefone: (11) 4800-0500 Site: www.cervejamadalena.com 360 FRANCHISING CONSULTOR MARCOS MENDES Alameda Mamoré, 535 - Cj. 1110 - 11° andar - Alphaville Industrial Barueri / SP – CEP: 06454-040 Telefones: (11) 3145-5817 e (11) 98635-9035 Site: www.360franchising.com.br Facebook: www.facebook.com/360franchising Instagram: www.instagram.com/360franchising 09. Nesse carnaval em SP, hostels devem ficar 90% ocupados Jardins Village Hostel Unidade Brigadeiro Avenida brigadeiro Luís Antônio, 3013 - Jardim Paulista CEP: 01401-002 – São Paulo/SP Telefones: (11) 97555 6700 e (11) 3051-7110 Site: www.jvhostel.com.br Facebook: @jardinsvillage Instagram: @jardinsvillage
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23/02 - Trabalhadores da Bahia viajam em busca de oportunidades na colheita do café de Minas Gerais
Globo Rural acompanhou a jornada de pessoas que procuram uma renda melhor no final da safra do principal estado produtor do grão. Relembre. Trabalhadores da Bahia viajam em busca de oportunidade na colheita do café de Minas Gerais Neste domingo (23), o Globo Rural continua exibindo algumas das melhores reportagens de 2019. Na colheita do café, todos os anos milhões de pessoas viajam pelo brasil em busca de trabalho temporário. Gente que passa meses longe de casa, em busca de renda para sustentar a família. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O Globo Rural acompanhou o dia-a-dia de trabalhadores da Bahia que colhem café no sul de Minas Gerais. Cerca de 70% do café brasileiro é colhido a mão. Nos meses de safra, a atividade gera quase 2 milhões de empregos temporários. Relembre a reportagem no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1
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23/02 - Agricultores do semiárido de MG retomam a produção de algodão
Atividade chegou a ser abandonada nos últimos anos, mas, com investimento em tecnologia, cultura voltou a ser rentável na região. Agricultores do semiárido de MG retomam a produção de algodão Os agricultores do semiárido de Minas Gerais estão apostando na retomada da produção do algodão. A cultura já teve mais espaço nas décadas de 1970, só que muitos desistiram do plantio por causa de estiagens fortes combinadas ao ataque de pragas. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Agora, nos últimos anos os produtores voltaram para a atividade com investimento em tecnologia, informação e a melhoria do período chuvoso. Esses itens colaboraram com a safra 2020. Na região, foram plantadas quatro variedades de algodão, todas elas plantas de alto valor genético e grande produtividade, que foram trazidas do Cerrado mineiro e se adaptaram bem à região. Indústrias do setor têxtil em minas são o principal destino do algodão produzido. E o preço pago pela arroba da pluma, em média R$ 100, tem agradado muito o produtor. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1
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23/02 - Agricultores começam a colheita do arroz no Rio Grande do Sul e esperam bons resultados
Além da produção maior, a remuneração também está ajudando os produtores do estado. Agricultores começam a colheita do arroz no Rio Grande do Sul e esperam bons resultados No Rio Grande do Sul, a colheita do arroz começou com expectativa de uma safra maior que a registrada no ano passado. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Em todo o estado houve uma pequena queda na área plantada, saindo de 984 mil hectares em 2019 para 940 mil hectares. Mesmo com a área menor, a produção vai crescer um pouco: em torno de 4%, a previsão é chegar a 7,5 milhões de toneladas. E o preço está ajudando. A saca está sendo vendida por R$ 50,46 e, na mesma época do ano passado, o agricultor recebia R$ 39,73. Agora, para manter os bons negócios o produtor espera que até o fim da safra o clima ajude. O Rio Grande do Sul é o principal estado produtor de arroz do Brasil, e a colheita do grão deve durar até maio. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1
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23/02 - Colheita da soja em Mato Grosso começa com bons preços para o agricultor
Em Campo Verde, sudoeste do estado, tem produtor recebendo R$ 10 a mais por saca na comparação com o mesmo período do ano passado. Colheita da soja em Mato Grosso começa com bons preços para o agricultor Agricultores estão satisfeitos com a colheita da soja em Mato Grosso, o estado que é o maior produtor nacional, com uma safra estimada de 34 milhões de toneladas, cerca de 30% do que é colhido no Brasil. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Com a boa qualidade do produto, os preços estão atrativos para os sojicultores. É o caso dos irmãos Thiago e Rodrigo Minuzzi, que cultivaram cerca de mil hectares de soja em Campo Verde, no sudeste do estado. Eles já venderam 60% da produção, e o restante querem negociar aos poucos, conforme o rendimento do que sai da lavoura. Nos contratos mais recentes, o agricultor vendeu a saca de 60 kg de soja por cerca de R$ 76. Em fevereiro do ano passado, a média de venda que ele conseguiu foi de R$ 66. Para esta safra, eles fizeram um investimento importante: a instalação de um armazém. Com a estocagem, os agricultores puderam aproveitar os momentos de melhor preço pelo grão. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1
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23/02 - Cervejaria oferece passeio completo pela fábrica em Santo André, no ABC Paulista
Inspirados pelo mercado americano, os sócios perceberam que oferecer experiência, era um atrativo a mais para o consumidor. Cervejaria oferece passeio completo pela fábrica em Santo André, no ABC Paulista Uma cervejaria de Santo André, na Grande São Paulo, lançou uma nova experiência de consumo. A empresa faz visitas guiadas para o público conhecer a produção e provar novos sabores. De quebra, o pessoal participa de encontro de carros, motos e assiste a shows. Cerca de 2500 pessoas aproveitam as atrações toda semana. Passeio na fábrica de cerveja, chopp gelado e casa cheia para completar aquele clima de fim de semana. “O ambiente é muito legal. A gente entra por ali, vê os tonéis de cerveja, bem legal,”, conta a farmacêutica Vanessa Arnaud. O projeto nasceu em Santo André, no ABC Paulista, em 2010. A ideia inicial dos sócios era criar uma cervejaria artesanal inspirada no mercado americano. “Meu pai fez uma viagem para fora, para a Califórnia, e viu o movimento do mercado cervejeiro, que estava tendo um crescente lá fora, o mercado Kraft, ele viu uma janela de negócio, uma oportunidade, resolveu botar essa ideia para frente”, explica o empresário Renan Leonessa. Mas de novo, inspirados pelo mercado americano, eles perceberam que oferecer uma experiência, além apenas do produto, era um atrativo a mais para o consumidor. “Então, com isso, começou a ideia de trazer o pessoal para conhecer a indústria, conhecer a empresa”, diz Leonessa. E eles passaram a oferecer um passeio completo para os clientes na fábrica. Os clientes vêm pela experiência, acabam conhecendo melhor os tipos de cerveja e o processo produtivo, e voltam para repetir o momento e consumir com amigos e família. “Eu achei interessantíssimo, porque a gente adora cerveja, mas é legal saber o que está por trás, né?”, conta a artesã Daniele Fiali. Para o consultor de negócios Marcos Mendes, empresa que oferece experiência sempre sai na frente. “Vai se tornar um seguidor daquela marca, vai ter todo um engajamento necessário, que a marca precisa para perdurar no mercado”. A experiência não é oferecida só lá dentro da fábrica. Toda essa frota de carros antigos e diferentes, caminhonete gigante e até ônibus escolar americano, eles levam para divulgar a marca em eventos no Brasil inteiro. “Você pode ter um estúdio de tatuagem e quer fazer uma festa com cerveja artesanal, a gente para no seu estabelecimento e serve chopp para seus convidados”, fala Leonessa. A cervejaria abre de quinta a sábado e recebe em média 2500 pessoas por semana. “A gente quer sempre gerar coisa nova para o cliente, experiência nova, pra ele estar sempre tendo motivo pra retornar, não só pelo produto e sim pela experiência”. CERVEJARIA MADALENA Rua Araçatuba, 137 - Santa Maria Santo André / SP – CEP: 09071-310 Telefone: (11) 4800-0500 Site: www.cervejamadalena.com 360 FRANCHISING CONSULTOR MARCOS MENDES Alameda Mamoré, 535 - Cj. 1110 - 11° andar - Alphaville Industrial Barueri / SP – CEP: 06454-040 Telefones: (11) 3145-5817 e (11) 98635-9035 Site: www.360franchising.com.br Facebook: www.facebook.com/360franchising Instagram: www.instagram.com/360franchising
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23/02 - Loja de produtos típicos em Aracaju conserva o toque artesanal dos produtos e embalagens
Eles conseguiram crescer na medida certa. Apesar dos convites para expandir, não querem perder as características do negócio que virou atração turística. Loja de produtos típicos em Aracaju conserva o toque artesanal dos produtos e embalagens Uma família de Sergipe, dona de uma loja de produtos típicos, cresceu na medida certa. Apesar dos convites para expandir, não quer perder a cara do negócio que virou atração turística. Sergipe é o menor estado do Brasil, o que dá a capital Aracaju cara de cidade do interior. A loja ficou conhecida pelo clima de aconchego e pelo toque artesanal dos produtos regionais. Durante 15 anos, o negócio funcionou em casa, informalmente. “Tinha gente que quando via estava tomando café com a gente na mesa, que estava na parte de cima, nos quartos. Foi bom enquanto durou, mas a gente precisava de fato separar”, conta o empresário Márcio Andrey. Em 2006, Márcio, a mãe e a irmã alugaram o imóvel ao lado, investiram R$150 mil na reforma, formalizaram o negócio e se mudaram. A clientela foi junto. “São tantos anos que eu venho para cá que já são todos amigos, né? ”, diz a cliente Angelica Fonseca. A loja cresceu, mas conservou o toque artesanal dos produtos e embalagens. “O turista quando ele vem, chega, leva o produto para um parente que está lá, é para levar o sabor da terra”, explica Márcio. São mais de cem itens regionais – doces, biscoitos, castanhas, licores e cachaças. As receitas são da mãe deles, a dona Celma. “Então foi com minha mãe. Ela era feirante, vinha vender os produtos dela aqui, no interior não achava quem vender, ela veio vender e eu cheguei e acompanhei ela”, conta a empresária Celma Souza. E ela é incansável, trabalha o dia inteiro. “Eu me levanto quatro e meia da manhã, e vou me deitar uma, uma e meia”, diz Celma. A maior parte dos produtos é feita no fundo da loja. O diferencial: o jeito de fazer. O doce de caju fica três dias cozinhando. É o segundo produto mais vendido. O primeiro é a castanha de caju. São 1400 kg vendidos por mês, metade do faturamento da casa. Tem pura ou com açúcar, alho, cebola e pimenta. É possível encontrar castanhas 30% mais baratas em outros pontos da cidade, mas o empresário não entra em guerra de preços. Para ele, a qualidade e o jeito de fazer garantem as vendas. “É o segredinho no preparo e que torna o produto único”, explica Márcio. A casa recebe 150 a 200 clientes por dia. Márcio não revela o faturamento, mas uma coisa é certa, se for para perder o ar artesanal do negócio, ele prefere não crescer. “Já quiseram levar a gente pra Grécia, minha mãe pra Itália, mas assim a gente não quer. A gente quer ficar aqui em Sergipe, levantando essa bandeira, dos produtos daqui e levando os nossos sabores para o mundo. A ideia é essa. ”, finaliza. Coisas Nossas Produtos da Terra Av. Augusto Maynard, 92 - Bairro São José Aracaju/SE - CEP: 49015-380 Telefone: (79) 3213-0562 E-mail: cnossasaju@gmail.com Facebook: facebook.com/coisasnossas.aju Intagram: @coisasnossas.aju
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23/02 - Empresário cria plataforma para o cliente achar o técnico de informática mais próximo
A plataforma funciona como um Uber para a área de informática, com suporte para computadores, dispositivos móveis, servidores e redes. Empresário cria plataforma para o cliente achar o técnico de informática mais próximo Tem dias que até quem entende de computador entrega os pontos e pede ajuda a um técnico de informática. Para essas pessoas um empresário criou uma plataforma de serviços que o cliente baixa o aplicativo e o técnico mais próximo vai socorrer. Em um startup de entrega rápida todo mundo é fera em tecnologia, mas até o computador deles vai apresentar problemas. César Augusto dos Santos, CEO da startup disse que os problemas se resolviam com a própria equipe, mas tinha pontos negativos. “Sim, com minha equipe e eu me intrometia e ficava muito caro”, explica. Agora, quando alguma máquina dá pau, a startup chama um técnico por meio desta plataforma criada em 2016 pelo Frederico Queiroz. “Eu queria montar empresa que vendesse serviços de suporte técnico pela internet para pequena empresa, mas nunca tinha empreendido”, conta o empresário Frederico trabalhou por 16 anos como gestor de tecnologia numa grande empresa. Quando resolveu criar a plataforma, penou bastante até chegar nesse modelo de negócio. A plataforma funciona como um Uber para a área de informática, com suporte para computadores, dispositivos móveis, servidores e redes. Quem precisa de um técnico entra no site e descreve o problema. O profissional mais próximo com a habilidade necessária vai até o local. A startup atende pessoa física, pequenas e médias empresas, além de grandes corporações. O cliente não paga mensalidade, mas por atendimento. O ticket médio é de R$424. Em média, 70% ficam com o técnico e 30% para a startup. O empresário investe na capacitação dos técnicos. Dá treinamento e uma rede social para eles trocarem ideias. A plataforma já tem mais de 7 mil técnicos cadastrados, em 843 municípios. NETSUPPORT Avenida Floriano Peixoto, 5505 - Bairro Granja Marileusa, Uberlândia/MG - CEP 38405-373 Site: www.netsupport.com.br Email: comercial@netsupport.com.br LEVOO TECNOLOGIA E SERVICOS DE INFORMACAO DO BRASIL LTDA Alemeda Rio Negro, 1030 - sala 206 Alphaville - Barueri - SP Site: www.levoo.com.br Contato: euquero@levoo.com.br
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23/02 - Desenvolvedora de games se firma no mercado apostando em jogos retrôs
A empresa se voltou para o mercado da nostalgia. Passou a fazer releitura de jogos antigos e a criar games autorais com referências em sucessos do passado. Desenvolvedora de games se firma no mercado apostando em jogos retrôs O mercado de games tem diversos nichos para serem explorados. A empresa mostrada atua na ponta final: é uma desenvolvedora de video games e conseguiu se firmar quando apostou na onda de jogos retrô. Um cenário que muda com a rapidez de um golpe. Quando Marivaldo e os sócios criaram o estúdio, o foco eram os jogos mobile: smartphones e tablets, mas os inimigos estavam chegando e decidiram mudar a estratégia. “Vamos começar a investir mais em jogos para videogame, consoles”, explica o empresário Marivaldo Cabral. A empresa se voltou para o mercado da nostalgia. Passou a fazer releituras de jogos antigos e a criar games autorais com referências em sucessos do passado. “A nostalgia hoje está em voga – não só na área de jogos, em qualquer área – e isso atrai um público muito grande”, conta Cabral. Um dos games foi feito com ajuda de financiamento coletivo, entrou em um serviço de assinatura de jogos de uma gigante do mercado. “E através disso geraram outras parcerias, empresas de fora nos procuraram para fazer uma versão física do jogo. Isso engatilhou várias outras ações importantes para empresa”, diz Cabral. Uma delas levou os sócios até o Japão, a meca dos games. Lá, conseguiram liberar os direitos para fazer a versão retrô de um hit de quase duas décadas atrás e causaram surpresa. Quer passar de fase nesse mercado? Para vender não basta ter um produto, tem que ter marketing. “O desafio de jogos é vender ele. Porque tem zilhões de outros jogos. Qual a diferença do meu para aquele outro que foi lançado algumas horas atrás?”, fala Cabral. No momento, a empresa tem 14 jogos no catálogo. De 2018 para ano passado, o faturamento pulou de R$850 mil para R$1,2 milhão. Os planos para o futuro já estão feitos. “Tenta reviver franquias antigas, de colecionador, mas também cria nossas próprias franquias, de produtos que a gente acredita”, conta Cabral. É preciso ficar ligado neste mercado. As mudanças começam sempre no exterior. “A grande vedete, que está virando agora, vai ser os streamings. Isso, acredito eu nos próximos cinco, seis anos, vai ser o padrão no mercado de jogos. E aí não é previsão minha, o mercado está prevendo isso aí, então é natural a gente ir junto com eles, finaliza Cabral. QUByte Interactive Rua Américo Brasiliense, 2171, 1º Andar São Paulo/SP, 04715-005 E-mail: contact@qubyteinteractive.com Site: https://www.qubyteinteractive.com Facebook: https://www.facebook.com/qubyteinteractive Twitter: https://twitter.com/qubytegames LinkedIn: https://linkedin.com/company/qubyte-interactive
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23/02 - Microfranquia de bronzeamento artificial leva o processo para a casa do cliente
A marca nasceu em 2010, tem 5 unidades físicas e, no ano passado, os sócios lançaram o modelo de bronzeamento delivery. Microfranquia de bronzeamento artificial leva o processo para a casa do cliente Por todo o país tem muita gente exibindo a marquinha do bronzeado nos blocos de rua, mas não é todo mundo que consegue ir à praia tomar sol. Uma microfranquia de bronzeamento artificial resolveu esse problema: ela leva o processo para a casa da cliente. O cenário é de praia, a areia também, mas a verdade é que a gente está dentro de uma vitrine em São Paulo. Inclusive está chovendo lá fora. Infelizmente não dá pra pegar sol, mas dentro de uma mala tem tudo o que a pessoa precisa pra ficar com a cor de verão o ano inteiro. A ideia da microfranquia de bronzeamento foi da sócia do Wellington, uma esteticista mineira apaixonada por sol. “Em Minas nós não temos praia. Aí veio a ideia do bronzeamento orgânico, que é um bronzeamento rápido por micro vaporização, um produto natural sem adição de química e não tem nenhum tipo de nocividade à pele”, conta o empresário Wellington Palhares. A marca nasceu em 2010, tem 5 unidades físicas e no ano passado os sócios lançaram o modelo de bronzeamento delivery: o microfranqueado investe R$10 mil e recebe uma mala com o kit que dá para fazer até 20 aplicações de bronzeamento na casa do cliente. Depois é só repor o kit. “Apenas essa mala. Nós temos o sistema completo onde essa profissional leva o equipamento, no kit tem tudo o que ela precisa fracionado para os atendimentos”, explica Palhares. A marca afirma que todos os componentes do bronzeamento delivery são naturais, extraídos de frutas e raízes. “Nosso produto é aprovado pela Anvisa com 99,9% não nocivo à saúde”, diz. Sabrina Tuma, microfranqueada, já trabalhava com o universo feminino. Investiu na microfranquia para complementar a renda. “Eu sou consultora de imagem e descobri na prática como o bronzeado faz diferença na hora de montar um vestuário, fazer uma combinação de roupa. E aí eu comecei a perceber como essa tonalidade de pele realmente influencia, inclusive na autoestima”. O bronzeamento pode durar de 10 a 15 dias e a aplicação custa a partir de R$199. “É a praticidade. Da pessoa vir à sua casa, você fica bronzeada, cuidando da saúde, é natural, o bacana é isso”, conta a farmacêutica Clara Davino. Se o franqueado conseguir fazer quatro atendimentos por dia durante a semana, pode chegar a R$16 mil de faturamento por mês. Sabrina já pensou em maneiras de expandir a clientela. “Você tem a opção de fazer parcerias com outros pontos – exemplo: clínicas de estética que já tem ponto físico, então você pode atender naquela clínica duas vezes por semana”, finaliza Sabrina. COR DE PRAIA Rua Gonçalves Dias, 2175 – Lourdes Belo Horizonte / MG – CEP: 30140-092 Telefone: (31) 36584777 Site: www.cordepraia.com.br Facebook: Cor de Praia Instagram: @cordepraia
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23/02 - Pelo menos 8 órgãos públicos abrem inscrições nesta segunda-feira para mais de 400 vagas
Cargos são de todos os níveis de escolaridade; os salários chegam a R$ 13 mil. Em apenas um dos concursos são oferecidas 200 vagas. Pelo menos 8 órgãos públicos abrem as inscrições nesta segunda-feira (24) para mais de 420 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. CONFIRA A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS Em apenas um dos concursos, realizado pela Prefeitura de Delmiro Gouveia, no estado de Alagoas, são oferecidas 200 vagas. Já na Prefeitura de Dores do Indaiá, em Minas Gerais, há oportunidade para remuneração de até R$ 13 mil. Veja abaixo os detalhes dos concursos: Prefeitura de Dores do Indaiá (MG) Inscrições: até 24 de março 49 vagas Salários de até R$ 13.000,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Delmiro Gouveia (AL) Inscrições: até 30 de março 200 vagas Salários de até R$ 3.880,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Cachoeira Dourada (GO) Inscrições: até 16 de março 66 vagas Salários de até R$ 2.587,65 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Crisólita (MG) Inscrições: até 24 de março 82 vagas Salários de até R$ 9.947,27 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Câmara Municipal de Nepomuceno (MG) Inscrições: até 25 de março 4 vagas Salários de até R$ 3.000,00 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de São Miguel do Guaporé (RO) Inscrições: até 6 de março 19 vagas Salários de até R$ 7.500,00 Cargos de nível técnico e superior Veja o edital Câmara de Itaúna do Sul (PR) Inscrições: até 24 de março 2 vagas Salários de até R$ 2.700,00 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Conselho Regional dos Técnicos Industriais da 4ª Região Inscrições: até 7 de abril 6 vagas Salários de até R$ 3.300,00 Cargos de nível médio e técnico Veja o edital
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22/02 - Macron diz a agricultores que irá brigar pela manutenção de subsídios na UE
Produtores rurais franceses são os que mais recebem apoio financeiro da União Europeia para a atividade. O presidente francês, Emmanuel Macron Aris Oikonomou / AFP O presidente francês Emmanuel Macron disse aos agricultores de seu país neste sábado (22) que a França continuará a se opor aos cortes nos subsídios agrícolas, um dia depois que as discussões sobre o orçamento da União Europeia terminaram em um impasse. Macron ainda prometeu uma compensação aos produtores de vinho atingidos pelas tarifas dos EUA. Os líderes da União Européia falharam na sexta-feira na tentativa de acordo de orçamento para os próximos sete anos, pois o déficit de financiamento criado pela saída do Reino Unido aumentou o debate sobre as prioridades de gastos. Macron quer que a Europa mantenha um grande orçamento para sua Política Agrícola Comum (PAC), da qual a França é o principal beneficiário. "Na PAC defendemos um orçamento ambicioso. A PAC não pode ser a variável de ajuste do Brexit. Precisamos apoiar nossos agricultores", disse Macron na feira agrícola de Paris. "Não cedemos a quem quisesse reduzir o orçamento (PAC)." Subsídios para a produção rural na União Europeia atingiu cifras bilionárias em 2017 Diana Yukari/G1 Na reunião de representantes da indústria do vinho, o presidente se comprometeu a obter uma compensação para as tarifas norte-americanas no lugar até a primavera, contou, Jerome Despey, um produtor de vinho e secretário-geral do principal sindicato agricultor da França, a FNSEA. Macron já havia apoiado a redução tarifária para os produtores de vinho e disse que levantou a questão com a Comissão Europeia. O setor teme que possa perder de 300 a 400 milhões de euros em vendas anuais em seu principal mercado de exportação se a tarifa de 25% imposta por Washington em outubro permanecer em vigor, disse Despey. O vinho francês está entre os produtos da UE que estão sujeitos às tarifas dos EUA como parte de uma disputa de subsídios a aeronaves. Exportadores de vinho franceses estimam que os impostos levaram a uma queda de 40 milhões de euros nas vendas para os Estados Unidos no último trimestre.
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22/02 - Apesar de congestionamento em portos, frigoríficos brasileiros relatam entregas de carne para a China dentro do normal
Navios que transportavam contêineres refrigerados de frango dos EUA foram desviados para outros países, mas empresas brasileiras afirmam que isso não afetou as entregas. Movimentação de cargas no porto de Xangai, na China Aly Song/Reuters Mesmo com o congestionamento causado nos portos da China por causa do surto do novo coronavírus no país, os frigoríficos brasileiros afirmaram que as entregas de carnes não estão sendo comprometidas. EUA reabrem mercado para a carne bovina in natura do Brasil A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) disse não ter recebido informações de seus membros de que os embarques de carne bovina estavam sendo redirecionados para portos em outros países como resultado do congestionamento nos centros de logística chineses. Já Associação Brasileira de Proteína Animal confirmou atrasos relacionados à liberação de produtos refrigerados nos portos chineses em meio à nova epidemia de coronavírus. Ainda citando informações de suas empresas-membros e do governo brasileiro, a ABPA disse nesta semana "houve uma melhora no fluxo de carga" que chega pelos portos chineses. A China está lutando para retomar as operações comerciais normais, uma vez que as consequências do coronavírus atingem as linhas de transporte de contêineres e as cadeias logísticas, com a maior linha de contêineres do mundo, a Maersk alertando na quinta-feira que o surto de coronavírus afetaria os ganhos. Navios que transportavam contêineres refrigerados de frango dos Estados Unidos para a China estavam sendo desviados para portos de outros países, já que os portos chineses ficaram sem espaço para esse tipo de contêineres, que precisam ser conectados a eletricidade depois de descarregados para manter carne congelada e outros alimentos. A Abiec saudou o anúncio do Ministério dos Transportes da China, em 15 de fevereiro, de que renunciaria às tarifas de pedágio nas rodovias e vias expressas nacionalmente a partir de 17 de fevereiro até que o trabalho de controle de epidemias do país fosse concluído, dizendo que ajudaria a restaurar os fluxos comerciais. BRF diz que não teve problemas A BRF não parou de enviar produtos de carne para a China, mesmo em meio ao congestionamentos em alguns dos portos do país causados pelo surto de coronavírus, informou a empresa na sexta-feira (21), respondendo a consulta da Reuters. A empresa afirmou, em comunicado, que está monitorando as consequências do surto e o fluxo de mercadorias enviadas para a China diariamente, observando que os movimentos de carga nos portos chineses estão sendo gradualmente restaurados. A BRF afirmou ainda que não teve custos adicionais de remessa para continuar enviando mercadorias para a China, abordando especificamente uma pergunta da Reuters relacionada a uma "taxa de congestionamento" de 1000 dólares por contêiner de carga refrigerada que as companhias de navegação exigiam dos exportadores que desejassem enviar produtos refrigerados imediatamente para a Ásia. "Os volumes produzidos pela empresa destinados à China estão sendo embarcados normalmente", disse a BRF, acrescentando que não enfrenta problemas de armazenamento no Brasil relacionados a problemas portuários chineses. A BRF acrescentou que "entende que a carga embarcada neste momento chegará à China com uma situação logística mais controlada".
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